Alelo: definição e tipos

Alelos são variantes de um gene que podem resultar em diferentes características hereditárias entre os indivíduos. Eles são responsáveis pela diversidade genética em uma população e podem ser classificados em diferentes tipos, como alelos dominantes, recessivos, letais, múltiplos, entre outros. Neste artigo, exploraremos a definição e os principais tipos de alelos, destacando sua importância para a evolução e a genética.

Tipos de alelos: Entenda as variações genéticas que podem ocorrer em um organismo.

A genética é uma área fascinante da biologia que estuda a transmissão de características de uma geração para outra. Os alelos desempenham um papel fundamental nesse processo, sendo responsáveis pelas variações genéticas que podem ocorrer em um organismo.

Os alelos são diferentes formas de um gene que ocupam o mesmo locus em um cromossomo. Eles podem ser classificados em três tipos principais: alelos dominantes, alelos recessivos e alelos co-dominantes.

Os alelos dominantes são expressos sempre que estão presentes, mascarando a expressão dos alelos recessivos. Por exemplo, se um organismo possui um alelo dominante para olhos castanhos (B) e um alelo recessivo para olhos azuis (b), a cor dos olhos será castanha.

Os alelos recessivos, por sua vez, só são expressos quando presentes em dose dupla, ou seja, quando o organismo possui dois alelos recessivos. No exemplo anterior, apenas indivíduos com dois alelos recessivos (bb) terão olhos azuis.

Os alelos co-dominantes são aqueles em que ambos os alelos são expressos de forma igual e simultânea. Um exemplo clássico é o grupo sanguíneo AB, em que os alelos A e B são co-dominantes, resultando em um tipo sanguíneo intermediário.

Em resumo, os alelos desempenham um papel crucial na determinação das características de um organismo. Compreender os diferentes tipos de alelos é fundamental para entender as variações genéticas que podem ocorrer em uma população.

Definição simples de alelo: o que são e como influenciam características genéticas.

Os alelos são variantes de um mesmo gene que ocupam o mesmo lugar em cromossomos homólogos. Eles podem ser tanto dominantes, expressando uma característica específica, quanto recessivos, que só se manifestam em homozigotos. Os alelos podem influenciar as características genéticas de um organismo de diversas maneiras, como determinar a cor dos olhos, a cor da pele, a altura, entre outras características.

Entenda o significado e a importância de aa na prática profissional.

Quando falamos sobre Alelo, estamos nos referindo a um termo muito importante e relevante na prática profissional, principalmente no campo da genética e biologia molecular. Alelo representa cada uma das formas alternativas que um gene pode ter, ou seja, são diferentes versões de um mesmo gene que podem gerar características distintas em um organismo.

Existem diferentes tipos de alelos, como os alelos dominantes e alelos recessivos. Os alelos dominantes são aqueles que se expressam no fenótipo do organismo, enquanto os alelos recessivos só se manifestam quando presentes em dose dupla. Essa interação entre os alelos é fundamental para a diversidade genética e para a evolução das espécies.

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Na prática profissional, o conhecimento sobre os alelos é essencial em diversas áreas, como a medicina, a biotecnologia e a agricultura. Por exemplo, na medicina, a análise dos alelos pode ajudar a diagnosticar doenças genéticas e a desenvolver tratamentos mais eficazes. Já na agricultura, o estudo dos alelos pode contribuir para a criação de plantas mais resistentes a pragas e doenças.

Portanto, compreender o significado e a importância dos alelos na prática profissional é fundamental para quem trabalha com genética e biologia, pois esse conhecimento pode abrir portas para novas descobertas e aplicações nas mais diversas áreas.

Tipos de genes: uma explicação sobre as diferentes variações genéticas presentes nos organismos.

Os genes são unidades de informação genética que determinam características específicas dos organismos. Existem diferentes tipos de genes que podem variar em sua função e estrutura. As variações genéticas nos organismos são responsáveis pela diversidade biológica existente no mundo.

Os genes podem ser classificados em diversos tipos, como os genes dominantes e genes recessivos. Os genes dominantes são aqueles que se expressam sobre os recessivos, determinando uma característica específica no organismo. Já os genes recessivos só se manifestam quando presentes em dose dupla, ou seja, em homozigose.

Outro tipo de gene são os genes alelos, que são diferentes formas de um mesmo gene que podem determinar características distintas. Os alelos podem ser classificados em alelos letais, que são aqueles capazes de causar a morte do organismo se presentes em dose dupla, e alelos neutros, que não causam efeitos significativos no organismo.

Além disso, existem os genes codominantes, que são aqueles em que ambos os alelos se expressam de forma igual no fenótipo do organismo. Nesse caso, não há dominância de um alelo sobre o outro, resultando em uma expressão conjunta das características determinadas por cada alelo.

Em resumo, os diferentes tipos de genes presentes nos organismos contribuem para a diversidade genética e para a manifestação de características específicas em cada ser vivo. A compreensão dessas variações genéticas é essencial para a pesquisa e o desenvolvimento da genética e da biologia como um todo.

Alelo: definição e tipos

Os alelos são diferentes variantes ou formas alternativas em que pode ocorrer num gene. Cada alelo pode se manifestar como um fenótipo diferente, como cor dos olhos ou grupos sanguíneos.

Nos cromossomos, os genes estão localizados em regiões físicas chamadas locus. Nos organismos que possuem dois conjuntos de cromossomos (diplóides), os alelos estão localizados no mesmo local.

Alelo: definição e tipos 1

A cor marrom dos olhos está relacionada a um alelo dominante. Fonte: pixabay.com

Os alelos podem ser dominantes ou recessivos, dependendo do seu comportamento no organismo heterozigoto. Se estivermos em um caso de dominância completa, o alelo dominante será expresso no fenótipo, enquanto o alelo recessivo será opaco.

O estudo das frequências alélicas nas populações teve um impacto proeminente na área da biologia evolutiva.

Definição de alelo

O material genético é dividido em genes, que são segmentos de DNA que determinam características fenotípicas. Por terem dois conjuntos idênticos de cromossomos, os organismos diplóides têm duas cópias de cada gene, chamadas alelos, localizadas na mesma posição que pares de cromossomos idênticos ou homólogos.

Alelos geralmente diferem em termos da sequência de bases nitrogenadas no DNA. Embora pequenas, essas diferenças podem produzir diferenças fenotípicas óbvias. Por exemplo, eles variam a cor dos cabelos e dos olhos. Eles podem até causar doenças hereditárias a serem expressas.

Localização do Alelo

Uma característica notável de plantas e animais é a reprodução sexual. Isto implica a produção de gametas feminino e masculino. Os gametas femininos são encontrados nos óvulos. Nas plantas, os gametas masculinos são encontrados no pólen. Nos animais, no esperma

O material genético, ou DNA, é encontrado nos cromossomos, que são estruturas alongadas nas células.

Plantas e animais têm dois ou mais conjuntos idênticos de cromossomos, um deles do gameta masculino e outro do feminino que os originou através da fertilização. Assim, os alelos são encontrados no DNA, dentro do núcleo das células.

Descoberta de alelos

Em 1865, em um mosteiro austríaco, o monge Gregorio Mendel (1822-1884), experimentou cruzamentos de plantas de ervilha. Ao analisar as proporções de plantas com sementes de diferentes características, ele descobriu as três leis fundamentais da herança genética que levam seu nome.

Na época de Mendel, nada se sabia sobre os genes. Consequentemente, Mendel propôs que as plantas transmitissem algum tipo de matéria aos seus filhos. Atualmente, essa “matéria” é conhecida como alelo. O trabalho de Mendel passou despercebido até Hugo de Vries, um botânico holandês, divulgá-lo em 1900.

A biologia moderna assenta em três pilares fundamentais. O primeiro é o sistema de nomenclatura binomial de Carlos Linneo (1707-1778), proposto em sua obra Systema Naturae (1758). A segunda é a teoria da evolução, de Carlos Darwin (1809-1892), proposta em sua obra A Origem das Espécies (1859). O segundo é o trabalho de Mendel.

Tipos de alelos

Cada par de alelos representa um genótipo. Os genótipos são homozigotos se ambos os alelos forem idênticos e heterozigotos se forem diferentes. Quando os alelos são diferentes, um deles pode ser dominante e o outro recessivo, com as características fenotípicas determinadas pelo dominante.

Variações no DNA do alelo não se traduzem necessariamente em alterações fenotípicas. Além disso, os alelos podem ser codominantes, afetando o fenótipo com igual intensidade, mas de maneira diferente. Além disso, uma característica fenotípica pode ser afetada por mais de um par de alelos.

Recombinação

O aparecimento, na próxima geração, de vários genótipos, ou combinações de alelos, é chamado de recombinação. Ao atuar em um grande número de genes, esse processo causa variação genética, o que permite que cada indivíduo produzido pela reprodução sexual seja geneticamente único.

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A variabilidade fenotípica causada pela recombinação é essencial para que as populações de plantas e animais se adaptem ao seu ambiente natural. Esse ambiente é variável no espaço e no tempo. A recombinação garante que sempre haja indivíduos bem adaptados às condições de cada lugar e hora.

Frequência alélica

A proporção dos genótipos de um par de alelos em uma população é p 2 + 2 pq + q 2 = 1, em que p 2 representa a fração de indivíduos homozigotos para o primeiro alelo, 2 pq a fração de indivíduos heterozigotos e q 2 a fração de indivíduos homozigotos para o segundo alelo. Essa expressão matemática é conhecida como lei de Hardy-Weinberg.

Por que as frequências alélicas mudam?

À luz da genética populacional, a definição de evolução implica a mudança de frequências alélicas ao longo do tempo.

A frequência dos alelos em uma população muda de uma geração para outra devido à seleção natural ou aleatória. Isso é conhecido como microevolução. A microevolução a longo prazo pode levar à macroevolução ou ao aparecimento de novas espécies. A microevolução aleatória produz deriva genética.

Em populações pequenas, a frequência de um alelo pode ser aumentada ou reduzida de uma geração para outra por acaso. Se a mudança em uma direção é repetida em gerações sucessivas, todos os membros de uma população podem se tornar homozigotos para determinados alelos.

Quando um pequeno número de indivíduos coloniza um novo território, carrega consigo uma frequência de alelos que, por acaso, podem ser diferentes da população original.Isso é conhecido como efeito fundador. Combinado com a deriva genética, pode causar a perda ou fixação de certos alelos apenas por acaso.

Alelos e doenças

Albinismo, fibrose cística e fenilcetonúria devem-se à herança de dois alelos recessivos para o mesmo gene. Se o alelo defeituoso for encontrado no cromossomo X, como no caso de daltonismo verde e síndrome do cromossomo X frágil, a doença afeta apenas o sexo masculino.

Outras doenças, como nanismo pseudoacondroplásico e síndrome de Huntington, ocorrem quando um indivíduo herda um alelo dominante. Ou seja, as condições patológicas podem ser apresentadas como alelos dominantes ou recessivos.

Referências

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