Os 10 tipos de paradigma mais importantes

Os paradigmas são modelos ou padrões de pensamento que influenciam nossa forma de ver o mundo e interpretar a realidade. Existem diversos tipos de paradigmas, cada um com suas próprias características e formas de abordar questões e problemas. Neste contexto, destacam-se os 10 tipos de paradigma mais importantes, que abrangem desde paradigmas científicos até sociais e filosóficos, e exercem grande influência em diversas áreas do conhecimento e da sociedade. Ao compreender esses diferentes tipos de paradigma, é possível ampliar nossa visão de mundo e desenvolver novas perspectivas sobre os desafios que enfrentamos.

Tipos de paradigmas: conheça as diferentes formas de pensamento e abordagem na ciência.

Os paradigmas são modelos ou padrões de pensamento que orientam a forma como os cientistas abordam a realidade e desenvolvem teorias e hipóteses. Existem diversos tipos de paradigmas que influenciam a maneira como os pesquisadores interpretam os fenômenos naturais e sociais. Neste artigo, vamos apresentar os 10 tipos de paradigma mais importantes na ciência.

1. Paradigma positivista

O paradigma positivista baseia-se na ideia de que o conhecimento científico só pode ser adquirido por meio da observação e da experimentação. Os positivistas acreditam que a ciência deve ser objetiva, mensurável e verificável.

2. Paradigma interpretativista

O paradigma interpretativista enfatiza a importância da interpretação e da compreensão dos significados atribuídos pelos indivíduos aos fenômenos estudados. Os interpretativistas valorizam a subjetividade e a complexidade das experiências humanas.

3. Paradigma crítico

O paradigma crítico questiona as estruturas de poder e as desigualdades sociais, buscando transformações e emancipação. Os pesquisadores críticos buscam entender e superar as injustiças e as opressões presentes na sociedade.

4. Paradigma pós-positivista

O paradigma pós-positivista reconhece a importância da subjetividade e da contextualização na construção do conhecimento científico. Os pós-positivistas valorizam a pluralidade de métodos e abordagens na pesquisa.

5. Paradigma construtivista

O paradigma construtivista defende que o conhecimento é construído socialmente e historicamente, sendo influenciado por contextos culturais e políticos. Os construtivistas questionam a objetividade e a neutralidade da ciência.

6. Paradigma fenomenológico

O paradigma fenomenológico concentra-se na compreensão das experiências vividas pelos indivíduos, buscando capturar a essência e o significado dessas vivências. Os pesquisadores fenomenológicos valorizam a subjetividade e a intersubjetividade.

7. Paradigma hermenêutico

O paradigma hermenêutico enfatiza a interpretação e a compreensão dos textos e das narrativas, buscando desvelar os significados ocultos e implícitos. Os hermenêuticos valorizam a dialética entre o texto e o leitor.

8. Paradigma pós-moderno

O paradigma pós-moderno questiona as certezas e as verdades absolutas, valorizando a diversidade, a ambiguidade e a fragmentação. Os pós-modernos criticam as metanarrativas e as hierarquias de poder.

9. Paradigma sistêmico

O paradigma sistêmico enfatiza a interconexão e a interdependência entre os elementos de um sistema, buscando compreender as relações e as influências recíprocas. Os sistêmicos valorizam a visão holística e integrada.

10. Paradigma holístico

O paradigma holístico considera a totalidade e a complexidade dos fenômenos estudados, integrando diferentes níveis de análise e perspectivas. Os holísticos valorizam a unidade e a inter-relação entre as partes.

Conheça os 3 principais paradigmas da programação e suas características fundamentais.

Os paradigmas da programação são abordagens ou estilos de programação que definem a forma como os programas são estruturados e organizados. Existem diversos tipos de paradigmas, cada um com suas próprias características e formas de abordar a resolução de problemas.

Entre os paradigmas mais importantes da programação, podemos destacar os 3 principais: paradigma imperativo, paradigma orientado a objetos e paradigma funcional.

O paradigma imperativo é baseado na ideia de que um programa consiste em uma sequência de instruções que modificam o estado de um sistema. Neste paradigma, o foco está nas ações a serem executadas e nas variáveis que armazenam os dados. Exemplos de linguagens que seguem este paradigma são C e Python.

O paradigma orientado a objetos, por sua vez, organiza o programa em torno de objetos que interagem entre si. Cada objeto possui atributos e métodos que definem o seu comportamento. Este paradigma promove a reutilização de código e facilita a manutenção do sistema. Linguagens como Java e C++ são exemplos de linguagens orientadas a objetos.

Por fim, o paradigma funcional trata a programação como a avaliação de funções matemáticas, sem alterar o estado do sistema. As funções são tratadas como cidadãos de primeira classe e podem ser passadas como parâmetros ou retornadas como resultado. Linguagens como Haskell e Lisp seguem este paradigma.

Conhecer os diferentes paradigmas da programação é essencial para escolher a melhor abordagem na resolução de problemas e desenvolvimento de software. Cada paradigma tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha do mais adequado vai depender do contexto e dos requisitos do projeto.

Principais paradigmas do Javascript: conheça as abordagens fundamentais da linguagem de programação.

JavaScript é uma linguagem de programação versátil que suporta vários paradigmas de programação. Conhecer os principais paradigmas do JavaScript é fundamental para entender como a linguagem pode ser utilizada de forma eficaz para criar aplicações web dinâmicas e interativas.

Existem 10 tipos de paradigmas que são amplamente utilizados no JavaScript, sendo eles:

1. Programação Procedural: Este paradigma se concentra em escrever código sequencial que executa uma série de instruções para alcançar um resultado específico.

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2. Programação Orientada a Objetos: Neste paradigma, os objetos são usados para representar entidades do mundo real e suas interações, facilitando a reutilização de código e a organização do programa.

3. Programação Funcional: Este paradigma se concentra em funções puras que não têm efeitos colaterais, o que facilita a escrita de código mais limpo e previsível.

4. Programação Imperativa: Neste paradigma, o foco está nas instruções que alteram o estado do programa, permitindo o controle detalhado do fluxo de execução.

5. Programação Declarativa: Este paradigma se concentra em descrever o que um programa deve realizar, em vez de como ele deve ser feito, tornando o código mais legível e fácil de manter.

6. Programação Reativa: Neste paradigma, as mudanças em uma parte do programa são automaticamente propagadas para outras partes, facilitando a criação de interfaces de usuário reativas.

7. Programação Orientada a Eventos: Este paradigma se concentra em responder a eventos que ocorrem no programa, como cliques do mouse ou pressionamentos de teclas, para desencadear ações específicas.

8. Programação Lógica: Neste paradigma, o foco está em definir relações lógicas entre entidades, permitindo a resolução de problemas complexos por meio de inferência lógica.

9. Programação Concurrente: Este paradigma se concentra em lidar com a execução simultânea de várias tarefas, facilitando a criação de programas que podem realizar várias operações ao mesmo tempo.

10. Programação Distribuída: Neste paradigma, o foco está em criar sistemas distribuídos que podem executar em vários dispositivos e se comunicar entre si, permitindo a escalabilidade e a flexibilidade do sistema.

Entendendo a definição e os tipos de paradigmas através de exemplos práticos.

Para entender melhor o conceito de paradigmas, é importante conhecer sua definição e os tipos mais importantes. Um paradigma pode ser entendido como um modelo ou padrão que serve de referência para algo. Na ciência e na filosofia, os paradigmas são frameworks teóricos que guiam a prática e a pesquisa em determinada área.

Existem diversos tipos de paradigmas, cada um com suas características e aplicações específicas. Vamos apresentar os 10 tipos de paradigma mais importantes e exemplificar cada um deles:

1. Paradigma Positivista: baseado na ideia de que o conhecimento só pode ser adquirido através da observação e experimentação. Um exemplo prático é a ciência moderna, que busca explicar fenômenos naturais através de métodos empíricos.

2. Paradigma Interpretativista: focado na compreensão dos significados e interpretações dos indivíduos. Um exemplo é a antropologia cultural, que estuda as diferentes culturas e suas práticas.

3. Paradigma Funcionalista: enfatiza a importância das funções e das interações em um sistema. Um exemplo é a teoria dos sistemas, que analisa como os elementos de um sistema se relacionam entre si.

4. Paradigma Estruturalista: concentra-se nas estruturas e padrões subjacentes a um fenômeno. Um exemplo é a linguística estrutural, que estuda a organização da linguagem em diferentes níveis.

5. Paradigma Construtivista: destaca o papel ativo do sujeito na construção do conhecimento. Um exemplo é a teoria piagetiana do desenvolvimento cognitivo, que enfatiza a interação entre o sujeito e o ambiente.

6. Paradigma Pós-modernista: questiona a noção de verdade absoluta e objetividade. Um exemplo é a crítica cultural pós-moderna, que analisa como as narrativas dominantes influenciam a percepção da realidade.

7. Paradigma Feminista: busca analisar as relações de poder e gênero na sociedade. Um exemplo é a teoria feminista, que questiona as hierarquias de gênero e busca a igualdade entre homens e mulheres.

8. Paradigma Ecológico: enfatiza a interconexão entre os seres vivos e o meio ambiente. Um exemplo é a ecologia, que estuda as relações entre os organismos e seu ambiente.

9. Paradigma Pragmático: focado na utilidade e na aplicabilidade do conhecimento. Um exemplo é a filosofia pragmática, que valoriza a ação e a experiência como critérios de verdade.

10. Paradigma Hermenêutico: destaca a importância da interpretação e da compreensão na produção de conhecimento. Um exemplo é a hermenêutica filosófica, que investiga os processos de interpretação e significação.

Compreender os diferentes tipos de paradigmas é essencial para desenvolver uma visão crítica e abrangente sobre o conhecimento em diversas áreas do saber. Cada paradigma oferece uma perspectiva única e contribui para a construção de um entendimento mais completo da realidade.

Os 10 tipos de paradigma mais importantes

Os tipos de paradigma mais proeminentes são o paradigma comportamental, o paradigma histórico-social ou o paradigma quantitativo, entre outros. Paradigmas são formas de interpretar a realidade e, a partir deles, o mundo ou uma área da ciência é pesquisada, estudada e observada. Por exemplo, a partir do paradigma comportamental da psicologia, a consciência é rejeitada e o comportamento que pode ser observado é estudado.

Etimologicamente, a palavra paradigma tem sua origem na Grécia Antiga, derivada do termo Paradeigma, que é traduzido como modelo ou exemplo. É exatamente esse significado que é concedido atualmente, pois quando a palavra paradigma é mencionada, ela fala de exemplos, padrões ou modelos.

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Portanto, a palavra paradigma é usada para se referir ao conjunto de crenças, exemplos e normas como um ideal a seguir, seja de uma cultura, regra ou sociedade.

Desde os anos 60 do século XX, o termo foi cunhado para pesquisas científicas e para estudos de epistemologia, pedagogia e psicologia.

Origem dos paradigmas

O filósofo grego Platão foi uma das primeiras figuras históricas a usar esse termo para se referir às idéias ou exemplos a seguir, desde que seja usado em um contexto em que haja inspiração.

Por sua vez, o filósofo americano Thomas Kuhn foi quem introduziu o termo para descrever o grupo de atividades que definem as diretrizes de uma disciplina científica dentro de um espaço temporal.

Na ciência, o paradigma é concebido de um ponto de vista mais prático, que suscita a descoberta de novos espaços de pesquisa, outras formas de obter o treinamento e os dados necessários para solucionar os problemas colocados em uma determinada situação.

No entanto, deve-se ter em mente que esse termo pode ser aplicado em outros campos, além das ciências científicas, linguísticas e sociais.

O paradigma é tudo o que se refere à maneira como o mundo é entendido, as experiências e crenças de uma sociedade e tudo o que afeta como o indivíduo percebe a realidade que o cerca dentro do sistema social.

Dependendo da área em que é usado, há uma tipificação dos paradigmas. Abaixo, você pode ver os mais usados ​​em forma de resumo.

Principais tipos de paradigma

No setor educacional, a formulação de novos paradigmas é uma evolução para alcançar a melhoria do conhecimento disponível, sendo considerada como novas ferramentas para solucionar incógnitas (Luna, 2011).

– Paradigmas educacionais

Com base nesse preceito, são reconhecidos na educação vários tipos de paradigmas, dos quais se destacam os comportamentais, construtivistas, cognitivos e histórico-sociais.

1- Paradigma comportamental

Enquadrado na teoria comportamental , este modelo estima que a aprendizagem deve se concentrar em dados observáveis ​​e mensuráveis, nos quais o professor é percebido como “uma pessoa dotada de habilidades aprendidas, que transmite de acordo com um planejamento realizado com base em objetivos específicos” (Hernández , 2010, p. 114).

O professor deve fornecer aos alunos os princípios, procedimentos e programas comportamentais para alcançar os objetivos de aprendizado propostos (Chavez, 2011).

O aluno ou aluno, dentro desse paradigma, atua como receptor das instruções programadas pelo professor, mesmo antes de conhecê-lo, de modo que ele é condicionado a ser um ator passivo dentro de um mundo ativo.

Reconhece-se que o desempenho do aluno e a aprendizagem escolar podem ser influenciados ou modificados de fora do sistema educacional.

2- Paradigma construtivista

Diferentemente do modelo anterior, esse paradigma concebe o aluno como uma entidade ativa e mutável, cujo aprendizado diário pode ser incorporado a experiências anteriores e estruturas mentais já forjadas.

Nesse espaço de aprendizagem construtivista, o aluno deve internalizar, transformar e reorganizar as novas informações para adaptá-las às aprendizagens anteriores, o que lhe permitirá enfrentar as situações da realidade.

3- Paradigma histórico-social

Também conhecido como modelo sociocultural desenvolvido na década de 1920 por Lev Vigotsky , em que a premissa principal é que a aprendizagem do indivíduo é influenciada por seu ambiente social, história pessoal, oportunidades e contexto histórico em que ele se desenvolve.

Estruturalmente, esse paradigma é percebido como um triângulo aberto, que nada mais é do que a relação entre sujeito, objeto e instrumentos nos quais os vértices se desenvolvem no contexto sociocultural, desempenhando papel fundamental na construção do conhecimento.

4- Paradigma Cognitivo

Desenvolvido nos anos 50 nos Estados Unidos, esse paradigma está interessado em destacar que a educação deve ser orientada para o desenvolvimento de habilidades de aprendizagem, não apenas para o ensino de conhecimento.

O modelo cognitivo é derivado da combinação de três campos, considerados o pano de fundo desse paradigma: teoria da informação, linguística e ciência da computação.

Do ponto de vista educacional, os objetivos primários da escola, de acordo com a abordagem cognitiva, devem se concentrar em aprender a aprender e / ou ensinar a pensar. As dimensões cognitivas que se desenvolvem nesse paradigma são atenção, percepção, memória , inteligência , linguagem, pensamento, entre outras.

– Paradigmas de pesquisa

No âmbito da pesquisa social, são desenvolvidos níveis e perspectivas nas quais são propostos dois principais paradigmas: quantitativo e qualitativo.

Estes diferem no tipo de conhecimento que se espera obter nas pesquisas realizadas, de acordo com a realidade, objeto de estudo e nas técnicas utilizadas na coleta de informações (Gray, 2012).

5- Paradigma Quantitativo

Diretamente relacionado à perspectiva distributiva da pesquisa social, que visa descrever com precisão a realidade social em estudo. Para atingir seu objetivo, essa abordagem se baseia em técnicas estatísticas e matemáticas, como o uso de pesquisas e a respectiva análise estatística dos dados obtidos.

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Dessa maneira, constrói-se o conhecimento baseado na objetividade, evitando deturpações de informações ou gerando distorções derivadas da subjetividade. Com esse paradigma, leis ou normas gerais do comportamento humano são estabelecidas a partir da elaboração de conceitos empíricos.

6- Paradigma qualitativo

Por sua vez, a abordagem qualitativa está intimamente relacionada às perspectivas dialéticas e estruturais da realidade, com foco na análise e compreensão das respostas dos indivíduos às ações e comportamentos sociais.

Diferentemente do paradigma quantitativo, outras técnicas baseadas na análise da linguagem são utilizadas, como entrevistas, discussões temáticas, técnicas de criatividade social, entre outras.

Com esse paradigma, queremos entender as estruturas da sociedade em vez de quantificá-las, enfocando a subjetividade das pessoas e sua percepção da realidade (Gray, 2012).

7- Paradigma positivista

Com base na abordagem filosófica do positivismo, esse paradigma foi desenvolvido para estudar fenômenos no campo das ciências naturais. É também chamado de hipotético-dedutivo, quantitativo, empírico-analista ou racionalista.

Sua origem é no século XIX e também é aplicada na área das ciências sociais, sem afetar as diferenças entre os dois campos de estudo.

Na investigação positivista, afirma-se a existência de uma realidade única; com base no princípio de que o mundo tem sua própria existência, independentemente de quem o estuda e é governado por leis, com as quais os fenômenos são explicados, previstos e controlados.

De acordo com essa abordagem, as ciências têm o objetivo de descobrir essas leis, alcançando generalizações teóricas que contribuem para enriquecer o conhecimento universal sobre uma determinada área (González, 2003).

9- Paradigma interpretativo

Derivado da abordagem qualitativa, esse preceito de interpretação eleva o pesquisador como um descobridor do significado das ações humanas e da vida social, descrevendo o mundo pessoal dos indivíduos, as motivações que os orientam e suas crenças.

Tudo isso com a intenção de estudar em profundidade o que determina os comportamentos. Esse paradigma aplicado nas ciências sociais parte do conceito de que a ação das pessoas é sempre determinada pela carga subjetiva de uma realidade, que não pode ser observada ou analisada com métodos quantitativos (González, 2003).

Dentro da estrutura do paradigma interpretativo, a pesquisa tem as seguintes características:

  1. pesquisa naturalista . Estude situações do mundo real e seu desenvolvimento natural sem manipular informações.
  2. Análise indutiva . A exploração é feita através de perguntas abertas, enfatizando os detalhes para provar as hipóteses levantadas pela dedução.
  3. Perspectiva holística . Baseia-se no conhecimento da causa e efeito, considerando o sistema complexo que representa a relação de interdependência das partes envolvidas.
  4. Os dados qualitativos . Capture experiências pessoais com uma descrição precisa das informações coletadas.
  5. Contato e visão pessoal . O pesquisador tem contato direto com a realidade estudada e seus protagonistas.
  6. Sistemas dinâmicos . Os processos de mudança no indivíduo ou na sociedade são descritos durante a investigação, com mudança e evolução sendo entendidas como uma parte fundamental do estudo.
  7. Orientação para o caso único . Cada investigação é considerada única em sua categoria devido à subjetividade dos indivíduos e à realidade estudada.
  8. Sensibilidade ao contexto . A pesquisa está localizada no contexto histórico, social e temporal para localizar as descobertas realizadas.
  9. Neutralidade empática . Reconhece-se que é impossível alcançar objetividade total. O pesquisador desenvolve empatia em relação à situação estudada e à perspectiva dos indivíduos.
  10. flexibilidade de design . A pesquisa não está enquadrada em um design exclusivo, mas é adaptada à combinação de diferentes designs para entender a situação e responder a mudanças emergentes.

10- Paradigma Empírico-Analítico

Nesta abordagem, a objetividade é priorizada em relação a outros elementos. Assumindo assim a replicabilidade em pesquisas que permite verificar o conhecimento gerado.

Derivado do paradigma quantitativo, este modelo utiliza ferramentas como o método dedutivo e a aplicação de estratégias e técnicas quantitativas.

O objetivo da pesquisa sob essa abordagem é gerar teorias e leis que não são definitivas, baseadas na experimentação, lógica empírica combinada com a observação e análise de fenômenos, apoiando teorias positivas e racionalismo.

Referências

  1. Chavez, A. (2011) Avaliação da aprendizagem dentro de diferentes paradigmas da psicologia educacional. Recuperado de: educarparaaprender.wordpress.com.
  2. Conceptdefinition.de (2014) Definição de Paradigma Recuperado de conceptdefinition.de.
  3. González, A. (2003) Os paradigmas da pesquisa nas ciências sociais. Recuperado de sociologiaunah.files.wordpress.com.
  4. Gray, J. (2012) Evolução da ciência: 4 paradigmas recuperados de 2.cs.man.ac.uk.
  5. Hernández Rojas, G. (2010). Paradigmas em psicologia educacional. Primeira edição. pp. 79-245. México Cidade do México.: Paidós.
  6. Luna, L. (2011) PARADIGMAS: CONCEITO, EVOLUÇÃO, TIPOS. Recuperado de theoriesconductistasdelaprendizaje.blogspot.com.
  7. Núñez, P. (2009) Psicopedagogia O Paradigma Cognitivo Recuperado de pilarraquel2.blogspot.com.
  8. Thomas Kuhn sobre paradigmas na ciência Recuperado de csulb.edu.
  9. O que é um paradigma?Recuperado de explorable.com.

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