4 Métodos Utilizados pela Ciência para Melhorar o Papel

Os métodos utilizados pela ciência para melhorar o papel alcançaram uma melhoria em sua qualidade, características e condições.

A rigidez, resistência à flexão, suavidade, coeficiente de atrito estático e tolerância ao corte, foram apenas alguns dos resultados que podemos observar hoje.

4 Métodos Utilizados pela Ciência para Melhorar o Papel 1

A verdade é que o papel é um ativo fundamental na história cultural da humanidade. O homem sempre teve a necessidade de traduzir suas idéias através do registro escrito para transcender, e foi isso que deu ao papel esse importante papel histórico.

Métodos implementados

No final do século XIX e início do século XX, foram criadas as primeiras máquinas de papel e suas patentes. Ao mesmo tempo, também foram desenvolvidos os primeiros métodos para a produção de polpa de madeira.

No entanto, esses métodos iniciaram uma nova era moderna que envolvia o abuso de abrasão mecânica e exagero na aplicação de procedimentos químicos.

1- método alcalino

Este método alcalino produz cavacos de madeira em hidróxido de sódio. Existem dois processos principais para sua realização: o processo kraft que utiliza sulfato de sódio e o processo de soda cáustica, pode-se dizer que, tanto no cozimento que separa a lignina, é gerado.

A lignina é uma substância que faz parte da estrutura orgânica das células vegetais da madeira, proporcionando a dureza e a resistência do papel.

A vantagem desse método é que ele combina boa qualidade no resultado final do papel com baixo custo de fabricação. Isso é obtido graças ao fato de a celulose obtida apresentar grande resistência, devido ao tamanho e qualidade de suas fibras.

Outros métodos semelhantes em termos de produção de celulose são o método de sulfito e métodos mecânicos.

2- B método de lançamento

Um dos maiores desafios tem sido manter um branco brilhante na cor do papel. Este método funciona para que sua aparência não se deteriore ao longo dos anos.

O branqueamento com cloro é um estágio em que a polpa obtida com uma combinação de vários compostos oxidantes, como dióxido de cloro, cloro elementar, oxigênio, peróxido de hidrogênio, entre outros agentes, é utilizada.

Após o término do processo, a superfície do papel é mecanicamente alisada e revestida com uma camada de giz.

Gerando infinitas formas e tipos de papéis. O resultado é considerado o melhor em termos de qualidade e superfície do papel.

3- Tendência ecológica

Dado o impacto ambiental gerado pela indústria do papel, vários grupos ecológicos se reuniram para criar um novo método não agressivo para oferecer ao consumidor um produto reciclado e biodegradável.

O principal objetivo, além de fornecer uma solução para o desmatamento, é melhorar os componentes utilizados no papel e reutilizar algumas das propriedades já fabricadas.

Graças a essa nova tendência, um novo método foi criado para a fabricação de papel à base de materiais reciclados. Por sua vez, iniciou novos implementos que poderiam usar o papel para outros fins.

Mesmo a idéia de converter o papel em um material rapidamente biodegradável o torna conveniente para o ecossistema e melhora sua capacidade de decomposição.

4- Nova fórmula

O Instituto Italiano de Tecnologia (IIT), em Gênova, está desenvolvendo uma nova fórmula para que o papel seja resistente à água, antibacteriano e magnético.

Com esta nova fórmula, você pode ser mais forte, mais resistente e, de alguma forma, auto-imune a outros elementos que tentam deteriorá-la.

A proposta é adicionar óxido de ferro a várias nanopartículas para criar uma matriz polimérica e, assim, torná-la magnética. Sob esse mesmo princípio, eles planejam usar nanopartículas de prata para obter propriedades antibacterianas.

Espera-se que esta técnica seja implementada em vários tipos de papel ou tecido. Poderia servir para manter intactos vários documentos, arquivos de valor ou com grande importância histórica. Espera-se que esse conceito se materialize no futuro próximo.

Referência

  1. Garcia, José. (2007). Fibras de papel. Edições UPC.
  2. Hidalgo, Maria. (1997) História do papel. Cuenca, Espanha.
  3. Caçador, Dar. (1978). Fabricação de papel, a história e a técnica de um ofício antigo. Nova Iorque, Estados Unidos. Dover Publications.
  4. Papel (sf). Recuperado em 8 de outubro de 2017, da Wikipedia.
  5. Tapia, Pilar. (2015). Conservação de documentos analógicos e digitais. San Sebastian, Nerea.

Deixe um comentário

Este site usa cookies para lhe proporcionar a melhor experiência de usuário. política de cookies, clique no link para obter mais informações.

ACEPTAR
Aviso de cookies