As 5 fases do estresse (e como combatê-las)

O estresse é uma reação natural do corpo a situações de pressão e desafio, porém, quando não é controlado, pode causar diversos problemas de saúde física e mental. Existem cinco fases do estresse que devem ser identificadas e combatidas para evitar que ele se torne crônico e prejudicial. Neste artigo, discutiremos cada uma dessas fases e forneceremos estratégias eficazes para combatê-las e promover o bem-estar.

Conhecendo as cinco etapas do estresse: descubra como o corpo reage às pressões diárias.

O estresse é uma reação natural do corpo a situações de pressão ou tensão. Existem cinco fases principais do estresse, e é importante conhecer cada uma delas para aprender a lidar com esse problema de forma mais eficaz.

A primeira fase do estresse é a Alerta, onde o corpo percebe a situação como uma ameaça e libera hormônios de estresse, como o cortisol. Neste momento, você pode sentir-se ansioso, irritado ou inquieto. É importante reconhecer esses sinais para poder agir antes que o estresse se intensifique.

A segunda fase é a Resistência, onde o corpo tenta lidar com a pressão de forma prolongada. Neste estágio, você pode sentir fadiga, insônia ou problemas digestivos. É essencial buscar formas saudáveis de lidar com o estresse, como praticar exercícios físicos, meditação ou terapia.

A terceira fase é a Esgotamento, onde o corpo não consegue mais lidar com a pressão e os sintomas se intensificam. Neste ponto, é importante procurar ajuda de um profissional de saúde para evitar complicações mais graves, como a Síndrome de Burnout.

A quarta fase é a Adaptação, onde o corpo começa a se acostumar com a pressão constante, mas isso não significa que o estresse desapareceu. É fundamental continuar buscando maneiras saudáveis de lidar com o estresse, para evitar problemas de saúde no futuro.

A quinta e última fase é a Supercompensação, onde o corpo se recupera do estresse e volta ao equilíbrio. Neste momento, é importante manter hábitos saudáveis e aprender com as experiências passadas, para evitar cair novamente na armadilha do estresse.

Agora que você conhece as cinco fases do estresse, está mais preparado para lidar com as pressões diárias de forma mais consciente e saudável. Lembre-se de que é fundamental buscar ajuda profissional se sentir que o estresse está afetando sua qualidade de vida. Cuide-se!

Estratégias eficazes para lidar com o estresse e melhorar qualidade de vida.

O estresse é uma reação natural do corpo diante de situações desafiadoras, mas quando se torna crônico, pode afetar negativamente a saúde e a qualidade de vida. Para lidar com o estresse de forma eficaz e melhorar sua qualidade de vida, é importante identificar e combater as 5 fases do estresse.

A primeira fase do estresse é a fase de alerta, onde o corpo libera hormônios como o cortisol para lidar com a situação de estresse. Nesta fase, é importante praticar técnicas de relaxamento como a meditação, a respiração profunda e a prática de atividades físicas para diminuir a ansiedade e o nervosismo.

A segunda fase do estresse é a fase de resistência, onde o corpo tenta se adaptar à situação de estresse. Neste momento, é essencial manter hábitos saudáveis como uma alimentação equilibrada, o sono adequado e o estabelecimento de limites saudáveis para evitar o esgotamento físico e mental.

A terceira fase do estresse é a fase de exaustão, onde o corpo não consegue mais lidar com a situação de estresse e os sintomas físicos e emocionais começam a se manifestar. Neste momento, é fundamental buscar ajuda profissional, como a terapia, para aprender a lidar com as emoções e encontrar estratégias eficazes para lidar com o estresse.

A quarta fase do estresse é a fase de recuperação, onde o corpo começa a se recuperar dos efeitos do estresse. Neste momento, é importante cuidar de si mesmo, praticar o autocuidado e dedicar tempo para atividades que proporcionem bem-estar e relaxamento.

A quinta fase do estresse é a fase de aprendizado, onde é possível refletir sobre as experiências vividas e aprender com elas. Neste momento, é importante desenvolver habilidades de enfrentamento do estresse, como a resiliência e a capacidade de adaptar-se às situações desafiadoras.

Ao identificar e combater as 5 fases do estresse, é possível lidar com o estresse de forma eficaz e melhorar sua qualidade de vida. Lembre-se de que o autocuidado e o equilíbrio são essenciais para manter a saúde física e mental em dia. Não deixe que o estresse domine sua vida, busque ajuda e adote estratégias eficazes para lidar com ele.

Conheça os 4 estágios do estresse e saiba como identificá-los e lidar com eles.

Quando se trata de lidar com o estresse, é importante estar ciente dos diferentes estágios pelos quais podemos passar. Conhecer esses estágios pode nos ajudar a identificar os sinais precoces de estresse e tomar medidas para lidar com ele de forma eficaz.

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Os 4 estágios do estresse são:

1. Alerta: Neste estágio, o corpo percebe uma ameaça e libera hormônios do estresse, como o cortisol e a adrenalina. Os sintomas podem incluir palpitações, sudorese e tensão muscular.

2. Resistência: Se o estresse persistir, entramos no estágio de resistência. Neste ponto, o corpo tenta se adaptar à situação estressante, mas a longo prazo isso pode levar a problemas de saúde, como ansiedade e insônia.

3. Quase exaustão: Neste estágio, o corpo começa a mostrar sinais de fadiga crônica. Os sintomas podem incluir dores de cabeça frequentes, problemas digestivos e dificuldade de concentração.

4. Exaustão: Este é o estágio final do estresse, onde o corpo atinge seu limite. Os sintomas podem ser graves e incluir depressão, problemas cardíacos e comprometimento do sistema imunológico.

Para lidar com o estresse, é importante reconhecer os sinais precoces e tomar medidas para reduzir sua intensidade. Algumas estratégias eficazes incluem a prática de exercícios físicos, a meditação, a respiração profunda e a busca de apoio psicológico.

Agora que você conhece os 4 estágios do estresse, pode estar mais preparado para identificar e lidar com ele de forma mais eficaz. Lembre-se de que a prevenção é a melhor forma de combater o estresse, por isso é importante cuidar da sua saúde física e mental.

Qual período do estresse apresenta maior risco para a saúde mental e física?

O estresse é uma resposta natural do organismo a situações desafiadoras, mas quando se torna crônico pode causar sérios danos à saúde mental e física. As 5 fases do estresse são: alerta, resistência, quase exaustão, exaustão e recuperação.

O período do estresse que apresenta maior risco para a saúde mental e física é a fase de quase exaustão. Nesse estágio, o corpo está sobrecarregado e os sintomas físicos e mentais começam a se manifestar de forma mais intensa. É nesse momento que os indivíduos estão mais vulneráveis a problemas como ansiedade, depressão, insônia, dores musculares, entre outros.

Para combater as fases do estresse, é importante adotar algumas estratégias. Praticar exercícios físicos regularmente, meditar, manter uma alimentação saudável, estabelecer limites e buscar ajuda profissional são algumas das maneiras de lidar com o estresse de forma mais saudável.

A prevenção é sempre o melhor caminho, por isso é essencial identificar os sinais de estresse desde o início e buscar formas de lidar com ele de maneira eficaz. Assim, é possível preservar a saúde mental e física e garantir uma melhor qualidade de vida.

As 5 fases do estresse (e como combatê-las)

As 5 fases do estresse (e como combatê-las) 1

O estilo de vida das sociedades ocidentais fez com que o estresse se tornasse um fenômeno frequente atualmente. Essa condição pode ocorrer agudamente, em períodos em que temos, por exemplo, excesso de trabalho.

No entanto, quando o estresse é prolongado ao longo do tempo, o estresse crônico (síndrome de burnout ou burn burn no local de trabalho) parece ser ainda mais prejudicial e causa conseqüências negativas, tanto física quanto psicologicamente.

O estresse pode ser classificado como estresse positivo (eustress) ou estresse negativo (angústia). Neste artigo , falaremos sobre as fases do estresse habitual , que são consideradas negativas.

O que causa esse problema?

O estresse não tem uma causa única, mas é um fenômeno multicausal e complexo, no qual entram em jogo fatores internos e as expectativas da pessoa ou a maneira pela qual ela interpreta e enfrenta as situações negativas que ocorrem ao seu redor; e fatores externos (por exemplo, não ter emprego, viver em situação de incerteza econômica ou sofrer bullying na escola).

Os fenômenos que causam estresse são chamados estressores.

Estresse no trabalho: um problema que afeta muitas pessoas

Nas últimas décadas, muitas investigações foram realizadas para tentar entender uma forma de estresse que afeta grande parte da população: o estresse no trabalho.

Os dados obtidos por meio de vários estudos mostram que as causas desse tipo de estresse não são apenas os fatores do local de trabalho , mas também influenciam vários alheios a ele, como crise econômica, expectativas culturais, mau relacionamento do trabalhador com seu parceiro, etc.

Além disso, pesquisas recentes afirmam que o estresse ocorre em vários níveis, não apenas individuais, mas também coletivos . Os indivíduos compartilham experiências emocionais, e essas experiências emocionais e de estresse podem ser disseminadas.

  • Você pode saber mais sobre esse tópico interessante neste artigo: “ 8 dicas essenciais para reduzir o estresse no trabalho ”
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Suas conseqüências

As consequências negativas da angústia são numerosas; No entanto, é importante destacar as diferenças entre estresse agudo e estresse crônico .

O primeiro ocorre em horários específicos e temporariamente, em resposta à experimentação de um ou mais eventos altamente estressantes. Por exemplo, devido a um exame que deve ser preparado em uma semana em que a pessoa teve o ano inteiro para fazer isso. Como resultado, o indivíduo pode sofrer de ansiedade, dores musculares, dores de cabeça, exaustão, problemas gástricos, taquicardia, etc. Esse tipo de estresse é menos grave e, com o tempo, o corpo volta ao normal.

Porém, quando o estresse é crônico, as conseqüências são ainda mais prejudiciais , causando exaustão física, emocional ou mental e causando danos gerais à saúde da pessoa afetada, principalmente pelo enfraquecimento do sistema imunológico.

Além disso, o estresse crônico produz alterações na auto-estima. Imagine uma pessoa que está desempregada há vários anos e tem problemas econômicos; Quando o estressor aparece repetidamente, a pessoa pode alcançar uma grave situação de desmoralização.

Algumas conseqüências do estresse negativo a longo prazo são:

  • Fadiga emocional
  • Doenças do sistema digestivo, doenças de pele e problemas cardíacos.
  • Sentimentos de insegurança e sentimentos de desamparo aprendidos.
  • Despersonalização, irritabilidade e perda de motivação.
  • Insônia
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Abuso de álcool ou substâncias.

Fases do estresse: o que são?

Um dos pioneiros na pesquisa do estresse foi Hans Selye , que realizou seus estudos nos anos 50. Atualmente, sua teoria ainda é de grande importância ao analisar a evolução desse fenômeno psicológico e fisiológico. .

Segundo esse autor, a resposta ao estresse consiste em três fases distintas:

1. Alarme de reação

Qualquer alteração física, emocional ou mental resultante de ter detectado uma ameaça ou ter encontrado um estressor causa uma reação instantânea destinada a combater essa situação. Essa resposta é chamada de reação de “luta ou fuga” e consiste na liberação de adrenalina em diferentes partes do corpo: vasos sanguíneos, coração, estômago, pulmões, olhos, músculos …

Diante de um estímulo estressante, esse hormônio fornece um rápido impulso para que nossa energia aumente, para que possamos escapar do perigo. Percebemos os efeitos, porque a respiração, o pulso e a freqüência cardíaca aceleram, de modo que os músculos respondem mais rapidamente. As pupilas dilatam, o sangue circula mais rápido e se afasta do sistema digestivo para evitar vômitos.

Além dessas funções fisiológicas, a adrenalina também afeta o cérebro, que é colocado em modo de alerta: a atenção é reduzida e somos mais sensíveis a qualquer estímulo. A adrenalina, além de ser um hormônio, também é um neurotransmissor que atua em nosso cérebro.

Nesta fase, o nível de cortisol também aumenta e, como conseqüência, a quantidade de açúcar no sangue aumenta e o sistema imunológico é enfraquecido para economizar energia e ajudar o metabolismo de gorduras, proteínas e carboidratos. A liberação desses hormônios pode ser benéfica para o organismo em alguns casos, mas a longo prazo as consequências são extremamente prejudiciais.

2. Resistência

No estágio de resistência, o corpo tenta se adaptar graças a um processo chamado homeostase, que resulta em uma fase de recuperação e reparo. O cortisol e a adrenalina retornam aos níveis normais, mas os recursos estão acabando e as defesas e energia necessárias para a fase anterior do estresse diminuem. O corpo se esforçou demais e agora deve descansar .

O problema surge quando a situação estressante ou o estímulo não cessa ou reaparece continuamente, pois fadiga, problemas de sono e mal-estar geral podem se manifestar. Como conseqüência, a pessoa se torna muito irritável e tem grande dificuldade em se concentrar ou ser produtivo em suas vidas diárias.

3. Exaustão

Quando o estresse dura muito tempo, o corpo acaba esgotando os recursos e gradualmente perde a capacidade de adaptação das fases anteriores. O corpo enfraquece e, após algum tempo nessa situação prejudicial, o organismo pode sucumbir à doença , seja uma infecção viral ou bacteriana, porque suas defesas estão esgotadas. Todos os efeitos negativos do estresse crônico mencionados acima se manifestam nesta fase.

Se você deseja aprofundar o estresse crônico, pode estar interessado nos seguintes artigos:

  • ” Estresse crônico: causas, sintomas e tratamento “
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As cinco fases do estresse negativo

A pesquisa continuou ao longo dos anos e, recentemente, o Instituto Canadense de Estresse, depois de estudar milhares de pessoas com estresse negativo, afirma que existem cinco fases de sofrimento :

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Fase 1: Fadiga física e / ou mental

Nesta fase, a pessoa experimenta as primeiras conseqüências do estresse: perda de vitalidade e aparecimento de fadiga , fadiga, sonolência, desmotivação … Por exemplo, quando alguém chega do trabalho nessa fase, tudo o que deseja é desconectar e deite no sofá.

Fase 2: Problemas interpessoais e desengajamento emocional

Nesta fase, a pessoa está irritada e de mau humor e experimenta problemas em seus relacionamentos pessoais, seja com a família, amigos ou colegas de trabalho. Isso cria um círculo vicioso, uma vez que a pessoa estressada torna a situação ainda pior. O indivíduo prefere ficar sozinho e se trancar.

Fase 3: Turbulência emocional

Nesta fase, a pessoa experimenta um desequilíbrio emocional pronunciado . A fase anterior desestabilizou as relações interpessoais estreitas, criando um ambiente mais tenso. Como conseqüência, o indivíduo começa a duvidar de si mesmo e é afetado emocionalmente.

Fase 4: doenças físicas crônicas

O estresse está se tornando crônico e não apenas a mente (cérebro) é afetada, mas o corpo como um todo. A tensão contínua pode causar dores musculares nas áreas cervical, ombro e lombar, além de dores de cabeça. Nesta fase, medidas como esportes ou massagens podem ser tomadas, mas se o problema estressante real não for tratado, nem o estresse nem as doenças desaparecerão.

Fase 5: doenças relacionadas ao estresse

Após um estado de exaustão crônica e despersonalização, a pessoa começa a manifestar sérios danos físicos. Resfriados, gripes, úlceras, colites, são alguns exemplos que, embora não sejam produzidos diretamente por esse fenômeno, são a causa do enfraquecimento do sistema imunológico .

Quanto mais durar a situação estressante, pior serão as consequências, pois podem ocorrer hipertensão, problemas cardiovasculares e até ataques cardíacos.

Como combater o estresse

Combater o estresse não é uma tarefa fácil, pois às vezes não podemos controlar estressores externos. Por exemplo, se a situação estressante é a falta de emprego e a crise econômica, ou se nosso parceiro nos deixa ou inviabiliza nossas vidas.

Sem dúvida, a terapia psicológica se torna uma boa alternativa para aliviar essa situação , pois ajuda a desenvolver uma série de estratégias e habilidades para que possamos controlar as experiências e consequências que o estresse produz e, assim, reduzir significativamente o desconforto. Além disso, a psicoterapia também é útil para nos ajudar a corrigir a maneira como interpretamos eventos estressantes.

Os teóricos do estresse afirmam que o estresse ocorre quando a pessoa não tem recursos suficientes para lidar com a situação . Ou seja, a fonte do estresse está na incompatibilidade entre as demandas existentes e o controle da pessoa para atendê-las. Quando não é possível eliminar o estímulo ou a situação estressante, fornecer à pessoa recursos suficientes é uma boa alternativa para combater o estresse.

Estudos científicos também afirmam que o ambiente social pode não apenas desencadear a situação estressante , mas pode atuar como um amortecedor, reduzindo os efeitos negativos e até como uma maneira de prevenir e reduzir o estresse. No trabalho, por exemplo, diferentes estratégias podem ser usadas para que o relacionamento com os colegas seja positivo e, dessa forma, o impacto negativo do estresse seja reduzido e até desapareça.

Em casos menos graves, é possível tomar uma série de medidas para reduzir o estresse: gerenciar o tempo corretamente, praticar a atenção plena ou exercitar-se são algumas alternativas. Se você quiser conhecer algumas dicas para reduzir o estresse, leia este artigo: “ 10 dicas essenciais para reduzir o estresse ”.

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