Palíndromos: o que são e 100 exemplos

Palíndromos: o que são e 100 exemplos

Os Palíndromos são palavras ou frases que a leitura da esquerda para a direita e vice-versa expressam ou têm o mesmo sentido. Essa palavra também pode ser chamada de palíndromo. A origem da palavra vem do termo grego palin dromein, que significa voltar.

Os palíndromos existem desde os tempos antigos, mas talvez não tenham nenhuma forma de identificação. Historicamente, essa variedade de expressão foi atribuída a um escritor satírico grego chamado Sótades, que viveu durante o século III aC, que produziu vários poemas lidos igualmente da direita para a esquerda e para trás.

Um palíndromo pode ser fácil de ler da direita para a esquerda se consistir em uma ou duas palavras. No entanto, adquire complexidade quando a frase ganha comprimento ou é longa, ou seja, à primeira vista, pode não fazer sentido. Um exemplo de um palíndromo é “Lá vai Ramón e não é de admirar”.

Lista de frases do palíndromo

– Talvez houvesse corujas aqui.

– Para cavar Caravaca.

– Minha garota louca vai para Colima.

Aji engole o lagarto.

Derrote a torre.

– Ali pegou tília.

– Lá você vê Sevilha.

– Aí se Maria avisa e então ela vai pra minha cadeira.

– Isso me mima.

– Ame a senhora.

– Mercedes com esse creme.

Eu amo a pomba pacífica.

– Ana, a mesquinha da Catalunha.

– Ana leva a avelã ao urso.

– A Ana maluca tirou lã.

– Anseia pela crosta.

– Amarre o rato.

– O ateu da Arábia era um poeta raro.

– Arte para Petra.

– Dê arroz para a raposa o abade.

– A barra é um ímã ou uma área miserável.

– Elenita, se você roubar Boris, bata nele.

– Ela te dá detalhes.

– Eva usou rímel e olhou para ele suavemente.

– Isaac, você pesca assim.

– Isaac não ronca assim.

– Isaías, não beije esse bonsai assim.

– A rota natural.

– A rota nos deu outro passo natural.

– Eles lavam a base naval.

– Eu sei, senhora do sol .

– Mais arroz sacanagem, Sam.

– Não dei meu decoro, dei meu presente.

– Não pode, não; todo o arado dilatado calcanhar a calcanhar.

– Não se case com Columbus.

– Não, Mara, vamos subjugar ou matar Ramón.

– Não suba lá, valentão.

– Não trace esse papelão.

– Eu ouvi sobre a mãe: doeu.

– Você ouvirá Rosario rezar.

– olho! Cão coxo corre.

– Obesos, eu sei: apenas sebo.

– Ou tire a roupa só por precaução.

– Outro elenco de pêra.

– Rápido, diga!

Roma não é conhecida sem ouro, nem é conhecida sem amor.

– Sara, coça o rubor russo.

– Tire seus assentos.

– Os navios deles estão partindo.

– Apenas dê luz aos ídolos.

– Eles são mulas ou estudantes civis?

– São assaltos, não apenas subornos.

– Eles são talvez barulhos diurnos?

– Irmã Rebeca faz agrião.

– Eu subo no seu ônibus.

Eu faço yoga hoje.

– Eu doo rosas, não dou ouro.

Outras

– Namorar é ser ágil.

– É ou não é.

– Os animais são laminados.

– Anita, o lagarto gordo, não engole a droga latina.

– Eu odeio luz azul no meu ouvido.

– Ou rei, ou joalheiro.

– Você ouvirá Rosario rezar.

– Irmã Rebecca faz agrião.

– Eu dou menos a ele.

– Você não é bonita.

– Anita lava a banheira.

Eles amam o Panamá.

– 82228 (um número palíndromo, mas também representa o número de palíndromos dado pelo pianista Víctor Carbajo).

– Eu comi ranho aqui?

– Para prosa, surpresa!

– Eu não disse isso, Poseidon.

– “Vou ceder a Dubai”, disse Buda.

– Não estrague meu mágico monogâmico.

– Alho alojado em soja.

– Anaís substituiu sua cortina.

– Sonharei arte de trazer anos.

– Para a girafa saudável, o safari puxa.

– Ali, nem cozinheiros nem cozinheiros.

– Anularemos a lua rasa.

– É assim que um poeta ateu rima com meu riso.

– Seu garçom mouro alto está saindo, não seus pássaros.

– Sete melões em esmalte não coloque.

– Seu rival fuma coisas ou camufla vírus.

– Adam não provará bananas baratas com nada.

– Cara, não geme.

– A hera já está queimando.

– cai o diagrama e a idéia amarga é silenciosa.

– Ana, delirante, amarrará o rato mau à sua liana.

– Maria, você fará a barba da Sara para ir à missa.

– Não era enjoo, não estava enjoado, ou estava enjoado.

– Madama morto, nem cetro molhado.

– Dá ao obstetra louco e ousado toda a solidão.

– Édipo pede.

– Adam fica calado com nada.

– Coragem Romina.

– Odioso, você ouviu?

– Quero dizer, aquele peão azul alado não dá à luz Noah, apesar disso ?!

– Eu não quero esse presente.

– Eu entendo como tal.

– Annas usou seu carro Susana.

– Isso vai dizer ao meu marido, eu sei.

– E ele elogiou a lei!

– Aí sua sede parou, você ouviu isso, amado Jair? Você já ouviu a odiosa fada María José? Eu sei da sua tosse.

– Bebi livros.

Nós somos estrelas.

– Cancele a lua danificada.

– Bear janta, mais pirralhos amanhece.

– A multidão brutal.

– Rude mona, como uma banana, amadurece.

– Nascido no outono, pecador.

– Namoro ágil, namoro frágil.

– O novo ar suave da Sibéria brotou em você.

– Shabby minha tez se o seu melhor é odiar.

– Salomé, você é legal.

– Suborno com assaltos.

– Ou bebo vivo ou bebo vivo.

– Amor ou poema.

– Um rosto rachado dá jararaca.

Lista de palavras palíndromo

Aba.

– ar.

– Lá.

– A.

– Amante.

Ana.

Anana.

– Coçar, arranhão.

Arenera.

– Arepera (senhora que faz arepas, comida venezuelana).

– Gravata.

– Reviver.

Azuza.

– Uh-huh.

Afromórfico.

Aboba.

– Eme.

– Jan.

– Eu vou erguer.

Erre.

– malaiala.

– Eles nadam.

– Neuquén (província da Argentina).

– Nomon.

– Não.

Olho.

– Capa protetora.

– ouro.

Oruro.

– Urso.

Radar.

– Fenda.

– Grato.

– Rapa.

– Coçar, arranhão.

Razar.

– Reconhecer.

– Wheeler.

– Rotomotor.

– rotor.

– Quartos.

– Locais.

– vende.

Senhoras.

Seres.

– Oververbs.

– Sozinho.

– Nós enviamos.

– Nós estamos.

Blah.

– Sotos.

– Seu.

Aibofobia.

Anna.

– Anelamento.

Palíndromos famosos

– “Rey va Javier”, de Baltasar Gracián.

– “Sapos, escute: o rei lhe deu sopas ontem”, de Jorge Luis Borges.

– “Salta Lenin el atlas”, de Julio Cortázar.

– “Para Mafalda dar fama”, de Otto Raúl González.

– “Sou augur, sou uruguaio”, de Jaime García Terrés.

– “A musa para você acrescenta seu mal”, de Aurelio Asiain.

– “Sapos, Ramón, sem botos”, de Víctor Carbajo.

– “Eco ecoa doze a doze”, de Pedro Poitevin.

– “Édipo, a mãe pede”, Anônimo.

– “Agite e eduque”, de Iván Herrera.

– “Nada, eu sou Adam”, de Guillermo Cabrera Infante.

– “Amarre-o, Caim demoníaco, ou me denuncie”, de Julio Cortázar.

Um palíndromo curioso

Existem pessoas que levaram esse exercício muito a sério, como é o caso de Ricardo Ochoa, que escreveu esse palíndromo de 67 palavras:

«Adivinhe o que pensa, e nem milhares se originam, nem o cetro me domina, nem os monarcas, uma revista ou um carrinho de mulato, talvez nicotina, agora nem mesmo um compromisso de vizinho, cozinha anima, frango à parte, peneira suave, brincadeiras divertidas, O pânico caminha, prevê o ônix, não tira mais bacon, uma luminosa pêra de terracota, uma folha de pagamento sagrada e o espírito de uma mulher moribunda, não volta mais, elimina, não é mais um poeta, não mais a vida ».

Usar

O uso ou aplicação de palíndromos se estende a outras áreas, como é o caso dos números. No entanto, figuras numéricas lidas igualmente da esquerda para a direita ou vice-versa são chamadas capicuas. Alguns exemplos dessas denominações são: 44, 343, 111, 1881, 2012, 89998, 288882.

Por outro lado, palíndromos estão relacionados à música, especificamente em composições. Um dos mais conhecidos é o rondo francês Guillaume de Machaut, que poderia ser interpretado nota por nota no sentido inverso, da mesma maneira que foi feito na ordem comum.

No caso da ciência, esse tipo de palavras ou frases está presente nos códigos genéticos, que determinam certas seqüências, como agt aaa aaa tga.

Palíndromos e destreza

A criação de palíndromos pode ser considerada como uma atividade que requer habilidade e destreza. Isso ocorre porque as frases se tornam mais difíceis à medida que contêm mais palavras e o autor tenta fazer o sentido lógico. Um caso exemplar é o do escritor argentino Juan Filloy, que escreveu mais de oito mil.

Um dos intelectuais que demonstraram a capacidade de criar ou formar palíndromos é o escritor mexicano Gilberto Prado Galán, que recebeu o título de palindromista. Prado publicou no efêmero I chorou minha fé um total de 26.162 palíndromos. A seguir, são apresentados alguns dos palíndromos do autor mencionado:

– “Incentive a acreditar, acreditar, acreditar … andar!”.

– “Para a mulher gorda, drogue-a”.

– “Eu vou chupar cérebros.”

– “Eu sorri, sou gentil.”

– “Sua mamãe mamãe.”

– “Ema, se você for, me avise.”

livros

Abaixo estão alguns trabalhos de palíndromos que foram publicados na América Latina:

– Palíndromos de Óscar René Cruz.

– Luz azul de vários autores.

– Palindromia. Palíndromos e outros versos igualmente extravagantes de Miguel González Avelar.

– linguagem lúdica. Cornucópia de curiosidades castelhanas de Willy de Winter.

– Minifunções palindromáticas de Óscar René Cruz.

– Eu vou chupar cérebros. Antologia palindrômica da língua espanhola de Gilberto Prado Galán.

– Nós somos ou sou: palíndromos para filhos de Julián Romero.

– Jogando-nos um palíndromo de Gilberto Prado Galán.

– Afolíndromos de Merlina Acevedo.

– Pedro ateu, para o terror do poeta de Pedro Poitevin.

Referências

  1. Zaid, G. (2017). Palíndromos. México: cartas grátis. Recuperado de: letraslibres.com.
  2. Palíndromo. (2019). Espanha: Wikipedia. Recuperado de: es.wikipedia.org.
  3. De Rivas, T. (2019). O que é um palíndromo? (N / a): faixa. Recuperado de: estandarte.com.
  4. Pérez, J. e Merino, M. (2013). Definição de palíndromo. (N / a): Definição. De. Recuperado de: definicion.de.
  5. Ortiz, S. (2004). (N / a): Moebio. Recuperado de: moebio.com.

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