Quadros de texto: características, tipos, exemplos

O textuais quadros estão na ordem em que as idéias ou suposições são distribuídos e apresentados em um texto. Essa organização específica que pode ser percebida harmoniza os trabalhos, permitindo a interpretação de seus padrões e facilitando sua categorização.

Com o passar do tempo, essa ordem na qual os autores organizam o conteúdo de suas obras foi classificada em seis tipos: argumentativa, narrativa, instrucional, expositivo-explicativa, descritiva e conversacional. Cada uma delas, é claro, ajustou-se às necessidades comunicativas do escritor.

Quadros de texto: características, tipos, exemplos 1

Fonte: pixabay.com

A escrita é um ato expressivo-comunicativo, que finalmente manifesta idéias e sentimentos por meio de cartas. Os gráficos textuais dão aos autores a possibilidade de escolher a sequência organizacional de premissas que melhor se adequa ao que eles desejam transmitir.

Caracteristicas

Eles dão identidade aos textos

Ou seja, eles os categorizam de acordo com suas propriedades e, ao fazê-lo, favorecem a compreensão de seu conteúdo, dando idéias de como as premissas são organizadas e apresentadas dentro deles.

Eles dão segurança aos leitores

As parcelas textuais, ao permitir a apreciação refinada dos elementos que compõem um texto e como são seqüenciados, proporcionam ao leitor confiança em como abordar o trabalho para obter dele, de maneira mais eficaz, o conhecimento que eles possuem.

Vários podem ser apresentados no mesmo texto

Gráficos textuais podem trabalhar juntos, ajustando, é claro, o que o autor deseja transmitir. Dependendo dos requisitos e da complexidade apresentados pelas idéias a serem escritas, os diferentes quadros estão disponíveis para entrelaçar o conteúdo do texto da maneira mais conveniente.

Para conseguir isso, é necessário não apenas querer escrever, mas estar totalmente ciente de como cada enredo textual é feito e como fazê-los trabalhar juntos de maneira eficaz. Ler exemplos de cada tipo e fazer esboços ajuda bastante.

Tipos e exemplos

Argumentativo

O enredo argumentativo visa demonstrar algo, defendendo um ponto de vista, um conhecimento, uma crença. Caracteriza-se por apresentar uma predominância de relações tese-antítese e causa-efeito, para levar o leitor à convicção sobre uma postura.

Seu caráter é claramente persuasivo, persegue a transformação de perspectivas temáticas nos emissores líricos. Em geral, seus autores devem usar exemplos sustentados que permitam que sua visão seja exposta, demonstrando sua viabilidade.

Exemplo

Facebook e seu impacto na interação humana

Com o surgimento das redes sociais, houve um boom de comunicação como nunca antes desde que a Internet apareceu. Anteriormente, acessar a Web era resumido no envio de e-mails ou na investigação de informações sobre atividades ou algum tópico de interesse. Essa interação com a tecnologia não implicava grande uso do tempo, no máximo uma hora por dia.

Quando o Facebook apareceu, em fevereiro de 2004, houve uma mudança radical na maneira de conquistar a Internet. A princípio, e como todo o resto, apenas as vantagens desse recurso foram vistas e como ele facilitou a união entre as pessoas ao redor do mundo.

Ironicamente, com o passar dos meses e anos, os comportamentos comuns de inter-relação entre as pessoas mudaram.

O Facebook veio, de certa forma, suplantar o mundo real. Há pessoas que não cumprimentam mais seus conhecidos nas ruas, mas, quando chegam em casa, são escritas nas paredes ou em mensagens privadas instantaneamente.

Essa alteração comportamental tem se espalhado enormemente, tornando o que a princípio serviu para a unificação das massas, hoje é a principal causa de distanciamento e separação.

Narrativa

O enredo narrativo visa apresentar ações sucessivas, uma série de circunstâncias e eventos em que uma abordagem, um nó e um resultado podem ser evidenciados.

É muito comum vê-lo presente nas histórias, mas não escapa dele, por causa de suas amplas possibilidades literárias, ficção, até manuais de história e crônicas jornalísticas.

Exemplo

A senhora das formigas

Era a dama das formigas, bastava ver algumas no chão e aparecer pela porta. Esse era o seu agrupamento de enxofre, um exército de lombos traçando caminhos para a guerra.

Eles foram seguidos pelo passo órfão, o café nas axilas, o cheiro de deitar e se perder pela janela de água no canto.

Eles eram um fio de carne escura para o sol e seus animais, esperando o vaso escuro, cheio de domingos vermelhos nas sobrancelhas.

Ela cruzou o limiar com seu amor por um instante e várias mortes e seu sinal tornou-se habitual, o chão coberto de cristais e incenso.

Instrutivo

Como o nome indica, esse gráfico visa mostrar as indicações que permitem realizar uma atividade ou alcançar um objetivo.

É muito comum que eles sejam escritos de forma imperativa, uma vez que é a segunda pessoa que realiza as ações consideradas necessárias para atingir a meta que é buscada. Esse tipo de enredo pode ser encontrado nas receitas de cozinhas, nos manuais de uso de objetos e nos regulamentos.

Exemplo

Instruções para usar a piscina

  • Por favor, use o chuveiro antes de entrar na piscina.
  • Não urine na piscina.
  • Esta piscina não é adequada para crianças menores de 5 anos.
  • Não deixe vestígios de comida ou lixo no local.
  • Deixe os guarda-chuvas, cadeiras dobráveis ​​e mesas, exatamente como você os encontrou.

Expositivo-Explicativo

Seu principal objetivo é expandir as perspectivas do receptor lírico em relação a um tema ou conceito. Não se pretende debater, mas simplesmente expor e divulgar outros pontos de vista que facilitam a elucidação do conhecimento.

Para atingir seu objetivo, utiliza a definição e utiliza o conectivo adverso, lógico, causal e aditivo, proporcionando assim uma noção maior e mais ampla do objeto de estudo.

Exemplo

O décimo espinélio

O décimo espinélio é uma forma poética concedida ao famoso escritor espanhol Vicente Espinel. Conta, como o próprio nome diz, com dez versos, estes são octossílabos, ou seja: arte menor.

O que torna este décimo especial e a diferença do resto é o tipo de rima que Espinel lhe deu. O homem de Ronda tentou fazer da rima uma consoante perfeita, distribuída da seguinte forma: abbaaccddc.

Descritivo

Esse tipo de quadro de texto é responsável por mostrar as características mais relevantes de pessoas, eventos ou objetos, através do aprimoramento de seus recursos de destaque.

Para cumprir sua missão, vá para as perguntas básicas: para que serve, para que serve, de onde veio, para que se opõe, como é, enfim, tudo o que torna possível compará-lo a Dê exclusividade.

Exemplo

Joshua era um homem alto e magro, com olhos negros. Ao vê-lo, ninguém pensaria que ele era capaz de algo assim. Ele trabalhava duro na fábrica de conservas, participava de missas todos os domingos, ajudava seus colegas.

Ele veio de uma família muito pobre, mas humilde. Nenhuma das opções acima poderia preparar os habitantes da cidade para a surpresa que veio.

Conversação

Esse tipo de enredo textual expõe claramente uma troca linguística, uma alternância de vozes, entre dois e mais interlocutores.

É normalmente usado em textos teatrais ou scripts de filmes. Também está incluído na narrativa para expor as comunicações entre os membros de uma história.

Exemplo

– E o que somos? Ela perguntou, depois de um silêncio sombrio.

“Nós, mulher, somos fugazes, efêmeros”, ele respondeu calma e pensativamente.

“E os beijos?” O que são beijos? Perguntou a mulher, confusa.

“Beijos, mulher, beijos são pequenas eternidades que quebram nossa finitude”, respondeu o homem, certo e intransitável. Ela ficou calada.

Referências

  1. Gorostiza, C. (1971). Padrões textuais Argentina: Google Sites. Recuperado de: sites.google.com
  2. Saucedo, A. (2013). Padrões textuais (n / a): ABC Color. Recuperado de: abc.com.py
  3. Padrões textuais (2010). Argentina: idioma divulgado. Recuperado de: lenguaeempalibertad.blogspot.com
  4. Quiroga, E. (2010). Parcelas textuais principais. (n / a): blog de Estela Quiroga. Recuperado de: estelajquiroga.blogspot.com
  5. Adam, J. (1992). Padrões textuais (n / a): retórica. Recuperado de: edoc.site

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