6 causas de viagens de exploração européias

As viagens de exploração europeias foram motivadas por uma série de fatores que impulsionaram os navegadores a se aventurarem em terras desconhecidas. Seis das principais causas que levaram os europeus a embarcarem nessas expedições incluem a busca por novas rotas comerciais para o Oriente, a expansão do poder e influência dos reinos europeus, a difusão da religião cristã, a descoberta de novos recursos naturais, a curiosidade científica e o desejo de explorar e conquistar terras desconhecidas. Esses diversos motivos combinados levaram ao período de intensa exploração marítima que marcou a era dos descobrimentos.

Síntese das Grandes Navegações: Descobertas, conquistas e impactos na história mundial.

As Grandes Navegações foram um período de intensa atividade exploratória por parte dos europeus nos séculos XV e XVI, que resultou em descobertas de novas terras, conquistas de novos territórios e impactos significativos na história mundial. Existem diversas causas que levaram os europeus a embarcar nessas viagens de exploração, sendo seis delas as mais importantes.

Uma das principais causas das viagens de exploração europeias foi a busca por novas rotas comerciais para o Oriente, visando contornar o monopólio das rotas terrestres controladas pelos árabes e italianos. Além disso, o desejo de expandir o cristianismo e converter novos povos ao catolicismo também motivou muitas expedições.

A curiosidade científica e o desejo de conhecer mais sobre o mundo também impulsionaram as Grandes Navegações. Os avanços na tecnologia náutica, como a invenção da bússola e do astrolábio, permitiram que os europeus se aventurassem em mares desconhecidos em busca de novas terras e recursos.

Além disso, a competição entre as potências europeias foi outra causa importante das viagens de exploração. O desejo de superar os rivais e expandir seus impérios levou países como Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Holanda a financiar expedições em busca de novas terras e riquezas.

A busca por fama e glória também motivou muitos exploradores a se lançarem ao mar em busca de novas descobertas. A possibilidade de se tornar famoso e enriquecer com as riquezas encontradas em terras distantes era um incentivo poderoso para muitos aventureiros da época.

Por fim, a pressão demográfica e a busca por novas oportunidades de colonização levaram muitos europeus a se lançarem em expedições exploratórias. A superpopulação em algumas regiões da Europa e a necessidade de encontrar novas terras para colonizar e explorar recursos foram fatores determinantes nas Grandes Navegações.

Impactos das Grandes Navegações: transformações econômicas, culturais e geográficas no mundo.

As Grandes Navegações foram um período crucial na história mundial, com impactos profundos nas transformações econômicas, culturais e geográficas do mundo. As viagens de exploração européias foram motivadas por diversas causas, que impulsionaram os navegadores a se aventurarem pelos mares em busca de novas rotas comerciais, conquistas territoriais e conhecimento.

Uma das principais causas das viagens de exploração européias foi a busca por novas rotas comerciais para o Oriente. Com o objetivo de contornar o monopólio dos mercadores árabes e italianos, os europeus buscavam uma rota mais direta para as ricas especiarias e sedas do Oriente, o que incentivou a exploração de novas terras e mares.

Outra causa importante foi o desejo de expansão territorial e poder. Os europeus buscavam conquistar novos territórios para aumentar sua influência e riqueza, estabelecendo colônias e fortalezas em locais estratégicos ao redor do mundo.

A busca por conhecimento e fama também motivou as viagens de exploração. Os navegadores europeus buscavam desvendar os mistérios dos mares desconhecidos e mapear novas terras, contribuindo para o avanço da ciência e da geografia.

A necessidade de encontrar novas fontes de riqueza, como metais preciosos e terras férteis, foi outra causa importante das viagens de exploração. Os europeus buscavam explorar novas regiões em busca de recursos naturais que pudessem enriquecer suas potências.

Além disso, a expansão do Cristianismo e a busca por novas rotas missionárias também foram motivos para as viagens de exploração européias. Os missionários buscavam converter os povos nativos ao Cristianismo, expandindo a influência da Igreja Católica para novas terras.

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Por fim, a rivalidade entre as potências européias também foi uma causa importante das viagens de exploração. As nações europeias competiam entre si para conquistar novos territórios e estabelecer rotas comerciais lucrativas, o que incentivou a exploração de novas terras e mares.

Grandes Navegações: Síntese do período de expansão marítima europeia no século XV.

As Grandes Navegações foram um período de grande expansão marítima europeia no século XV, que teve como objetivo principal a busca por novas rotas comerciais e a expansão territorial. Várias causas levaram os europeus a se aventurarem pelos mares em busca de novas terras e riquezas. Vamos destacar seis dessas causas:

1. Busca por novas rotas comerciais: Com o aumento do comércio na Europa, os mercadores buscavam rotas mais rápidas e seguras para chegar às ricas terras do Oriente, famosas por suas especiarias e sedas. As rotas terrestres eram perigosas e controladas por intermediários, o que incentivou a busca por rotas marítimas.

2. Espírito de aventura e curiosidade: Os europeus tinham um forte espírito de aventura e curiosidade, o que os levava a explorar o desconhecido em busca de novas terras, povos e culturas. Isso impulsionou as viagens de exploração marítima.

3. Busca por fama e glória: Muitos navegadores europeus buscavam fama e glória ao descobrir novas terras e rotas marítimas. Ser o primeiro a chegar a um lugar desconhecido era motivo de grande prestígio na época.

4. Interesse missionário: A Igreja Católica também teve um papel importante nas Grandes Navegações, incentivando as viagens de exploração para levar a palavra de Deus a novos povos e converter os “pagãos”. Muitas expedições tinham como objetivo principal a disseminação do cristianismo.

5. Concorrência entre os países europeus: As potências europeias, como Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Holanda, competiam entre si para conquistar novas terras e riquezas. Isso estimulou as viagens de exploração marítima e a busca por novas rotas comerciais.

6. Avanços tecnológicos: Durante o século XV, ocorreram avanços significativos na tecnologia náutica, como a invenção da bússola e a melhoria dos navios. Isso facilitou as viagens marítimas e encorajou os navegadores a se aventurarem em mares desconhecidos.

Essas viagens de exploração marítima tiveram um papel fundamental na expansão do mundo conhecido e na interconexão global que conhecemos hoje.

Três fatores que impulsionaram o pioneirismo português nas navegações marítimas.

Os descobrimentos marítimos realizados pelos portugueses no século XV foram impulsionados por diversos fatores que contribuíram para o pioneirismo desse povo nas navegações. Entre esses fatores, destacam-se três principais.

Em primeiro lugar, a localização geográfica de Portugal foi fundamental para o início das grandes navegações. Com uma costa voltada para o oceano Atlântico, o país tinha fácil acesso às rotas comerciais e às correntes marítimas que facilitavam a navegação. Além disso, a proximidade com o continente africano permitiu aos portugueses explorar novas rotas comerciais e estabelecer feitorias ao longo da costa africana.

Outro fator importante foi o apoio da coroa portuguesa às expedições marítimas. Os reis de Portugal investiram em tecnologia náutica, como a construção de caravelas e aperfeiçoamento de instrumentos de navegação, o que possibilitou a realização de viagens mais longas e ousadas. Além disso, a centralização do poder real em Portugal favoreceu a organização e o financiamento das expedições, tornando o país líder nas navegações marítimas.

Por fim, a busca por riquezas e novas rotas comerciais foi um dos principais motivos que impulsionaram os portugueses a se lançarem ao mar. Com o objetivo de contornar o monopólio comercial dos árabes e dos italianos, os navegadores portugueses buscaram novas rotas para as Índias e para as especiarias do Oriente, o que resultou na descoberta de novas terras e no estabelecimento de feitorias e colônias ao redor do mundo.

Em suma, a localização geográfica favorável, o apoio da coroa e a busca por riquezas foram os principais fatores que impulsionaram o pioneirismo português nas navegações marítimas, tornando o país uma potência naval durante a Era dos Descobrimentos.

6 causas de viagens de exploração européias

As causas das viagens de exploração dos europeus para os Estados Unidos são motivo de debate há muito tempo. Não há uma resposta única para essa pergunta; no entanto, todo um conjunto de características possíveis é motivado.

Os historiadores mencionaram a existência de razões de natureza econômica, bem como idiossincráticas, tecnológicas ou religiosas, entre outras. Por um lado, o Império Espanhol estava tentando encontrar uma rota para as Índias. O Império Português já ocupava a rota que deveria percorrer o oeste da África e os espanhóis tinham que encontrar uma alternativa.

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A motivação particular dos exploradores e conquistadores também foi muito importante. De fato, as conquistas foram projetos privados; Colón, Hernán Cortes ou Francisco Pizarro procuraram se enriquecer e melhorar sua posição social.

Contexto histórico de viagens de exploração para a América

As viagens de expansão ao novo mundo, realizadas principalmente pela Espanha e Portugal, nos séculos XV e XVI, foram uma das atividades mais importantes da história da humanidade.

É importante levar em consideração que a Península Ibérica está localizada em uma posição geográfica favorável para viagens exploratórias ao Oceano Atlântico, em comparação com o resto da Europa.

O primeiro personagem que é registrado, tendo conseguido alcançar o novo mundo é Christopher Columbus. Esse personagem, de origem genovesa, fez uma viagem pelo Oceano Atlântico, no ano de 1492, apoiado pelo rei Fernando e pela rainha Elizabeth da Espanha. Segundo registros escritos, sua viagem teve como objetivo encontrar novas rotas para chegar à Índia. Essa viagem durou aproximadamente dez semanas.

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Outros personagens importantes durante a conquista do novo mundo foram: Américo Vespucio, em cuja honra a América foi nomeada novo continente e Fernando Magallanes, descobridor de um canal navegável na América, que hoje recebe o nome de Estreito de Magalhães.

Causas de viagens de exploração para os EUA por europeus

1- Intercâmbio econômico

Alguns autores apontam que, diante dos confrontos e bloqueios com o exército turco, a busca de novas rotas de navegação para o comércio com o leste poderia ser o principal fator que motivou as viagens exploratórias européias.

Naquela época, o exército turco-otomano havia bloqueado as estradas do Oriente Médio, especificamente o Mar Vermelho e as áreas vizinhas, interrompendo o comércio entre a Europa e a Ásia.

Durante os séculos XIV e XV, foram desenvolvidas novas demandas (especialmente nas classes altas da Europa) por produtos que só poderiam ser contribuídos pelos países do Oriente. Alguns desses produtos são, por exemplo: algodão, seda, pedras preciosas, pimenta, canela, gengibre, noz-moscada, entre outros.

Alguns historiadores discordam dessa premissa, porque, em meados do ano 1400, graças ao aumento das importações marítimas portuguesas, os preços dos produtos trazidos do Oriente começaram a cair. Esse fenômeno já havia ocorrido na Itália.

Por outro lado, o Império Turco-Otomano não dominou o Mar Vermelho (e seus arredores) até o início do século XVI, quando os navios portugueses já estavam no auge.

2- Instalação econômica

Vários autores mencionam que as referidas expedições européias foram realizadas devido à relativamente boa estabilidade econômica que a Europa atravessava durante o ano de 1400. Foi então que o continente europeu teve apoio econômico suficiente para apoiar essas atividades e expandir para novas fronteiras

Essa explicação é discutível porque cidades como Florença, Veneza ou Gênova, já tinham esse nível econômico desde séculos antes.

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Antes das viagens exploratórias, a Europa já havia gastado muito mais recursos em navios para a guerra (por exemplo, durante as cruzadas), que mais tarde seriam gastos em navios que iriam explodir para o novo continente.

3- Superpopulação

Pensa-se que em 1400 a Europa já estava superlotada, superando sua capacidade de se sustentar em questão de recursos, por isso era necessário encontrar novas terras para colonizar.

Além disso, havia muita pressão imposta pelo Império Turco-Otomano, bloqueando as estradas que abasteciam o comércio da Europa com o Oriente.

No entanto, essa teoria foi debatida porque as primeiras viagens foram feitas durante a primeira década do século XV, quando a população da Europa sofreu baixas recentes devido à idade média.

4- Procure ouro e prata

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Certos autores relacionam viagens exploratórias européias à busca de minerais como ouro e prata, o que mitigaria as perdas econômicas (principalmente de prata) ocorridas devido à Idade Média.

Embora seja verdade que a Europa, durante esse período, passava por dificuldades devido a complicadas relações econômicas com o Oriente, parte dessas dificuldades foi atenuada devido à estreita relação que o governo e a economia portugueses mantinham com as minas de ouro na África , especificamente na área da Nigéria.

5- Inovação tecnológica

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Astrolabe

Alguns historiadores acreditam que as expedições européias ocorreram devido aos avanços na engenharia naval, especificamente, devido à invenção da caravela. A invenção deste tipo de embarcação ocorreu entre 1420 e 1470 e marcou o início de um dos períodos mais importantes para a exploração marítima portuguesa.

A caravela permitia que os marinheiros navegassem em alta velocidade e por mais tempo do que com outras embarcações; No entanto, sua principal vantagem era que os marinheiros podiam controlar onde queriam viajar e não dependiam das direções e condições do vento.

Outra adição aperfeiçoada durante esse período foi o Astrolabe, um instrumento de navegação que permite conhecer o tempo e a latitude de um determinado ponto conhecido, dependendo da posição das estrelas. Dessa forma, os marinheiros tiveram a possibilidade de se localizar no mar sem precisar depender de sua visão em relação à costa.

É importante observar que antes da inovação desses acessórios, as viagens exploratórias já haviam sido planejadas e realizadas, mesmo em condições adversas, principalmente por marinheiros das regiões norte da Europa.

6- Outras razões

Após a descoberta do novo continente e a descoberta de uma nova rota para a Ásia, as gerações seguintes de exploradores viajaram por razões ainda mais variadas. Provavelmente, uma das razões menos importantes para essa data foi a curiosidade intelectual.

Por exemplo, há registros escritos de que o rei Manuel de Portugal ordenou trazer para a Europa qualquer coisa incomum que pudesse ser encontrada no novo mundo para satisfazer sua curiosidade. Alguns navegadores e aristocratas fizeram viagens à América apenas por prazer.

Referências

  1. Adas, M. (1993). Expansão islâmica e européia: a criação de uma ordem global (Vol. 79). Imprensa da Universidade de Temple.
  2. Andrade, CV (1992). A descoberta e conquista da América no pensamento de Don Miguel Antonio Caro. Thesaurus: Boletim do Instituto Caro y Cuervo, 47 (3), 629-642.
  3. Bugge, H. & Rubiés, JP (Eds.). (1995). Mudança de culturas: interação e discurso na expansão da Europa (Vol. 4). Verlag Münster.
  4. Chaunu, P. (1979). Expansão européia na Idade Média posterior (Vol. 10). Holanda do Norte
  5. Payne, SG (1973). Uma história da Espanha e de Portugal (Vol. 2). Madison, WI: Imprensa da Universidade de Wisconsin.
  6. Scammell, GV (2003). A primeira era imperial: expansão européia no exterior 1500-1715. Routledge
  7. Todorov, T. & Burlá, FB (1987). A conquista da América: o problema do outro. México DF: século XXI.

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