Abissínia: história, extensão, religião, economia e política

Abissínia, também conhecida como Etiópia, é um país localizado no Chifre da África, com uma rica história que remonta a milhares de anos. Sua extensão territorial abrange uma área de aproximadamente 1,1 milhão de quilômetros quadrados, tornando-se o segundo país mais populoso da África. A religião predominante no país é o cristianismo ortodoxo, com uma minoria muçulmana significativa. A economia de Abissínia é baseada principalmente na agricultura, com destaque para o café, e a política do país é uma monarquia constitucional, com um sistema de governo que passou por várias mudanças ao longo dos anos.

Qual nação foi historicamente reconhecida como Abissínia?

Abissínia é o antigo nome dado à nação que hoje é conhecida como Etiópia. Localizada no Chifre da África, a Abissínia tem uma rica história que remonta a milhares de anos. Com uma extensão territorial significativa, o país é um dos mais antigos do mundo e possui uma cultura única e diversificada.

A religião predominante na Abissínia é o cristianismo ortodoxo, com a Igreja Ortodoxa Etíope desempenhando um papel central na vida do povo. A economia do país é baseada principalmente na agricultura, com destaque para o cultivo de café, um dos principais produtos de exportação.

Em termos de política, a Abissínia passou por diferentes fases ao longo de sua história, incluindo períodos de monarquia e governos autoritários. Atualmente, o país é uma república federal com um sistema democrático em desenvolvimento.

Em resumo, a Abissínia, ou Etiópia, é uma nação com uma rica história, uma cultura diversificada, uma economia baseada na agricultura e um sistema político em evolução. Conhecida por seu cristianismo ortodoxo e pela produção de café, o país continua a desempenhar um papel importante no cenário político e econômico do continente africano.

Qual é a fé predominante seguida pelos habitantes da Etiópia?

Abissínia, também conhecida como Etiópia, é um país localizado no Chifre da África, com uma rica história e cultura. A história da Abissínia remonta a milhares de anos, com evidências de civilizações antigas e uma história complexa de reinos e impérios. A Abissínia é conhecida por ser uma das nações mais antigas do mundo, com uma história que remonta a pelo menos 3.000 anos.

Em termos de extensão, a Etiópia é o segundo país mais populoso da África, com uma população de mais de 100 milhões de habitantes. A Etiópia é conhecida por sua diversidade étnica e cultural, com mais de 80 grupos étnicos diferentes que coexistem pacificamente no país.

A religião desempenha um papel importante na vida dos habitantes da Etiópia, sendo a fé ortodoxa cristã a religião predominante do país. A Igreja Ortodoxa Etíope é uma das igrejas mais antigas do mundo, com uma história que remonta a mais de 1.600 anos. A maioria dos etíopes segue a fé ortodoxa cristã, e a igreja desempenha um papel central na vida espiritual e cultural do país.

Em termos de economia, a Etiópia é uma das economias de mais rápido crescimento na África, com um forte foco em agricultura, mineração e manufatura. O país também tem um setor de turismo em crescimento, com muitos visitantes atraídos pela rica história e cultura do país.

Em relação à política, a Etiópia é uma república federal democrática, com um sistema de governo multipartidário. O país passou por mudanças significativas nos últimos anos, com reformas políticas e econômicas em andamento para promover o desenvolvimento e a estabilidade.

Em resumo, a Etiópia, ou Abissínia, é um país com uma história rica e complexa, uma diversidade étnica e cultural única, uma economia em crescimento e uma fé predominante na Igreja Ortodoxa Etíope. A história, extensão, religião, economia e política da Etiópia se combinam para criar um país único e fascinante no Chifre da África.

Qual era a localização geográfica da Abissínia no mapa mundial?

A Abissínia, também conhecida como Etiópia, estava localizada no Chifre da África, no nordeste do continente africano. Com uma extensão territorial significativa, a Abissínia era um dos países mais antigos do mundo, com uma rica história que remonta a milhares de anos.

Em termos de religião, a Abissínia era predominantemente cristã ortodoxa, com uma forte influência da Igreja Ortodoxa Etíope. Esta religião desempenhou um papel fundamental na cultura e na sociedade do país, moldando a identidade nacional e as tradições locais.

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No que diz respeito à economia, a Abissínia era conhecida pela sua agricultura diversificada, com destaque para o cultivo de café, milho, trigo e cevada. Além disso, o país possuía importantes recursos naturais, como ouro, prata e potássio, que contribuíam para a sua economia.

Em termos de política, a Abissínia passou por diversos períodos de instabilidade e conflito ao longo da sua história. Desde o domínio de impérios locais até a colonização europeia, o país enfrentou desafios políticos que moldaram o seu desenvolvimento ao longo dos séculos.

Em resumo, a Abissínia era um país de grande importância geográfica, histórica, religiosa, econômica e política, que deixou um legado duradouro na região do Chifre da África.

Origem da Etiópia: descubra as raízes históricas e culturais desse país africano milenar.

A Etiópia, também conhecida como Abissínia, é um país africano rico em história e cultura. Sua origem remonta a milhares de anos, sendo considerado um dos mais antigos do continente. A região da Abissínia, localizada no Chifre da África, foi habitada por diversos povos ao longo dos séculos, contribuindo para a diversidade étnica e cultural do país.

Com uma extensão territorial significativa, a Etiópia possui uma geografia diversificada, que vai desde planaltos até vales férteis. A religião desempenha um papel fundamental na sociedade etíope, sendo o cristianismo ortodoxo a principal crença do país. A influência da Igreja Ortodoxa Etíope pode ser observada em diversos aspectos da cultura etíope, como na arquitetura das igrejas de pedra esculpida em Lalibela.

A economia da Etiópia é baseada principalmente na agricultura, sendo o café um dos principais produtos de exportação. Além disso, o país possui recursos naturais como ouro, platina e gás natural, que contribuem para a economia nacional. No entanto, a Etiópia enfrenta desafios socioeconômicos, como a pobreza e a falta de infraestrutura em algumas regiões.

Em termos de política, a Etiópia é uma república federal com um sistema de governo democrático. O país passou por mudanças significativas nas últimas décadas, incluindo a implementação de reformas políticas e econômicas. A Etiópia é um país diverso, com mais de 80 grupos étnicos e línguas diferentes, o que reflete a rica herança cultural do país.

Em resumo, a Etiópia, ou Abissínia, é um país com uma história rica e diversificada, que se reflete em sua cultura, religião, economia e política. Com raízes profundas e milenares, a Etiópia continua a ser um dos países mais fascinantes e vibrantes do continente africano.

Abissínia: história, extensão, religião, economia e política

Abissínia é o nome comumente recebido pelo Império Etíope, um império que durou mais de 700 anos, de 1270 a 1975. Listado como o estado mais antigo da história, começou quando a dinastia Salomônica foi estabelecida. Sua história abrange desde a Idade Média até a Guerra Fria. As Nações Unidas contavam com o império da Etiópia como um de seus membros fundadores em 1945.

O território atualmente ocupado pela Etiópia é muito maior que o da Abissínia, que ocupava a metade norte da Etiópia atual. Desde o século XIII, o amárico era a língua predominante. O abissínio resistiu à tentativa de dominar as nações européias, embora a Itália ocupasse seu território por cinco anos.

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Imperador Menelik II da Abissínia. [Domínio público], via Wikimedia Commons.

Sua capital estava mudando ao longo dos anos. De Shoá até o início do reinado de Yekuno Amlak, passando por Gondar, Magdala, Mekelle e Addis Abeba. O império tinha cerca de 100 governantes, dos quais a maioria era da dinastia Salmonic.

Origem e História

A dinastia Zagwe governou, desde o século IX, na parte norte do que hoje é conhecido como Etiópia. O último rei Zagwe foi Zallmaknun, morto pelo exército de Yekuno Amlak em 1270. O rei Yekuno Amlak declarou-se descendente do rei Salomão e da rainha de Sabá, que iniciou a dinastia salomônica e o Império Etíope.

Durante os anos do império, muitas guerras ocorreram, por razões políticas ou religiosas, e os imperadores conquistaram novos territórios ao longo dos anos. Em 1528, por exemplo, os muçulmanos invadiram a Abissínia, que foi recuperada em 1543 com a ajuda de tropas portuguesas lideradas por Cristóbal de Gama.

No século XVII, começou o período Gondar, quando a cidade de mesmo nome se tornou a capital do império por dois séculos. Grandes palácios e igrejas foram construídos e os jesuítas foram expulsos.

O palco de Gondar terminou com uma mulher como protagonista principal. Iyasu II foi o último imperador do período Gondar, mas deixou nas mãos de sua mãe, Mentewab, o governo abissínio. Mentewab foi coroado como um corregente e concentrou muito poder.

O período de Gondar terminou quando Mikael Sehul assassinou o rei Iyoas, neto de Mentewab, e começou a Era dos Príncipes. Este período do Império Etíope foi caracterizado por guerras religiosas, especificamente entre muçulmanos e cristãos. Em 1855, a era dos príncipes terminou

Luta contra a Itália

Com a chegada do século 19, os europeus estavam conquistando diferentes áreas do continente africano, e a Itália estava de olho na Abissínia. Eles tiveram sucesso em 1889, quando fundaram a Eritreia e assinaram o Tratado de Uchalli com o imperador Menelik II.

O imperador se rebelou diante dos italianos sete anos depois e começou a batalha de Adua. Os italianos foram forçados a reconhecer a soberania da Abissínia.

O sucessor de Menelik II foi seu neto, Iyasu V, que rompeu com a tradição e se converteu ao Islã. Ele tinha apenas três anos no poder antes de ser derrubado, com o apoio da Igreja.

Zauditu, filha de Menelik, tornou-se a imperatriz reinante do Império Etíope. Ao contrário de Mentewab durante o período de Gondar, Zauditu reinou por direito próprio.

Quando a imperatriz Zauditu morreu, Ras Tafari Makonnen foi coroado com o nome de Haile Selassie. Ele foi o último imperador da Abissínia. Em 1935, o império foi invadido por tropas italianas que estavam novamente buscando o controle do território etíope. Um ano depois, os europeus assumiram o controle de Adis Abeba, a capital, e o rei da Itália foi nomeado imperador da Etiópia.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os britânicos derrotaram os italianos, que foram expulsos da Abissínia. Selassie voltou ao trono e adicionou o território da Eritreia ao império. Finalmente, nos anos 70, uma grande crise iniciou protestos que levaram ao fim do Império Etíope.

Extensão

Abinísia em 1270 não era o que agora é conhecido como Etiópia. O Império Etíope era muito menor em extensão e suas fronteiras mudavam constantemente ao longo dos anos. A Abissínia estava cercada por regiões menores e reinos lutando entre si e contra os imperadores etíopes.

O império fazia fronteira ao norte com Núbia, a leste com o Mar Vermelho, a oeste com Sennaar e ao sul com uma cordilheira. Sua extensão foi de 788 mil quilômetros quadrados.

Atualmente, a Etiópia possui mais de um milhão de quilômetros quadrados de território. A história do império é caracterizada por uma expansão gradual, derrotando os oponentes dos reinos próximos, um por um.

O crescimento mais importante do território da Abissínia ocorreu em 1896. Menelik II conseguiu expandir o Império Etíope para o sul e leste, vencendo a batalha de Adua. Isso significou o fim da primeira guerra entre italianos e etíopes, na qual os europeus perderam as colônias que tinham na Eritreia e na Somália.

Na época em que o Império Etíope tinha maior extensão territorial, concentrava o território da Etiópia, Eritreia e os territórios atuais de Djibuti, norte da Somália, sul do Egito, leste do Sudão, oeste do Iêmen e um Parte do sudoeste da Arábia Saudita.

Religião

A Abissínia é uma das nações cristãs mais antigas do mundo, embora houvesse representação judaica, pagã e islã. Os cristãos eram o grupo étnico dominante. Os mosteiros e conventos tiveram uma presença significativa no território. Muitas igrejas mostraram grande riqueza e possuíam grandes terras.

Durante o reinado de Menelik II, os padres tinham muito poder político. Aos domingos, qualquer forma de trabalho era proibida e o jejum era praticado na maioria das quartas e sextas-feiras do ano. Um dos deveres religiosos dos habitantes era uma peregrinação a Jerusalém.

Os judeus estavam localizados ao norte do império. Seu reino era conhecido como Beta Israel. Durante o século XV, o imperador Yeshaq os chamei de Falasha. Era um termo depreciativo que significava sem terra ou vagabundos.

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Durante os três primeiros séculos da Abissínia, os imperadores da dinastia salomônica realizaram vários confrontos armados contra o reino dos judeus.

Ao longo da história, o reino dos judeus foi invadido e recuperado várias vezes. O imperador Yeshaq os forçou a se converter ao cristianismo.

O imperador Susenyos I confiscou suas terras, vendeu parte da população como escravos e obrigou-os a serem batizados. Durante esse estágio, grande parte da cultura judaica foi perdida ou alterada.

Economia

A moeda não foi cunhada no reino da Abissínia. Os acordos comerciais foram feitos através da troca de medidas de ferro, tecido ou sal. No entanto, em 1780, o talero de Maria Teresa apareceu.

O Banco Nacional do Egito fundou o banco abissínio em 1904. Em 1945, o birr foi adotado como moeda oficial, embora fosse mais conhecido como dólar etíope.

Graças à presença de solos vulcânicos e a um excelente clima, a prática da agricultura era simples, embora primitiva. O café era o produto de exportação por excelência, embora as peles de ovelhas e cabras, cera e marfim também fossem comercializados.

Por outro lado, cereais, algodão e vegetais cresceram em quantidades suficientes para o consumo local. O elefante foi considerado um animal selvagem com grande importância comercial, devido ao marfim.

Política

O governo abissínio era uma monarquia. O rei concentrou todo o poder. Os etíopes foram liderados pela dinastia salomônica. O governante da Abissínia tinha que ser descendente direto de Menileque e Salomão, de acordo com uma lei imutável. Quando o Império Etíope começou em 1270, o poder político mudou-se para o sul da Abissínia, especificamente para a área de Shoá.

Em 1632, uma política de isolamento começou. A capital se torna Gondar, e foi decretado expulsar os jesuítas e perseguir os católicos. O costume surgiu para confinar nas áreas montanhosas os personagens que se opunham à família real.

No início do século XVIII, havia uma grande instabilidade política no Império Etíope. O exército desempenhou um papel de liderança porque colocou e depôs sete governantes em 24 anos. A monarquia enfraqueceu-se gradualmente.

Em 1889, a modernização da Abissínia começou graças ao reinado de Menelik II. O rei era responsável por fundar uma nova capital e planejava tornar a educação obrigatória, mas não cumpriu todas as suas promessas.

Em 1931, foi criada a Constituição, na qual um regime absolutista foi estabelecido e acordos comerciais foram assinados com o Japão e os Estados Unidos.

Em 1935, a ocupação italiana começou na Abissínia, que durou apenas cinco anos. Durante esse período, os europeus promoveram reformas nos sistemas políticos e culturais do império, como a abolição da escravidão.

Mais tarde, a Abissínia continuou a evoluir. A Constituição reconheceu o sufrágio, embora realmente houvesse um governo absolutista.

Final

O imperador Haile Selassie estabeleceu uma monarquia constitucional como uma forma de governo do Império Etíope. Havia um parlamento eleito, mas o imperador continuou a concentrar a maioria dos poderes e era autoritário com seus oponentes.

Durante a fome dos anos 70, ele foi insensível à situação do povo e não conseguiu resolver a crise. Eles estimam que mais de 300 mil pessoas morreram.

A crise estava piorando devido às diferentes revoltas militares que ocorreram no império e por causa dos altos preços do petróleo. Finalmente, em 1974, um grupo de oficiais de baixo escalão iniciou uma revolução, conseguindo derrubar o imperador Selassie.

Uma junta militar, conhecida como Derg, governou o país até 1987. Selassie, 82 anos, foi presa e morreu um ano depois por falhas respiratórias.

Com a queda da monarquia, em 12 de setembro de 1974, o Império Etíope chegou ao fim. O Derg estabeleceu um estado comunista, apoiado pela União Soviética.

Referências

  1. Abissínia (2019). Recuperado de wdl.org
  2. Gnamo, A. (2014).Conquista e resistência no império etíope, 1880-1974 . Boston: Brill.
  3. Reinos da África Oriental – Etiópia. (2019). Recuperado de historyfiles.co.uk
  4. Margoliouth, M. (2011).Abissínia: seu passado, presente e futuro provável . Londres: Biblioteca Britânica.
  5. Wilkins, H. (2007).Reconhecimento na Abissínia: Uma narrativa dos procedimentos da parte de reconhecimento, antes da chegada do corpo principal da Força Expedicionária de Campo . Nabu Press

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