As 100 melhores frases de eu quero você

Deixo as melhores frases de eu quero você , filme romântico dirigido por Fernando González Molina e estrelado por Mario Casas, baseado no romance de Federico Moccia.

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As 100 melhores frases de eu quero você 1

Eu conheci uma garota. Gin (…) Bem, é o nome de uma louca, alguém que faz o que quer e que não dá explicações a ninguém. –Hache.

-Hache está de volta! Ele me salvou ontem, eu estava andando de moto ao lado do meu táxi. Foi ele quem lhe enviou a mensagem. –Dani.

– Sério, quando vocês se reúnem, não é para falar sobre nós, certo? Mas para falar sobre seus paus. –Gin.

-Mãe, por favor, mãe! Mãe, por favor, mãe! –Hache.
-Tudo acontece filho. Rebecca.

– Ei ladrão! Deixe ele pegar o carro! Pare! Abra a porta ou quebre o vidro! –Gin.
-Shhh … acalme-se … olhe, leia meus lábios e repita comigo, sim?: “O ladrão sou eu”. Repita isso. –Hache.

-Oi, machote quieto que há muito manchamos nossas mãos e nada acontece! –Gin.

-Espere, alguém pode entrar. –Hache.
-De um a dez, quanto você se importa? –Gin.

-Você quer sua jaqueta? –Gin.
-Então você me dá, combina com você. –Hache.

Oh! Só não achei que fui eu quem fez isso no primeiro encontro, hein. –Hache.

–Ele veio procurar você nos vestiários. Mas corra era louco. Marcelo.

-Este homem não é grande, ele é glande. Sim, porque ele não vai foder, mas ele tem um rabo que chega aos joelhos – os amigos de Hache.

-Então as pessoas mudam quando propõe irmão? –Hache.

-Eles sabem que você vem comigo, você tem que me pagar o jantar.
“ Hache. ” Eu odeio tios como você. –Gin.
Irresistível? –Hache.

-Como você estava disfarçado? –Gin.
-De Sheikh árabe. O que? –Hache.
– Que pretensioso! Sheikh mítico, certo? –Gin.

-Mas o que eu fiz para você levar minha moto? –Hache -O que
eu lhe dei sem querer! Eu não queria dar, me perdoe a sério, tio. –Gin.

-Seria um tolo se eu não gritasse que estava errado com você, com tudo, desde o começo, que tentei seguir em frente (…) querendo esquecer, mas não parar de lembrar. Que loucura, Gin. –Hache.

-Você é quem sai no cinema, certo? Você poderia me assinar um autógrafo? –Hache.

– (Gin bate em um amigo de Hache) Perdoe, perdoe, perdoe! Eu não queria te dar, isso me deixou em paz.
-Que máquina! Amigos de –Hache

-O que acontece aqui que eles são todos anões? –Hache.
-Não, nós crescemos. –Katina.

-Você é uma gangue de garotinhas! –Gin.

-Você se lembra? Só agora nossa casa tem um dono. –Babi.

Mãe. Está bem? O que houve? –Hache -Neto
filho, não se preocupe. É estresse e fadiga acumulada. Rebecca.
-Por que eles entraram em você? Hache
-Mais testes para ver se está tudo bem. Rotina, realmente. Rebecca.
-Você promete? –Hache.
-Claro, meu garoto. Rebecca.

-Eu só queria uma história de amor. Como o seu com machado. –Dani.
-Não é isso, Dani. –Babi.

-Marcelo, onde está Gin? –Hache.

– Eu fui de um lado para o outro, sem perdoar, sem me perdoar, sem avançar. Onde está o segredo do futuro? Você pode estar olhando atentamente, e seguindo em frente, olhe mais de perto, mais. Tão perto que o embaçado fica claro, fica claro. –Hache.

-Cuidado, cuidado que Tae Kwon Do sabe! –Hache.

–Eles dizem que se um casal fecha um cadeado, o deixa amarrado à ponte e joga a chave na água, não haverá como separar novamente. -Gin.

-Eu estou economizando para ir a Paris e não parar de fotografar com a câmera. –Gin.

-Vou te receber na minha praia particular. A que apenas um pequeno grupo de privilegiados, nós, teremos acesso. Onde podemos desfrutar do requintado sabor musical do nosso bar rei da praia. –Gin.

-Desculpe, eu precisava saber se sentia algo por você. Eu vou me casar em um mês. –Babi.

-Vá embora! Você sai daqui! Vá embora, Óstia, vá embora! –Hache.

-Você pode me ajudar a limpar essa bagunça, se quiser. Talvez se nos esforçarmos, pode parecer bom novamente. Depende de nós dois. Isso não vai facilitar (…), mas nada é impossível Hugo. –Gin.

-O que você está fazendo, está verificando os bolsos dele? –Babi.
– Perdoe-me filha, não quero parecer criada, mas vi isso e minha mente disparou. Rafaela.
-É um bar de coquetéis. -Babi -Seu
pai não bebe. E veja isso: em suas declarações de cartão de crédito ele gastou 2.400 euros em uma joalheria. Rafaela.
-Não é seu aniversário daqui a alguns dias? –Babi.
-Você acha que é para mim? Você é filha certa. Rafaela.
-Você conheceu um garoto? Ele é um covarde. –Babi.
-Eu não quero fazer 18 anos sem ter feito isso antes. –Dani.
-Eu não quero que você faça nenhuma bobagem, Dani. –Babi.
-E quantos anos você fez isso? –Dani.
-Foi diferente, eu estava apaixonada. Foi especial. –Babi.

-Você não me conhece. –Hache.
-Eu ouvi falar de você. -Snake.
-Ah sim? –Hache.
-E nos movemos pelos mesmos lugares. -Snake.
-Por onde? –Hache -Você
sabe, as corridas. -Snake.

-Olha Katina, uma mulher é feita. Você não esquece, Frango. –Hache.

-Ei, eu não sei se você notou, mas a cauda está lá atrás. –Gin.
– Eu tenho o rosto de alguma vez fazer fila? –Hache.

-Gin. Só ela pode ter esse nome e não querer rir. –Hache.

-Vamos fazer isso. Agora, quando eu começo, você memoriza minha placa. Meu registro levará você ao meu endereço e, a partir daí, ao meu número. Anime-se! –Gin.
-Ei, ei, ei, devagar! –Hache.

-Não quero esperar milagres, apenas as coisas acontecem. Sim Não Sim. Não Sim. Não Sim. Não. E agora eu ficaria claro, mas agora não depende mais de mim, mas de você. Te quero. –Hache.

-É síndrome do acampamento de verão. Você vai acampar e se diverte como mãe, o melhor verão da sua vida. Você volta para casa e se joga o ano todo pensando no próximo acampamento, repita tudo melhor. Então chega, e tudo mudou. Os melhores anos foram os melhores. E eles nunca serão repetidos. Frango.

-Olha, suponho que isso funcione para você com qualquer buldogue da vizinhança, mas não vou levá-lo nem em sonhos. –Gin.
-Bem, eu me aceito. –Hache.

-Quem é essa Babi? –Gin.
Alguém do meu passado. –Hache.
-É importante para você? –Gin.
-Não sei. –Hache.

-Gente, garotos, garotos! Por favor, por favor, descubra uma vez que não gostamos de ser elogiados para fazer dos machitos no pacote. E, a propósito, você diz a este que não gostamos de ser insistidos. Ou sim, mas com um pouco de criatividade – Gin.

-O que você trouxe, uma inglesa? – amigos de Hache.

-Quando alguém desaparece da sua vida. Você pode não ver mais essa pessoa, ou se pode dizer a ele as coisas que você deixou e que gostaria de contar. Você pega um lápis, escreve para a pessoa que saiu, mas não o envia. Você dobra, aproxima a chama e a queima. –Gin.

– Cuidado mítico, que isso é para sempre. Não faça nada de que possa se arrepender. –Gin.

-Olhe para ele, como um filhote abandonado. O que você achou que eu não procuraria ou o quê? -Alex.

– Vá, vá, vá, mas temos aqui, um pirulito lindo! Eu pensei que você era uma lenda do motorista de caminhão, mas vejo que você existe como sereias. –Hache.

-Ei! Eu simplesmente não posso! –Gin.

-Oi, posso falar com o Hache? –Babi.
-Quem é? –Gin.
-A amiga, eu só queria dizer olá. –Babi.

-Pode me dar minhas chaves? É sério, me dê minhas chaves. Me dê minhas malditas chaves! –Gin.
-O que? Você vai chamar a polícia. Venha! Estou ansioso para ver o que você diz para ver se a situação fica um pouco do seu lado. Olha, eu tenho uma testemunha, o posto de gasolina. –Hache.

-E esse carro? Quem você roubou? –Gin.
-Ao meu irmão. O que acontece é que de manhã se torna uma caravana. –Hache.

-Você não. Você é mais velho Mas mais velho do que ter perdido coisas sobre você. –Hache.

-Das-me o teu número? –Hache.

-Devemos perdoar e perdoar. Frango.

-Eu sabia que você estava em Londres, queria ligar para você o tempo todo. –Babi.

-Eu senti tanto sua falta. –Babi.

Desculpa pai! Sinto muito mãe! Me desculpe Babi! Estou grávida! Eu não queria que isso acontecesse. –Dani.

-Eles são lindos gêmeos Rafaela, parecem muito caros. Você não deveria ter gasto tanto. Eu também tenho uma queda por você. Felizes 20 anos Rafaela, eu te amo (Rafaela percebe que é um livro). –Claudio.

-As coisas são um pouco chatas por aqui. Eu não sabia que você estava de volta. Bem-vindo Ei, agora estou indo com seus colegas e ficamos para jantar hoje à noite no antigo supermercado. Por que você não vai? Vai fazer você ansioso para vê-lo. –Chino.

-Que tal um encontro? –Hache.
-Que tal uma briga? –Gin.
-Não, não porra. –Hache.
– Vai o típico macho mítico que acha que brigar com uma garota não é bonito. Ou você está com medo? –Gin

-Aqui você pode entrar? –Hache.
-Você não sabe o que vai encontrar? –Gin.
-É que não vou a lugar nenhum se não sei como sair. –Hache.

-Por favor, por favor, por favor. -Katina.

-O que aconteceu? –Gin.
-É difícil de explicar, você vai ter que confiar em mim, Gin. –Hache.
– E você, confia em mim? Você quer ficar comigo de verdade?

-Você é igual. –Babi.

-Foda-se, foda-se, foda-se, você tem que se esconder. Eu acho que é minha mãe. Como eu vejo você aqui, isso me mata. –Gin.
-O que você está fazendo e sua mãe? –Hache.
– Eu tenho que pintar com minha mãe? –Gin.

– Frango foi meu melhor amigo. Ele era meu irmão. Ele deixou sua vida consertando aquela motocicleta e correndo nas corridas. As últimas palavras que ele disse foram: Nossas garotas são incríveis e temos que fazer jus a isso. –Hache.

-Quero você! –Hache.

-Ei! Você pode saber o que está fazendo. –Hache

-Eu realmente queria te ver de verdade. Eu acho que estou indo, ok? –Hache.
-Eu levo você, eu tenho um carro. Você me deixa levá-lo a algum lugar? Está a caminho. Mas você tem que fechar os olhos e sem protestar. –Babi.

-Ah valeu! Vejo que vou no meu carro com o tio típico que acha que nossas calcinhas estão caindo porque você solta piadas ruins, não é? Como estávamos na fila indiana, esperando você vir nos resgatar em sua motocicleta. –Gin.

-Olha, você vê este anel (levantando o dedo médio). Bem, se você não me abrir primeiro, ele passará pelo vidro e depois pelo seu rosto, mamarracho! –Gin.

-Nós todos mudamos. –Hache.

Desculpe amigo. Eu pensei que você tinha que ver para fechar. Eu estraguei tudo? –Katina.

-Onde estava? –Gin.

-Temos tequila del malo. –Hache.

-É isso mesmo, não tem uma boa noite sem lanches (…). Primeiro um vermute, mas bem puxado, da torneira velha. E agora um gaspacho, mas com tomate verde e melão. E um queijo de cabra, mas forte (…) –Hache.

-É a motocicleta do meu colega com a qual ele foi morto em uma corrida. Por que diabos você tem isso?

– Muito cuidado com isso, porque eles são mais traiçoeiros do que a porra da mãe. Marcelo.

-Você é filho da puta! Um filho da puta! –Hache.

-Se você perder, você me perde de vista. –Gin.

-Olha Hugo, se tem algo que eu não suporto, são pessoas com falsa modéstia. Você tem algo melhor que isso? Então para o trabalho. Prometo não contar a ninguém que você está conectado, pai. Marcelo.

– Cara, um pouco de bestas, mas muito legais seus amigos, os míticos. –Gin.
-Ei, hein, hein! Os épicos Aqui o único mítico sou eu. –Hache.

-O que ganha o vencedor Gin Tonic? Se eu ganhar, tenho um compromisso com você. –Hache.

-Se você me pegar, vai gostar mais. –Hache.

-Obrigado por usar o serviço de moto-táxi. São 50 euros. Você não vai me convidar para entrar? –Hache.

-Se eu ganhar, eu pego o seu. -Snake.

-E tu como te chamas? –Hache.
-Gin. (Hache ri) Minha mãe é inglesa, infeliz!
-E alcoólatra? –Hache.
Meus amigos me chamam de Gin. –Gin.

-Tônico? –Hache.

-E por que você não foi me procurar, cabeça grande? –Gin.
-Porque esse cara me deu 50 euros para me esquecer. –Luque

-A propósito, você não rouba as garotas que te abraçam. –Gin.

-Babi, Babi !, BABI! -Hache (tendo um pesadelo)
-Menos mal, pensei que não ia dar tempo para você me contar o fim da história. O que aconteceu com Babi? -Sra. (Companhia aérea).
-Ele me deixou. Depois de um tempo, ele conheceu outro, e bem, ele começou a namorar com ele. Nada mais. Eu saí e nunca mais tive notícias dela. -Hache.
– (…) Exijo um final feliz. -Sra.

-Você sabe o que é Tae Kwon Do? É uma arte marcial moderna que consiste em que meu calcanhar esteja dentro de sua boca em menos de uma fração de segundo. –Gin.
-Eu não gosto de ser hesitado. –Hache.

-Desculpe. Você é quem declarou seu amor pintando três metros acima do céu em uma ponte, certo? –Katina.

-Você sabe o que tenho para você e como me encontrar. -Snake.

-Te perdoo. Frango.

-Ligue-me logo, sim? Rebecca.

Ok, ok, ok! Hoje às 10, ok? É melhor você ser pontual. –Gin.

Fontes consultadas

González-Molina Fernando (2012). Eu quero voce Espanha: Zeta Cinema, Antena 3 Films, Cangrefo Filsm e Globomedia Cine.

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