As 20 melhores frases de Luis Cernuda (e grandes versos)

As 20 melhores frases de Luis Cernuda (e grandes versos) 1

Luis Cernuda (Sevilha, 1902 – Cidade do México, 1963) foi um dos principais poetas e críticos literários espanhóis, um membro do conhecido como Geração 27.

Este andaluz desempenhou um papel de destaque durante a era de ouro da literatura espanhola. Amigo de Vicente Alexandre, Federico García-Lorca e Rafael Alberti, os poemas de Cernuda viajaram do surrealismo à crítica política.

Citações de Luis Cernuda

Ele passou seus últimos anos no México, onde desenvolveu seu estágio de poesia conceitual. Exilado de seu país natal por causa da Guerra Civil, ele encontrou amor no fisiculturista Salvador Alighieri, a quem dedicou vários de seus poemas.

No artigo de hoje, conheceremos as melhores frases de Luis Cernuda, bem como alguns de seus famosos versos e citações que foram registrados na história.

1. Você justifica minha existência: se eu não te conheço, eu não vivi; Se eu morrer sem conhecer você, eu não morro, porque não vivi.

Uma grande declaração de amor incondicional.

2. Minha loucura eterna, imagina feliz, sonhos de futuro, esperanças de amor, jornadas ensolaradas …

Sobre suas ilusões do futuro, que foram parcialmente truncadas pela Guerra Civil Espanhola.

3. Segurança, aquele inseto que nidifica nos babados da luz …

Longe da segurança, explorar, viver.

4. Lá, longe; Onde o esquecimento mora

Do seu trabalho homônimo.

5. voltou? Volte ao que você tem, depois de longos anos, depois de uma longa viagem, cansado da estrada e da ganância, de sua terra, de sua casa, de seus amigos, do amor que os fiéis retornam à sua espera.

Voltar sempre é bom, mesmo que muitas coisas sejam deixadas para trás.

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6. Eu não conheço homens. Eu tenho procurado por eles por anos e fugir sem remédio. Eu não os entendo? Ou eu os entendo demais?

Do poema ‘Para um futuro poeta’, um dos mais lembrados.

7. A infância terminou e eu caí no mundo.

Há um dia em que você acorda como adulto, com responsabilidades e dívidas.

8. Direi como você nasceu, prazeres proibidos, como nasce um desejo sobre torres de terror.

Verso de Luis Cernuda, pertencente ao livro “Peregrino”, uma de suas obras mais fundamentais: “Os prazeres proibidos”.

9. Não é o amor que morre, somos nós mesmos.

Um grande versículo em que nos mostra que, sem esse sentimento, provavelmente não mais existimos.

10. Se o homem pudesse dizer o que ama, se o homem pudesse elevar seu amor pelo céu como uma nuvem na luz.

Um grande verso sobre o amor oculto.

11. Se eu morrer sem conhecer você, eu não morro, porque não vivi.

Outro trecho de seu trabalho “Os prazeres proibidos”, publicado em 1931.

12. Não faz dos mortos a ferida, faz apenas um corpo inerte.

Verse extraiu de seu trabalho “Where the Habit Forgetfulness”, 1932.

13. Delícia clara. Essa beleza não rende seu abandono a nenhum dono.

De seu livro de poesia “” Eclogue, elegia, ode “, 1927.

14. Liberdade: Conheço apenas a liberdade de ser preso em alguém cujo nome não posso ouvir sem calafrios.

Sobre o amor sincero e apaixonado.

15. Fadiga de estar vivo, de estar morto, com frio em vez de sangue, com frio que sorri insinuando pelas calçadas.

“Um rio, um amor”, 1929.

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16. Escute a água, escute a chuva, escute a tempestade; Essa é a sua vida: lamento líquido fluindo entre sombras iguais.

Grande metáfora que podemos usar para refletir profundamente.

17. Cidades, como países e pessoas, se têm algo a nos dizer, exigem um período de tempo nada mais; Depois disso, nos cansamos.

Uma das frases de Luis Cernuda mais lembrada e celebrada.

18. A vida no tempo é vivida, a sua eternidade é agora, porque então, não haverá tempo para nada.

Sobre a imensidão da vida, se você souber viver intensamente.

19. Se o homem pudesse dizer o que ama, se o homem pudesse elevar seu amor pelo céu como uma nuvem na luz.

Um verso de seu livro “Se o homem pudesse dizer o que ama”.

20. No sul distante, quero ficar confuso. A chuva não passa de uma rosa entreaberta; O nevoeiro em si ri, o riso branco ao vento.

Verso de “eu gostaria de ficar sozinho no sul”.

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