As 4 etapas da independência do México

A independência do México foi um processo que se desenrolou ao longo de várias etapas, marcadas por conflitos, revoluções e movimentos de resistência. As quatro etapas principais desse processo incluem: a conspiração de Querétaro, liderada por figuras como Miguel Hidalgo e Ignacio Allende, que culminou na declaração de independência em 1810; a luta armada, que se prolongou até 1821, com batalhas decisivas como a de Churubusco e a de Chapultepec; a proclamação da independência, oficializada com o Tratado de Córdoba em 1821; e, por fim, a consolidação da independência, com a criação do Império Mexicano e a coroação de Agustín de Iturbide como imperador. Essas etapas foram fundamentais para a construção da identidade nacional mexicana e para o estabelecimento de um país livre e soberano.

Principais eventos durante a luta pela independência do México: um resumo histórico.

A luta pela independência do México foi um longo processo que se desenrolou em quatro etapas principais. O primeiro evento significativo foi o Grito de Dolores, em 1810, quando o padre Miguel Hidalgo convocou o povo mexicano para se revoltar contra o domínio espanhol. Esta foi a primeira etapa da luta pela independência.

A segunda etapa ocorreu com a entrada de José María Morelos na liderança do movimento, após a morte de Hidalgo. Morelos conseguiu organizar um exército e avançar com sucesso contra as forças espanholas, conquistando várias vitórias importantes. No entanto, ele foi capturado e executado em 1815, marcando o fim da segunda etapa da independência.

A terceira etapa teve início com a adesão de Vicente Guerrero à causa da independência. Guerrero liderou uma série de revoltas e batalhas contra as forças espanholas, conseguindo enfraquecer significativamente o domínio espanhol no México. Finalmente, em 1821, as negociações levaram ao Tratado de Córdoba, que reconheceu a independência do México.

A última etapa da luta pela independência foi a consolidação do novo país, com a elaboração de uma constituição e a consolidação do governo mexicano. Embora tenha havido conflitos internos e instabilidade política nas décadas seguintes, o México finalmente conseguiu garantir sua independência e estabelecer-se como uma nação soberana.

Entenda o processo de independência do México ao longo da história mexicana.

Desde a colonização espanhola em 1521, o México lutou por sua independência ao longo de quatro etapas importantes. A primeira etapa foi liderada por Padre Miguel Hidalgo y Costilla em 1810, que convocou o povo mexicano para se rebelar contra o domínio espanhol. Apesar de ter sido capturado e executado, seu movimento inspirou outros líderes a continuarem a luta.

A segunda etapa foi liderada por José María Morelos, que assumiu a liderança após a morte de Hidalgo. Ele continuou a luta pela independência e conseguiu estabelecer um governo independente em 1813. No entanto, sua resistência foi sufocada pelas forças espanholas e ele foi capturado e executado em 1815.

A terceira etapa foi liderada por Vicente Guerrero e Agustín de Iturbide, que finalmente conseguiram conquistar a independência do México em 1821. Eles assinaram o Tratado de Córdoba, que reconhecia a independência do México da Espanha.

A quarta e última etapa foi a consolidação da independência, com a formação de um governo estável e a elaboração da primeira constituição mexicana em 1824. O México finalmente se tornou uma nação soberana e independente, encerrando séculos de domínio colonial.

Essas quatro etapas da independência do México mostram a determinação e o sacrifício do povo mexicano em busca da liberdade e autonomia. Apesar dos desafios e obstáculos ao longo do caminho, o México finalmente conquistou sua independência e se tornou uma nação livre e soberana.

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Consequências da Independência Mexicana: impactos políticos, sociais e econômicos após a libertação do país.

Após a independência do México, em 1821, o país passou por diversas mudanças em diferentes áreas, que impactaram significativamente a sociedade mexicana. As consequências da independência mexicana podem ser divididas em quatro etapas principais: a luta pela independência, a consolidação do poder, a instabilidade política e a busca por estabilidade.

Na primeira etapa, a luta pela independência, os mexicanos enfrentaram grandes desafios políticos e sociais. A luta contra o domínio espanhol resultou em conflitos armados e em uma profunda divisão na sociedade. Após a conquista da independência, a segunda etapa foi marcada pela consolidação do poder. Novas instituições políticas foram criadas e o país buscou afirmar sua soberania no cenário internacional.

No entanto, a instabilidade política marcou a terceira etapa da independência mexicana. Conflitos internos, lutas pelo poder e a intervenção estrangeira causaram turbulências no país. A economia também foi afetada, com a diminuição do comércio e o aumento da pobreza.

Por fim, a busca por estabilidade marcou a quarta etapa da independência mexicana. O país buscou se reorganizar politicamente, fortalecer suas instituições e promover o desenvolvimento econômico. A criação de uma Constituição e a consolidação do sistema político foram passos importantes nesse processo.

Em resumo, a independência mexicana teve impactos políticos, sociais e econômicos significativos no país. As quatro etapas da independência refletem as transformações pelas quais o México passou ao longo do século XIX, e ajudam a compreender a complexidade desse processo histórico.

Qual foi o responsável pela independência do México?

A independência do México foi conquistada através de quatro etapas importantes. O responsável por liderar esse movimento foi Miguel Hidalgo y Costilla, um padre que convocou o povo mexicano a se rebelar contra o domínio espanhol.

A primeira etapa da independência ocorreu em 1810, quando Hidalgo proclamou o famoso Grito de Dolores, que marcou o início da luta pela liberdade. Em seguida, ele liderou um exército de rebeldes e conseguiu algumas vitórias significativas contra as forças espanholas.

A segunda etapa foi marcada pela continuidade da luta pela independência, mesmo após a captura e execução de Hidalgo em 1811. Outros líderes, como Jose Maria Morelos, assumiram o comando da rebelião e mantiveram vivo o desejo de libertação.

A terceira etapa teve início em 1821, quando o líder Agustin de Iturbide conseguiu unir forças independentistas e assinou o Plano de Iguala, que estabelecia a independência do México. Pouco tempo depois, o país conquistou sua liberdade definitiva.

A última etapa foi a consolidação da independência, que ocorreu com a proclamação do Império Mexicano e a coroação de Iturbide como Imperador. Apesar de sua curta duração, esse período foi fundamental para a afirmação da soberania mexicana.

Em resumo, Miguel Hidalgo y Costilla foi o principal responsável pela independência do México, liderando a luta em suas diferentes etapas e inspirando outros líderes a continuarem a batalha pela liberdade. Sua coragem e determinação foram fundamentais para que o país conquistasse sua independência e se tornasse uma nação soberana.

As 4 etapas da independência do México

Os quatro estágios da independência do México nos quais o período histórico é geralmente dividido são quatro: iniciação, organização e definição, resistência e consumação.

Os períodos de cada uma dessas etapas foram estabelecidos de acordo com a natureza e o escopo dos eventos que ocorreram nos períodos cobertos.

As 4 etapas da independência do México 1

O início da independência ocorreu entre 1810 e 1811. Consistia em uma revolta desorganizada contra a coroa espanhola, liderada por Miguel Hidalgo e motivada por um sentimento de raiva desencadeado pelas injustiças que viviam principalmente indígenas e camponeses.

Apesar de ser um movimento massivo, ele não tinha uma organização militar e política que lhe permitisse lidar com o regime monarquista da Espanha.

Não foi suficiente para a autoridade realista encerrar a tentativa revolucionária e, como resultado, os líderes mais importantes foram baleados, incluindo Hidalgo.

Durante o segundo estágio, os propósitos da revolução foram claramente organizados e definidos.

Graças ao documento Sentimentos da Nação , escrito por José Antonio Morelos, foi possível espalhar as causas que motivaram uma revolta contra a coroa espanhola e os modos de construir uma nova nação baseada nos princípios de liberdade, igualdade e fraternidade .

O terceiro estágio foi caracterizado pela resistência com seus principais promotores: o espanhol Francisco Javier Mina, da nova corrente liberal que se estendeu na Europa e relacionada à independência do México, e o crioulo Vicente Guerrero.

A consumação foi a quarta etapa; primeiro com o Tratado de Córdoba, que aprovou o Plano de Iguala, reconhecendo a monarquia espanhola, mas a soberania constitucional do México, e mais tarde com o Ato de Independência.

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Estágios da independência mexicana

1- Iniciação

Esse estágio começa em setembro de 1810 e termina em julho de 1811. É um período de grande insatisfação geral que responde a causas internas, como corrupção administrativa, maus tratos a povos indígenas, negros e castas e várias restrições culturais impostas Pela coroa espanhola.

As idéias esclarecidas que trouxeram fatos como a Revolução Francesa , a Declaração da independência dos Estados Unidos da América e a invasão da França à Espanha, com uma conseqüente extensão de uma ideologia liberal, foram causas externas que inflamaram o clima de independência no México. .

Acredita-se que quase 50.000 homens fizeram parte dessa primeira tentativa revolucionária liderada, entre outros, pelo padre católico Miguel Hidalgo.

Foi um período caracterizado pela expressão de várias propostas que não tinham organização ou direção.

Antes de planejar uma guerra militar, discutiram se queriam manter um relacionamento com a monarquia espanhola ou se, pelo contrário, era desejada a separação completa; Hidalgo estava entre os últimos.

Os primeiros surtos revolucionários ocorreram em áreas rurais com grande potencial econômico, como a região de Bajío, a região indígena do norte de Michoacán e Guadalajara.

O estágio de iniciação da independência do México durou apenas sete meses e terminou com a execução dos principais líderes, entre eles o padre Hidalgo e a subordinação ou rendição de vários subversivos a quem a coroa espanhola perdoou.

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2- Organização e definição

Essa etapa ocorre entre julho de 1811 e dezembro de 1815. Começa com a captura dos primeiros líderes e é caracterizada como uma tentativa de independência organizada, com uma estrutura militar e política.

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Nessa época, os novos líderes da revolução haviam criado o Conselho Nacional Supremo Americano, dirigido por Ignacio López Rayón, e o Congresso de Anágua.

Este é um estágio de organização constitucional, mas também operacional, porque foi estabelecido um sistema de cobrança e administração de impostos sobre ativos nacionais.

Uma administração de serviços espirituais foi criada e as instituições de justiça foram definidas, concedendo autonomia aos povos.

Em 1814, José María Morelos apresentou ao Congresso de Chilpancingo o documento Sentimentos da Nação , onde declarou a liberdade da América da Espanha ou de qualquer outra monarquia .

O documento também pedia a proibição da escravidão para sempre, bem como a distinção de castas, promovendo liberdade e igualdade.

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3- A resistência

O terceiro estágio da independência do México é a resistência e conta entre os crioulos Guadalupe Victoria, Pedro Ascencio e Vicente Guerrero. Foi desenvolvido entre dezembro de 1815 e fevereiro de 1821.

A organização do movimento rebelde desencadeou uma dura ofensiva por parte do exército monarquista, liderada por Félix María Calleja, que pela força e também pela persuasão reduziu bastante a força e o espírito dos rebeldes crioulos.

Numa estratégia de defesa e não de ataque, os rebeldes continuaram lutando em áreas muito agressivas para os soldados espanhóis.

Nesse período, é importante destacar o apoio à causa da independência por Francisco Javier Mina, um liberal espanhol que lutou e morreu por valores insurgentes, em 1817.

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4- A consumação

Esta etapa ocorre entre fevereiro de 1821, com a assinatura do Plano Iguala e, em 28 de setembro de 1821, com a leitura da Lei da Independência.

A força demonstrada pelos crioulos que resistiram à dura contra-ofensiva realista ligada à Constituição de Cádiz, da corte liberal, que Ferdinand VII teve que aceitar, forçou as autoridades realistas a concordar com a independência do México.

Como parte do Tratado de Córdoba, foi assinado o Plano Iguala, que definia três garantias: religião, independência e união.

Os novos regulamentos mantinham a jurisdição para os militares e eclesiásticos e, por sua vez, davam o poder de desenvolver seu próprio regime constitucional para os mexicanos. Uma vez alcançado um acordo, o Ato de Independência foi lido em 1821.

Os anos seguintes foram de crise política e militar, na qual os mexicanos tentaram testar vários sistemas políticos enquanto enfrentavam uma crise econômica difícil.

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Referências

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