Egofonia: sintomas, causas e tratamento

Egofonia é um sintoma caracterizado pela alteração na qualidade da voz, que soa estridente, anasalada e de tom agudo. Geralmente, está associado a problemas nas cordas vocais ou no trato respiratório superior. Suas principais causas podem incluir inflamações, lesões ou até mesmo tumores nessas regiões. O tratamento para a egofonia depende da sua causa subjacente e pode envolver desde repouso vocal até procedimentos cirúrgicos. É importante buscar orientação médica especializada para identificar a origem do problema e garantir um tratamento adequado e eficaz.

Principais causas da Egofonia: descubra as origens desse problema na voz.

A egofonia é um sintoma vocal que se caracteriza pela alteração na qualidade da voz, tornando-a fina e estridente, semelhante ao miado de um gato. Essa condição pode ser causada por diversos fatores, sendo importante identificar a origem do problema para um tratamento adequado.

Uma das principais causas da egofonia é a inflamação das pregas vocais, que pode ser desencadeada por infecções virais ou bacterianas, como gripes e resfriados. Outro fator que pode levar ao surgimento desse sintoma é o uso excessivo da voz, especialmente em ambientes ruidosos ou em situações de estresse vocal.

Além disso, condições como refluxo gastroesofágico, alergias respiratórias e distúrbios hormonais também podem contribuir para o desenvolvimento da egofonia. É importante ressaltar que o tabagismo e o consumo excessivo de álcool podem agravar o problema, tornando o tratamento mais complexo.

O tratamento da egofonia varia de acordo com a causa do problema. Em casos de inflamação das pregas vocais, repouso vocal, hidratação e uso de medicamentos anti-inflamatórios podem ser recomendados. Já em situações mais graves, pode ser necessária a intervenção de um fonoaudiólogo ou otorrinolaringologista.

Portanto, ao identificar sintomas de egofonia, é fundamental buscar ajuda médica para um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz. Evitar hábitos prejudiciais à saúde vocal, como gritar em excesso e fumar, também é essencial para prevenir o surgimento desse problema na voz.

Principais causas da crepitação pulmonar: entenda as origens desse sintoma respiratório comum.

Um dos sintomas respiratórios mais comuns é a crepitação pulmonar, que se caracteriza por um som semelhante ao de papel sendo amassado ou bolhas estourando ao respirar. A crepitação pulmonar pode ser um sinal de diversas condições médicas, sendo importante entender suas principais causas.

Uma das causas mais comuns da crepitação pulmonar é a presença de líquido nos pulmões, como ocorre na pneumonia ou na insuficiência cardíaca congestiva. Outra causa frequente é a presença de ar nos tecidos pulmonares, o que pode ocorrer em casos de enfisema pulmonar ou pneumotórax.

Além disso, a crepitação pulmonar também pode ser causada por inflamações nos pulmões, como na bronquite ou na fibrose pulmonar. Doenças pulmonares obstrutivas crônicas, como a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), também podem levar à crepitação pulmonar.

É importante ressaltar que a crepitação pulmonar não deve ser ignorada, pois pode indicar problemas graves de saúde. Caso você apresente esse sintoma, é fundamental buscar orientação médica para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado.

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Doenças que levam à presença de sibilos na respiração: conheça as principais causas.

Egofonia é um sintoma que pode estar presente em diversas doenças respiratórias, levando à presença de sibilos na respiração. As principais causas de sibilos incluem a asma, a bronquite crônica, a bronquiolite e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

A asma é uma condição em que as vias aéreas ficam inflamadas e estreitas, levando a dificuldades para respirar e à presença de sibilos. Já a bronquite crônica é caracterizada pela inflamação dos brônquios, resultando em produção de muco e tosse. A bronquiolite é uma infecção viral comum em crianças, que causa inflamação nos bronquíolos e dificuldades respiratórias.

A DPOC é uma doença pulmonar progressiva que inclui a bronquite crônica e o enfisema pulmonar, levando à obstrução das vias aéreas e à presença de sibilos na respiração. Além disso, outras condições como infecções respiratórias, alergias e doenças pulmonares intersticiais também podem causar sibilos.

Egofonia: sintomas, causas e tratamento

Egofonia é um sintoma caracterizado por uma alteração na voz, que se torna mais aguda e trêmula. Geralmente está associada a doenças respiratórias como a pneumonia, a tuberculose e a laringite.

As principais causas de egofonia incluem a inflamação das vias aéreas superiores, que afeta a produção da voz. Outros fatores como o uso excessivo da voz, o refluxo gastroesofágico e o tabagismo também podem contribuir para o desenvolvimento da egofonia.

O tratamento da egofonia depende da causa subjacente. Em casos de infecções respiratórias, pode ser necessário o uso de antibióticos para tratar a inflamação. Já em casos de uso excessivo da voz, repouso vocal e terapia fonoaudiológica podem ser indicados. Em casos mais graves, procedimentos cirúrgicos podem ser necessários.

Quais são as possíveis causas de estertores?

Os estertores podem ser causados por diversas condições subjacentes, tais como pneumonia, edema pulmonar, bronquite crônica, asma, insuficiência cardíaca congestiva e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Outras possíveis causas incluem a presença de secreções nas vias aéreas, obstrução das vias respiratórias, acúmulo de fluido nos pulmões, entre outras.

Egofonia: sintomas, causas e tratamento

A palavra egofonia refere-se ao aumento da ressonância da voz à ausculta pulmonar. Embora alguns autores tratem a egofonia como a captação normal de vibrações vocais, a maioria a considera um elemento patológico na avaliação pulmonar do paciente.

Descrito pelo pai da auscultação, René Laënnec , como “apito de cabra”, é um tipo particular de broncofonia. De fato, a etimologia do termo vem das palavras gregas para “cabra” e “som”. A literatura semiológica define como a mudança na pronúncia da letra “i” pelo som da letra “e”.

Egofonia: sintomas, causas e tratamento 1

Durante a avaliação médica, o paciente é solicitado a dizer “II (ii)” de maneira sustentada, obtendo “EE” ou “EH” na ausculta. A fibrose pulmonar acompanhada de derrame pleural é a principal causa de modificação auscultatória.

O líquido, diferentemente do ar, possui uma composição molecular mais estreita e permite a transmissão do som com maior facilidade e fidelidade. O mesmo não ocorre quando há pneumotórax, touros ou condensação sem derrame.

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Sintomas

Muitas vezes acontece que a egofonia é confundida com uma doença, quando na verdade é um sinal. Pode ser encontrada em várias condições médicas e é um sinal inequívoco de que algo não está certo no nível pulmonar.

Como todos os ruídos respiratórios patológicos, possui características próprias; Isso inclui o seguinte:

– É uma mudança no timbre do som, mas não no tom ou no volume.

– Faz a vocalização parecer um som nasal peculiar.

– Está freqüentemente associado a broncofonia e peitorilóquio, sem ser sinônimos clínicos.

– Geralmente é um achado unilateral em doenças que afetam apenas um pulmão. Sua presença nos dois hemitórax é incomum e deve ser estudada em profundidade.

Causas

Várias patologias médicas, algumas pulmonares e outras sistêmicas, podem causar egofonia. Os mais importantes são mencionados abaixo com suas características particulares:

Pneumonia

Muitas infecções pulmonares são capazes de gerar egofonia por dois mecanismos diferentes que podem se complementar.

A consolidação do tecido parenquimatoso e derrame pulmonar são complicações frequentes de pneumonias graves e representam o ambiente perfeito para o início da egofonia.

A egofonia nesses casos é devida à transmissão “aprimorada” do som de alta frequência através dos fluidos. O mesmo ocorre no tecido pulmonar anormal, onde os sons das frequências mais baixas também são filtrados. Esses fenômenos limitam a ausculta e favorecem a captação das vibrações vocais.

Embora a causa mais comum de pneumonia consolidada com efusão seja a bactéria, pneumonias virais e fúngicas também podem causar.

A resposta inflamatória local é um fator fundamental na produção das condições acústicas ideais que permitem que o ruído gutural apareça.

Derrame pleural

Enquanto a maioria dos derrames pleurais são de origem infecciosa, existem outras causas importantes. Insuficiência cardíaca, cirrose ou insuficiência hepática, hipoalbuminemia e doença renal crônica são causas de derrame pleural que podem ter manifestações clínicas compatíveis com a egofonia.

A principal diferença com as infecções respiratórias é que elas são acompanhadas de febre, calafrios, dores nas costelas e expectorações; da mesma forma, outros ruídos respiratórios concomitantes, como roncos e crepitações, são auscultados. Ambas as situações podem apresentar dificuldade respiratória com intercostal e taquipnéia.

Uma característica significativa da egofonia associada ao derrame pleural é que ele só pode ser auscultado na área da parede costal que reflete a área pulmonar derramada.

Acima do derrame, a egofonia não é capturada e o restante dos sons habituais do pulmão pode até parecer diminuído.

Fibrose

O endurecimento do parênquima pulmonar também favorece o aparecimento da egofonia. É a outra condição ideal para a transmissão de vibrações vocais; Como derrame pleural, tem causas infecciosas e não infecciosas.

Na região fibrótica do pulmão, você também pode ouvir um som típico conhecido como sopro tubário. Entre as causas mais frequentes de fibrose pulmonar estão as seguintes:

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Pneumonia

Estes podem produzir tecido cicatricial nos pulmões, considerado fibrose.

Substâncias tóxicas

O consumo crônico de cigarro leva a fibrose pulmonar e doença pulmonar obstrutiva crônica.

O contato do trato respiratório com outras substâncias como amianto, sílica, metais pesados, carvão e até fezes de animais pode causar fibrose pulmonar grave.

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Medicamentos

Alguns antibióticos usados ​​por muito tempo podem causar fibrose pulmonar. A nitrofurantoína é um exemplo.

Certos medicamentos antineoplásicos, antiarrítmicos, anti-inflamatórios e imunomoduladores (como os esteróides) têm o efeito adverso do endurecimento do parênquima pulmonar.

Radiação

Seja para uso terapêutico, como parte do tratamento do câncer ou para questões relacionadas ao trabalho, como técnicos em radiologistas, a radiação é uma causa importante de fibrose tecidual. Não afeta apenas os pulmões.

Outras doenças

Numerosas doenças reumáticas e imunológicas podem causar fibrose pulmonar. Isso também acontece como resultado do tratamento dessas patologias.

Amiloidose, sarcoidose, artrite reumatóide, dermatomiosite, lúpus eritematoso sistêmico e esclerodermia são algumas dessas patologias que podem danificar o pulmão.

Tratamento

Uma das máximas da prática médica atual é que os sintomas não são tratados, as doenças são tratadas. Daí a necessidade de esclarecer que a egofonia não é tratada, as doenças que a produzem são tratadas.

No entanto, existem algumas terapias comuns para o gerenciamento da egofonia, incluindo o seguinte:

Antibióticos

É o tratamento óbvio para uma infecção bacteriana nos pulmões. O tipo de medicamento antimicrobiano a ser administrado será decidido dependendo dos sintomas do paciente, da gravidade da condição e dos germes isolados nas hemoculturas ou nos estudos do líquido pleural.

Sem serem considerados formalmente antibióticos, antifúngicos e antivirais podem ser usados ​​se a etiologia da infecção o merecer. Esses tratamentos são administrados com o paciente hospitalizado na maioria dos casos.

Esteróides

Um grande número de doenças reumatológicas e imunológicas são tratadas com esteróides. Ao controlar a doença, as causas da egofonia desaparecem, mas os esteróides têm um efeito benéfico adicional, pois produzem um efeito anti-inflamatório local no nível do pulmão e favorecem a broncodilatação.

Diuréticos

Comumente usados ​​na insuficiência cardíaca e pressão alta, eles ajudam a eliminar o excesso de líquidos. O derrame pleural diminui com o uso de diuréticos e, portanto, a egofonia desaparece.

Cirurgia

Certos casos de fibrose pulmonar merecem tratamento cirúrgico. Necrose, aparecimento de fístulas, bloqueios pneumônicos ou derrames persistentes são tratados com cirurgia, que pode variar desde a colocação de um tubo torácico até a pneumonectomia total.

Referências

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