Hidrografia da Argentina: rios, oceanos, águas subterrâneas

A Argentina possui uma ampla e diversificada hidrografia, composta por rios, oceanos e águas subterrâneas que desempenham um papel fundamental na geografia e na economia do país. Com uma extensão territorial que abrange diferentes regiões e climas, a Argentina possui uma vasta rede fluvial, com rios importantes como o Rio Paraná, o Rio Uruguay e o Rio Colorado, que desempenham um papel crucial no transporte, na agricultura e na geração de energia. Além disso, o país possui uma extensa faixa litorânea banhada pelo Oceano Atlântico, onde se destacam as províncias costeiras da Patagônia e da Tierra del Fuego. As águas subterrâneas também desempenham um papel importante na Argentina, fornecendo água potável para a população e sendo utilizadas na agricultura e na indústria. Assim, a hidrografia da Argentina é uma parte essencial de sua geografia e de sua vida cotidiana.

Conheça a geografia hídrica da Argentina: rios, lagos e bacias hidrográficas do país vizinho.

A Argentina é um país que possui uma rica geografia hídrica, com uma grande variedade de rios, lagos e bacias hidrográficas. Localizada na América do Sul, a Argentina é banhada pelo Oceano Atlântico a leste, o que influencia diretamente na distribuição de suas águas.

Alguns dos principais rios que cortam o território argentino são o Rio Paraná, o Rio Uruguai e o Rio Paraguai. Esses rios formam bacias hidrográficas importantes, como a Bacia do Prata, que é a maior bacia hidrográfica da Argentina. Essa bacia abrange uma grande extensão de território, incluindo partes do Brasil, Paraguai e Uruguai.

Além dos rios, a Argentina também possui uma grande quantidade de lagos, sendo o mais famoso deles o Lago Nahuel Huapi, localizado na região da Patagônia. Outros lagos importantes são o Lago Argentino, o Lago Buenos Aires e o Lago Mar Chiquita.

Outro aspecto importante da hidrografia da Argentina são as águas subterrâneas, que desempenham um papel fundamental no abastecimento de água potável para a população. A exploração sustentável dessas águas é essencial para a preservação do meio ambiente e a garantia de recursos hídricos para as gerações futuras.

Em resumo, a Argentina possui uma geografia hídrica rica e diversificada, com rios, lagos e bacias hidrográficas que desempenham um papel fundamental na vida do país e de sua população. A preservação desses recursos naturais é essencial para garantir um desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida de todos os argentinos.

Principais rios da Argentina: conheça os cursos d’água mais importantes do país sul-americano.

A Argentina é um país sul-americano conhecido por sua extensa rede hidrográfica, composta por diversos rios que desempenham um papel fundamental na economia e na vida dos argentinos. Alguns dos principais rios da Argentina são o Rio Paraná, o Rio Uruguay, o Rio Paraguay e o Rio Colorado.

O Rio Paraná é o segundo rio mais longo da América do Sul e um dos mais importantes do país. Ele nasce no Brasil e percorre cerca de 4.880 km até desaguar no Rio de la Plata, formando uma extensa bacia hidrográfica que abrange grande parte do território argentino.

O Rio Uruguay também é um dos principais rios da Argentina, marcando a fronteira com o Uruguai ao longo de grande parte de seu curso. Com aproximadamente 1.500 km de extensão, o Rio Uruguay é utilizado para navegação, pesca e geração de energia hidrelétrica.

O Rio Paraguay é outro rio importante da Argentina, fazendo parte do sistema hidrográfico do Rio Paraná. Com mais de 2.500 km de extensão, o Rio Paraguay é navegável em grande parte de seu percurso, facilitando o transporte de mercadorias e contribuindo para o desenvolvimento econômico da região.

O Rio Colorado é um dos rios mais importantes da região da Patagônia, no sul da Argentina. Com cerca de 1.000 km de extensão, o Rio Colorado é utilizado para irrigação, abastecimento de água e geração de energia elétrica, sendo essencial para a agricultura e a indústria da região.

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Além desses rios, a Argentina também possui uma grande quantidade de rios menores e afluentes, que contribuem para a diversidade e a riqueza de sua hidrografia. Esses cursos d’água desempenham um papel fundamental na vida das comunidades locais, fornecendo água para consumo, agricultura e indústria, e contribuindo para a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas aquáticos do país.

Conheça os principais rios que compõem a hidrografia do Brasil e do mundo.

A Argentina possui uma extensa rede hidrográfica, composta por diversos rios e bacias hidrográficas. Alguns dos principais rios que cortam o território argentino são o Rio Paraná, o Rio Uruguay, o Rio Paraguay e o Rio de la Plata. Esses rios desempenham um papel fundamental na economia e na vida dos argentinos, sendo utilizados para navegação, geração de energia hidrelétrica, abastecimento de água e irrigação de terras agrícolas.

O Rio Paraná é o segundo rio mais longo da América do Sul, atrás apenas do Rio Amazonas. Ele nasce na região sul do Brasil e percorre cerca de 4.880 quilômetros até desaguar no Rio de la Plata, formando uma extensa bacia hidrográfica que abrange parte do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Já o Rio Uruguay faz parte da fronteira natural entre a Argentina e o Uruguai, sendo navegável em grande parte do seu percurso.

Além dos rios, a Argentina também possui uma extensa costa marítima banhada pelo Oceano Atlântico, que oferece oportunidades para atividades pesqueiras, turísticas e de transporte marítimo. As águas subterrâneas também desempenham um papel importante no abastecimento de água potável em diversas regiões do país, sendo essencial para a sobrevivência da população e o desenvolvimento econômico.

Em resumo, a hidrografia da Argentina é marcada pela presença de rios importantes como o Paraná e o Uruguay, pela extensa costa marítima no Oceano Atlântico e pela relevância das águas subterrâneas para a sustentabilidade do país. Esses recursos hídricos são essenciais para a economia, a sociedade e o meio ambiente argentinos, sendo necessário promover a sua conservação e o uso sustentável para garantir o futuro das gerações presentes e futuras.

Formação de rios e bacias hidrográficas: processo natural que molda a paisagem terrestre.

A hidrografia da Argentina é caracterizada por uma extensa rede de rios e bacias hidrográficas, que desempenham um papel fundamental na geografia e no clima do país. A formação dos rios e bacias hidrográficas é um processo natural que molda a paisagem terrestre ao longo do tempo.

Os rios são formados a partir da água das chuvas, que se acumula em pequenos riachos e córregos que, gradualmente, se unem para formar rios maiores. À medida que os rios seguem seu curso, eles esculpem o terreno, criando vales e desfiladeiros. As bacias hidrográficas, por sua vez, são áreas de drenagem delimitadas por divisores de água, onde a água das chuvas converge para formar rios e córregos.

Na Argentina, os principais rios incluem o Rio Paraná, o Rio Uruguay e o Rio Paraguay, que formam a bacia do Rio da Prata. Esses rios desempenham um papel crucial no transporte de mercadorias e na irrigação de terras agrícolas em todo o país.

Além dos rios, a Argentina também possui uma extensa costa marítima, banhada pelo Oceano Atlântico a leste. As águas subterrâneas também desempenham um papel importante na hidrografia do país, fornecendo água para o abastecimento público e a agricultura em regiões onde os rios não são suficientes.

Em resumo, a hidrografia da Argentina é um elemento vital de sua geografia, influenciando o clima, a economia e a vida cotidiana dos argentinos. A formação de rios e bacias hidrográficas é um processo contínuo e dinâmico, que continua a moldar a paisagem terrestre do país.

Hidrografia da Argentina: rios, oceanos, águas subterrâneas

A hidrografia da Argentina é considerada uma das mais diversas da América do Sul, pois possui uma grande variedade de rios, lagos, lagoas, águas subterrâneas e até campos de gelo. A localização deste país permite conhecer diferentes tipos de rios, variando dos maiores aos mais curtos e navegáveis.

A classificação dos rios no país dependerá da vazão de suas águas. Portanto, são estimados três tipos de bacias hidrográficas: exoréicas (que despejam no mar ou nos oceanos), endoréicas (as principais bocas são os rios e lagos) e, finalmente, os recifes, cujos rios são perdidos por infiltrações ou outros fenômenos naturais.

Hidrografia da Argentina: rios, oceanos, águas subterrâneas 1

Devido ao potencial hidrelétrico de várias dessas fontes, projetos complexos foram realizados nos quais cidadãos do país e países vizinhos podem se beneficiar no futuro.

Rivers

Para entender o sistema de águas superficiais na Argentina, é necessário esclarecer que existe um sistema hidrográfico dividido principalmente em três áreas geográficas:

– Bacias exoréicas

Refere-se a tipos de rios que encontram acesso ao mar ou ao oceano. É subdividido nos seguintes elementos:

Inclinação do Atlântico

Abrange uma área total de mais de 3 milhões de km2, razão pela qual é considerada a maior e mais importante do país. É formado por três sistemas principais:

Bacia de prata

Colete os rios mais importantes, como Paraná, Uruguai, Paraguai, Salado, Iguazú e Rio da Prata; o último o maior do país. Além disso, esta bacia também compartilha territórios com o Brasil, Bolívia, Paraguai e Uruguai.

Sistema central

Rios cuja drenagem é diretamente com o Atlântico, proveniente principalmente de Buenos Aires.

Rios da Patagônia

Eles descem da Cordilheira dos Andes e fluem para a Terra do Fogo. Estima-se que suas inundações ocorram duas vezes ao ano: durante a estação chuvosa e também por causa do degelo da neve.

Alguns dos rios mais importantes que fazem esse caminho são o rio Chubut, Santa Cruz e Rio Negro.

Inclinação do Pacífico

É uma pequena área composta de rios que correm da Cordilheira dos Andes e cruzam para o Chile. A torrente mais importante dentro desse sistema é o rio Futaleufú (também conhecido como Grande), cujo fluxo é alimentado por lagos glaciais e pelo rio Chubut.

– Bacias endorréicas

A principal característica dos rios que estão nessa categoria é que eles fluem para lagos, outros rios ou simplesmente evaporam. Estima-se que este sistema seja vital para o país, pois é a principal fonte de irrigação interior.

É subdividido nas seguintes áreas:

Bacia central

Formada por rios e fontes interiores, por sua vez constituída por três sistemas principais:

Sistema do rio Desaguadero

Diz-se também que é temporário, pois nas enchentes suas águas podem chegar ao mar. Nesse caso, o rio Desaguadero recebe os fluxos de vários afluentes, como os rios San Juan, Mendoza, Tunuyán e Diamante e Atuel.

Vale ressaltar que nesta área foram construídas barragens para aproveitar o potencial da energia hidrelétrica, como a barragem de Agua del Toro e a barragem de Ullum.

Sistema Marítimo de Chiquita

Localizada na província de Córdoba, esta lagoa recebe água do Primeiro e do Segundo Rio. Além disso, parece se comunicar com o aqüífero guarani, localizado a quase mil quilômetros de distância do Atlântico.

Sistema fluvial do Quinto

É originário da Serra de San Luis e suas águas se comunicam com o rio Salado no subsolo. Em tempos de inundação, o rio Quinto pode servir como um afluente da Bacia do Prata.

Bacia do Pampa

Nesta área de planície existem cerca de 20 rios de menor escala, mas tem um grande valor hidrelétrico e de irrigação. Entre os rios mais importantes estão o Salí, o Primeiro, o Segundo e o Salado del Sur.

Bacia Andina

Nascem na Cordilheira dos Andes até chegarem a lagos e lagoas. Mesmo, às vezes eles também encontram sua drenagem em outras fontes arraicas. Alguns dos rios mais importantes são: rio Dulce, rio Abaucán (ou também chamado Colorado del Norte) e rio Bermejo.

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No entanto, existem duas correntes que conseguem alcançar o Atlântico: o rio Grande de Jujuy e o rio Salado del Norte.

Bacias do Ártico

São rios cujo curso é difícil de seguir. Em alguns casos, eles são perdidos por evaporação ou infiltração. É comum ver esse fenômeno em áreas áridas como Chaco, La Pampa e Puna.

Oceanos

Entre os limites da Argentina estão o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico, graças à sua conexão com o Canal de Beagle e a Passagem de Drake.

Graças a isso e à variedade de seu clima, o país possui uma seleção variada de rios, lagos e lagoas com potencial para recreação e atividades econômicas e energéticas.

Lagos e lagoas

A grande maioria dos lagos da Argentina é encontrada na Patagônia. Alguns deles são o general Vitter, Buenos Aires, Pueyrredón, San Martí e Fagano, que também são compartilhados com o Chile.

Outros de igual importância são: Lago Argentino, Viedma, Nahuel Huapi, Colhé Huapi e os Musters.

No caso das lagoas, elas estão localizadas em todo o território, embora parte delas acabe evaporando ou mudando de condição por possuir águas marinhas.

Águas subterrâneas

O aqüífero guarani é o maior do país e é compartilhado com outras nações como Brasil, Paraguai e Uruguai. Isso também a torna a principal fonte de água doce para essas regiões.

Destaca também o aqüífero de Puelches, que se estende por Buenos Aires, Córdoba e Santa Fe. Uma de suas características é que possui um nível de profundidade que atinge 120 m. Outros aqüíferos que devem ser destacados são o Pampeano, Paraná, Ituzaingó, Salto e Salto Chico.

As águas subterrâneas são particularmente importantes em áreas áridas; portanto, as encontradas nessa área são cuidadas e adequadamente controladas para uso posterior, tanto para consumo humano quanto para a indústria.

Umidade

Um dos fatores que, sem dúvida, afetam o clima e a umidade do país são os ventos que vêm do Atlântico, do Pacífico e do círculo antártico.

As áreas com maior presença de umidade são as encontradas na costa de La Pampa e ao sul dessa mesma área, também chamada El Pampero.

Precipitação

O verão é o período em que as chamadas chuvas são apresentadas principalmente, cuja duração varia à medida que a estação avança. Essas chuvas ocorrem especificamente nas áreas centrais e nas partes norte.

Por outro lado, na zona sul – em partes da Cordilheira dos Andes e nos planaltos da Patagônia – é possível encontrar neve, geada e granizo, principalmente nos meses de setembro e dezembro.

Referências

  1. Argentina: hidrografia. (2007). No guia. Recuperado: 21 de março de 2018. No Guia de Geografia.laguia2000.com.
  2. A Argentina explora cegamente seus aqüíferos. (2013). Em Opsur. Recuperado: 21 de março de 2018. Em Opsur de opsur.org.ar.
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