Os 3 tipos de minas de sal principais

As minas de sal são locais onde a extração de sal é realizada em larga escala para atender às demandas da indústria alimentícia, química e de outras áreas. Existem três tipos principais de minas de sal: as minas de sal de rocha, as minas de sal de sal-gema e as minas de sal de salmoura. Cada tipo de mina possui características únicas e métodos de extração específicos que são determinados pela geologia e pela composição do sal presente no local. Neste artigo, exploraremos esses três tipos de minas de sal principais e como cada uma contribui para a produção e fornecimento de sal em todo o mundo.

Formação das minas de sal: entenda o processo de mineralização e extração do sal.

As minas de sal são formações geológicas onde o sal é extraído para diversos fins, como a produção de sal de cozinha, produtos químicos e até mesmo para a conservação de alimentos. A formação das minas de sal ocorre ao longo de milhares de anos, através do processo de mineralização do sal.

Existem três tipos principais de minas de sal: as minas de sal-gema, as minas de sal marinho e as minas de sal evaporítico. Cada tipo de mina possui características únicas e processos de formação distintos.

As minas de sal-gema são formadas pela deposição de sedimentos marinhos ricos em sal, que são enterrados e compactados ao longo do tempo. Com a pressão e temperatura adequadas, o sal se cristaliza e forma camadas de sal-gema, que podem ser extraídas por meio de mineração.

Já as minas de sal marinho são formadas pela evaporação da água do mar em regiões costeiras. À medida que a água se evapora, o sal é depositado no fundo do mar, formando camadas de sal que podem ser exploradas através de perfuração e bombeamento.

Por fim, as minas de sal evaporítico são formadas em regiões onde a evaporação da água em lagos ou lagoas salgadas resulta na formação de depósitos de sal. Esses depósitos são posteriormente enterrados e compactados, formando as minas de sal evaporítico, que também podem ser exploradas por meio de mineração.

Em resumo, as minas de sal são formações geológicas importantes para a extração e produção de sal, sendo essenciais para diversos setores da indústria. Compreender os diferentes tipos de minas de sal e seus processos de formação é fundamental para garantir a sustentabilidade e eficiência da extração desse recurso natural.

Qual país lidera a produção mundial de sal?

Atualmente, o país que lidera a produção mundial de sal é a China. Com uma produção anual de mais de 90 milhões de toneladas, a China representa cerca de um terço da produção total de sal no mundo. Além disso, a China também é o maior consumidor de sal, devido à sua grande população e ao uso extensivo de sal na culinária e na indústria.

Os 3 tipos de minas de sal principais

Existem três tipos principais de minas de sal em todo o mundo: minas de sal de rocha, minas de sal de evaporita e minas de sal de solução. Cada tipo de mina tem suas próprias características e métodos de extração.

As minas de sal de rocha são as mais comuns e são formadas pela deposição de sedimentos de sal ao longo do tempo. Essas minas são geralmente encontradas em áreas subterrâneas e são extraídas através de métodos de perfuração e explosão.

As minas de sal de evaporita são formadas pela evaporação da água em lagos ou mares salgados. Esse processo cria depósitos de sal que podem ser extraídos através de métodos de escavação e bombeamento de água.

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Já as minas de sal de solução são formadas pela injeção de água em depósitos subterrâneos de sal. A água dissolve o sal, formando uma solução salina que é bombeada para a superfície e posteriormente evaporada para extrair o sal.

Em resumo, a China lidera a produção mundial de sal, com mais de 90 milhões de toneladas produzidas anualmente. As três principais tipos de minas de sal são as minas de sal de rocha, as minas de sal de evaporita e as minas de sal de solução, cada uma com seus próprios métodos de extração.

Processo de extração do sal: entenda como é feito o processo de obtenção do sal.

O sal é um dos minerais mais utilizados na culinária e na indústria, sendo essencial para nossa sobrevivência. Existem três tipos principais de minas de sal: minas de sal-gema, minas de sal evaporítico e minas de sal de rocha.

As minas de sal-gema são as mais comuns e tradicionais, onde o sal é extraído de depósitos subterrâneos de sal-gema. O processo de extração envolve a perfuração de poços e a dissolução do sal em água, formando uma solução salina que é bombeada para a superfície. O sal é então separado da água e purificado antes de ser utilizado.

As minas de sal evaporítico são encontradas em regiões onde a evaporação da água de lagos ou mares cria depósitos de sal. O sal é extraído desses depósitos através da raspagem da superfície e da trituração do sal bruto. Esse tipo de mina é comum em regiões áridas, como o deserto do Saara.

As minas de sal de rocha são formadas pela deposição de sedimentos marinhos ao longo de milhões de anos. O sal é extraído dessas camadas de rocha através de métodos de mineração tradicionais, como perfuração e explosões. O sal é então triturado e purificado antes de ser comercializado.

Independentemente do tipo de mina, o processo de extração do sal é essencial para garantir a disponibilidade desse mineral tão importante para nossa saúde e bem-estar.

Tipos de sal industrialmente produzidos: conheça as diversas variedades disponíveis no mercado.

Existem três tipos principais de minas de sal que são exploradas industrialmente para a produção de sal: minas de sal de rocha, minas de sal de sal-gema e minas de sal de evaporito.

As minas de sal de rocha são formadas pela deposição de sal a partir da evaporação da água do mar em áreas costeiras. Este tipo de sal é extraído através de mineração subterrânea ou a céu aberto. É amplamente utilizado na indústria química, na produção de alimentos e na fabricação de produtos de limpeza.

As minas de sal de sal-gema são formadas pela cristalização do sal em camadas subterrâneas. Este tipo de sal é extraído principalmente através de mineração subterrânea e é utilizado na produção de cloro, soda cáustica e outros produtos químicos.

Por fim, as minas de sal de evaporito são formadas pela evaporação da água em lagos ou mares interiores. Este tipo de sal é extraído através de mineração a céu aberto e é utilizado na produção de sal de mesa, sal para uso industrial e sal para tratamento de água.

Em resumo, os três tipos de minas de sal principais são as minas de sal de rocha, as minas de sal de sal-gema e as minas de sal de evaporito. Cada uma dessas minas produz diferentes variedades de sal que são amplamente utilizadas na indústria e na vida cotidiana.

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Os 3 tipos de minas de sal principais

Os principais tipos de minas de sal são minas de sal costeiras ou marinhas, minas de sal internas, de primavera ou continentais e minas de sal.

Salinas são locais ou instalações onde a água salgada evapora do mar, estuários, baías, cavernas e alguns lagos salgados para conservar o cloreto de sódio, processá-lo e depois comercializá-lo.

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As minas de sal também podem ser definidas como depressões naturais, planas e drenadas que contêm depósitos de sal produzidos pelo acúmulo e evaporação da água (Morris, 1992, p. 1903).

As minas de sal naturais e artificiais têm uma longa história e, embora os processos de aquisição tenham sido modificados um pouco, os princípios de obtenção da solução salina e subsequente evaporação permanecem intactos.

Lembre-se de que o sal é a única rocha comestível para os seres humanos e de importância vital, porque a ausência desse mineral no organismo torna impossível a realização de processos metabólicos no organismo.

Principais tipos de minas de sal

As salinas são classificadas de acordo com a localização da fonte de sal. As salineras de água são as salinas costeiras ou marinhas e as salinas interiores, de primavera ou continentais.

1- Salinas costeiras ou salinas marinhas

Eles estão localizados em áreas costeiras baixas ou planas, relativamente próximas ao mar, como estuários ou pântanos no nível ou abaixo do nível do mar.

A água entra diretamente graças à energia cinética do vento e pousa em vários canais que se assemelham a piscinas rasas.

O calor do sol evapora a água, deixando o sal no fundo. Em geral, é um sal de alta qualidade (Ménendez Pérez, 2008, p. 21).

A forma dessas salinas são lugares planos com solo lamacento que evita a perda de umidade e o desperdício de água.

Nela são construídos um tipo de terraços ou eras conectadas que contêm a água e são divididos por paredes. A água é transportada e distribuída por canais que inundam os terraços.

2- Salinas de interior, salinas de primavera ou salinas continentais

As salinas internas não têm contato com o mar, mas são extraídas de depósitos de sal subterrâneos, como uma nascente de águas salinas ou lagoas salgadas chamadas salmouras . As salmouras artificiais são formadas pela lixiviação de minerais solúveis em água.

Vale ressaltar que o sal obtido desse tipo de sal pode ter uma variedade de cores porque a salinidade condiciona a presença de certas algas e microorganismos e atribui uma cor à água.

Se a salinidade for alta, os lagos ficarão rosa, laranja e vermelho. Se a salinidade é menor, ela adquire tons mais verdes.

Quanto às instalações desse tipo de minas de sal, elas geralmente são menores que as salinas costeiras e têm um caráter mais artesanal.

Eles compreendem plataformas horizontais ou balsas de vários níveis que aproveitam a força da gravidade para irrigar as águas através de dutos de pedra ou madeira.

Essas salmouras são caracterizadas por concentrações de cloreto de sódio acima de 5% e outros minerais. Para cristalizar o sal, eles podem aplicar três métodos de recuperação que são:

  • Evaporação solar de lagoas naturais

Os raios do sol aquecem a água, evaporam-na e subsequentemente condensam os cristais no telhado. O sal é geralmente de baixa qualidade, embora em alguns casos seja muito limpo (Ménendez Pérez, 2008, p. 21).

  • Evaporação solar de águas de nascente ou salmoura artificial
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Os raios do sol imitam o ciclo hidrológico natural aquecendo a água, aquecendo-a e, finalmente, o sal é sedimentado. Embora a técnica de aquecimento térmico solar seja a mesma, o sal obtido neste caso é de alta qualidade.

  • Cozinhar salmoura com madeira ou outro combustível:

Nesse caso, a energia solar é substituída por outras fontes de combustão e elas não são realizadas ao ar livre, mas em espaços fechados que contêm grandes panelas especiais para esta tarefa.

Embora a pureza desse tipo de sal seja alta, a infraestrutura para sua realização traz efeitos nocivos ao meio ambiente, porque não apenas ocupa o espaço anteriormente utilizado pela biota do ecossistema, mas também consome grandes quantidades de energia artificial.

3- Minas de sal

A produção de sal também pode vir de rochas sedimentares chamadas halita ou sal de gema que são formadas como resultado da cristalização de altas concentrações de sal que, além do cloreto de sódio, incluem iodo, magnésio, cilvita, calcita, etc.

O sal-gema ou sal de rocha é um evaporite tipo extraído como lama salina em rocha mineral. Se for extraído de forma enlameada, procederá à sua desidratação por evaporação e subsequente pulverização. Se extraído como rocha mineral, vai diretamente para a pulverização mecânica.

A atividade de mineração que envolve a extração de sal ocorre em cavernas de profundidade alta ou média, onde a atividade sísmica é mais suscetível e o solo é mais instável devido à infiltração de água.

Existem minas de sal espalhadas pelo mundo, mas a mais antiga é a de Wieliczka, na Polônia, estabelecida desde meados do século XIII.

Impacto ambiental

As minas de sal são instrumentos necessários para os seres humanos, mas sua operação acarreta alguns efeitos contraproducentes sobre o ecossistema em que estão estabelecidas. Os que mais atraem atenção:

As minas de sal requerem necessariamente extensas áreas para instalação da infraestrutura. Isso causa o deslocamento da fauna e a alteração da vegetação circundante devido à mudança no PH, à salinidade da terra e ao acúmulo de sedimentos.

A modificação no litoral deixa a biota e a população da área desprotegidas, removendo as grandes pedras da costa que quebram as ondas e retêm o progresso da água.

A produção de lixo tóxico chamado “amargo” pode ser consumida por animais ou despejada em plantações, resultando na morte das espécies.

Referências

  1. Arche, A. (2010). Holoceno e ambientes atuais: salinas e sabkas. Em A. Arche, Sedimentology, do processo físico à bacia sedimentar (pp. 732-734). Madri: Conselho Superior de Pesquisa Científica.
  2. Club del Mar. (17 de 7 de 2017). Las Salinas Obtido no Club del Mar: clubdelamar.org
  3. Associação Europeia de Produtores de Sal EuSalt. (17 de 7 de 2017). Trabalhos com sal solar e o valor econômico da biodiversidade. Obtido na Associação Europeia de Produtores de Sal da eusalt: eusalt.com
  4. Ménendez Pérez, E. (2008). Capítulo 1. Rotas de Referência: Pessoal, Histórico, Social e Outros. Em E. Ménendez Pérez, As rotas do sal (pp. 5-50). Corunha: NetBiblo.
  5. Morris, C. (1992). Pão salgado Em C. Morris, Academic Press Dictionary of Science and Technology (p. 1903). San Diego: Academic Press.
  6. Serret, R., Cortezo, CM, & Puldo, A. (1888). Dos licores-mãe em geral e sua importância na hidrologia médica. Em R. Serret, CM Cortezo, e A. Puldo, The Medical Century (pp. 187-188). Madri: 1888.
  7. Williams, E. (17 de 7 de 2017). O sal da terra. Etnoarqueologia da produção de sal no oeste do México. Obtido no Research Gate: researchgate.net.

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