Os 8 tipos de distorções cognitivas

As distorções cognitivas são padrões de pensamentos distorcidos e irracionais que influenciam nossa percepção da realidade. Existem oito tipos principais de distorções cognitivas, identificados pela terapia cognitivo-comportamental. Essas distorções podem levar a interpretações negativas e prejudiciais da realidade, afetando nossa forma de pensar, sentir e agir. É importante reconhecer e desafiar essas distorções para promover uma visão mais equilibrada e saudável do mundo ao nosso redor.

Tipos de distorções cognitivas: conheça as principais variações de pensamentos distorcidos.

As distorções cognitivas são padrões de pensamentos distorcidos que podem levar a interpretações erradas da realidade e influenciar negativamente nossas emoções e comportamentos. Existem diversos tipos de distorções cognitivas identificadas pela psicologia cognitiva, e é importante reconhecê-las para poder lidar de forma mais saudável com nossas emoções e pensamentos.

1. Filtragem: Este tipo de distorção envolve focar apenas nos aspectos negativos de uma situação e ignorar os aspectos positivos. Por exemplo, alguém que recebe elogios de várias pessoas, mas escolhe se concentrar em um comentário negativo.

2. Catastrofização: Consiste em antecipar o pior cenário possível, sem considerar outras possibilidades mais realistas. Por exemplo, acreditar que um pequeno erro no trabalho resultará em ser demitido imediatamente.

3. Leitura da mente: Envolve presumir que sabe o que os outros estão pensando ou sentindo, sem evidências concretas. Por exemplo, acreditar que alguém está irritado com você sem que essa pessoa tenha expressado claramente seus sentimentos.

4. Generalização excessiva: É quando tiramos conclusões amplas a partir de uma única experiência negativa. Por exemplo, acreditar que todas as pessoas são desonestas depois de ser enganado por uma.

5. Raciocínio emocional: Consiste em acreditar que, porque se sente de uma determinada maneira, a situação deve ser de uma determinada forma. Por exemplo, acreditar que algo é verdade porque você se sente ansioso em relação a isso.

6. Rotulação: Envolve atribuir rótulos negativos a si mesmo ou aos outros, sem considerar o contexto ou as circunstâncias. Por exemplo, chamar-se de “fracassado” por cometer um erro simples.

7. Descarte do positivo: É quando ignoramos ou minimizamos os aspectos positivos de uma situação, focando apenas nos negativos. Por exemplo, desconsiderar elogios recebidos e se concentrar apenas nas críticas.

8. Personalização: Consiste em assumir a responsabilidade por eventos externos ou atribuir a si mesmo a culpa por coisas que estão fora de seu controle. Por exemplo, sentir-se culpado por algo que não foi sua responsabilidade.

Reconhecer essas distorções cognitivas e trabalhar para modificá-las pode ajudar a promover uma visão mais equilibrada e saudável da realidade, contribuindo para uma melhor saúde mental e bem-estar emocional.

Quais são as variedades de distorções existentes?

Existem diversas variedades de distorções cognitivas que podem afetar a forma como percebemos e interpretamos a realidade ao nosso redor. Neste artigo, vamos abordar os 8 tipos de distorções mais comuns e como eles podem influenciar nossos pensamentos e comportamentos.

As distorções cognitivas são padrões de pensamento distorcidos que podem levar a interpretações errôneas da realidade. Elas podem surgir devido a experiências passadas, crenças pessoais ou mesmo estados emocionais. É importante identificar essas distorções para poder combatê-las e promover uma visão mais equilibrada e saudável do mundo.

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As 8 principais distorções cognitivas são: pensamento polarizado, generalização, filtro mental, leitura da mente, exagero ou minimização, rotulação, interpretação emocional e previsão catastrófica.

O pensamento polarizado envolve enxergar as situações de forma extrema, como tudo ou nada. A generalização ocorre quando tiramos conclusões amplas com base em uma única situação. O filtro mental é quando focamos apenas nos aspectos negativos de uma situação, ignorando os positivos.

A leitura da mente consiste em presumir saber o que os outros estão pensando, sem evidências concretas. O exagero ou minimização envolve distorcer a importância de eventos, tornando-os maiores ou menores do que realmente são. A rotulação é quando atribuímos rótulos negativos a nós mesmos ou aos outros.

A interpretação emocional é quando interpretamos situações com base em nossas emoções, sem considerar a realidade objetiva. Por fim, a previsão catastrófica é antecipar o pior cenário possível, sem considerar outras possibilidades.

É fundamental estar atento a essas distorções cognitivas para não permitir que elas afetem nossa saúde mental e bem-estar. Ao reconhecê-las, podemos questionar nossos pensamentos e buscar uma visão mais equilibrada e realista da realidade.

Entenda o significado da distorção de pensamento e como identificá-la em sua vida.

As distorções de pensamento são padrões de pensamentos distorcidos que podem levar a interpretações negativas da realidade. Essas distorções podem afetar nossa percepção e julgamento, influenciando nossas emoções e comportamentos. Identificar essas distorções em nossa vida é fundamental para promover uma melhor saúde mental e bem-estar.

Existem 8 tipos de distorções cognitivas que podem ocorrer em nossos pensamentos. A primeira delas é a generalização excessiva, onde tiramos conclusões amplas com base em uma única ocorrência. Por exemplo, se cometemos um erro em uma tarefa, podemos concluir que somos incompetentes em todas as áreas da nossa vida.

Outra distorção comum é a leitura mental, onde assumimos que sabemos o que os outros estão pensando sem ter evidências concretas. Isso pode levar a mal-entendidos e conflitos interpessoais. A filtragem mental é outra distorção, onde focamos apenas nos aspectos negativos de uma situação, ignorando os aspectos positivos.

A polarização é uma distorção que envolve ver as situações como preto e branco, sem considerar as nuances e complexidades. O pensamento emocional é outra distorção, onde deixamos nossas emoções dominarem nossos pensamentos, levando a interpretações distorcidas da realidade.

O pensamento catastrófico é uma distorção que envolve imaginar o pior cenário possível, sem considerar alternativas mais realistas. O uso de etiquetas é outra distorção, onde rotulamos a nós mesmos ou aos outros de forma negativa, sem considerar o contexto.

Por fim, a personalização é uma distorção que envolve atribuir a si mesmo a culpa por eventos externos que estão fora do nosso controle. Identificar essas distorções em nossos pensamentos pode nos ajudar a questionar nossas crenças e promover uma visão mais equilibrada da realidade.

Identificando sinais de distorção da realidade para uma percepção mais clara.

As distorções cognitivas são padrões de pensamento distorcidos que podem levar a uma percepção distorcida da realidade. Identificar essas distorções é essencial para uma percepção mais clara e precisa do mundo ao nosso redor. Existem 8 tipos de distorções cognitivas comuns que podem afetar nossa forma de pensar e interpretar informações.

Um dos tipos de distorções cognitivas mais comuns é a generalização excessiva, onde tiramos conclusões amplas com base em uma única ocorrência. Isso pode levar a uma visão distorcida da realidade, onde interpretamos erroneamente eventos isolados como padrões universais.

Outra distorção cognitiva é a leitura da mente, onde presumimos saber o que os outros estão pensando ou sentindo, sem evidências concretas. Isso pode levar a mal-entendidos e conflitos, distorcendo nossas relações interpessoais.

A rotulação é outra distorção comum, onde atribuímos rótulos negativos a nós mesmos ou aos outros com base em uma única característica ou comportamento. Isso pode levar a uma visão distorcida de nossa própria identidade e da identidade dos outros.

O pensamento dicotômico é uma distorção cognitiva que envolve ver as situações em termos absolutos, sem considerar nuances ou alternativas. Isso pode levar a uma visão distorcida do mundo, onde as coisas são vistas apenas em preto e branco, sem tons de cinza.

Outra distorção cognitiva comum é o exagero, onde magnificamos a importância de eventos negativos ou falhas pessoais, distorcendo nossa visão da realidade e minando nossa autoestima.

A personalização é outra distorção cognitiva onde atribuímos a nós mesmos a responsabilidade por eventos externos que estão fora de nosso controle. Isso pode levar a sentimentos de culpa e autocondenação injustificados.

A filtragem mental é uma distorção cognitiva onde filtramos seletivamente informações para confirmar nossas crenças preexistentes, ignorando evidências contrárias. Isso pode levar a uma visão distorcida da realidade, onde apenas informações que confirmam nossas crenças são consideradas válidas.

Por fim, a catastrofização é uma distorção cognitiva onde antecipamos o pior cenário em situações futuras, sem considerar alternativas mais realistas. Isso pode levar a ansiedade e estresse desnecessários, distorcendo nossa percepção da realidade.

Ao identificar esses sinais de distorção da realidade e praticar técnicas de pensamento crítico, podemos melhorar nossa percepção e interpretação do mundo ao nosso redor, promovendo uma visão mais clara e precisa da realidade.

Os 8 tipos de distorções cognitivas

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Já sabemos há algum tempo que não são os próprios eventos que desencadeiam nossas emoções, mas a interpretação que fazemos sobre elas. Ou seja, como os percebemos e como os interpretamos .

Por trás de todo sentimento de tristeza , raiva, medo ou angústia, pode haver um pensamento que oculta ou disfarça a realidade. É por isso que em certos distúrbios, como depressão , ansiedade ou fobias , as distorções cognitivas desempenham um papel de liderança.

Neste artigo, explicaremos quais são os tipos mais frequentes de distorção cognitiva e em que consiste cada um.

Enganos cerebrais e distorções cognitivas

Portanto, é de vital importância parar para pensar na validade desses pensamentos, pois podemos estar sofrendo de causas irreais.

A mente humana é muito complexa e, às vezes, nos perdemos nela e não somos capazes de diferenciar a realidade da ficção.

O que são distorções cognitivas e como elas nos afetam?

Distorções cognitivas são interpretações errôneas da realidade que levam o indivíduo a perceber o mundo de maneira não objetiva e disfuncional. Eles vêm na forma de pensamentos automáticos e desencadeiam emoções negativas que levam a comportamentos indesejados ou desadaptativos.

Dessa forma, um loop é gerado, porque esses comportamentos disfuncionais acabam reforçando os esquemas cognitivos que os geraram, de modo que a dinâmica é mantida ou até intensificada.

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Características das distorções cognitivas

  • Eles geralmente se expressam em termos de imperativos categóricos: “eu deveria”, “eu deveria”, “eu deveria …”.
  • Eles experimentam a si mesmos como espontâneos, aparecem repentinamente na mente, sem nenhum gatilho aparente.
  • São mensagens curtas, específicas e discretas e geralmente são apresentadas na forma de uma imagem visual.
  • Eles tendem a ser dramáticos e catastróficos.
  • Eles são difíceis de desviar.
  • Eles são aprendidos.

Tipos de distorções cognitivas e exemplos

Há um grande número de erros cognitivos nos quais as pessoas caem repetidamente . A seguir, descreverei algumas das mais frequentes, com um exemplo para facilitar a compreensão.

Estes são os tipos de distorções cognitivas.

1. Supergeneralização

Após um caso isolado, generalize uma conclusão válida para tudo . Exemplo: “Juan não escreveu para mim, as pessoas sempre me esquecem.”

2. Abstração seletiva

Concentre-se no modo “visão de túnel” apenas em certos aspectos, normalmente negativos e perturbadores , de uma circunstância ou pessoa, excluindo o restante de suas características e ignorando o positivo deles. Exemplo: “Comi sal no macarrão, sou um cozinheiro horrível”.

3. Inferência arbitrária

Faça julgamentos ou tire conclusões de forma rápida ou impulsiva , com base em informações incompletas ou erradas. Exemplo: “Ele me diz para não ser duro, as mulheres são assim.”

4. Viés de confirmação

Tendência de interpretar a realidade de uma maneira que confirma nossas crenças anteriores . Exemplo: “Eu estava errado, se já soubesse que não sou bom para isso.”

5. Falácia da recompensa divina

Pensar que, no futuro, os problemas melhorarão por conta própria, sem assumir uma atitude proativa. Exemplo: “Meu chefe está me explorando, mas estou calmo porque o tempo coloca todos no lugar deles”.

6. Leitura do pensamento

Assuma as intenções ou cognições dos outros . Exemplo: “Eles olham para mim porque estou me fazendo de bobo”.

7. Erro do Cartomante

Acredite em saber como será o futuro e aja de acordo . Exemplo: “Eu não irei a essa entrevista de emprego porque sei que eles não vão me contratar”.

8. Personalização

Suponha que tudo o que as pessoas fazem ou dizem tem a ver diretamente consigo mesmo . Exemplo: “Marta tem uma cara ruim, ela deve estar com raiva de mim.”

Como acabar com distorções cognitivas?

Distorções cognitivas podem ser modificadas depois de detectadas.

Existem técnicas em psicoterapia que afetam diretamente esse tipo de distorção e são as chamadas técnicas de reestruturação cognitiva. Neles, o profissional ajuda o indivíduo a identificar as crenças erradas que ele desenvolveu em relação ao mundo e, posteriormente, os dois trabalham juntos para desenvolver pensamentos alternativos e maneiras de interpretar situações.

Assim, o psicólogo ajuda a pessoa a aprender a questionar a validade de seus próprios esquemas cognitivos e a substituí-los por pensamentos alternativos mais realistas, que os farão sentir emoções mais positivas e, portanto, serão favoráveis ​​quando se trata de ter comportamentos mais úteis para viver em maior harmonia com o ambiente.

Referências bibliográficas:

  • Gadenne, V. (2006). Filosofia da psicologia. Espanha: Herder.
  • Jung, Carl Gustav (2003). Simbologia do espírito. Cidade do México: Fundo de Cultura Econômica.
  • Triglia, Adrian; Regader, Bertrand; García-Allen, Jonathan (2016). Psicologicamente falando. Paidós
  • Vidales, Ismael (2004). Psicologia Geral México: Limusa.

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