Quem eram os crioulos? Situação política e econômica

Os crioulos eram os descendentes de europeus nascidos na América durante a época colonial. Eles eram uma classe social intermediária entre os colonos europeus e a população indígena e africana. A situação política e econômica dos crioulos era complexa, pois muitas vezes eles eram excluídos das posições de poder e influência política, reservadas aos colonos europeus. No entanto, devido à sua proximidade com a população local e sua familiaridade com as questões locais, os crioulos muitas vezes desempenhavam um papel importante na economia e na sociedade colonial. Eles eram frequentemente comerciantes, artesãos e proprietários de terras, desempenhando um papel crucial na economia colonial. Apesar de sua posição intermediária, os crioulos desempenharam um papel fundamental na formação da identidade e cultura das sociedades coloniais na América.

Qual era a definição e a influência dos crioulos na história colonial?

Os crioulos eram pessoas nascidas nas colônias americanas durante o período colonial, descendentes de europeus. Eles desempenharam um papel fundamental na história colonial, tanto política quanto economicamente.

Na situação política, os crioulos muitas vezes ocupavam cargos de poder intermediário entre os colonos europeus e a população nativa. Eles podiam servir como intermediários nas relações entre as duas partes e desempenhavam um papel importante na administração colonial.

Do ponto de vista econômico, os crioulos muitas vezes eram proprietários de terras e plantações, envolvidos na produção de produtos agrícolas que eram exportados para a metrópole. Eles também participavam do comércio local e internacional, contribuindo para a economia colonial.

Em resumo, os crioulos eram uma parte essencial da sociedade colonial, desempenhando papéis políticos e econômicos importantes que influenciaram o desenvolvimento das colônias americanas durante o período colonial.

Origem e significado dos criollos na história da América Latina e Caribe.

Os criollos eram os descendentes de europeus nascidos na América Latina e Caribe durante o período colonial. Eles ocupavam uma posição intermediária na hierarquia social, abaixo dos espanhóis e portugueses brancos, mas acima dos indígenas e africanos escravizados. O termo “criollo” vem do português e significa “nascido no país”.

Os criollos desempenharam um papel fundamental na história da região, especialmente durante os movimentos de independência do domínio colonial espanhol e português. Eles eram frequentemente educados na Europa e tinham acesso a cargos administrativos e comerciais, o que lhes conferia poder e influência na sociedade.

Situação política e econômica

A situação política e econômica dos criollos era complexa. Por um lado, eles tinham vantagens em relação às outras classes sociais devido à sua ascendência europeia e educação. Por outro lado, enfrentavam restrições legais e sociais impostas pelos colonizadores.

Os criollos estavam frequentemente descontentes com o monopólio do comércio e dos cargos administrativos pelos europeus peninsulares. Isso levou a um crescente sentimento de nacionalismo e desejo de independência, que culminou nas guerras de independência do século XIX.

Em resumo, os criollos eram uma classe social importante na história da América Latina e Caribe, desempenhando um papel crucial nos movimentos de independência e na formação das novas nações. Sua influência política e econômica moldou o curso da história da região e continua a ser um tema de estudo e debate até os dias de hoje.

Identidade dos crioulos na época da colonização: origens, cultura e influências políticas.

Quem eram os crioulos? Os crioulos eram os descendentes de europeus nascidos nas colônias, principalmente na América Latina e no Caribe, durante o período de colonização. Eles eram uma mistura de diferentes etnias e culturas, resultado do encontro entre europeus, africanos e povos nativos da região.

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Situação política e econômica. Os crioulos ocupavam uma posição intermediária na sociedade colonial, abaixo dos europeus nascidos na metrópole, mas acima dos negros escravizados. Eles muitas vezes detinham posições de poder econômico e político nas colônias, atuando como comerciantes, proprietários de terras e até mesmo como líderes políticos locais.

Apesar de sua ascendência europeia, os crioulos muitas vezes se viam excluídos do poder político real, que estava nas mãos das autoridades coloniais enviadas pela metrópole. Isso levou a conflitos e tensões entre os crioulos e as autoridades coloniais, que muitas vezes viam os crioulos como uma ameaça à sua autoridade.

Em termos culturais, os crioulos desenvolveram uma identidade própria, mesclando elementos das culturas europeia, africana e indígena. Eles criaram uma cultura única, com sua própria música, dança, culinária e tradições religiosas.

As influências políticas sobre os crioulos eram variadas, com algumas colônias permitindo maior autonomia e participação política para os crioulos, enquanto outras mantinham um controle mais rígido sobre a população local. Essas diferenças políticas tiveram um impacto significativo na formação da identidade crioula e nas relações de poder dentro das colônias.

Em resumo, os crioulos eram uma parte importante da sociedade colonial, desempenhando papéis diversos e influenciando a cultura e a política das colônias. Sua identidade era complexa, resultado de um processo de mistura e adaptação de diferentes tradições culturais e influências políticas.

Entendendo a origem e características dos crioulos na cultura e linguagem.

Os crioulos eram indivíduos de origem mista, nascidos nas colônias americanas durante a época da colonização europeia. Esses indivíduos possuíam uma identidade cultural única, resultado da mistura das culturas europeia, africana e indígena. Os crioulos surgiram devido à interação entre os colonizadores e os povos nativos e escravizados, criando uma nova identidade étnica e cultural.

A situação política e econômica das colônias americanas teve um papel fundamental na formação dos crioulos. A exploração econômica, baseada principalmente na produção agrícola e na escravidão, criou um ambiente de diversidade étnica e cultural. Os crioulos ocupavam uma posição intermediária na sociedade colonial, muitas vezes atuando como intermediários entre os colonizadores e os povos nativos.

As características dos crioulos na cultura e linguagem refletem essa mistura de influências. A língua crioula, por exemplo, era uma mistura de idiomas europeus e africanos, adaptada às necessidades e realidades locais. Além disso, a cultura crioula incorporava elementos das diversas culturas presentes nas colônias, resultando em uma identidade única e multifacetada.

Quem eram os crioulos? Situação política e econômica

Os crioulos eram, na época colonial, aqueles descendentes de europeus nascidos e criados na América. A classe crioula é conhecida por liderar os movimentos de independência da América espanhola no século XIX.

Eles diferiam dos brancos – ou espanhóis – peninsulares por serem pessoas nascidas na Espanha, enquanto só tinham ascendência espanhola direta.

Quem eram os crioulos? Situação política e econômica 1

Uma família mexicana colonial de classe alta de ascendência espanhola (conhecida como Crioulos) na Cidade do México, Nova Espanha, 1730.

Ao longo da era colonial, os crioulos se identificaram mais com os interesses americanos do que com os da hegemonia europeia.

Isso ocorreu porque, como grupo social, eles sofreram discriminação da Coroa Espanhola e de suas autoridades e tiveram uma forte rivalidade com o peninsular nas disputas pelo poder político e econômico da colônia.

Todos esses fatores juntos fizeram com que os crioulos passassem a representar idéias e projetos em favor dos interesses locais e americanistas, que acabariam se configurando como movimentos de independência.

Ser crioulo na colônia constituía uma bandeira sob a qual os interesses políticos, institucionais e econômicos indianos eram defendidos contra as medidas tomadas pela Coroa que tendiam a favorecer a peninsular, o que acabou influenciando decisivamente o desenvolvimento da independência histórica das colônias. Espanhol no século XIX.

População crioula nas colônias

Após o período inicial de conquista e estabelecimento das primeiras cidades, começou a migração de numerosos espanhóis para a América.

Entre os séculos XVI e XVIII, cerca de 800.000 espanhóis emigraram para o Novo Mundo. Mesmo assim, seus descendentes eram um setor minoritário dentro das colônias.

No início do século XVII, os censos realizados mostram que crioulos e peninsulares, considerados dentro de um único grupo social, representavam apenas 9,5% da população.

Os ancestrais da maioria dos crioulos eram espanhóis das pessoas comuns – como camponeses, artesãos e comerciantes – que tinham de assumir, sem a ajuda da coroa, todos os riscos e despesas envolvidos no começo da vida profissional. desde o ínicio.

Situação política e econômica da classe crioula

Os crioulos se dedicaram a diversas atividades econômicas. Eles variavam de ocupações artesanais de baixa e alta categoria a proprietários de grandes territórios e lojas.

Portanto, na colônia houve casos de crioulos pobres e de classe média econômica, mas os casos em que alcançaram importantes posições econômicas capazes de influenciá-los nas relações sociais da época eram conhecidos.

Por outro lado, os crioulos também tiveram acesso à educação em todos os níveis, razão pela qual eram uma turma educada, composta também por profissionais de diferentes áreas.

Até meados do século XVIII, eles mantinham posições na administração pública local das cidades às quais pertenciam, de modo que também influenciavam as decisões políticas e, por meio dela, defendiam seus interesses.

No entanto, a partir de meados do século XVIII, essa situação mudaria. A coroa espanhola, especificamente após as reformas de Bourbon, aplicou uma série de mudanças nas instituições coloniais, segundo as quais os crioulos foram completamente deslocados das mais importantes posições políticas e religiosas. Essas acusações foram atribuídas apenas a espanhóis peninsulares.

Da mesma forma, a partir desse momento, muitas decisões políticas e econômicas das autoridades afetaram e minaram seus interesses.

Algumas dessas decisões foram a aplicação de novos impostos, limitações e regulamentos no livre exercício do comércio, agricultura, indústria, exploração de recursos naturais e escravos e o estabelecimento de monopólios estatais.

Identidade “americanista” e “anti-espanhola”

Uma característica que definia os crioulos como classe social e que, ao mesmo tempo, os diferenciava e colocava o peninsular diante deles, era o interesse deles em defender os interesses do território americano antes da Espanha. Em vez de nascer na América, foi o interesse deles pelo local que os tornou diferentes.

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Para os crioulos, que suas famílias haviam trabalhado e ajudado a construir as colônias americanas por conta própria, sem a ajuda da coroa, os tornavam dignos de serem incluídos no governo e na administração dos assuntos americanos.

Portanto, como consequência das divergências com a coroa espanhola pelas razões mencionadas acima, os crioulos geraram um forte sentimento de descontentamento, porque estavam convencidos de que essas limitações impostas eram injustas e que a razão estava do seu lado.

Os espanhóis começaram a ser considerados como “intrusos”, que permaneciam alheios à lógica da vida na América, e que governavam virtualmente a milhares de quilômetros de distância, apenas tiravam vantagem do trabalho dos americanos.

Dessa maneira, surgiu um sentimento mais “americano” na classe crioula do que europeu. A gestação dos movimentos de idéias e independência na América, embora tenha respondido à união de inúmeros fatores que não são do interesse deste artigo, foi influenciada pela situação da classe crioula na colônia e pela relação antagônica entre Eles e as autoridades.

Graças a esse sentimento, juntamente com a influência da Revolução Americana, da Revolução Francesa e das idéias do Iluminismo , desenvolveu-se uma consciência de classe que resultou em todo um movimento de patriotismo que levou à formação de projetos de independência na América, liderada principalmente pela classe crioula.

Conclusão

Em conclusão, pode-se dizer que os crioulos formaram uma das classes dominantes da América colonial, graças ao poder econômico e à influência política que alcançaram.

Eles eram americanos que tinham uma grande quantidade de recursos econômicos e um alto nível de educação, o que os diferenciava de outras classes sociais.

No entanto, apesar de serem descendentes diretos de espanhóis, foram gradualmente excluídos do quadro político colonial e afetados pelas constantes decisões européias, razão pela qual desenvolveram uma identidade mais identificada com o povo americano do que com o europeu.

Foi assim que eles acabaram formando um grupo de defesa dos interesses americanos, que consideravam seus.

Tudo isso determinou que, seu sentimento patriótico, combinado com diferentes fatores políticos e culturais, teve um papel decisivo na independência dos países latino-americanos.

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