Transtorno Desintegrativo da Infância: causas, sintomas e diagnóstico

O Transtorno Desintegrativo da Infância (TDI) é uma condição rara que afeta o desenvolvimento da criança, resultando em uma perda significativa de habilidades adquiridas anteriormente, como linguagem, habilidades sociais e de autocuidado. As causas exatas do TDI ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam desempenhar um papel. Os sintomas incluem regressão em diversas áreas do desenvolvimento, comportamento agressivo, dificuldades de comunicação e interação social, entre outros. O diagnóstico do TDI é feito por meio da observação dos sintomas e do histórico de desenvolvimento da criança, geralmente realizado por profissionais de saúde mental e especialistas em desenvolvimento infantil. É importante que o diagnóstico seja feito precocemente para que a criança possa receber o tratamento e apoio necessários para melhorar sua qualidade de vida.

Sintomas do transtorno desintegrativo da infância: o que observar no desenvolvimento infantil?

O Transtorno Desintegrativo da Infância é uma condição rara que afeta o desenvolvimento infantil. Também conhecido como Síndrome de Heller, esse transtorno costuma se manifestar após os 2 anos de idade, quando a criança apresenta uma regressão significativa em diversas áreas do desenvolvimento.

Alguns dos sintomas que podem ser observados incluem a perda de habilidades motoras, linguísticas, sociais e cognitivas que a criança já havia adquirido. Além disso, é comum que haja a ocorrência de comportamentos estereotipados, dificuldade de interação social, alterações no padrão de sono e alimentação, bem como dificuldades de controle de esfíncteres.

É importante estar atento a esses sinais, pois quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhores serão as chances de intervenção e melhora do quadro. O diagnóstico do Transtorno Desintegrativo da Infância é feito por meio de avaliação clínica e observação do comportamento da criança ao longo do tempo.

Em casos de suspeita desse transtorno, é fundamental buscar ajuda de profissionais especializados, como psicólogos, psiquiatras e terapeutas ocupacionais, para que seja feito um acompanhamento adequado e um plano de intervenção personalizado para a criança.

Entenda o transtorno desintegrativo da infância e seus impactos no desenvolvimento infantil.

O Transtorno Desintegrativo da Infância, também conhecido como Síndrome de Heller, é uma condição rara que afeta o desenvolvimento infantil. Este transtorno se caracteriza por uma perda significativa de habilidades já adquiridas, tais como linguagem, habilidades sociais, controle de esfíncteres e habilidades motoras, após um período de desenvolvimento aparentemente normal.

As causas exatas do Transtorno Desintegrativo da Infância não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam desempenhar um papel. Os sintomas geralmente começam a se manifestar entre os 2 e 10 anos de idade, e podem incluir regressão social, emocional e cognitiva, comportamentos estereotipados, agressividade e dificuldades de comunicação.

O diagnóstico do Transtorno Desintegrativo da Infância é feito com base na observação dos sintomas e no histórico de desenvolvimento da criança. É importante buscar a avaliação de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra infantil, para um diagnóstico preciso.

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Os impactos do Transtorno Desintegrativo da Infância no desenvolvimento infantil podem ser devastadores, afetando não apenas a criança, mas também a família e a comunidade. É fundamental oferecer suporte e intervenção adequados para ajudar a criança a desenvolver habilidades adaptativas e melhorar sua qualidade de vida.

CID para transtorno desintegrativo da infância: qual é o código correspondente?

O Transtorno Desintegrativo da Infância é classificado no CID-10 como F84.2. Este transtorno, também conhecido como Síndrome de Heller, é uma condição rara que afeta o desenvolvimento da criança após um período de desenvolvimento aparentemente normal.

As causas exatas do Transtorno Desintegrativo da Infância ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam desempenhar um papel importante. Alguns estudos sugerem que pode haver uma conexão com distúrbios do espectro do autismo.

Os sintomas do Transtorno Desintegrativo da Infância incluem perda de habilidades anteriormente adquiridas, como fala, habilidades sociais e controle de esfíncteres. As crianças também podem apresentar comportamentos repetitivos e estereotipados, além de dificuldades de comunicação e interação social.

O diagnóstico do Transtorno Desintegrativo da Infância é baseado na observação dos sintomas e no histórico de desenvolvimento da criança. É importante procurar a avaliação de um profissional de saúde mental ou de um neurologista para um diagnóstico preciso.

Conheça os cinco transtornos globais do desenvolvimento que afetam crianças em todo o mundo.

O Transtorno Desintegrativo da Infância é um dos cinco transtornos globais do desenvolvimento que afetam crianças em todo o mundo. Este transtorno é caracterizado por um desenvolvimento normal durante os primeiros anos de vida, seguido por uma regressão significativa em várias áreas, como linguagem, habilidades sociais e motoras.

As causas exatas do Transtorno Desintegrativo da Infância ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam desempenhar um papel importante. Alguns estudos sugerem que alterações no cérebro e desequilíbrios químicos podem estar associados a essa condição.

Os sintomas do Transtorno Desintegrativo da Infância podem incluir perda de habilidades previamente adquiridas, dificuldade em se comunicar e se relacionar com os outros, comportamentos repetitivos e estereotipados, além de dificuldades motoras. É importante ressaltar que esses sintomas costumam se manifestar após os 2 anos de idade, diferenciando-se assim do autismo.

O diagnóstico do Transtorno Desintegrativo da Infância é feito por profissionais de saúde mental, que avaliam o desenvolvimento da criança em diferentes áreas e observam a presença dos sintomas mencionados. É essencial que a intervenção seja feita o mais cedo possível, para proporcionar o suporte necessário à criança e à sua família.

Compreender suas causas, sintomas e diagnóstico pode ajudar a identificar precocemente essa condição e oferecer o suporte adequado às crianças afetadas.

Transtorno Desintegrativo da Infância: causas, sintomas e diagnóstico

Transtorno Desintegrativo da Infância: causas, sintomas e diagnóstico 1

O Transtorno Desintegrativo da Infância (IDT) é a categoria psiquiátrica usada até recentemente para falar de uma das formas adotadas pelo Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) em seus estágios iniciais de desenvolvimento.

Essa categoria sofreu modificações importantes desde a última atualização dos manuais utilizados em psiquiatria e psicologia como guia clínico. No entanto, sendo mudanças recentes, são categorias que ainda são usadas em alguns contextos e até combinadas, por isso vale a pena revisá-las.

O que é Transtorno Desintegrativo da Infância (IDT)?

Antes de começar a descrever o Transtorno Desintegrativo da Infância e devido às transformações que seus critérios de diagnóstico tiveram, é importante esclarecer como os próprios diagnósticos funcionam.

Os Manuais Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) são compêndios publicados pela American Psychiatric Association (APA), onde um conjunto de manifestações clínicas é descrito e agrupado conhecido como transtornos mentais.

Esses manuais existem desde a segunda metade do século anterior em cinco versões diferentes e, embora inicialmente sua abordagem fosse meramente descritiva e informativa, atualmente estão entre as diretrizes clínicas mais utilizadas pelos profissionais de saúde mental .

Mencionar isso é importante para entender o que era o Transtorno Desintegrativo da Infância, quais critérios continuam e qual é o seu nome hoje.

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TDI: um distúrbio generalizado do desenvolvimento

O Transtorno Desintegrativo da Infância é uma classificação psiquiátrica proposta pelo DSM-IV (o DSM em sua quarta versão) e faz parte dos Transtornos Generalizados do Desenvolvimento (TGD); que, por sua vez, fazem parte da categoria de distúrbios de início na infância, infância ou adolescência .

Segundo o DSM-IV, a característica geral do TGD é a presença de um distúrbio sério e generalizado de várias áreas do desenvolvimento inicial , o que, sendo grave, é considerado inadequado para o nível de desenvolvimento e a idade mental da criança. ou menina

Manifesta-se nas seguintes áreas: habilidades para interação social e comunicação; bem como a presença de interesses e comportamentos estereotipados (estereótipos é o nome técnico). Na categoria TGD, havia também Transtorno Autístico, Transtorno de Rett, Transtorno de Asperger, Transtorno Generalizado Não Especificado do Desenvolvimento e Transtorno Desintegrativo da Infância.

Característica principal do Transtorno Desintegrativo da Infância

A principal característica do IDT é uma regressão acentuada de múltiplas áreas de atividade após um período de pelo menos 2 anos de desenvolvimento que aparentemente corresponde à idade da criança.

Ou seja, o IDT se manifesta quando a criança tem pelo menos dois anos de idade, adquiriu as habilidades esperadas para a idade e, inesperadamente, ocorre uma regressão em pelo menos duas das seguintes áreas: comunicação verbal e não verbal ( linguagem expressiva ou receptiva), relações sociais e comportamento adaptativo, jogo, controle esfincteriano, habilidades motoras.

Também era conhecida como Síndrome de Heller, Demência Infantil ou Psicose Desintegrativa.

De TDI para ASD

Em maio de 2013, quando a versão mais recente dos manuais estatísticos de transtornos mentais (DSM-V), os Distúrbios de Infância, Infância ou Adolescência, não eram mais nomeados, por Torne-se distúrbios do desenvolvimento neurológico.

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O Transtorno Desintegrativo da Infância (junto com outros transtornos da infância localizados na subclassificação dos TGDs) tornou-se parte de um único espectro : Transtorno do Espectro do Autismo .

Os distúrbios iniciais na infância, infância ou adolescência do DSM-IV incluíram retardo mental, distúrbios generalizados do desenvolvimento, distúrbios do déficit de atenção e comportamentos perturbadores, distúrbios das habilidades motoras, distúrbios de tiques, Distúrbios de aprendizagem, distúrbios da comunicação, distúrbios alimentares e comportamento alimentar na infância, distúrbios de eliminação e outros distúrbios.

No DSM 5, os Transtornos do Neurodesenvolvimento são um grupo de condições que aparecem nos estágios iniciais do desenvolvimento inicial, caracterizados especialmente por dificuldades no estabelecimento de relações interpessoais, sócio-adaptativas e acadêmicas. **

Assim, as subcategorias do DSM-IV que explicamos acima, são transformadas nos seguintes: Deficiência Intelectual, Transtorno do Espectro do Autismo, Transtornos do Déficit de Atenção com Hiperatividade, Transtornos Motores, Transtorno Específico de Aprendizagem, Transtornos da Comunicação, Transtornos Alimentares , Distúrbios de Excreção e Distúrbios do Desenvolvimento Neurológico Não Especificado.

Quais são os critérios de diagnóstico atualmente?

Atualmente, o TDI é considerado uma das muitas formas que os estágios iniciais do desenvolvimento do ASD assumem; um problema hoje em dia mais fácil de diagnosticar e acompanhar desde os estágios iniciais.

Como tal, não é uma doença e, portanto, não possui cura ou tratamento, mas a intervenção é estimular habilidades adaptativas dentro das próprias habilidades e limites da criança, enquanto detecta e satisfaz as necessidades de apoio

O TEA é definido no DSM pelos níveis leve, moderado ou grave e por meio de dois critérios básicos: 1. a existência de uma diferença persistente na comunicação (verbal e não verbal) e na interação social com dificuldades no estabelecimento de relacionamentos interpessoais e adaptar-se em vários contextos; e 2. pela presença de padrões restritivos e repetitivos de comportamento, por exemplo, estereótipos, monotonia ou rituais muito restritos.

As causas e mecanismos que o geram são inespecíficos , embora haja suspeitas sobre uma lesão do sistema nervoso central e sua relação com doenças médicas ou condições genéticas. Geralmente começa com aumentos significativos nos níveis de atividade acompanhados por períodos de irritabilidade e ansiedade, seguidos por perda de fala.

Referências bibliográficas:

  • Martínez, B. & Rico, D. (2014). Distúrbios do desenvolvimento neurológico no DSM-5. Workshop na Conferência AVAP, da Universidade de Valência. Recuperado em 27 de abril de 2018. Disponível em http://www.avap-cv.com/images/actividades/2014_jornadas/DSM-5_Final_2.pdf
  • APA (2013). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, Quinta Edição (DSM-V). Publicação Psiquiátrica Americana: Washington, DC; Londres
  • APA (1995). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais Quarta Versão (DSM-IV). Masson: Barcelona
  • Volkmar, F. & Cohen, D. (1989). Desordem desintegrativa ou autismo de “início tardio”. O Jornal de Psicologia Infantil e Psiquiatria. 30 (5): 717-724.

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