5 Características do Governo de Rosas

O governo de Juan Manuel de Rosas, que governou a Argentina de 1829 a 1852, foi marcado por diversas características que o tornaram único e controverso. Conhecido por seu autoritarismo e regime de terror, Rosas estabeleceu um governo centralizado e repressivo, baseado em princípios conservadores e nacionalistas. Suas políticas foram marcadas pela perseguição de opositores políticos, censura e repressão de liberdades individuais. Além disso, o governo de Rosas também foi caracterizado pela defesa da soberania nacional e pela promoção de valores tradicionais e autóctones. Neste contexto, cinco características principais se destacam no governo de Rosas: autoritarismo, centralização do poder, nacionalismo, repressão política e conservadorismo.

Juan Manuel de Rosas: um líder controverso e autoritário durante seu governo na Argentina.

Juan Manuel de Rosas foi um líder controverso e autoritário que governou a Argentina durante um período turbulento da história do país. Seu governo foi marcado por cinco características principais que contribuíram para sua reputação polêmica.

Primeiramente, Rosas foi conhecido por sua mão de ferro e postura autoritária. Ele governou de forma ditatorial e reprimiu qualquer forma de oposição política, utilizando a força para manter-se no poder.

Além disso, o líder argentino era nacionalista e defendia fortemente os interesses do país. No entanto, sua visão de nacionalismo muitas vezes resultava em conflitos com outras nações e grupos étnicos dentro da Argentina.

Outra característica marcante do governo de Rosas foi seu uso sistemático da violência para controlar a população. O regime de terror instaurado por ele deixou marcas profundas na sociedade argentina por muitos anos após sua queda.

Por fim, Juan Manuel de Rosas também era conhecido por sua personalidade carismática e capacidade de mobilizar seguidores. Apesar de sua brutalidade, ele conseguiu conquistar o apoio de uma parte significativa da população argentina.

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Em resumo, o governo de Rosas foi marcado pela autoritarismo, nacionalismo extremo, violência, carisma e repressão política. Sua figura controversa ainda é objeto de debate e análise nos dias de hoje.

Qual foi o nome do líder máximo da Argentina durante o período imperial?

O líder máximo da Argentina durante o período imperial foi Juan Manuel de Rosas. Rosas governou a Argentina de forma autoritária e centralizadora, deixando uma marca indelével na história do país. Abaixo estão listadas cinco características do governo de Rosas:

1. Autoritarismo: Rosas governou com mão de ferro, silenciando opositores e reprimindo qualquer forma de dissidência. Sua figura era onipresente na vida política e social do país.

2. Federalismo: Rosas defendia um modelo federalista de governo, dando autonomia às províncias e fortalecendo o poder local em detrimento do poder central.

3. Culto à personalidade: Rosas criou uma rede de propaganda em torno de sua figura, promovendo a ideia de que ele era o salvador da nação e o único capaz de manter a ordem e a estabilidade.

4. Política econômica protecionista: Rosas implementou medidas protecionistas para fortalecer a economia argentina, protegendo os produtores locais e limitando a concorrência estrangeira.

5. Violência e repressão: O governo de Rosas foi marcado pela violência e pela repressão, com a utilização de paramilitares para perseguir e eliminar seus opositores.

Em resumo, o governo de Juan Manuel de Rosas foi caracterizado por um autoritarismo implacável, um federalismo seletivo, um culto à personalidade exacerbado, uma política econômica protecionista e uma forte repressão aos dissidentes.

5 Características do Governo de Rosas

Algumas das características do governo de Juan Manuel de Rosas são seus poderes ditatoriais, perseguição de dissidentes ou restrição da liberdade de expressão.

Juan Manuel de Rosas foi um militar argentino que fez vida política em seu país em meados do século XIX (1793-1877).

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Após uma notável carreira militar, e atuando como governador de Buenos Aires de 1829 a 1832, foi nomeado pela segunda vez no cargo, em abril de 1835.

Nesta ocasião, a nomeação foi expressamente solicitada pela Câmara dos Deputados do Legislativo de Buenos Aires, que concedeu poderes ditatoriais a Rosas.

Rosas esteve à beira do poder político argentino por 17 anos ininterruptos, de 1835 a 1852, quando foi derrotado na Batalha de Caseros.

Sua administração era predominantemente tirânica, baseada no controle da administração aduaneira, oposição a intervenções estrangeiras, assédio a adversários e exaltação pública de sua imagem.

Principais características do governo de Juan Manuel de Rosas

1) Perseguição de dissidentes

Rosas liderou as operações de uma polícia secreta chamada “La Mazorca”, que se dedicou a assediar e intimidar qualquer figura da oposição.

Da mesma forma, ele foi responsável por eliminar de todas as posições públicas aqueles que expressavam idéias diferentes de suas diretrizes. Essa medida afetou funcionários públicos e militares, incluindo exilados.

2) Restrição à liberdade de expressão

Rosas promulgou a eliminação de jornais impressos com ideologias adversas ao seu governo. Os jornalistas da época foram forçados a manifestar uma única corrente política: a federal.

Toda a imprensa argentina apoiou as medidas do governo de Rosas, sem qualquer questionamento.

Os meios de comunicação que não estavam dispostos a sucumbir ao seu governo simplesmente desapareceram da arena.

3) Rigoroso controle aduaneiro

Em 18 de dezembro de 1835, Juan Manuel de Rosas promulgou a Lei Aduaneira. Este documento restringia o portfólio de produtos de importação e os impostos eram atribuídos conforme apropriado em cada caso.

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Rosas reduziu tarifas relacionadas à compra de minerais e máquinas de origem estrangeira.

Em vez disso, aumentou os impostos sobre itens de luxo, como bebidas, calçados, tabaco, móveis e alguns artigos de couro.

4) Política econômica conservadora

O controle econômico caracterizou-se pela administração exaustiva das despesas públicas e um equilíbrio fiscal baseado na política aduaneira, sem gerar dívida externa.

A moeda argentina teve um comportamento estável, sem perda de seu valor. Em 1836, Rosas decidiu fechar o Banco Nacional, originalmente criado pelo Presidente Rivadavia, e fundou em seu lugar o Banco da Província de Buenos Aires.

5) Má gestão da política externa

Juan Manuel de Rosas teve fortes conflitos de poder com países vizinhos como Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.

No entanto, o maior problema internacional foi o bloqueio da marinha francesa no porto de Buenos Aires e na costa do Rio da Prata, pertencente à República Argentina, em março de 1838.

Também houve ataques armados da França nas Ilhas Martín García, em outubro de 1838.

Referências

  1. O segundo governo de Rosas (2010). Recuperado de: geohistoricos.blogspot.com
  2. O segundo governo de Rosas (2015). Biblioteca digital Ceibal. Montevidéu, Uruguai Recuperado de: contents.ceibal.edu.uy
  3. Juan Manuel de Rosas (2014). Encyclopædia Britannica, Inc. Londres, Reino Unido. Recuperado de: britannica.com
  4. Lorenzo, C. (1997). Manual de História Constitucional Argentina. Santa Fe, Argentina. Juris editorial.
  5. Wikipedia, A Enciclopédia Livre (2017). Juan Manuel de Rosas. Recuperado de: es.wikipedia.org.

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