Angiomatose: sintomas, causas, tratamentos, prevenção

A angiomatose é uma condição rara caracterizada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos e tecido vascular nos órgãos e tecidos do corpo. Os sintomas podem variar dependendo da localização dos tumores vasculares e incluem dor, inchaço, sangramento e disfunção dos órgãos afetados. As causas exatas da angiomatose ainda não são completamente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos desempenhem um papel importante no desenvolvimento da doença. O tratamento da angiomatose pode envolver cirurgia, radioterapia, embolização ou medicamentos para controlar os sintomas. A prevenção da angiomatose ainda não é totalmente compreendida, mas um acompanhamento médico regular pode ajudar a detectar precocemente a doença e iniciar o tratamento adequado.

Entenda o que é angiomatose, uma condição médica caracterizada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos.

A angiomatose é uma condição médica caracterizada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos, podendo afetar diferentes partes do corpo. Essa condição pode se manifestar de diversas formas, incluindo manchas vermelhas na pele, inchaço e dor.

Os sintomas da angiomatose podem variar dependendo da região afetada, mas geralmente incluem dor, inchaço e alterações na pele. É importante consultar um médico caso perceba algum desses sintomas para um diagnóstico preciso.

As causas da angiomatose ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam desempenhar um papel no seu desenvolvimento. Alguns casos podem ser hereditários, enquanto outros podem surgir devido a lesões ou infecções.

O tratamento da angiomatose pode envolver o uso de medicamentos para aliviar os sintomas, cirurgia para remover os vasos sanguíneos afetados ou terapias a laser. É importante seguir as orientações médicas para controlar a condição e prevenir complicações.

Para prevenir a angiomatose, é essencial adotar um estilo de vida saudável, evitar exposição a substâncias nocivas e realizar exames médicos regulares para detectar precocemente qualquer problema. Além disso, é fundamental manter uma boa higiene da pele e proteger-se de lesões.

Principais sintomas do angioma: o que é importante saber sobre essa condição.

Angiomatose é uma condição caracterizada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos, resultando em manchas vermelhas ou roxas na pele. Os principais sintomas do angioma incluem manchas de sangue na pele, que podem variar em tamanho e forma. Essas manchas podem ser planas ou elevadas e geralmente são indolores.

Além das manchas na pele, outras possíveis manifestações da angiomatose incluem inchaço, dor ou desconforto na área afetada, especialmente se o angioma estiver localizado em órgãos internos. Em alguns casos mais graves, o angioma pode causar sangramento ou complicações como a formação de coágulos sanguíneos.

As causas exatas da angiomatose não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam desempenhar um papel no desenvolvimento da condição. O diagnóstico geralmente é feito com base no exame físico das manchas na pele, mas em alguns casos pode ser necessário realizar exames de imagem para avaliar a extensão do angioma.

O tratamento da angiomatose pode variar dependendo da gravidade dos sintomas e da localização do angioma. Em alguns casos, não é necessário tratamento, especialmente se o angioma for pequeno e não estiver causando sintomas significativos. No entanto, em casos mais graves, o médico pode recomendar a remoção cirúrgica do angioma ou o uso de medicamentos para ajudar a reduzir o tamanho das manchas na pele.

Para prevenir a angiomatose, é importante evitar fatores de risco conhecidos, como exposição a certos agentes químicos ou radiação. Além disso, é fundamental realizar exames médicos regulares para monitorar qualquer alteração na pele ou no funcionamento dos órgãos internos, a fim de detectar precocemente possíveis sintomas de angiomatose.

Principais motivos que levam ao desenvolvimento do hemangioma na pele de bebês e crianças.

O hemangioma é uma condição comum na pele de bebês e crianças, caracterizada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos. Existem vários motivos que podem levar ao desenvolvimento do hemangioma, sendo os principais deles a predisposição genética e fatores hormonais.

Os hemangiomas são mais comuns em bebês do sexo feminino e em prematuros. Além disso, a exposição a certos hormônios durante a gestação pode aumentar o risco de desenvolvimento dessa condição na pele do bebê. Um erro comum é confundir o hemangioma com uma “pinta” comum, o que pode levar a atrasos no diagnóstico e tratamento.

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Angiomatose é um termo que se refere à presença de múltiplos hemangiomas na pele ou em outros órgãos do corpo. Essa condição pode ser mais grave e requer acompanhamento médico mais frequente. Os hemangiomas podem causar desconforto, sangramento e até mesmo afetar a visão ou a respiração, dependendo de sua localização e tamanho.

O tratamento para o hemangioma pode variar de acordo com a gravidade do caso. Em alguns casos, o médico pode recomendar a observação regular da lesão para verificar se há mudanças. Em outros casos, pode ser necessário realizar procedimentos como a remoção cirúrgica do hemangioma ou o uso de medicamentos para ajudar a reduzir seu tamanho.

Para prevenir o desenvolvimento do hemangioma, é importante realizar um acompanhamento médico adequado durante a gestação e o período neonatal. Além disso, é fundamental proteger a pele do bebê da exposição excessiva ao sol e de lesões que possam favorecer o surgimento de hemangiomas.

Angioma: Descubra o tratamento ideal para essa condição dermatológica comum.

Angiomatose é uma condição dermatológica comum que se caracteriza pelo aparecimento de angiomas na pele. Esses pequenos tumores benignos são formados por vasos sanguíneos anormais e podem surgir em qualquer parte do corpo, sendo mais comuns no rosto, tronco e membros.

Os sintomas da angiomatose incluem a presença de manchas vermelhas ou roxas na pele, que podem ser elevadas ou planas. Em alguns casos, os angiomas podem causar coceira, dor ou sangramento. As causas exatas da angiomatose ainda não são totalmente compreendidas, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais possam estar envolvidos.

O tratamento para angiomatose pode variar de acordo com o número e tamanho dos angiomas, bem como a localização. Em alguns casos, os angiomas desaparecem sozinhos ao longo do tempo. No entanto, se houver desconforto ou preocupação estética, é possível recorrer a tratamentos como a escleroterapia, laserterapia ou cirurgia para remover os angiomas.

Para prevenir o surgimento de novos angiomas, é importante proteger a pele da exposição excessiva ao sol e manter hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios físicos. Consultar um dermatologista regularmente também pode ajudar a identificar precocemente possíveis angiomas e iniciar o tratamento adequado.

Angiomatose: sintomas, causas, tratamentos, prevenção

A angiomatose bacilar, é uma infecção que provoca um aumento de pequenos vasos sanguíneos da pele e órgãos viscerais.Quase todos os casos de angiomatose bacilar são observados em pacientes imunocomprometidos, com a maioria dos casos relatados em pacientes com AIDS. Pessoas imunocompetentes também podem desenvolver a doença, mas é raro.

Em pessoas com HIV / AIDS, a doença pode causar inflamação grave do cérebro, medula óssea, linfonodos, pulmões, baço e fígado, e pode ser fatal em pessoas com HIV.

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Bactérias de angiomatose bacilar, Bartonella henselae.

A doença é causada por uma bactéria chamada Rochalimaea henselae , que foi reclassificada como Bartonella henselae. Foi nomeado para Diane Hensel, uma microbiologista.

A angiomatose bacilar também tem sido chamada de doença do arranhão do gato, febre do arranhão do gato, linfadenite regional e linfareticose benigna.

Causas de angiomatose bacilar

A angiomatose bacilar é causada pela bactéria Bartonella quintana ou Bartonella henselae . A infecção bacteriana pode ocorrer com os seguintes organismos:

Bartonella henselae

  • Método de transmissão – arranhão / picada de gato
  • Vetor de transmissão – carrapatos / pulgas

Bartonella quintana

  • Método de transmissão – de um ser humano para outro
  • Vetor de transmissão – piolhos.

Sintomas

Lesões cutâneas

  • Sua cor varia de pessoa para pessoa (cor da pele, púrpura ou incolor)
  • Uma única lesão ou múltiplas lesões (pápulas) podem aparecer na pele
  • As lesões lembram hemangiomas
  • Tamanho variável dos nódulos (de 1 mm a 10 cm)
  • Nódulos escamosos também podem estar presentes na pele
  • Eles também podem ser encontrados em grandes massas

Os membros podem ser afetados por extensas placas

  • Pigmentação excessiva
  • Queratinização excessiva

Áreas mais afetadas

  • Língua
  • Orofaringe
  • Mucosa oral
  • Nariz

Dor

As áreas mais afetadas pela dor incluem os antebraços e as pernas (dor óssea).

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Participação sistêmica

  • Sudorese noturna
  • Febre / calafrios
  • Consumo geral
  • Perda de peso
  • Anorexia
  • Dor abdominal
  • É frequentemente acompanhada de náusea e vômito.

Massa no abdômen

Essa massa é acompanhada por sangramento no interior do trato gastrointestinal.

Se o cólon é afetado

  • Diarréia com sangue
  • Cólicas abdominais

Se o sistema nervoso central for afetado

  • Dor de cabeça
  • Dor nas costas
  • Depressão
  • Ansiedade
  • Psicose
  • Mudanças de personalidade
  • Irritabilidade excessiva
  • Neuralgia (mais comumente afetada – nervo trigêmeo)
  • Convulsões

Se a laringe estiver entupida

O paciente pode ter problemas para respirar.

A manifestação cardíaca mais comum é a endocardite. O envolvimento pulmonar é raro e pode assumir a forma de pneumonia ou derrame pleural.

As complicações neurológicas da infecção por angiomatose bacilar são raras e a apresentação mais comum é a encefalopatia. Manifestações oculares não são raras, sendo a neurorretinite a mais frequente.

Diagnóstico

Etapas de diagnóstico

1-Um exame físico completo geralmente é realizado com uma avaliação do histórico médico.

2-Uma biópsia de tecido é feita e enviada a um laboratório para um exame patológico.

3-O patologista examina a biópsia ao microscópio. Após reunir os achados clínicos e estudos especiais sobre os tecidos, o patologista chega a um diagnóstico definitivo. Para isso, utiliza técnicas especiais, como manchas imuno-histoquímicas, que ajudam a revelar a presença de bactérias.

4 – Pode ser necessário realizar exames adicionais para descartar outras condições clínicas, a fim de alcançar um diagnóstico definitivo, pois muitas condições podem apresentar sinais e sintomas semelhantes.

Diagnóstico diferencial

O diagnóstico diferencial da angiomatose bacilar inclui sarcoma de Kaposi, granuloma piogênico, verruga peruana e vários angiomas, principalmente hemangioma epitelioide.

Sarcoma de Kaposi

A diferenciação do sarcoma de Kaposi é de maior importância, uma vez que ambas as condições geralmente ocorrem em pacientes infectados pelo HIV e em outros estados de competência da comunidade imune.

Embora a angiomatose bacilar seja potencialmente tratável, se negligenciada, o resultado pode ser fatal. Raramente, o sarcoma de Kaposi e a angiomatose bacilar podem coexistir no mesmo paciente.

As manchas, máculas e placas de superfície características do sarcoma de Kaposi geralmente não são vistas em uma angiomatose bacilar. Se aparecerem placas na angiomatose bacilar, as lesões são mal definidas e geralmente se assemelham à celulite.

As características histopatológicas também frequentemente permitem a diferenciação entre angiomatose bacilar e sarcoma de Kaposi. A detecção de grupos granulares de bactérias é um marcador distinto da angiomatose bacilar.

Ambas as condições são angio proliferativo, mas os espaços vasculares da angiomatose bacilar são redondos, enquanto os do sarcoma de Kaposi têm formato de fenda.

Por outro lado, as células endoteliais na angiomatose bacilar são poligonais, mas no sarcoma de Kaposi elas são em forma de fuso. Glóbulos hialinos freqüentemente vistos no sarcoma de Kaposi estão ausentes na angiomatose bacilar.

Granulomas piogênicos

Os granulomas piogênicos podem ser clinicamente indistinguíveis da angiomatose bacilar. As lesões piogênicas do tipo granuloma são uma das principais apresentações clínicas da angiomatose bacilar e também podem se assemelhar a estas histopatologicamente.

O granuloma piogênico é geralmente solitário, embora tenham sido relatadas lesões agrupadas e lesões amplamente disseminadas.

Na angiomatose bacilar, as lesões são muitas vezes múltiplas e têm morfologia variável, embora possam ocorrer lesões únicas.

A histopatologia é diferente. Neutrófilos no granuloma piogênico estão presentes apenas em lesões erodidas ou ulceradas. As semelhanças clínicas e histopatológicas entre angiomatose bacilar e granuloma piogênico motivaram investigações quanto a uma possível similaridade na causa, mas nenhuma foi positiva.

V erruga peruana

A verruga peruana é endêmica em algumas partes do Peru e nos países andinos vizinhos, e o diagnóstico deve ser considerado apenas se o paciente visitar as áreas endêmicas.

Isso é causado por Bartonella bacilliformis; Pode assemelhar-se a angiomatose bacilar, uma vez que as lesões são pápulas ou nódulos, alguns pedunculados, geralmente hemangiomatosos ou hemorrágicos. As lesões na verruga peruana são geralmente múltiplas e envolvem a face, membros e membranas mucosas.

A biópsia da verruga peruana, apesar de mostrar as características da angiografia de proliferação, carece de um denso infiltrado neutrofílico. Os Bartonella bacilliformis pode ser observada no citoplasma das células endoteliais.

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Os tumores vasculares, particularmente o hemangioma epitelioide (hiperplasia angiolinfóide com eosinofilia) podem causar dificuldades diagnósticas no diagnóstico clínico.

Os nódulos dérmicos ou subcutâneos solitários ou múltiplos estão localizados principalmente no couro cabeludo e na face. Geralmente há eosinofilia no sangue periférico no hemangioma epitelial.

Na biópsia, há proliferação de vasos sanguíneos pequenos e médios, que geralmente apresentam uma arquitetura lobular. Os canais vasculares são revestidos por células endoteliais aumentadas (epitelióides). Um infiltrado perivascular é composto principalmente por linfócitos e eosinófilos, não neutrófilos.

Tratamentos

A infecção bacteriana pode ser tratada com antibióticos. A administração desses medicamentos geralmente pode fazer com que os tumores se contraiam em tamanho e desapareçam, resultando em uma recuperação completa.

Geralmente, isso pode levar mais de um mês. No entanto, a terapia medicamentosa deve continuar por vários meses. Se a imunodeficiência subjacente não puder ser curada, é provável que ocorram recidivas. Nesses casos, a antibioticoterapia será retomada ou prescrita por toda a vida.

Como na maioria dos casos os tumores respondem bem à antibioticoterapia, a cirurgia para removê-los geralmente não é necessária. O acompanhamento com exames e exames regulares é importante.

Estudos sobre tratamentos médicos

Apesar das propriedades bacteriostáticas, de acordo com estudos, a eritromicina mostrou um efeito dramático na angiomatose bacilar, pois inibe significativamente a proliferação de células microvasculares dérmicas induzidas por ambas as cepas (Bartonella quintana e Bartonella henselae).

Aparentemente, a doxiciclina e a gentamicina não exercem esse efeito. Esses dados indicam que a eritromicina, independentemente de seus efeitos bacteriostáticos únicos, inibiu marcadamente a proliferação de células endoteliais, o que pode ser um indício de sua eficácia contra a angiomatose bacilar.

Os médicos geralmente administram eritromicina na dose de 2,0 g por via oral (na maioria das vezes 500 mg 4 vezes ao dia). É utilizado por via intravenosa em casos de intolerância gastrointestinal ou quando se espera maior absorção.

Alguns médicos recomendam claritromicina (250 mg duas vezes ao dia por via oral) ou azitromicina (1,0 g uma dose diária única). A claritromicina tem menos efeitos colaterais gastrointestinais. As concentrações de claritromicina e azitromicina na pele após administração oral são maiores que as da eritromicina.

A doxiciclina também foi considerada eficaz e pode ser administrada por via oral ou intravenosa. O médico pode prescrever 100 mg de doxiciclina duas vezes ao dia.

A terapia combinada com a adição de rifampicina à eritromicina ou doxiciclina é recomendada para pacientes imunocomprometidos com doenças graves com risco de vida.

Falhas de tratamento foram observadas quando fluoroquinolonas, trimetoprim-sulfametoxazol e cefalosporinas de espectro estreito foram usadas.

Para envolvimento extracutâneo de angiomatose bacilar, esquemas antibacterianos similares são usados. O tratamento depende do órgão afetado.

Prognóstico

O prognóstico da angiomatose bacilar é muito bom, pois os pacientes geralmente respondem muito bem ao tratamento com antibióticos e as lesões em todos os sistemas orgânicos afetados são recompostas após a cura.

Apenas manchas hiperpigmentadas levemente endurecidas podem permanecer na pele. A terapia tardia ou ausente torna a angiomatose uma condição com risco de vida.

Para evitar recaídas, a condição imunocomprometida deve ser tratada. Se isso não for possível, a recorrência da angiomatose bacilar tende a ocorrer.

Prevenção

A pesquisa médica atual não estabeleceu uma maneira de prevenir a angiomatose bacilar. No entanto, qualquer medida para prevenir a infecção pelo HIV também ajuda a prevenir a angiomatose bacilar.

Gatos, pulgas e piolhos podem transmitir angiomatose bacilar. Portanto, o contato com gatos desconhecidos deve ser evitado e gatos conhecidos devem ser vermifugados regularmente.

Recomenda-se higiene pessoal adequada, além de manter roupas e roupas de cama limpas. Se uma infestação por piolhos for detectada em casa, escola ou trabalho, ela deve ser tratada imediatamente.

Referências

  1. Neal (2014). Angiomatose bacilar. Universidade / Faculdade de Medicina Osteopática de Kirksville. Recuperado de: atsu.edu.
  2. Mddk Staff (2016). Angiomatose bacilar. Mddk Médico Online. Recuperado de: mddk.com.
  3. Christopher DM Fletcher (2015). Angiomatose bacilar. Conselho Editorial da DoveMed. Recuperado de: dovemed.com.
  4. Equipe de sintoma (2013). Angiomatose bacilar. Sintoma Recuperado de: symptoma.com.
  5. Witold Kamil Jacyk (2016). Angiomatose bacilar. Comunicações médicas da linha de frente. Recuperado de: mdedge.com.

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