As 100 melhores frases de Ricardo Arjona

Deixo as melhores frases de Ricardo Arjona , prolífico cantor e compositor guatemalteco, considerado um dos artistas mais bem-sucedidos da América Latina e reconhecido por seu estilo lírico.

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-Eu concordo que falar não sou terno e, às vezes, sinto frio como o inverno, mas não diga que não há sentimentos em mim, não imagine o que sinto. -Meu amigo.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 1

– Ela mora comigo no meu subconsciente, ela é a dona do meu passado e do meu presente, a casa dela é a minha falta de segurança e a comida, a minha ansiedade.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 2

-Não havia relógio ou orçamento; A pele que vestíamos era suficiente. Homens das cavernas.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 3

-Você me confunde com a pedra e eu sou humano. Como deixar de lado o passado, você me confunde com você e eu amo você. Como deixar de lado o passado.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 4

-Como posso te esquecer, quando você está em todo lugar, no sorriso de uma criança, na rotina de um velho, na música do rádio.- Como posso te esquecer.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 5

-Quando foi a última vez que você olhou para as estrelas com os olhos fechados e se agarrou como um homem naufragado na beira das costas de alguém? .- Quando.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 6

-Há amores como o seu, que machucam quando estão ou se vão embora. Há amores sem orgulho, vivendo da perda da dignidade. –Há amores.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 7

-Eu conheço você desde o cabelo até a ponta dos pés. Eu sei que você ronca à noite e dorme de cabeça para baixo. Eu sei que você diz que tem vinte anos quando tem vinte e três. Eu te conheço.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 8

-Quem te beijou, longe daqui, enquanto eu te inventei na cama? Quem tocou em você, longe de mim, que acompanha você nesta manhã? – Quem.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 9

-Porque o amor é tão cruel? Isso não me deixa esquecer, que me proíbe pensar. Isso me amarra e me desata, e depois me mata lentamente. -Porque o amor é tão cruel.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 10

-Nós amamos morre, a ternura acabou. E para a liberdade, nós a transformamos em ditadura. Ele foi infectado como de costume, o fogo não tinha fogo. –Nós amamos morre.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 11

-O pouco que tenho é tão pouco que há para doar. –O pouco que tenho.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 12

-Quem diria que anos atrás, tocamos o céu com as mãos. Quem diria que, anos atrás, pintamos grafites de “eu te amo”. –Conciliação.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 13

-E ainda estou aqui embaixo, descobrindo tudo o que perdemos. Culpar-me por tudo, derretendo o pouco de ar que me restava. -Assentamento.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 14

-Uma mentira que te faz feliz, vale mais do que uma verdade que torna sua vida amarga. Uma mentira vai crescer meu nariz em troca de liberdade e se apega à minha vida. Mentiroso.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 15

– Senhora, não tire anos da sua vida, traga os anos à vida, o que é melhor. – Senhora das quatro décadas.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 16

-O amor não morre ou morre de um bloqueio, de que não há agonia pior do que aquela que é passo a passo. –Nós amamos morre.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 17

Vi tantas luas que hoje não sei se sou ou fui. Tantas vacinas, para sobreviver. Vida.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 18

-Mulheres. O que você nos pede pode, se não podemos, não existe, e se não existe, inventamos para você. -Mulheres.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 19

-E lembre-se de que a vida é apenas uma, não há duas. Ao corpo o que ele pede, e a quem eles se despedirão. –Ela.

As 100 melhores frases de Ricardo Arjona 20

– É assim que disfarça o amor por sua conveniência, aceitando tudo sem fazer perguntas e deixando o tempo como uma estocada da morte. -Foi você.

– Homens das cavernas, éramos nós. Nenhum país, nenhum futuro, nenhuma casa. Nós éramos dois e foi o suficiente. Deus sabe muito bem que gostamos de viver dessa maneira.

-E como me livrar de você se eu não tiver você. Como se afastar de você se você estiver tão longe. E o problema não é mudar você. O problema é que eu não quero. -O problema.

-Eu gosto porque é autêntico e vive sem receitas, daqueles que tentam vestir o amor pela etiqueta. Eu vim para a mulher que nunca sonhei. Mas eu também nunca fui tão feliz. – A mulher que eu não sonhei.

-Note assim de repente. Você é um amálgama perfeito entre experiência e juventude. Senhora das quatro décadas, você não precisa ensinar. – Senhora das quatro décadas.

-E comemorando que ela está viva, explodindo em liberdade. Curar feridas, com pura eletricidade. Com eletricidade pura. –Ela.

-Ela me ama como eu não quero. Ela cuida de mim como eu não me cuido. O céu a meu favor estava errado. – Céu a meu favor.

– Feche as portas e janelas, para que o próprio céu coloque um galho, no sétimo andar, às onze e cinquenta. Enquanto os beijos duram e permitem o relógio. – Dói ver você.

-Minutos. Quando a ferida sai, minha vida passa desperdiçando o relógio. Minutos, eles são o necrotério do tempo, cadáveres de momentos que nunca retornam. Minutos.

– Estamos esclarecendo o panorama, que há pingüins na cama, pelo gelo que você provoca. Se você não me toca há mais de um mês, nem se deixa subornar por esse beijo esquivo. Pinguins na cama.

-Esqueça, esqueça você. É ainda mais difícil do que aguentar. Se sinto falta da sua neurose e do seu ciúme sem razão. Como não sentir falta do seu corpo no meu colchão. Esqueça você.

– Para você que me falta a coragem de lutar por você. Para você que se conforta em cobrir Chanel com os traços dos meus beijos. Você não tem mais nada. Você não tem mais nada, nada. -A você.

-O pouco que tenho é tão pouco, que garante. Tenho uma chuva forte no verão e uma onda para surfar. Uma sombra que me segue para onde estou indo e dois pés para andar. –O pouco que tenho.

-Os bares e estrelas assumem minha bandeira. E a nossa liberdade nada mais é do que uma prostituta. E se a dívida externa nos roubasse a primavera. Para o inferno, a geografia ficou sem fronteiras. – Se o norte fosse o sul.

O que você está fazendo? Desperdiçando em qualquer cama, o que quisermos, para nos vingar. – Sem você, sem mim.

Ele gritou quando estava mais quieto. Choro quando ninguém a escuta, chego ao fundo e ela sabe que é melhor, não depender mais de nada. Faça um bom remendo do coração. –Remendo ao coração.

-Cada qual a sua vida. Eu queria a verdade, você mente. Luxo e pesadelo, que tem dignidade, não se ajoelha. Dizem que na vida quem sai não vence, mas quem esquece. – Aquele que esquece.

-Jesus é mais do que atravessar a si mesmo, curvando-se e exibindo esse show. (…) Jesus é mais do que uma flor no altar dos pecados da salvação, Jesus, meus irmãos, é um verbo, não um substantivo. –Jesus verbo não substantivo.

-Nude que não haverá um design que melhor se adapte a você, do que o da sua pele ajustada à sua figura. Nua por não haver uma pessoa ingênua que veste uma flor, seria como cobrir sua beleza. –Nude.

-Diga-me não e você me fará pensar em você o dia todo, planejando uma estratégia para um sim. Diga-me não e jogue-me um sim camuflado. Salve-me uma dúvida, e eu vou ficar ao seu lado. – Diga-me não.

-O bebê não enruga os olhos não vê a luz. No ramo do inferno não há janela. Seu destino está listado em bilhetes de outro país. (…) A garota não vai à aula de inglês esta tarde – a garota.

-Eu não sou ancestral, nem presumo pedigree. Não valho o que tenho, valho o que perdi. (…) Que outros sempre dirão: “O que é certo está errado”. –O que é certo está errado.

-Será médico, peço muito ou me contentar com pouco, continuo sã ou sou totalmente louca. Ou será que a vida nada mais é do que um conjunto de desejos. Me ajude, Freud.

-Se eu fui deixado sozinho, como se forçar. O problema não é amar você, é que você não sente o mesmo. -O problema.

-Não é o que você faz com a boca, meu pulso quebrado, o que eu peço (…). Não está molhando a febre, afogando em sua cintura o que estou procurando. É um pouco sensível ver se isso cura o que estou passando. –Mesmo

– Das coisas loucas que fazemos, dos beijos furtivos. Do seu riso e minhas piadas, da festa e do vinho. (…) você não se apaixonou por mim, não, não, assim como eu. –Você se apaixonou por você.

– Santo pecado estava te beijando. Santo pecado me faz viciado no brilho que seus olhos disparam. Em suas mãos investigando tudo. Ao barulho que você faz quando recebe o milagre, o milagre. Santo pecado.

-Eu quero viver sem um script ou a mesma receita. Eu quero inventar outra letra para o alfabeto. Eu quero esquecer você, eu quero saber que é para mim. Eu quero.

– Uma vez no mês, a cegonha comete suicídio, e você fica deprimido, procurando uma explicação. De tempos em meses, o céu rouba seu milagre, o tempo faz de você um calendário. – De tempos em meses.

-Dói ver você com um cara sem ideias, e ele tem muitos argumentos. Dói ver você anestesiado, porque foi assim que aconteceu, porque era assim que sua sorte queria. – Dói ver você.

-Para ter que pensar todas as noites, para viver. Amo você.

-Mulata aos pés, loiro como o sol. Ela não fala inglês e ele menos espanhol. Ele foi tomar uma bebida sem suspeitar que encontraria amor naquele lugar. -Ela e ele.

-O amor é dois em um, que no final não são nenhum, e se acostuma a mentir. O amor é a beleza que se alimenta da tristeza e, no final, sempre sai. -O amor.

-Quem diria, quem diria que o importante é aceitá-lo e me aceitar como humano. Se eu amo você e que você ama, é uma ironia, que bênção minha acordar com você todos os dias. –Quem diria.

-Foi um daqueles dias ruins em que não havia passagem. As lantejoulas de um terno me fizeram parar. Ela era uma loira linda, vestindo uma minissaia. – história de táxi.

-Diga-me se ele conhece você pela metade. Diga-me se ele tem a sensibilidade de encontrar o ponto exato em que você explode amando. Eu te conheço.

-Mas estávamos atrasados, eu vi você e você me viu. Nós nos reconhecemos imediatamente, mas tarde. Talvez em outras vidas, talvez em outras mortes. Tarde.

-Eu tenho claro que não mereço o milagre da permissão da boca dele. O que ofereço é tão pouco que o céu a meu favor hoje está errado. – Céu a meu favor.

-Como foi fácil tocar o céu pela primeira vez, quando os beijos começaram, que acendeu a luz que desaparece hoje. -Foi você.

-Eu te amo e você sabe o que quero dizer, para não te amar mais porque não posso. Eu pensei que era importante que você soubesse que eu te amo e nada mais. -Te quero.

-E são 6:34, e o corpo do minuto que aconteceu. Ele me diz como você mora aqui, goste ou não. E a nostalgia põe casa na minha cabeça. E são seis e cinquenta. Minutos.

-O amor é a arrogância de se apegar ao impossível. É procurar em outro lugar o que você não encontra em você. O amor é ingrato que eleva você por um tempo e desmorona porque. -O amor.

-Se o passado te ensinou a beijar assim, bendito seja quem estava diante de mim. Não é a senhora que se abstém, é a mulher que para quando encontra o que você encontrou aqui. –Sua reputação.

-Dá-me seus sonhos, para fazer de você um diadema. Dá-me o passado, para não perder tempo, que o que lhe resta salva a minha vida. Me dê.

– Às terças-feiras, o nome dela era Margarita. Nas noites de sexta-feira, era Lola. Eu sempre te disse, senhorita, você não precisa ficar tão sozinho. –Miss.

-Você me ensinou tudo, exceto para esquecer você, da filosofia até como tocar em você. Ou seja, o afrodisíaco mais compatível não é frutos do mar, mas amor. Mas você não me ensinou a esquecer você. -Ensinou-me.

–Eles disseram que era uma costela, eu teria dado minha espinha, para vê-los andar. Depois de fazer amor com a penteadeira e sem virar … sem virar … sem virar. –Mulheres.

–Eles se perguntam o que diabos eu faço aqui, uma vida inteira de vizinho e nunca vim visitar. Acontece que este humilde servo se apaixonou por Martita, sua filha caçula. Boa noite, Don David.

-Dói, amar tanto você, fingir que tudo é perfeito, enquanto dói passar a vida. Tentando localizar o que há muito se perde. -Como dói.

-O molhado quer secar. O molhado está molhado de lágrimas que a nostalgia evoca. O molhado, o não documentado, carrega a protuberância que o legal não cobraria ou obrigaria. Molhado.

-Não consigo respirar, apneia desde o dia em que você não está. Caio no fundo do mar, arranhando a bolha em que você não está. Impossível respirar, o oxigênio deixou este lugar. Apneia.

-Se você não existisse, os dias seriam mais curtos. Você não deve mergulhar nessa história inacabada, que é jogar roleta russa, querendo perder. – Se você não existisse.

-Eu vi você no celular, nas suas fotos do Instagram, flertando com um espelho. Vou lembrar que quem procura um Super-homem termina com um idiota. -Porque posso.

-Eu cansei dos representantes e dos coquetéis da moda, cansei de todas aquelas pessoas que dizem que te amam, dão as costas e ignoram você, me fazem não ser a mesma. – Animal noturno.

– Homens das cavernas, era isso. Sem pátria, sem futuro, sem lar. Nós éramos dois e era o suficiente para nós, Deus sabe que gostamos, de viver assim. Homens das cavernas.

-É também a minha primeira vez. Vou fazer o concerto de Aranjuez, para relaxar juntos. É também a minha primeira vez, sinto como se estivesse tremendo. Eu fiz sexo mil vezes, mas nunca fiz amor. -Primeira vez

-E você adicionou risadas, duas dúvidas, um elfo. Um casal de fantasmas e esse amor que tenho por você. E juro que só fui tomar café, mas eu vi você. Eu só queria café.

-Como posso esquecer Marta? Aquela garota da Recoleta. Se você me deixou algumas impressões, no pescoço e na vida. Como esquecer Marta? Marta.

-Eu realmente não estou tão sozinho, quem te disse que você foi embora. Se alguém não está onde está o corpo, mas onde mais sente falta, e aqui você sente muita falta. – Eu realmente não estou tão sozinho.

-Para você, estou falando com você, mas você não está ouvindo, que com sobras você poderia me dar a luz para iluminar meus dias.

-Você, que joga para me conquistar quando sabe perfeitamente que perdi tudo, estou falando com você, mesmo que você não dê a mínima para o que estou dizendo.

-Empresa-me para ficar sozinha, para limpar meus fantasmas para ir para a cama sem nos tocar, me acompanhe ao mistério de não nos mantermos juntos, para dormir sem fingir que nada está acontecendo, me acompanhe na solidão.

– Junte-se a mim no silêncio da conversa sem palavras para saber que você está lá e eu estou ao seu lado. Acompanhe-me ao absurdo de abraçar-se sem fazer contato como um anjo da guarda. – Acompanhe-me para ficar sozinho.

-O mistério estava naquela casa de tijolos, uma luz vermelha na porta e uma placa amarela.-Mercearia de amor.

– Era um mercado de amor, alguns dólares para conhecer o gosto de uma cama compartilhada com mulheres sem nome. – Mercearia de amor.

-Você me diz que sou feito de pedra, mas é visto que ainda não lhe disseram que eu choro ao sair. -Meu amigo.

-É um século nesta noite de terça-feira, causa mais danos do que a pior dor inventada, o espelho lança dardos de reprovação, hoje o que já começou começa.-Apnéia.

-Como atirar pedras em uma estrela cadente para abaixá-la, bem como a esperança de encontrar um ser humano sem máscara, como dizer que Hitler morreu em paz e que o Coringa nunca vestiu um terno. -Tão ilógico.

– Como dizer que Madonna é puritana e conservadora ou que Donald Trump mora alugado ou que Lucía Méndez e Verónica Castro são adoradas ou que Pablito Ruiz canta músicas no movimento New Song. – Tão ilógico.

-Dá um passo no mundo dos meus passos, ela bebe vinho ao meu lado no mesmo copo, é a mulher perfeita que construiu meu peito e está prejudicando minha psicologia.- Me ajude Freud.

-Inimigo do rádio e das músicas com refrão, o ambiente o ajudou a ganhar peso com tantos ressentimentos, ele não perdeu a oportunidade de validar seus argumentos como líder.-Caudillo.

-Você conhecia o pot-pourri do Kama Sutra, e zombamos da lei da gravidade, fizemos tudo sem pedir, e mentimos com total honestidade.

-Há cachorros pulando como tolos e elefantes liderando um ministério, assassinos com bons apelidos, acrobatas de motocicleta e cemitério, no circo, se não matar, é um remédio. -Solidão no circo.

-Eu vou contar uma história muito particular que me aconteceu há alguns meses em um bar antigo.- Compromisso no bar.

-Só um olá foi o suficiente para iniciar uma conversa, improvisei um poema inspirado em sua bandana, com intenções de Don Juan, você sabe para onde isso está indo. – Compromisso no bar.

– Sete cervejas depois, usei minhas habilidades e a convidei para o meu apartamento, contando uma história que não lembro que ela aceitou com entusiasmo, eram duas da manhã, o que é uma boa maneira de terminar o dia. – Consulta no bar.

-E o número depois do infinito, e eu coloquei a Ursa Maior no seu diadema e você como se nada; Adocei a água do mar porque, quando você está com sede, aluguei um quarto minguante da lua. -Como dói.

-E como um perdedor gracioso, procurei na cama coisas que o amor não resolve.-Como dói.

-Como se fosse tão fácil acabar com o amor, como se fosse uma peça de roupa que se tira e acaba, desta maneira simples e singular você me pede para te esquecer. -Como deixar de lado o passado.

-Como se fosse tão fácil tirar você da minha mente, como se tudo o que era vivido fosse tão inconseqüente. Desta maneira simples e única, você me pede para te esquecer. Como deixar de lado o passado.-Como deixar de lado o passado.

-Quando foi a última vez que você deixou o amor por não deixá-lo livre? Quando foi a última vez que eles te beijaram tanto que você disse meu nome?

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