Galáxia anã: formação, evolução, características, exemplos

Uma galáxia anã é um tipo de galáxia de menor tamanho e luminosidade em comparação com as galáxias espirais e elípticas. Sua formação pode ocorrer de diferentes maneiras, como a captura de matéria por galáxias maiores, fusão de nuvens de gás ou mesmo pela interação gravitacional com galáxias vizinhas.

As galáxias anãs apresentam características únicas, como uma quantidade reduzida de estrelas e gás, além de uma forma irregular e assimétrica. Elas são compostas principalmente por estrelas jovens e velhas, e muitas vezes apresentam uma alta taxa de formação estelar devido à sua baixa massa e interações com galáxias maiores.

Alguns exemplos de galáxias anãs são a Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães, que orbitam a Via Láctea, e a Galáxia Anã de Sagitário, que está sendo lentamente consumida pela nossa galáxia. Essas galáxias desempenham um papel importante no estudo da formação e evolução do universo, fornecendo insights sobre as interações entre galáxias e a formação de estruturas a larga escala.

A trajetória da formação e desenvolvimento das galáxias ao longo do tempo.

As galáxias anãs são pequenas aglomerações de estrelas, gás e poeira que orbitam em torno de galáxias maiores, como a Via Láctea. Sua formação geralmente ocorre devido à interação gravitacional com galáxias maiores, que podem causar a fragmentação de nuvens de gás e o surgimento de novas estrelas.

A evolução das galáxias anãs é influenciada por diversos fatores, como a fusão com outras galáxias, interações com o meio interestelar e a formação de estrelas. Com o passar do tempo, algumas galáxias anãs podem se fundir com galáxias maiores, enquanto outras podem ser despojadas de seu gás e poeira, impedindo a formação de novas estrelas.

As características das galáxias anãs incluem um baixo brilho superficial, um número reduzido de estrelas e um tamanho relativamente pequeno se comparadas às galáxias espirais ou elípticas. Apesar de seu tamanho modesto, essas galáxias desempenham um papel importante no estudo da formação e evolução do Universo.

Alguns exemplos de galáxias anãs incluem a Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães, que orbitam a Via Láctea, e a Galáxia Anã de Sagitário, que está sendo gradualmente absorvida pela nossa galáxia.

Os quatro tipos de galáxias: o que são e como se distinguem.

As galáxias são estruturas massivas que contêm bilhões de estrelas, planetas, gás e poeira. Existem quatro tipos principais de galáxias: elípticas, espirais, lenticulares e irregulares. Cada tipo tem características distintas que as diferenciam umas das outras.

As galáxias elípticas têm forma oval ou esférica e são compostas principalmente por estrelas mais velhas. Elas têm pouco gás e poeira, o que significa que não estão formando muitas estrelas atualmente. Por outro lado, as galáxias espirais são caracterizadas por seus braços espirais cheios de gás e poeira, onde ocorre a formação de novas estrelas. Já as galáxias lenticulares são uma combinação das características das galáxias elípticas e espirais, apresentando um disco fino como as espirais, mas sem os braços característicos.

Por fim, as galáxias irregulares não seguem nenhum padrão de forma e são compostas principalmente por gás e poeira, com alto índice de formação estelar. Essas galáxias são frequentemente encontradas em regiões de alta interação gravitacional com outras galáxias.

Galáxia anã: formação, evolução, características, exemplos

As galáxias anãs são galáxias de menor tamanho e massa em comparação com as galáxias mais comuns. Elas podem ser elípticas, espirais ou irregulares, e são conhecidas por terem menos estrelas e menos gás e poeira em comparação com as galáxias maiores.

As galáxias anãs são importantes para os astrônomos estudarem a formação e evolução das galáxias maiores, pois muitas vezes são encontradas em órbita ao redor delas. Isso sugere que as galáxias anãs podem ter sido absorvidas por galáxias maiores ao longo do tempo, contribuindo para seu crescimento.

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Algumas características comuns das galáxias anãs incluem baixa luminosidade, baixa taxa de formação estelar e menor quantidade de matéria escura em comparação com galáxias maiores. Exemplos de galáxias anãs incluem a Galáxia Anã de Sagitário, a Galáxia Anã de Sculptor e a Galáxia Anã de Fornax.

Os elementos que compõem uma galáxia: uma exploração científica fascinante e enigmática.

As galáxias são estruturas vastas e complexas que compõem o universo, contendo bilhões de estrelas, planetas, poeira cósmica e gás. Esses elementos se combinam para formar sistemas únicos que orbitam em torno de um centro de massa comum, criando belas e intrigantes formações no espaço.

Uma galáxia anã é um tipo específico de galáxia que possui características únicas em comparação com as galáxias maiores, como a Via Láctea. Apesar de seu tamanho diminuto, as galáxias anãs desempenham um papel importante na formação e evolução do universo.

Embora existam muitos tipos de galáxias anãs, todas elas compartilham algumas características comuns. Geralmente, essas galáxias possuem um número reduzido de estrelas e são muito menos massivas do que as galáxias espirais ou elípticas. Além disso, as galáxias anãs costumam estar localizadas nas regiões periféricas de grupos de galáxias maiores.

Apesar de seu tamanho modesto, as galáxias anãs desempenham um papel crucial na formação de estruturas maiores no universo. Elas servem como blocos de construção para galáxias maiores e contribuem para a formação de estrelas e a evolução do universo ao longo do tempo.

Alguns exemplos famosos de galáxias anãs incluem a Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães, que são galáxias satélites da Via Láctea. Essas galáxias anãs são objetos de estudo fascinantes para os astrônomos, que buscam entender melhor a formação e evolução das galáxias no universo.

Estudar essas galáxias pode nos fornecer insights valiosos sobre a natureza do cosmos e o nosso lugar nele.

Características principais das galáxias elípticas: o que as diferencia das demais formas galácticas?

As galáxias elípticas são um dos principais tipos de galáxias no universo, e se destacam por suas características únicas que as diferenciam das demais formas galácticas. Em primeiro lugar, as galáxias elípticas são caracterizadas por sua forma alongada e oval, em contraste com as galáxias espirais que possuem braços espirais distintos. Além disso, as galáxias elípticas são compostas principalmente por estrelas antigas e apresentam pouca ou nenhuma formação estelar atual.

Outra característica marcante das galáxias elípticas é a ausência de disco e de estruturas como barra central, que são comuns em galáxias espirais. Em vez disso, as galáxias elípticas possuem uma distribuição de estrelas mais uniforme, resultando em uma aparência suave e sem muitos detalhes visíveis. Além disso, as galáxias elípticas tendem a ter um halo estelar extenso, o que contribui para sua forma alongada e para a ausência de estruturas distintas.

Por fim, as galáxias elípticas geralmente são encontradas em regiões do universo onde há uma alta densidade de galáxias, como aglomerados galácticos. Essas galáxias podem variar em tamanho e luminosidade, sendo classificadas de acordo com sua forma e alongamento.

Galáxia anã: formação, evolução, características, exemplos

As galáxias anãs são pequenas galáxias que possuem uma massa e tamanho menores em comparação com as galáxias comuns. Essas galáxias são importantes para o estudo da formação e evolução do universo, pois muitas delas são consideradas os blocos de construção das galáxias maiores. As galáxias anãs podem ser classificadas em dois tipos principais: galáxias anãs esferoidais e galáxias anãs irregulares.

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As galáxias anãs geralmente possuem uma quantidade limitada de gás e poeira interestelar, o que dificulta a formação de novas estrelas. No entanto, algumas galáxias anãs irregulares ainda apresentam atividade de formação estelar, o que as diferencia das galáxias elípticas. Além disso, as galáxias anãs são mais suscetíveis a interações gravitacionais com galáxias maiores, o que pode afetar sua forma e evolução ao longo do tempo.

Alguns exemplos de galáxias anãs conhecidas incluem a Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães, que orbitam a nossa Via Láctea. Essas galáxias anãs são importantes para o estudo da formação estelar e da evolução das galáxias, e fornecem insights valiosos sobre as condições do universo primitivo.

Galáxia anã: formação, evolução, características, exemplos

A galáxia anã é considerada uma cujo número de estrelas é um centésimo daquelas contidas em grandes galáxias espirais, como Andrômeda e nossa Via Láctea.Galáxias anãs são o tipo mais frequente de galáxia no Grupo Local de galáxias e presume-se que sejam as mesmas no resto do universo.

Galáxias anãs são encontradas regularmente orbitando em torno de galáxias muito maiores. Somente na Via Láctea foram identificadas mais de quinze galáxias anãs em órbita.

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Figura 1. Galáxia anã ultracompacta M60-UCD1 orbitando a galáxia M60 gigante. O M60 tem 54 milhões de anos-luz e a majestosa galáxia espiral NGC 4647, 63 milhões de anos-luz, além do fundo do M60. Fonte: Telescópio Espacial Hubble da NASA.

A menor galáxia identificada até agora pelos astrônomos contém cerca de mil estrelas, tem uma forma esférica e é conhecida como Segue 2, na constelação de Áries. Em proporção às grandes galáxias, seria como descobrir um elefante do tamanho de um rato.

Treinamento e evolução

As teorias mais recentes e controversas sobre a formação de galáxias anãs, bem como as outras principais, indicam que elas são o resultado da atração gravitacional da matéria interestelar para regiões com matéria escura ou nuvens formadas por elementos pesados.

No entanto, descobertas relativamente novas feitas com o telescópio espacial na faixa ultravioleta, operada pela NASA, mostraram galáxias anãs formadas por gases de elementos leves do anel de Leo: uma imensa nuvem de 650 mil anos-luz feita de hidrogênio e hélio

Características gerais

As galáxias anãs são as mais abundantes no universo, mas difíceis de detectar devido ao seu tamanho pequeno e baixo brilho.

Para as galáxias anãs, os diferentes tipos de formas observados nas principais galáxias, identificadas por Edwin Hubble no “Hubble Fingerboard”, também se aplicam. Por exemplo, os seguintes tipos foram identificados: espiral, irregular, esferoidal e elipsoidal.

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Figura 2. O Fingerboard do Hubble com os diferentes tipos de galáxias.

Além disso, galáxias anãs compactas e azuis foram encontradas, bem como galáxias ultracompactas.

Galáxias espirais anãs geralmente estão longe de aglomerados de outras galáxias, caso contrário, a interação gravitacional com vizinhos próximos causaria alterações em seu disco espiral.

Este tipo de galáxia tem baixa luminosidade e seus diâmetros estão abaixo de 16 mil anos-luz. Eles geralmente têm uma grande quantidade de matéria escura.

Enquanto alguns especialistas acreditam que são muito antigos, as galáxias anãs azuis compactas são compostas de aglomerados de estrelas jovens, massivas e quentes que emitem luz azul e fazem a própria galáxia parecer azulada.

Uma característica representativa desse tipo de galáxia é o PGC-51017 mostrado na Figura 3.

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Figura 3. Galáxia anã compacta azul PGC-51017. Fonte: Wikimedia Commons

As estrelas que compõem as galáxias anãs azuis-compactas têm diferentes períodos de formação e estão em constante evolução.

Galáxias anãs, pequenos e grandes buracos negros

Uma descoberta surpreendente foi a de uma galáxia anã com um pequeno buraco negro no centro. É o NGC 4395 com um orifício central de 10 mil massas solares. O que contrasta com os buracos negros no centro das grandes galáxias, cujas massas estão entre os milhões e bilhões de massas solares.

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Figura 4. Galáxia anã NGC 4395 capturada pelo telescópio Shulman no Arizona. Fonte: Telescópio Shulman.

Mas do outro lado estão as galáxias anãs ultracompactas que têm um buraco negro supermassivo no centro, com dezenas de milhões de massas solares. Por esse motivo, e apesar de serem pequenas galáxias, elas têm uma enorme densidade de estrelas, como é o caso da galáxia M60-UCD1 mostrada na Figura 1.

Exemplos de galáxias anãs

Abaixo, daremos uma variedade de exemplos de galáxias anãs bem identificadas e de diferentes formas, tamanhos e características, para oferecer ao leitor uma visão geral de sua diversidade.

Anões esferoidais, elipsoidais e espirais

A galáxia anã esférica PGC 19441, de baixo brilho, na constelação de Carina, é uma galáxia satélite da Via Láctea que faz parte do Grupo Local de galáxias. Tem um diâmetro de 2 mil anos-luz e está a uma distância de 330 mil anos-luz.

Outro bom exemplo é a galáxia anão elípsoide Sagitário (M 54) de 10 mil anos-luz de diâmetro e 50 mil anos-luz do centro de nossa galáxia, que orbita. Não deve ser confundida com outra galáxia de nome semelhante: a galáxia irregular de Sagitário, muito mais próxima.

Estima-se que dentro de 100 milhões de anos ele se aproximará novamente do núcleo da Via Láctea, finalmente se tornando parte dele.

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Figura 5. Galáxia anã elipsoidal M54 em Sagitário. Fonte: wikimedia commons

Um exemplo de galáxia espiral anã é o NGC 5474 na constelação da Ursa Maior. É a mais próxima das muitas galáxias satélites que a grande galáxia Windlass possui (M101). Entre as galáxias anãs, as espirais são as menos frequentes.

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Figura 6. Galáxia espiral anã NGC 5474. Fonte: Wikimedia Commons

Anões irregulares e ultracompactos

A pequena nuvem de Magalhães (NGC 292) é uma galáxia anã de formato irregular, cerca de cem vezes menor que a Via Láctea, que abriga cerca de 3 bilhões de estrelas. Pode ser visto sem a necessidade de um telescópio, na constelação do sul do Tucano.

São 200 mil anos-luz de distância. Acredita-se que era originalmente espiral, mas que foi distorcida pela gravidade da Via Láctea, sem ser propriamente uma galáxia satélite da mesma.

Um exemplo de uma galáxia anã ultracompacta é a M60-UCD1, uma galáxia anã que orbita a galáxia M60 gigante, a 22.000 anos-luz de seu centro. No centro do anão ultracompacto M60-UCD1 está um buraco negro supermassivo de 21 milhões de massas solares, de acordo com cálculos das velocidades orbitais das estrelas ao seu redor.

A Figura 1 mostra uma fotografia espetacular capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, onde a galáxia anã ultracompacta M60-UCD1 aparece, orbitando a galáxia gigante M60.

Nessa mesma figura também está a majestosa galáxia espiral NGC 4647, que está 63 milhões de anos a mais que a gigante M60.

Referências

  1. Laboratório de propulsão a jato. Nova receita para galáxias anãs. Recuperado de: jpl.nasa.gov
  2. Observatório O elíptico M60 e a espiral NGC 4647. Recuperado de: observatorio.info
  3. MNN Quão grande é a menor galáxia do universo? Recuperado de: MNN.com.
  4. Phys.org Estudando galáxias anãs para ter uma visão geral. Recuperado de: phys.org.
  5. Espaço Pequena nuvem de Magalhães: um vizinho da galáxia anã satélite. Recuperado de: space.com
  6. Notícias SCI. Astrônomos descobrem buraco negro supermassivo na galáxia anã. Recuperado de: sci-news.com
  7. Wikipedia Segue 2. Recuperado de: wikipedia.com

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