Hormônio adrenocorticotrópico: definição, funções e doenças associadas

O hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) é uma substância produzida pela glândula pituitária localizada no cérebro. Sua principal função é estimular a produção e liberação de hormônios pelas glândulas adrenais, como o cortisol. O ACTH desempenha um papel crucial no controle do metabolismo, resposta ao estresse e regulação do sistema imunológico. Quando há desequilíbrios na produção de ACTH, podem ocorrer diversas doenças, como a doença de Addison, síndrome de Cushing e hipopituitarismo. O diagnóstico e tratamento dessas condições são importantes para garantir o bom funcionamento do organismo.

Qual a função do hormônio adrenocorticotrófico no organismo humano?

O hormônio adrenocorticotrófico, também conhecido como ACTH, é uma substância produzida pela glândula pituitária no cérebro. Sua principal função no organismo humano é estimular as glândulas suprarrenais a produzir hormônios como o cortisol, que é essencial para o metabolismo, resposta ao estresse e regulação do sistema imunológico.

O ACTH atua como um mensageiro químico, enviando sinais para as glândulas suprarrenais aumentarem a produção de cortisol em situações de estresse, como uma infecção ou trauma. Esse hormônio ajuda o corpo a lidar com essas situações, controlando a inflamação e mobilizando energia para enfrentar o desafio.

Quando há um desequilíbrio na produção de ACTH, podem ocorrer doenças como a doença de Cushing, caracterizada pelo excesso de cortisol no organismo, ou a doença de Addison, que é causada pela deficiência de cortisol. O diagnóstico e tratamento adequados dessas condições são essenciais para manter a saúde e o bem-estar do indivíduo.

É importante manter um equilíbrio saudável na produção desse hormônio para garantir o bom funcionamento do corpo.

Definição do hormônio adrenocorticotrófico e sua importância no funcionamento do corpo humano.

O hormônio adrenocorticotrófico, também conhecido como ACTH, é uma substância produzida pela glândula pituitária localizada no cérebro. Sua principal função é estimular a liberação de cortisol pelas glândulas suprarrenais, que são responsáveis por regular diversos processos no organismo.

O cortisol é um hormônio essencial para o funcionamento do corpo humano, pois está envolvido em funções como o metabolismo de gorduras, proteínas e carboidratos, a regulação do sistema imunológico e a resposta ao estresse. Dessa forma, o ACTH desempenha um papel fundamental na manutenção do equilíbrio do organismo e na resposta a situações de estresse.

Quando há um desequilíbrio na produção de ACTH, podem ocorrer diversas doenças associadas. Um exemplo é a doença de Cushing, caracterizada pelo excesso de cortisol no organismo devido à produção descontrolada de ACTH. Por outro lado, a deficiência de ACTH pode levar à doença de Addison, que causa uma diminuição na produção de cortisol e pode resultar em sintomas como fadiga, perda de peso e fraqueza muscular.

Qualquer alteração na produção desse hormônio pode resultar em doenças que afetam o metabolismo, o sistema imunológico e a resposta ao estresse.

Função e local de atuação do hormônio adrenocorticotrófico no organismo humano.

O hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) é produzido pela glândula pituitária e tem como principal função estimular a produção de cortisol pelas glândulas adrenais. O cortisol é um hormônio essencial para a regulação do metabolismo, resposta ao estresse e controle da pressão arterial.

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O ACTH atua diretamente nas glândulas adrenais, estimulando a liberação de cortisol na corrente sanguínea. Quando o organismo percebe uma situação de estresse, como uma ameaça física ou emocional, o ACTH é secretado para aumentar a produção de cortisol, que ajuda o corpo a lidar com a situação de forma mais eficiente.

Além disso, o hormônio adrenocorticotrópico também desempenha um papel importante no sistema imunológico, ajudando a regular a resposta inflamatória do organismo. Ele atua como um mediador entre o sistema nervoso e as glândulas adrenais, garantindo o equilíbrio hormonal necessário para o bom funcionamento do corpo.

Quando há um desequilíbrio na produção de ACTH, podem surgir doenças como a doença de Cushing, caracterizada pelo excesso de cortisol no organismo, ou a doença de Addison, que é causada pela deficiência de cortisol. Ambas as condições podem trazer sérias complicações para a saúde e requerem tratamento médico adequado.

Conheça os principais hormônios adrenocorticais secretados pelas glândulas suprarrenais.

As glândulas suprarrenais são responsáveis pela produção de diversos hormônios, incluindo os hormônios adrenocorticais. Os principais hormônios adrenocorticais secretados pelas glândulas suprarrenais são o cortisol, a aldosterona e os hormônios sexuais.

O cortisol é conhecido como o “hormônio do estresse” e desempenha um papel importante na regulação do metabolismo, na resposta imunológica e na resposta ao estresse. Ele ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue, a pressão arterial e a inflamação no organismo.

A aldosterona é responsável por regular os níveis de sódio e potássio no organismo, influenciando diretamente a pressão arterial e o equilíbrio hídrico. Ela desempenha um papel crucial na regulação do volume de sangue e na função dos rins.

Os hormônios sexuais produzidos pelas glândulas suprarrenais incluem a dehidroepiandrosterona (DHEA) e a androstenediona. Eles são precursores dos hormônios sexuais masculinos e femininos, como a testosterona e o estrogênio.

Hormônio adrenocorticotrópico: definição, funções e doenças associadas

O hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) é produzido pela glândula pituitária e atua estimulando as glândulas suprarrenais a secretar cortisol. Ele desempenha um papel crucial na regulação do funcionamento das glândulas suprarrenais e na resposta ao estresse.

Quando há um desequilíbrio na produção de ACTH, podem surgir doenças como a Doença de Cushing, caracterizada pelo excesso de cortisol no organismo, e a Doença de Addison, caracterizada pela deficiência de cortisol e aldosterona.

É fundamental manter um equilíbrio saudável na produção de hormônios adrenocorticais, pois eles desempenham funções vitais no organismo e influenciam diretamente a nossa saúde e bem-estar.

Hormônio adrenocorticotrópico: definição, funções e doenças associadas

Hormônio adrenocorticotrópico: definição, funções e doenças associadas 1

O corpo humano funciona como uma cadeia de produção. Para obter um resultado final (neste caso, uma resposta física ou corporal), uma série de reações anteriores deve ocorrer primeiro. Por exemplo, quando percebemos os sintomas do estresse , antes já havia uma série de reações em cadeia dentro do nosso corpo.

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Um dos agentes que possibilita essa reação em cadeia é o hormônio adrenocorticotrópico . Um hormônio complexo e funcional, com uma infinidade de funções sobre as quais falaremos ao longo deste artigo.

O que é hormônio adrenocorticotrópico?

Também conhecido como ACTH, adrenocorticotropa ou corticotropina, esse hormônio secretado pela hipófise faz parte da categoria de hormônios polipeptídicos trópicos e, embora esteja relacionado principalmente aos processos e reações do estresse, também é usado como medicamento e fator diagnóstico de grande número. de condições orgânicas.

Descoberto em 1933 pela bioquímica americana Evelyn M. Anderson, esse hormônio tem sido objeto de estudo de inúmeras investigações, devido ao grande número de funções e efeitos que possui no corpo, bem como à sua forma complexa de ação.

No momento, sabemos que o hormônio adrenocorticotrópico é um dos principais agentes envolvidos no funcionamento do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e sua produção tem sido tradicionalmente associada a uma resposta biológica ao estresse.

Além disso, esse hormônio tem um papel fundamental na regulação e liberação de outros hormônios conhecidos como esteróides. Ao estimular a atividade das glândulas supra-renais e supra-renais, o ACTH promove a liberação de hormônios como adrenalina e noradrenalina .

No entanto, como mencionamos anteriormente, a principal função do hormônio corticotropa é aumentar os níveis de cortisol e corticosterona no sangue. Isso acontece como uma resposta ao estresse e seu principal efeito no corpo está relacionado ao metabolismo de gorduras, carboidratos, proteínas e pressão arterial.

Da mesma forma, o papel do hormônio adrenocorticotropa está intimamente relacionado aos ritmos circadianos do nosso corpo . Ela trabalha de maneira diferente ao longo do dia, gerando picos mais altos de ACTH pela manhã, principalmente na hora do despertar, e que diminuem ao longo do dia. Isso é conhecido como ritmo diurno da adrenocorticotrofina.

Quanto aos possíveis efeitos terapêuticos da adrenocorticotrofina, isso geralmente é usado no tratamento da inflamação. Preparado na forma de um medicamento anti-inflamatório, é administrado em casos de condições inflamatórias, como artrite reumatóide, lúpus eritematoso e colite ulcerosa.

Produção e regulação

A síntese do hormônio adrenocorticotrópico é realizada no lobo anterior da hipófise, também conhecido como adeno-hipófise. No entanto, a regulação e o controle de sua liberação estão ligados a três regiões interconectadas do nosso corpo: o hipotálamo, a hipófise e as glândulas supra-renais. Essa estrutura é conhecida como eixo hipotálamo-hipófise-adrenal.

Quando os níveis de ACTH no sangue são mais baixos que o normal, o pequeno grupo de células do hipotálamo libera um hormônio conhecido como hormônio liberador de corticotropina, que estimula a atividade da glândula pituitária para secretar mais adrenocorticotrofina na corrente sanguínea. .

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No entanto, quando as glândulas supra-renais detectam um excesso desse hormônio, que causa um aumento nos níveis de cortisol no sangue, ocorre automaticamente uma diminuição do hormônio liberador de corticotropina, de modo que a quantidade de adrenocorticotropina na torrente começa. diminuir Isso é conhecido como ciclo de feedback negativo .

Patologias associadas ao ACTH

Devido ao seu papel em um grande número de atividades e funções do nosso corpo, níveis anormais de hormônio adrenocorticotrópico podem causar um grande número de doenças e condições clínicas .

Essas doenças relacionadas ao ACTH variam significativamente, dependendo de serem causadas por um aumento nos níveis desse hormônio no sangue ou, inversamente, se sua causa é uma deficiência de adrenocorticotrofina.

1. Excesso de ACTH no sangue

Os efeitos de um excesso de hormônio adrenocorticotrópico são uma conseqüência direta do aumento dos níveis de cortisol no sangue. Embora esse aumento nos hormônios corticosteróides não precise representar um risco à saúde, níveis anormalmente altos geralmente estão relacionados às seguintes condições:

  • Doença de Cushing : Esta condição é causada por um tumor ou adenoma cancerígeno localizado na glândula pituitária e geralmente está relacionado a níveis anormais de ACTH.
  • Formações tumorais localizadas fora da glândula pituitária, conhecidas como tumor hormonal ectópico adrenocorticotrópico.
  • Doença de Addison : caracterizada por níveis anormalmente baixos de cortisol, mas com ACTH excessivamente alto.
  • Hiperplasia adrenal congênita : um distúrbio genético que se distingue pela produção inadequada de cortisol e / ou aldosterona.

2. Déficit de ACTH

Pelo contrário, pode ocorrer que a pessoa sofra um déficit de hormônio adrenocorticotrópico devido ao aparecimento de formações tumorais ou como efeito colateral da radioterapia ou cirurgia na hipófise.

Nesse caso, as principais condições associadas a esse déficit são:

  • Insuficiência adrenal : as glândulas supra-renais param de produzir ACTH adequadamente, o que causa uma diminuição nos andrógenos adrenais.
  • Doença de Cushing : além de um excesso de ACTH, também pode estar relacionado a um déficit disso.
  • Condições clínicas da glândula pituitária, como hipopituitarismo.

Embora essas sejam as principais doenças clínicas relacionadas à adrenocorticotrofina, existe uma grande lista de outras condições em que esse hormônio tem um papel especial. Entre eles, encontramos:

  • Carcinoma de pequenas células
  • Síndrome de Nelson
  • Síndrome de West ou espasmos infantis
  • Síndrome da doença pós-orgásmica

Referências bibliográficas:

  • Apoiantes A, Stevenaert A, Foidart JM, Hennen G e Frankenne F (1991). Secreção de hormônios do crescimento placentário e hipofisário durante a gravidez em mulheres acromegázicas. J Clin Endocrinol Metab 71: 725.

  • Guyton-Hall (2001). Tratado de Fisiologia Médica, 10a ed., McGraw-Hill-Interamerican.

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