Lanzón Monolítico: Características, Origem e Significado

Última actualización: fevereiro 16, 2024
Autor: y7rik

O Lanzón Monolítico é uma impressionante escultura de pedra encontrada no complexo arqueológico de Chavín de Huántar, no Peru. Esta peça única, esculpida em uma única pedra de granito, possui cerca de 4 metros de altura e apresenta uma forma antropomórfica, com um rosto humano alongado e adornado com elementos simbólicos. Sua origem remonta ao período pré-incaico, por volta de 1200 a.C., e é considerado um dos principais símbolos da cultura Chavín, conhecida por sua influência religiosa e arte monumental. O Lanzón Monolítico é frequentemente associado a práticas religiosas e cerimoniais, sendo interpretado como uma representação de divindades ou entidades sobrenaturais. Sua importância histórica e significado simbólico fazem dele uma peça fundamental para o estudo da arte e religião pré-colombiana no Peru.

Lanzón Monolítico: Uma Detalhada Descrição da Antiga Escultura em Pedra dos Andes.

Lanzón Monolítico é uma antiga escultura em pedra dos Andes, conhecida por sua complexidade e mistério. Esta peça única de arte pré-colombiana é uma das mais importantes descobertas arqueológicas da região.

O Lanzón Monolítico é uma escultura em forma de monólito, esculpida em uma única pedra de granito. Suas dimensões impressionantes e detalhes intrincados revelam a habilidade e a arte dos antigos artesãos que a criaram.

Com mais de 4 metros de altura, o Lanzón Monolítico representa uma figura humana com características animais e divinas. Sua expressão facial e postura corporal transmitem uma sensação de poder e mistério.

A origem do Lanzón Monolítico ainda é objeto de debate entre os estudiosos. Alguns acreditam que foi criado pelos Chavín, uma antiga civilização que habitou a região dos Andes entre 1500 e 300 a.C. Outros sugerem que pode ter sido influenciado por outras culturas da região.

O significado do Lanzón Monolítico também é motivo de especulação. Alguns teóricos sugerem que representa uma divindade importante para os Chavín, enquanto outros acreditam que pode ter sido usado em rituais religiosos ou xamânicos.

Em resumo, o Lanzón Monolítico é uma obra-prima da arte pré-colombiana, com características únicas, uma origem misteriosa e um significado profundo. Sua preservação e estudo são essenciais para compreender a rica história e cultura dos Andes.

Escultura de pedra única representa divindade pré-incaica.

O Lanzón Monolítico é uma escultura de pedra única que representa uma divindade pré-incaica. Esta escultura impressionante, datada do período Chavín (1200 a.C. – 400 a.C.), é uma das peças mais importantes da cultura Chavín, que floresceu na região Andina do Peru.

O Lanzón Monolítico possui características únicas, como sua altura impressionante de 4,5 metros e sua forma esguia e alongada. A escultura é esculpida em uma única peça de pedra, o que demonstra a habilidade e a maestria dos artistas Chavín.

A origem do Lanzón Monolítico ainda é um mistério para os arqueólogos, mas acredita-se que tenha sido utilizado como um objeto sagrado em rituais religiosos da cultura Chavín. Sua localização na parte central do Templo de Chavín de Huántar sugere que era o centro das práticas religiosas da época.

O significado do Lanzón Monolítico também é objeto de debate entre os estudiosos. Alguns acreditam que representava uma divindade ligada à natureza e aos elementos, enquanto outros sugerem que poderia simbolizar a dualidade e a interconexão entre o mundo terreno e espiritual.

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Em resumo, o Lanzón Monolítico é uma peça incrível que representa uma divindade pré-incaica da cultura Chavín. Sua importância histórica e cultural torna essa escultura uma das mais emblemáticas e enigmáticas da arte pré-colombiana.

A escultura de pedra em Chavín de Huántar, Peru, conhecida como El Lanzón Monolítico.

A escultura de pedra em Chavín de Huántar, Peru, conhecida como El Lanzón Monolítico, é uma impressionante obra de arte que representa uma divindade antiga. Com cerca de 5 metros de altura, essa escultura monolítica é esculpida em granito e possui características únicas que a tornam uma peça icônica da cultura Chavín.

O Lanzón Monolítico apresenta uma figura antropomórfica com características felinas, como presas afiadas e orelhas pontiagudas. Sua expressão facial é enigmática, transmitindo um ar de poder e mistério. Além disso, a escultura possui entalhes detalhados que representam símbolos religiosos e elementos da natureza.

A origem do Lanzón Monolítico remonta ao período pré-incaico, por volta de 1200 a.C. Ele foi encontrado no templo principal de Chavín de Huántar, um importante centro cerimonial da cultura Chavín. Acredita-se que essa escultura tenha sido utilizada em rituais religiosos para invocar a proteção dos deuses e garantir a fertilidade das colheitas.

O significado do Lanzón Monolítico ainda é objeto de debate entre os arqueólogos e estudiosos. Alguns acreditam que ele represente uma divindade ligada à água e à fertilidade, enquanto outros interpretam sua figura como um guardião espiritual que protege o templo e seus frequentadores.

Em suma, o Lanzón Monolítico é uma peça única que reflete a complexidade da religião e da arte da cultura Chavín. Sua imponência e simbolismo continuam a intrigar e fascinar aqueles que visitam o sítio arqueológico de Chavín de Huántar, proporcionando uma experiência única de imersão na história e na espiritualidade dos antigos povos peruanos.

Escultura monolítica divertida para crianças: o Lanzón da diversão!

A escultura monolítica divertida para crianças, conhecida como Lanzón da diversão, é uma peça única e intrigante que desperta a curiosidade dos pequenos e dos adultos. Com suas características únicas e origem misteriosa, o Lanzón Monolítico é uma das peças mais fascinantes da arte pré-colombiana.

O Lanzón Monolítico é uma escultura de pedra talhada em um único bloco de granito. Sua forma alongada e suas inscrições enigmáticas tornam-na uma obra de arte verdadeiramente singular. Acredita-se que tenha sido criada pela civilização Chavín, que habitava a região dos Andes no Peru há milhares de anos.

O significado do Lanzón Monolítico ainda é objeto de debate entre os arqueólogos e historiadores. Alguns acreditam que represente um deus ou uma divindade da cultura Chavín, enquanto outros defendem que seja uma representação simbólica do cosmos ou da natureza.

Independentemente de sua interpretação, o Lanzón Monolítico continua a intrigar e encantar aqueles que o contemplam. Sua presença imponente e sua aura de mistério fazem dele uma das peças mais importantes da arte pré-colombiana, e um verdadeiro tesouro cultural do Peru.

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Lanzón Monolítico: Características, Origem e Significado

Chamamos lanzón monolítica de uma enorme estrutura em forma de pilar, com cinco metros de altura, que representa uma pessoa três vezes maior que o habitual, tendo presas de onça, pernas em forma de garra e cetro nas duas mãos.

Na cabeça, possui dentes e mandíbulas grandes, com cabeças de cobra em vez de cabelos. Além disso, tende a sugerir a imagem de um homem espiritual.

Essa escultura faz parte de uma série de templos da cultura Chavin no Peru, localizados especificamente no que é conhecido como Templo Antigo, que por sua vez pertence a um conjunto de monumentos piramidais preservados atualmente.

Cada templo tinha seu próprio portal principal, além de ter muitas obras de arte rudimentares que passeavam entre animais, répteis e aliados.

Descrição geral de um lanzón monolítico

O lanzón, como o lanzón monolítico também é conhecido, é uma estátua central da cultura Chavin antiga. Está alojado na câmara central de uma série de dutos subterrâneos dentro do Templo Antigo.

Esses condutos conectam a área do monólito à da Praça Circular, local de atividade e significado cerimonial, além de filtrar os sons dessas cerimônias realizadas com o Pututu, um instrumento musical da cultura Chavín.

O lanzón monolítico é um obelisco de 15 pés de altura; Cerca de 4, 5 metros para ser exato. É formado principalmente por um pedaço de granito sólido, branco, esculpido e em forma de lança, no qual um híbrido pode ser visto entre um humano e um felino com garras. Na cabeça, ele tem cobras torcendo entre eles, parecendo a água-viva mítica, e um par de presas curvas são desenhadas em suas sobrancelhas.

De um lado da escultura, há um sorriso que comumente leva o nome do Deus Sorridente e um par de braços que se erguem e caem, respectivamente.

Chegando ao que seria conhecido como a garganta da escultura, existem linhas que representam o baú da mesma besta. A partir dos desenhos, pode-se saber que todo o corpo sugere um vestido largo através do qual mais cabeças felinas se movem até atingirem os pés, onde as formas se alongam e se tornam duas cobras.

A centralidade do lanzón tem como função principal representar o elo entre os céus, a terra e o mundo terrestre; portanto, sua posição na pirâmide do Antigo Templo sugere essa teoria para os arqueólogos.

Antiguidade

O legado de Chavín persistiria a partir de 1100 aC. Segundo os arqueólogos, graças à grande variedade de elementos estilísticos, entre os quais o lanzón. A localização de Chavín parece ter ajudado a fazer do templo um importante local de peregrinação que atraía as pessoas e suas ofertas de longe.

O complexo de templos que são erguidos hoje é composto por duas fases de construção: o Antigo Templo em forma de U, construído por volta de 900 aC e o Novo Templo, construído por volta de 500 aC Leste por sua vez, estendido ao Antigo Templo, adicionando um corte retangular afundado.

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Desde sua primeira construção, o interior do templo estava cheio de túneis, chamados galerias. Enquanto alguns deles tinham a forma de um labirinto, conectados entre si, outros permaneceram isolados.

Todas as galerias existiam no escuro, sem algum tipo de janela, embora muitos outros túneis, menores em si mesmos, permitissem a passagem de ar através da estrutura.

Os arqueólogos ainda estão estudando o significado e o uso dessas galerias e aberturas de ventilação, mas novas explorações estão examinando a acústica e como eles poderiam projetar sons de dentro do templo para os peregrinos nas praças ao ar livre.

Significado

Lanzón significa “grande lança” em espanhol, referindo-se à forma da pedra, mas uma comparação melhor seria a forma da vara de escavação usada na agricultura tradicional das terras altas. Essa forma parecia indicar que o poder da divindade estava assegurando o plantio e a colheita bem-sucedidos.

O elemento chave que caracteriza a divindade do lanzón é a mistura de características humanas e animais, representando um estilo visualmente confuso. Presas e garras provavelmente estão associadas à onça-pintada e a predadores comuns, como o jacaré da selva que se estendia em outras partes da arte de Chavin e na iconografia andina.

Outras complexidades visuais emergiram das cabeças dos animais que adornam o fundo da túnica da figura, onde compartilham a boca com apenas uma garganta. Essa técnica, onde duas ou mais imagens compartilham contornos, é chamada de rivalidade de contornos e, na arte de Chavin, é deliberada, criando uma barreira entre os crentes que podiam ver sua verdadeira forma e os que estavam fora do culto que não podiam.

O lanzón em si estava escondido no templo e provavelmente só era visto pelos sacerdotes.

Pode-se denotar o uso da rivalidade de contornos na arte exterior de Chavín, atravessando nos templos e achados arqueológicos encontrados no Peru, como a escultura de serpentes vista no lanzón que também é visível em um ornamento de nariz , que está na coleção do Cleveland Museum of Art.

As duas cabeças de serpentes flanqueiam da direita para a esquerda e seus olhos se parecem com o lanzón. As formas que rodam embaixo deles também evocam a forma dos olhos da escultura. Um ornamento como esse teria sido usado por uma pessoa de elite para mostrar não apenas sua riqueza e poder, mas também sua lealdade à religião de Chavín.

Isso implica para arqueólogos e pesquisadores que a metalurgia nas Américas se desenvolveu pela primeira vez na América do Sul antes de viajar para o norte, e objetos como esse que combinam riqueza e religião estão entre os primeiros exemplos conhecidos.

Referências

  1. Chavín de Huántar (2015). Recuperado de Khanaacademy.org.
  2. O Lanzón (2015). Recuperado de Latinamericanstudies.org.
  3. Chavín de Huántar – Chan Chan (2014). Recuperado de Cristallinks.com.
  4. Civilizações pré-colombianas – Civilização andina. Recuperado de Britannica.com.
  5. El Lanzón – deus Chavin. Recuperado de Britannica.com.
  6. Sons mágicos do antigo Chavín de Huántar do Peru. Recuperado de Popular-Archaeology.com.
  7. Huaraz-Ancash: Centro Arqueológico de Chavín. Recuperado de Ancashhuarazperu.blogspot.com.

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