Modelos de aprendizado: principais recursos

Os modelos de aprendizagem são cinco: o tradicional, o behaviorista, o construtivista, o modelo de Subdury e o modelo projetivo. Todos respondem a diferentes necessidades de ensino na sala de aula.

Esses modelos de aprendizagem surgem de teorias projetadas para conduzir corretamente a educação dos seres humanos em qualquer nível.

Modelos de aprendizado: principais recursos 1

Com o surgimento de planos ou modelos de aprendizagem, os educadores podem garantir vários tipos de instrução que podem ser adaptados a diferentes tipos de alunos e conhecimentos.

Esses modelos buscam abordar corretamente a abordagem, a metodologia e a avaliação no campo educacional.

Os 5 modelos de aprendizagem mais importantes

1- Modelo tradicional

O modelo de aprendizado mais antigo é o modelo tradicional. Nisso, o professor era responsável por moldar o aluno e ensinar todo o conteúdo informativo.

O aluno pegou todas as declarações sem questioná-las e as memorizou, uma vez que o professor era considerado a autoridade máxima sobre o assunto.

Falou-se de uma abordagem enciclopédica ou abrangente pelo professor.

Essa abordagem é considerada perigosa em certo sentido, pois, se o professor adulterar as informações, os alunos repetem e aplicam conceitos errôneos, considerando-os precisos.

2- Modelo comportamental

O modelo tradicional chegou ao modelo comportamental, no qual o mesmo aluno deve aprender o conhecimento, mas sempre com a orientação ou direção do professor. Essa teoria foi apresentada por Skinner e Plavlóv, ambos especialistas em aprendizado.

Os detratores do modelo behaviorista afirmam que esse modelo é mais voltado para os alunos mais aptos ou mais inteligentes da sala de aula.

Isso deixa grupos desfavorecidos com coeficientes mais baixos ou com dificuldades para investigar ou entender e analisar informações.

3- Modelo construtivista

O modelo construtivista, desenvolvido por Vigotsky, Piaget e Ausubel, pretende que o desenvolvimento do conhecimento do aluno seja gradual e construído pelo próprio aluno.

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Alguns países, como a Grã-Bretanha, decidiram descartar essa prática de aprendizado porque consideram que os níveis de demanda por estudantes diminuem quando é aplicada.

4- Modelo de subdivisão

O modelo de Sudbury afirma que pode ser aprendido sem a intervenção de um professor. O professor se tornaria um orientador do aluno apenas se sua lição for solicitada.

Os desenvolvedores deste método consideram que os alunos são prejudicados por querer ensiná-los individualmente; portanto, eles recorrem a experiências de grupo para obter aprendizado. Este método é direcionado principalmente para crianças e adolescentes.

5- Modelo projetivo

O último modelo de aprendizagem aplicada é o modelo projetivo. Como o nome indica, tentamos educar com base na criação de projetos.

Esses projetos são estabelecidos pelo professor na sala de aula, a fim de despertar interesse e curiosidade nos alunos sobre tópicos específicos.

O objetivo deste método é incentivar a pesquisa em qualquer linha de conhecimento, garantindo que as conclusões dos estudos estejam diretamente relacionadas à experiência particular de cada membro.

Referências

  1. Jensen, E. (2003). Cérebro e aprendizagem: competências e implicações educacionais. Recuperado em 12 de dezembro de 2017 de: books.google.co
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  3. Salas, R. (2008). Estilos de aprendizagem à luz da neurociência. Recuperado em 12 de dezembro de 2017 de: books.google.co
  4. Santoianni, F. (2006). Modelos teóricos e metodológicos de ensino. Recuperado em 12 de dezembro de 2017 de: books.google.co
  5. Olmedo, N. (sf). Modelos construtivistas de aprendizagem em programas de treinamento. Recuperado em 12 de dezembro de 2017 de: books.google.co

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