O que foi a Revolução Hispano-Americana?

A Revolução Hispano-Americana foi um movimento de independência que ocorreu na América Latina no início do século XIX, resultando na separação das colônias espanholas do continente. Este processo revolucionário foi motivado por uma série de fatores, incluindo o descontentamento com o domínio colonial espanhol, a influência das ideias iluministas e o exemplo da independência dos Estados Unidos. A Revolução Hispano-Americana teve um impacto significativo na história da região, resultando na formação de vários países independentes e marcando o início de uma nova era de autonomia e soberania para os povos latino-americanos.

História da Guerra entre Espanha e Estados Unidos: Confira os principais acontecimentos e desfechos.

A Revolução Hispano-Americana foi um conflito armado que ocorreu entre a Espanha e os Estados Unidos em 1898. A guerra teve início devido a uma série de tensões entre as duas nações, incluindo a questão da independência de Cuba e das Filipinas.

Um dos principais acontecimentos da guerra foi o afundamento do navio de guerra americano USS Maine no porto de Havana, em Cuba. Esse incidente levou os Estados Unidos a declararem guerra à Espanha, em uma tentativa de libertar Cuba do domínio espanhol.

Durante a guerra, as forças americanas obtiveram várias vitórias importantes, incluindo a batalha de Manila Bay, nas Filipinas, e a batalha de Santiago de Cuba, em que a frota espanhola foi destruída. A Espanha acabou se rendendo e assinando o Tratado de Paris, em dezembro de 1898, que encerrou oficialmente o conflito.

Como resultado da guerra, a Espanha perdeu suas colônias em Cuba, Porto Rico, Guam e Filipinas, enquanto os Estados Unidos emergiram como uma potência mundial. A Revolução Hispano-Americana teve um impacto significativo na política internacional e na história das Américas, marcando o início de uma nova era de influência americana na região.

Resultado da Guerra Hispano-Americana: Qual foi o vencedor do conflito entre países?

A Revolução Hispano-Americana foi um movimento de independência que ocorreu nas colônias espanholas da América no início do século XIX. O resultado da Guerra Hispano-Americana foi a vitória dos Estados Unidos sobre a Espanha em 1898. Os Estados Unidos emergiram como o vencedor do conflito, garantindo sua influência na região.

A Revolução Hispano-Americana foi um período de lutas e conflitos que resultou na independência de várias nações latino-americanas, como Argentina, Chile e México. Os movimentos de independência foram inspirados pelos ideais iluministas e pela revolução francesa, que pregavam a liberdade, a igualdade e a fraternidade.

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Em resumo, a Revolução Hispano-Americana foi um importante movimento de independência que mudou o cenário político e social da América Latina, resultando na formação de novas nações e no enfraquecimento do domínio espanhol na região.

Quais foram os combatentes da Guerra Hispano-Americana?

A Revolução Hispano-Americana foi um conflito armado que ocorreu entre 1898 e 1899, envolvendo dois países: Espanha e Estados Unidos. Os combatentes da Guerra Hispano-Americana foram, portanto, a Espanha e os Estados Unidos.

O significado de ser um hispano Americano: uma identidade cultural e étnica única.

O termo hispano-americano refere-se aos habitantes das Américas que têm origem hispânica, ou seja, descendência espanhola ou de outros países de língua espanhola. Esta identidade cultural e étnica única é resultado da colonização espanhola nas Américas durante os séculos XVI e XVII.

A Revolução Hispano-Americana foi um movimento de independência que ocorreu em diversas regiões da América Latina, buscando libertar-se do domínio colonial espanhol. Este processo revolucionário foi marcado por conflitos armados, liderados por figuras importantes como Simón Bolívar e José de San Martín, que lutaram pela independência de países como Venezuela, Colômbia, Peru e Argentina.

A Revolução Hispano-Americana teve um impacto significativo na formação da identidade hispano-americana, fortalecendo o sentimento de pertencimento e orgulho em relação à cultura e história dos povos latino-americanos. Este movimento contribuiu para a consolidação de uma identidade própria, que valoriza as raízes hispânicas e a diversidade étnica presente na região.

Em resumo, ser um hispano-americano significa carregar consigo uma herança cultural rica e diversificada, fruto da mistura de influências indígenas, africanas e europeias. Esta identidade única é resultado de um longo processo histórico, que inclui a Revolução Hispano-Americana como um marco importante na construção da história e da cultura latino-americana.

O que foi a Revolução Hispano-Americana?

A Revolução Hispano-Americana foi o resultado de uma série de movimentos que ocorreram nas colônias espanhola e portuguesa na América, entre os anos de 1808 e 1826, como resultado de guerras estabelecidas no antigo continente e seu impacto nas colônias.

O que precipitou a Revolução Espanhol-Americana foi a insatisfação com a pressão econômica imposta pelos Bourbons. Os movimentos intelectuais dos crioulos nasceram nas colônias que queriam intervir no governo.

O que foi a Revolução Hispano-Americana? 1

Simon Bolivar

Como resultado da Revolução Espanhol-Americana, o domínio da monarquia espanhola sobre as colônias se dissolveu e nasceram os estados americanos livres e independentes.

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Alguns referentes da luta pela independência das colônias foram o general José de San Martín e Simón Bolívar.

Fatores internos e externos da Revolução Espanhol-Americana

A Revolução Hispano-Americana não foi um evento repentino. Enquanto as grandes potências imperialistas como Espanha, França e Inglaterra lutavam para consolidar seu poder militar nas colônias e garantir o controle do comércio marítimo, na América alguns intelectuais crioulos queriam mais controle do governo.

Fatores externos

Em 1808, os reis da Espanha são demitidos do trono por Napoleão Bonaparte, que nomeia seu irmão, José, rei. Esta situação, um monarca estrangeiro na coroa e na Espanha invadido por tropas napoleônicas, se muda para as colônias na América, produzindo incerteza e descontentamento.

Além disso, a maioria dos crioulos estava descontente com os impostos que a coroa impunha às colônias para resolver a guerra no antigo continente.

Embora as notícias da Europa chegassem tarde às colônias, as idéias de separação começaram a ser tomadas pelos movimentos separatistas, que tiveram acesso à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.

Fatores internos

Os crioulos estavam descontentes com a discriminação que receberam dos espanhóis, que não os consideravam iguais.

Os altos setores da sociedade crioula acreditavam que podiam pertencer ao governo e tomar decisões como os espanhóis, pois possuíam riqueza e riqueza.

Além disso, eles não podiam comercializar seus produtos de forma independente, só podiam vender para a Espanha, que pagava preços muito baixos em comparação com outros impérios.

A independência das colônias hispano-americanas

Enquanto na Espanha tentaram impedir o avanço de Napoleão e retornar ao trono como rei legítimo, na América se impuseram juntos para decidir o futuro das colônias. Eram novas organizações, com a participação de crioulos, que finalmente pediram a demissão dos vice-reis.

Após alguns confrontos, a Venezuela finalmente declarou independência em 1811 e em 1816 as colônias do Rio da Prata se tornaram independentes.

Campanhas militares importantes foram desenvolvidas. O general José de San Martín liderou seu exército do Rio da Prata ao norte, passando pelo Chile, enquanto Simón Bolívar o fez da Venezuela ao sul, para eliminar os exércitos espanhóis no Peru.

Finalmente, o rei espanhol Fernando VII só conseguiu manter o controle sobre as colônias de Porto Rico e Cuba.

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Formação de conselhos hispano-americanos

Depois que Napoleão chegou à Espanha e forçou Carlos IV e Fernando VII a abdicar (abduções em Bayonne), eles se formaram juntos em cada vice-reinado do Império Espanhol, para a formação de governos autônomos. Estes foram:

  • 9 de agosto de 1809: Junta do México, vice-reinado da Nova Espanha, México.
  • 21 de setembro de 1808: Junta de Montevidéu, vice-reinado do Rio da Prata, Uruguai.
  • 25 de maio de 1809: Revolução Chuquisaca, vice-reinado do Rio da Prata, Bolívia.
  • 16 de julho de 1809: Conselho de Ensino em La Paz, vice-reinado do Rio da Prata, Bolívia.
  • 10 de agosto de 1809: Primeira Diretoria de Quito, vice-reinado de Nova Granada, Equador.
  • 19 de abril de 1810: Junta Suprema de Caracas, Capitania Geral da Venezuela, Venezuela.
  • 22 de maio de 1810: Junta de Cartagena, Novo Reino de Granada, Colômbia.
  • 25 de maio de 1810: Primeira Junta de Buenos Aires, vice-reinado do Rio da Prata, Argentina.
  • 3 de julho de 1810: Reunião extraordinária de Santiago de Cali, Novo Reino de Granada, Colômbia.
  • 20 de julho de 1810, Junta de Santa Fe, Novo Reino de Granada, Colômbia.
  • 16 de setembro de 1810: Grito de Dolores, vice-reinado da Nova Espanha, México.
  • 18 de setembro de 1810: Primeira Junta do Governo Nacional do Chile, Capitania Geral do Chile, Chile.
  • 22 de setembro de 1810: Segunda Junta de Quito, vice-reinado de Nueva Granada, Equador.
  • 28 de fevereiro de 1811: Grito de Asencio, vice-reinado do Rio da Prata, Uruguai.
  • 15 de maio de 1811: Junta do Paraguai, vice-reinado do Rio da Prata, Paraguai.
  • 20 de junho de 1811: Lado da cidade de Tacna, vice-reinado do Peru, Peru.
  • 5 de novembro de 1811: Primeiro Grito de Independência da América Central, Capitania Geral da Guatemala, Vice-reinado da Nova Espanha, El Salvador.
  • 3 de agosto de 1814: Rebelião de Cuzco, vice-reinado do Peru, Peru.

Referências

  1. Fernandez, Albeto, “a revolta hispano-americana”, 2011. Recuperado em 23 de dezembro de 2017 de revolucionhispanoamericana.blogspot.com
  2. “A independência da América Latina.” Recuperado em 23 de dezembro de 2017 de britannica.com
  3. Rodriguez O, Jaime, “A Revolução Ispânica: Sapain e América, 1808-1846, p 73-92. Recuperado em 23 de dezembro de 2017 de journals.openedition.org

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