Operacionalização de variáveis: processo e exemplos

Operacionalização de variáveis é um processo fundamental em pesquisas científicas, especialmente em estudos quantitativos, que consiste em transformar conceitos abstratos em medidas concretas e observáveis. Essa etapa é essencial para garantir a validade e confiabilidade dos dados coletados, pois permite a mensuração precisa das variáveis de interesse. Neste contexto, a operacionalização envolve a definição de indicadores, escalas de mensuração e procedimentos de coleta de dados. Este artigo abordará o processo de operacionalização de variáveis, destacando exemplos práticos para ilustrar sua aplicação em diferentes contextos de pesquisa.

Entendendo a operacionalização das variáveis: como mensurar e definir os elementos de estudo.

Operacionalização de variáveis é um processo fundamental em pesquisa científica, que envolve a definição clara e precisa dos elementos de estudo e a forma como serão mensurados. Neste artigo, vamos explorar como esse processo funciona e fornecer exemplos práticos de como aplicá-lo.

Para começar, é importante entender que as variáveis em um estudo precisam ser operacionalizadas, ou seja, transformadas em medidas concretas que possam ser observadas e registradas. Isso envolve definir com clareza o que está sendo estudado e como será avaliado.

Um exemplo simples de operacionalização de variáveis é a medição da satisfação do cliente em um restaurante. Para isso, podemos definir a variável “satisfação do cliente” como a pontuação atribuída pelos clientes em uma pesquisa de feedback, em uma escala de 1 a 5.

Outro exemplo seria a operacionalização da variável “desempenho acadêmico” em um estudo sobre o impacto da frequência às aulas. Nesse caso, o desempenho acadêmico poderia ser medido através das notas dos alunos em provas e trabalhos.

Ao definir claramente o que está sendo estudado e como será mensurado, os pesquisadores podem obter insights significativos e contribuir para o avanço do conhecimento em suas áreas de estudo.

Definição de variável operacional: sua importância e aplicação em diferentes contextos de pesquisa.

Definição de variável operacional: As variáveis operacionais são aquelas que podem ser medidas de forma direta e objetiva, ou seja, que possuem uma definição clara e mensurável. Elas são essenciais em qualquer pesquisa, pois permitem que os pesquisadores obtenham dados concretos e confiáveis para analisar e interpretar.

A importância das variáveis operacionais está relacionada à sua capacidade de tornar o processo de pesquisa mais preciso e eficiente. Ao definir e medir as variáveis de forma operacional, os pesquisadores conseguem obter resultados mais consistentes e replicáveis, possibilitando a validação de suas hipóteses e a construção de conhecimento sólido em diferentes áreas do conhecimento.

Na aplicação em diferentes contextos de pesquisa, as variáveis operacionais são utilizadas para delimitar o objeto de estudo, definir os indicadores a serem observados e estabelecer critérios para a coleta e análise de dados. Por exemplo, em uma pesquisa sobre o impacto de um programa de saúde pública, as variáveis operacionais podem incluir a taxa de vacinação, o número de consultas médicas realizadas e a incidência de doenças na população-alvo.

Ao definir e medir as variáveis de forma clara e objetiva, os pesquisadores podem obter resultados significativos e contribuir para o avanço do conhecimento em diferentes áreas do saber.

Exemplos de variáveis de controle em experimentos científicos.

Em experimentos científicos, as variáveis de controle desempenham um papel fundamental na garantia da validade dos resultados obtidos. Essas variáveis são aquelas que permanecem constantes ao longo do experimento, permitindo assim que qualquer variação nos resultados seja atribuída às variáveis independentes em estudo.

Um exemplo comum de variável de controle é a temperatura ambiente em um experimento de crescimento de plantas. Nesse caso, a temperatura é mantida constante para garantir que qualquer diferença no crescimento das plantas seja devido às variáveis independentes, como o tipo de solo ou a quantidade de luz recebida.

Outro exemplo é o uso de um grupo de controle em um estudo clínico. Esse grupo recebe um placebo ou tratamento padrão, enquanto o grupo experimental recebe o tratamento em estudo. A presença do grupo de controle permite que os pesquisadores comparem os resultados e determinem se o tratamento em estudo teve um efeito significativo.

Portanto, as variáveis de controle desempenham um papel crucial na validade e confiabilidade dos resultados de um experimento científico, garantindo que qualquer variação observada possa ser atribuída às variáveis independentes em estudo.

Tipos de variáveis presentes nos dados de um processo: uma análise completa.

A operacionalização de variáveis é um passo fundamental em qualquer pesquisa ou análise de dados. As variáveis presentes nos dados de um processo podem ser classificadas em diferentes tipos, de acordo com suas características e propriedades. Neste artigo, iremos explorar os principais tipos de variáveis e como elas podem ser operacionalizadas em um estudo.

As variáveis podem ser classificadas em duas categorias principais: variáveis qualitativas e variáveis quantitativas. As variáveis qualitativas são aquelas que representam características ou qualidades, e podem ser subdivididas em variáveis nominais e variáveis ordinais. As variáveis nominais são aquelas que não possuem uma ordem específica, como por exemplo cor dos olhos ou estado civil. Já as variáveis ordinárias possuem uma ordem específica, como por exemplo nível de escolaridade ou grau de satisfação.

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Por outro lado, as variáveis quantitativas são aquelas que representam quantidades ou valores numéricos, e podem ser subdivididas em variáveis contínuas e variáveis discretas. As variáveis contínuas são aquelas que podem assumir qualquer valor dentro de um intervalo, como por exemplo altura ou peso. Já as variáveis discretas são aquelas que assumem valores específicos e separados, como por exemplo número de filhos ou número de acidentes.

Para operacionalizar as variáveis em um estudo, é importante definir adequadamente como cada variável será medida ou observada. Isso inclui a escolha dos instrumentos de coleta de dados, a definição de categorias ou escalas de mensuração, e a elaboração de procedimentos para garantir a confiabilidade e validade dos dados obtidos.

Portanto, é essencial compreender as características e propriedades das variáveis envolvidas, a fim de garantir a qualidade e a relevância dos dados obtidos.

Operacionalização de variáveis: processo e exemplos

A operacionalização de variáveis consiste em um processo lógico através do qual os conceitos que fazem parte de uma investigação são desmembrados com a intenção de torná-los menos abstratos e mais úteis para o processo de pesquisa. Quando cada variável pode ser coletada, valorizada e observada, ela se torna um indicador.

Segundo o autor Mercedes Reguant, o processo de operacionalização de variáveis ​​é aquele em que algumas variáveis ​​são substituídas por outras mais específicas que representam as substituídas. Um exemplo desse processo pode ser as notas escolares, que atuam como indicadores necessários para calcular a variável de sucesso acadêmico.

Operacionalização de variáveis: processo e exemplos 1

Através da operacionalização de variáveis, busca-se decompor ao máximo um conceito para aumentar sua utilidade dentro de um processo de pesquisa. Fonte: pixabay.com

Uma variável é operacionalizada com o objetivo de converter um conceito abstrato em empírico através da aplicação de um instrumento. Esse processo é importante, pois orienta um pesquisador com pouca experiência durante a preparação de seu trabalho e o protege de cometer erros frequentes nos processos investigativos.

Algumas variáveis ​​são tão concretas que não requerem operacionalização; por exemplo, é o caso daqueles que determinam o sexo dos indivíduos ou as cores dos semáforos como sinais de trânsito. As variáveis ​​que definem a estrutura e a localização dos órgãos no corpo humano também não requerem operacionalização.

A operacionalização de variáveis ​​torna-se necessária quando sua conceituação é mais difícil, geralmente porque se relacionam com definições abstratas como educação, qualidade de vida e autoridade. Esses conceitos podem ter significados diferentes, dependendo do tipo de estudo a ser realizado ou da disciplina do pesquisador.

A necessidade de operacionalizar uma variável deve ser estabelecida pelo pesquisador, que deve levar em consideração a escala de variáveis ​​para determinar se o processo de operacionalização será ou não necessário durante a investigação.

A escala de variáveis ​​é composta por uma tabela comparativa na qual são estabelecidas as características fundamentais de cada variável, como a que tipo pertence, qual é sua definição e quais são suas dimensões e unidade de medida. Essas informações permitem estabelecer quais variáveis ​​são essenciais para a realização do trabalho de pesquisa.

Quais são as variáveis?

Levando em consideração a definição de Linton Freeman, pode-se estabelecer que as variáveis ​​são as características ou elementos observáveis ​​de um determinado objeto que são suscetíveis de adotar valores diferentes e que podem ser expressos em diferentes categorias.

Um exemplo simples de uma variável pode ser a cor, que por sua vez pode ser categorizada em preto, branco, azul, verde ou roxo, entre outros. O peso de uma pessoa também pode ser uma variável: por exemplo, pode ser apresentado nos valores de 80, 70, 60 kg.

Variáveis ​​quantitativas e qualitativas

As variáveis ​​são qualitativas por natureza quando não podem ser quantificadas. Por exemplo, isso ocorre em variáveis ​​de conceitos abstratos, como justiça como valor, trabalho como dignificação, igualdade de oportunidades ou corrupção presentes em funcionários públicos.

Por outro lado, as variáveis ​​podem ser quantitativas quando seus elementos têm caráter quantitativo ou numérico, como por exemplo, com a idade média dos assassinos nas principais capitais, o nível financeiro das pessoas envolvidas em ofícios ou a média de alunos do terceiro ano, entre outros casos.

Importância das variáveis ​​nos métodos científicos e sociológicos

A importância das variáveis ​​nos métodos científicos e sociológicos é inegável, uma vez que toda a pesquisa científica gira em torno deles.

De fato, alguns autores afirmam que o objetivo dos trabalhos científicos é descobrir as variáveis ​​e sua magnitude por meio de testes que testam as relações que existem entre elas.

Consequentemente, pode-se afirmar que as variáveis ​​são utilizadas nas principais fases da pesquisa científica, pois permeiam todos os termos ou métodos operativos do trabalho, como descrição, análise, classificação e explicação.

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É necessário levar em consideração que o conceito de variável no início é dotado de máxima generalidade; portanto, todas as realidades e coisas do mundo (consideradas objetos da ciência) podem ser variáveis.

Para definir uma variável como um elemento, ela deve ter os seguintes aspectos:

Um nome.

– Algum tipo de definição verbal.

– Uma série de categorias.

– Um procedimento que envolve a classificação em categorias do que é observado.

O exemplo a seguir explica o acima:

– Nome: preferência em relação aos partidos políticos.

– Definição verbal: predileção específica por uma das organizações que promovem a participação do cidadão na estrutura do sistema democrático.

– Categorias: PPC, APRA, PPT, PSU, outros, nenhum.

– Procedimento para classificar categorias: determinar a preferência dos partidos políticos por meio das respostas dos entrevistados à seguinte abordagem: “a favor de qual partido político votará nas próximas eleições?”

Tipos de variáveis

As variáveis ​​podem ser catalogadas da seguinte maneira:

-De acordo com o nível de medição

Estes podem ser nominais, ordinais, de razão ou proporção, ou de intervalo. As características mais importantes de cada um são descritas abaixo:

Nominais

Variáveis ​​nominais apenas permitem classificar objetos; isto é, eles catalogam um único relacionamento existente entre os objetos aos quais foi atribuído um número. Essas variáveis ​​mantêm um relacionamento de equivalência.

Por exemplo, na variável “sexo”, o número “1” é designado para designar homens, enquanto “2” é usado para se referir a mulheres. Isso significa que todos os membros do numeral 1 serão homens, portanto eles manterão uma condição equivalente.

Conseqüentemente, a relação de equivalência é reflexiva (a = a), simétrica (a = b então b = a) e transitiva (se a = b e b = c, então a = c).

Ordinais

As variáveis ​​ordinais permitem classificação e ordenação, portanto, estabelecem uma sequência lógica que considera a intensidade do próprio atributo.

Um exemplo disso pode ser o seguinte: se o nível de satisfação das pessoas na execução de um serviço vinculado à saúde é medido, as escalas “satisfação total”, “satisfação média”, “satisfação baixa” e “ insatisfação “.

Esse tipo de classificação difere da nominal porque permite estabelecer uma classificação ou ordem nas observações.

De razão ou proporção

Nas variáveis ​​de proporção ou razão, estão as propriedades anteriores, como ordenação e classificação; no entanto, a possibilidade de zero absoluto ou verdadeiro é adicionada.

Isso significa que, se um objeto que está em processo de medição tiver um valor zero, esse objeto não terá a propriedade que está sendo medida.

Essa variável corresponde ao nível mais alto de medição. Para analisá-lo, é possível aplicar todas as técnicas dos níveis anteriores, além de admitir a média geométrica e os testes necessários para estabelecer o ponto zero da escala.

Intervalo

As variáveis ​​de intervalo permitem medir aspectos levando em consideração a noção de igualdade. Diferente da variável ratio, ela não aceita zero absoluto; no entanto, permite medir as distâncias entre os valores e a ordem que os governa.

-De acordo com o tipo de estudo

Estudos científicos que analisam a relação causa-efeito de um fenômeno têm as seguintes variáveis: independentes, dependentes ou intervenientes.

Independente

As variáveis ​​independentes representam a causa eventual.

Dependente

Este tipo de variável representa o possível efeito.

Intervenções

Corresponde àquela que gera uma terceira variável que atua entre o dependente e o independente. A variável interveniente pode facilitar o entendimento desse relacionamento.

-De acordo com a origem da variável

Uma variável pode ser ativa ou atribuitiva.

Ativo

Uma variável é considerada ativa quando o pesquisador a projeta ou cria.

Atributivo

Se a variável em questão já foi estabelecida (ou seja, era preexistente), é considerada atribuível.

-De acordo com o número de valores que representa

Nesse caso, as variáveis ​​podem ser contínuas, discretas, dicotômicas ou politômicas.

Você continua

As variáveis ​​contínuas representam valores progressivamente e permitem o fracionamento, como a idade.

Discreto

Variáveis ​​discretas são aquelas que recebem apenas valores que não permitem o fracionamento, como o número de filhos ou o número de gestações. Esses valores devem pertencer a um conjunto numérico específico para que possam ser considerados dentro de variáveis ​​discretas.

Dicotômico

Quando a variável recebe apenas dois valores, como sexo, é definida como dicotômica.

Politomics

Nos casos em que a variável assume mais de dois valores, é chamada de politômica.

-De acordo com o controle do pesquisador da variável

Eles podem ser controláveis ​​ou controlados e descontrolados.

Controlado

A variável controlada é aquela dependente que requer controle do pesquisador, como o número de cigarros que um fumante consome por dia e sua relação com a patologia pulmonar.

Não controlado

Diferentemente da anterior, a variável não controlada é evidenciada quando não é considerada durante a análise pelo pesquisador.

-De acordo com o grau de abstração

De acordo com essa categorização, as variáveis ​​podem ser divididas em geral, intermediária ou empírica.

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Generais

As variáveis ​​gerais são aquelas que se referem a realidades que não podem ser medidas diretamente empiricamente.

Intermediário

As variáveis ​​são intermediárias quando expressam dimensões parciais. Como resultado, eles estão mais próximos da realidade empírica.

Empírico

Quanto às variáveis ​​empíricas (também conhecidas como indicadores), elas representam aspectos ou dimensões observáveis ​​e mensuráveis, direta e experimentalmente.

Processo de operacionalização das variáveis

Segundo o sociólogo Paul Lazarsfeld, a operação das variáveis ​​exige que sejam realizadas as seguintes fases:

Primeira fase

Nesta primeira etapa, o conceito da variável é determinado. Isso tem o objetivo de expressar as principais características da realidade empírica através de uma noção teórica.

Segunda fase

Nesta fase, são feitas especificações muito diretas sobre o conceito que foi encontrado anteriormente. Este processo é realizado através da análise das dimensões e aspectos da intenção prática do referido conceito.

Esses aspectos estão incluídos na representação conceitual da variável ou derivam empiricamente do entendimento das diferentes relações entre seus valores.

Por exemplo, Lazarsfeld afirma que na variável “desempenho” podem ser distinguidas três dimensões: qualidade do produto, ritmo de trabalho e rentabilidade do equipamento.

Terceira fase

Durante esta fase, indicadores ou circunstâncias empíricas específicas que atingem uma dimensão maior nas unidades de pesquisa devem ser selecionados.

Para cumprir esta fase, é necessário levar a operacionalização ao limite máximo possível. Isso é alcançado através da pesquisa de todas as pistas que podem ser usadas na realidade empírica como uma amostra da dimensão.

Por exemplo, uma dimensão da variável “classe social” poderia ser “nível econômico”; nesse caso, os indicadores seriam os seguintes: rendimentos de fazendas urbanas e rurais, salários, dividendos de ações, juros de capital, obtenção de créditos e pagamento de dívidas, entre outros.

Quarta fase

Consiste na construção dos índices após a seleção dos indicadores mais importantes e adequados para a investigação.

Em alguns casos, pode acontecer que cada indicador não tenha a mesma importância. Portanto, deve ser construído um índice que reúna em uma medida comum todos os indicadores que se refiram a uma dimensão específica; Isso é obtido atribuindo um valor a cada um deles, de acordo com sua importância.

É importante lembrar que a operacionalização de variáveis ​​é em linhas gerais para substituir algumas variáveis ​​por outras mais concretas. Portanto, para que a operação seja válida, é necessário que as variáveis ​​que substituirão as demais sejam representativas das últimas.

É por isso que a operacionalização é baseada na formulação implícita ou explícita de suposições prováveis ​​ou suposições auxiliares sobre a representação correta de variáveis ​​gerais por indicadores.

Em resumo, para operacionalizar uma variável, é necessário cumprir o seguinte:

1- Declare ou defina a variável.

2- Deduzir suas dimensões e aspectos principais.

3- Encontre os indicadores apropriados para cada dimensão.

4- Forme o índice para cada caso.

Exemplos

Se tomarmos como exemplo a variável “desempenho escolar”, podemos definir os seguintes indicadores:

– Número de aprovados e reprovados.

– Média das notas obtidas.

– Evasão escolar.

– Perdas de classe.

Outro exemplo amplamente utilizado é a variável “nível socioeconômico”. Nesse caso, os indicadores podem ser os seguintes:

– Nível de estudos.

– nível de renda.

– Lugar de residência.

– atividade de trabalho.

– Salário mensal.

– Dívidas pendentes.

Um terceiro exemplo pode ser a variável “violência de gênero”. Nesse caso, o pesquisador pode encontrar os seguintes indicadores:

– abuso físico.

– abuso psicológico.

– Controle por força física.

– Controle por palavras.

Manipulação violenta.

Manipulação verbal.

Outro exemplo pode ser a variável “tempo para a família”, que inclui estes indicadores:

– Comer juntos.

– Fazer compras.

– reuniões sociais.

– Ir ao cinema.

– Viaje para outra cidade.

– Ir à praia.

– Acampar na floresta.

– Visite parentes.

– Comemore as férias de Natal.

Finalmente, na variável “conflito de casal”, encontramos os seguintes indicadores:

– Lutas por amizades.

– Lutas pelas crianças.

– Lutas relacionadas ao campo sexual.

– Não conformidades em relação à moradia.

– Não conformidades relacionadas a finanças.

– Aparência de terceiros.

– Desenvolvimento de mentiras.

Referências

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