Pipeta sorológica: características e usos

A pipeta sorológica é um instrumento utilizado em laboratórios para dosar quantidades precisas de líquidos, principalmente em testes sorológicos. Possui um bulbo de borracha na extremidade superior que permite aspirar e dispensar líquidos de forma controlada. Além disso, possui marcações graduadas que facilitam a leitura e a precisão das medidas. As pipetas sorológicas são amplamente utilizadas em áreas como microbiologia, imunologia e análises clínicas, sendo essenciais para a realização de testes laboratoriais de alta precisão.

Utilizações da pipeta Sorológica: descubra suas diversas funções no laboratório de análises clínicas.

A pipeta sorológica é um instrumento muito utilizado em laboratórios de análises clínicas devido à sua precisão e versatilidade. Ela é capaz de medir e transferir pequenos volumes de líquidos com exatidão, sendo essencial em diversas etapas dos processos de análise laboratorial.

Uma das principais utilizações da pipeta sorológica é na realização de testes sorológicos, como os testes de ELISA e Western blot, que são fundamentais para identificar a presença de anticorpos em amostras de sangue. Nesses casos, a pipeta sorológica é utilizada para transferir com precisão os reagentes e as amostras, garantindo resultados confiáveis.

Além disso, a pipeta sorológica também é utilizada na cultura de células, na preparação de meios de cultura e na realização de testes de citotoxicidade. Sua capacidade de medir volumes pequenos com precisão torna-a indispensável para a realização desses procedimentos com acurácia.

Outra aplicação importante da pipeta sorológica é na realização de diluições seriadas, que são comuns em diversas análises clínicas. Com a pipeta sorológica, é possível transferir com exatidão diferentes volumes de soluções para obter as diluições desejadas, facilitando a realização dos testes laboratoriais.

Portanto, fica evidente que a pipeta sorológica desempenha um papel fundamental no laboratório de análises clínicas, contribuindo para a precisão e confiabilidade dos resultados obtidos. Sua versatilidade e precisão a tornam um instrumento indispensável para os profissionais da área da saúde.

Conheça os três tipos de pipetas e suas distinções em relação ao funcionamento.

A pipeta sorológica é um instrumento de laboratório utilizado para medir e transferir volumes precisos de líquidos. Existem três tipos principais de pipetas: pipeta volumétrica, pipeta graduada e pipeta Pasteur.

A pipeta volumétrica é utilizada para medir volumes fixos de líquidos. Ela possui uma única marca de aferição na parte inferior do tubo, o que permite a precisão na medição do volume. A pipeta volumétrica é ideal para preparar soluções com concentrações específicas.

A pipeta graduada, por sua vez, possui várias marcas de aferição ao longo do tubo, permitindo a medição de diferentes volumes. Ela é utilizada quando é necessário transferir volumes variáveis de líquidos, como em processos de titulação.

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Por fim, a pipeta Pasteur é um tipo de pipeta de vidro utilizada para transferir volumes pequenos de líquidos. Ela não possui marcações de aferição e é comumente utilizada em microbiologia e biologia molecular.

Em resumo, cada tipo de pipeta tem suas próprias características e usos específicos. Enquanto a pipeta volumétrica é indicada para volumes fixos, a pipeta graduada é mais versátil e a pipeta Pasteur é ideal para volumes pequenos e precisos.

Como utilizar corretamente a pipeta para medições precisas e seguras em laboratórios.

A pipeta sorológica é uma ferramenta essencial em laboratórios para realizar medições precisas de volumes líquidos. Para garantir resultados confiáveis, é importante utilizá-la corretamente. Abaixo, descrevemos passo a passo como utilizar a pipeta sorológica de forma segura e eficaz.

Passo 1: Antes de começar, certifique-se de que a pipeta está limpa e seca. Verifique se a ponta da pipeta está intacta e sem rachaduras.

Passo 2: Segure a pipeta pela parte superior, evitando tocar na parte que entra em contato com o líquido. Certifique-se de que a pipeta está na posição vertical.

Passo 3: Utilize o botão de controle para aspirar o líquido até a marca desejada. Mantenha o controle pressionado para evitar vazamentos.

Passo 4: Retire a pipeta do recipiente com o líquido e toque a ponta da pipeta na parede do recipiente para garantir a transferência total do volume aspirado.

Passo 5: Para dispensar o líquido, segure a pipeta sobre o recipiente de destino e pressione suavemente o botão de controle para liberar o líquido.

Lembre-se de que a precisão das medições depende da técnica utilizada. Certifique-se de praticar e dominar o uso da pipeta sorológica para obter resultados confiáveis. Com essas dicas, você estará pronto para realizar medições precisas e seguras em seu laboratório.

Qual a utilidade da pipeta automática na rotina científica e laboratorial?

A pipeta automática é uma ferramenta essencial na rotina científica e laboratorial devido à sua precisão e praticidade. Com a capacidade de medir e transferir volumes precisos de líquidos, a pipeta automática torna o processo de pipetagem muito mais eficiente e confiável.

Uma das principais vantagens da pipeta automática é a capacidade de ajustar rapidamente o volume desejado, facilitando a realização de experimentos que requerem a manipulação de diferentes quantidades de líquidos. Além disso, a pipeta automática também reduz significativamente o risco de contaminação cruzada, pois evita o contato direto com o líquido.

Com a pipeta automática, os profissionais de laboratório podem realizar suas tarefas de forma mais rápida e precisa, garantindo resultados mais confiáveis em suas pesquisas e análises. Dessa forma, a pipeta automática se torna uma ferramenta indispensável para a realização de experimentos em diversas áreas da ciência, como na biologia, química e bioquímica.

Em resumo, a pipeta automática é fundamental para a realização de experimentos laboratoriais com precisão e eficiência, tornando-se um aliado indispensável para os profissionais da área da saúde e da pesquisa científica.

Pipeta sorológica: características e usos

A pipeta sorológica é um tipo de pipeta estéril usada principalmente para cultura de células e / ou trabalho com soluções estéreis. É um tipo de pipeta graduada, também chamada de pipeta terminal, uma vez que as graduações ocupam toda a superfície da pipeta, incluindo a ponta. Isso difere do resto.

Esta pipeta permite a transferência de proporções muito pequenas de volume de líquido, variando de 0,1 ml a 50 ml. Ele é projetado em tamanhos diferentes, para ser usado de acordo com a necessidade do manipulador. No entanto, algumas bibliografias afirmam que são ideais para transferir volumes entre 5 ml e 25 ml.

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Geralmente, as pipetas estéreis são embaladas individualmente em papel Kraft, e existem técnicas corretas para remover as pipetas estéreis, se várias estiverem contidas no mesmo recipiente sem contaminar o restante das pipetas.

Características principais

Parte das pipetas soprar

As pipetas serológicas têm a característica de serem consideradas dentro do grupo de pipetas de sopro ou sopro . Uma pipeta de sopro é aquela em que a capacidade descrita em sua superfície não leva em consideração que uma parte do líquido é aderida às suas paredes após o derramamento no recipiente.

Esse líquido faz parte do volume a ser dispensado. Portanto, para obter o volume total descrito, a pipeta deve ser soprada para expelir o líquido restante e obter no recipiente receptor a quantidade exata que a pipeta marca.

Extremidade superior aberta

Para expelir o líquido, essas pipetas têm sua extremidade superior aberta, sua estrutura se assemelha a um canudo ou cigarro. Através desse orifício, o manipulador pode criar um vácuo colocando o dedo e mantendo o líquido dentro da pipeta.

Da mesma forma, depois de ver o conteúdo da pipeta no recipiente de recebimento, é possível soprar na extremidade aberta para derramar as últimas gotas de líquido aderidas às paredes da pipeta, para garantir o vazamento de todo o volume indicado pela pipeta .

Cinto fosco

Esse tipo de pipeta é identificado por uma correia fosca próxima à sua extremidade superior ou por dois anéis finos e coloridos ao redor do pescoço da pipeta.

Enchimento recomendado com uma pipeta

Embora algumas pipetas sorológicas sejam sopradas, é sugerido o uso de uma propipeta para o enchimento. Isso ocorre porque, devido às pequenas quantidades que carrega, é difícil controlar o líquido aspirado pelo usuário quando realizado com a boca.

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Usos

Para transferir volumes de fluido corporal

Como o nome indica, é a pipeta usada para a transferência de volumes de fluidos do corpo, para o estudo de patógenos e anticorpos, entre outros elementos.

Como a pipeta sorológica pode ser usada para a transferência e medição de líquidos com gases potencialmente patológicos para o técnico ou para o meio ambiente, ela traz um pequeno filtro para impedir que patógenos entrem em contato com a atmosfera.

Na indústria de alimentos e cosméticos

Também é frequentemente usado na produção de alimentos e na indústria cosmética. É usado quando os volumes a serem transferidos são muito pequenos e é recomendável usar a menor escala possível para evitar erros no volume necessário.

Por exemplo, se for necessário transferir 0,9 ml, é recomendável usar uma pipeta de 1 ml em vez de uma pipeta de 10 ml.

Diferenças entre a pipeta sorológica e a pipeta volumétrica

Volumes de líquidos

A principal diferença é que a pipeta sorológica é uma pipeta graduada que permite que diferentes volumes de líquidos sejam transferidos com a mesma pipeta, conforme necessário. Por outro lado, a pipeta volumétrica permite apenas que um único volume seja medido.

Esse recurso torna a pipeta volumétrica muito mais exata e precisa do que a pipeta sorológica.

Soprado

A pipeta serológica é marcado de modo a que alguns podem ser soprado ou soprar para fora . Ou seja, depois de derramar o líquido, ele deve ser soprado pela extremidade superior para ver o restante do líquido aderido às paredes.

No entanto, nenhuma pipeta volumétrica permite o sopro subsequente. Quer as pipetas vazem ou contenham, a capacidade descrita na superfície da pipeta deve ser considerada pelo técnico que selecionou a pipeta.

Artigos de interesse

Pipeta graduada .

pipeta Beral .

pipeta volumétrica .

Referências

  1. Banco de Dados de Educação Científica JoVE. Técnicas Gerais de Laboratório Introdução a Pipetas e Pipetadores Sorológicos. JoVE, Cambridge, MA, (2018). Recuperado de: jove.com
  2. Micah McDunnigan. Diferentes tipos de pipetas. 1 de fevereiro de 2018. Geniolandia. Recuperado de: geniolandia.com
  3. Evelyn Rodríguez Cavallini. Bacteriologia Geral: Princípios e Práticas de Laboratório. Pipetas serológicas Página 11. Recuperado de: books.google.pt
  4. Em cultura de células, equipamento de laboratório, biologia molecular, pipeta, estéril em 2 de março de 2009. Usando pipetas serológicas. Labtutorials em Biologia. Recuperado de: labtutorials.org
  5. Bioquímica prática Precisão no laboratório. Pipetas graduadas. Página 13. bioquimica.dogsleep.net

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