Sistemas econômicos primitivos e suas características

Os sistemas econômicos primitivos são formas de organização econômica que existiam nas sociedades antigas e pré-capitalistas. Esses sistemas eram baseados na subsistência e na troca de bens e serviços, sem a presença de uma economia monetária desenvolvida. As características desses sistemas incluíam a produção para o próprio consumo, a ausência de propriedade privada sobre os meios de produção e a distribuição igualitária dos recursos entre os membros da comunidade. Esses sistemas eram comuns em sociedades tribais, coletoras e agrícolas, e representam uma forma primitiva de organização econômica que contrasta com os sistemas capitalistas modernos.

Características principais do sistema econômico: o que você precisa saber.

Os sistemas econômicos primitivos são caracterizados por uma economia de subsistência, onde a produção é voltada principalmente para o consumo próprio. Nesses sistemas, não há uma divisão clara entre trabalho e lazer, e a produção é realizada de forma coletiva pela comunidade.

Além disso, nos sistemas econômicos primitivos, os recursos naturais são explorados de forma sustentável, sem causar danos ao meio ambiente. A propriedade dos meios de produção é coletiva, e não há uma clara distinção entre propriedade privada e propriedade pública.

Outra característica importante dos sistemas econômicos primitivos é a ausência de moeda. As trocas são feitas através de sistemas de troca direta, como o escambo, onde os produtos são trocados por outros produtos sem a necessidade de dinheiro.

Por fim, nos sistemas econômicos primitivos, as relações sociais desempenham um papel fundamental na organização da produção e distribuição de bens. A solidariedade e a cooperação são valores essenciais para o funcionamento dessas economias.

Em resumo, os sistemas econômicos primitivos são caracterizados por uma economia de subsistência, produção coletiva, exploração sustentável dos recursos naturais, ausência de moeda e forte ênfase nas relações sociais. Estas características fundamentais nos ajudam a entender como esses sistemas econômicos funcionam e como eles se diferenciam dos sistemas mais complexos que surgiram posteriormente.

Origens dos sistemas econômicos e suas evoluções ao longo da história da humanidade.

Os sistemas econômicos primitivos são a base de toda a organização econômica da humanidade. Eles surgiram no início da história da humanidade, quando os grupos de caçadores-coletores passaram a se organizar de forma mais complexa. Nestes sistemas, a produção era baseada na subsistência, ou seja, na produção de alimentos e bens essenciais para a sobrevivência do grupo.

Um dos sistemas econômicos primitivos mais conhecidos é o comunismo primitivo, onde os bens eram produzidos e distribuídos de forma coletiva, sem a presença de propriedade privada. Neste sistema, não havia a noção de acumulação de riqueza, pois os recursos eram compartilhados igualmente entre os membros do grupo.

Outro sistema econômico primitivo é o escambo, onde a troca direta de bens era a principal forma de comércio. Neste sistema, não havia uma moeda como meio de troca, e as transações eram realizadas através da troca de mercadorias.

Ao longo da história da humanidade, os sistemas econômicos primitivos evoluíram para formas mais complexas, como o capitalismo, o socialismo e o comunismo. Estes sistemas econômicos modernos possuem características distintas, como a presença de propriedade privada, a livre concorrência, a intervenção do Estado na economia, entre outras.

Em resumo, os sistemas econômicos primitivos foram o ponto de partida para a organização econômica da humanidade. Ao longo da história, estes sistemas evoluíram e deram origem aos sistemas econômicos modernos que conhecemos hoje, cada um com suas próprias características e dinâmicas.

Entenda os principais sistemas econômicos em apenas 4 categorias distintas.

Os sistemas econômicos primitivos são formas básicas de organização da produção, distribuição e consumo de bens e serviços em uma sociedade. Eles podem ser classificados em quatro categorias distintas: economia de subsistência, economia de troca, economia de redistribuição e economia de mercado.

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A economia de subsistência é caracterizada pela produção de bens e serviços apenas para atender às necessidades básicas da comunidade. Não há trocas comerciais e a produção é geralmente feita de forma autossuficiente. Os bens são produzidos para consumo próprio e não para venda.

Já a economia de troca envolve a troca de bens e serviços entre os membros de uma comunidade. Nesse sistema, a produção é feita com o objetivo de obter bens e serviços de outros indivíduos. A troca pode ser feita por meio de escambo ou através de uma moeda comum.

A economia de redistribuição é caracterizada pela centralização do controle dos recursos e da distribuição dos bens. Um líder ou grupo central é responsável por coletar os recursos produzidos pela comunidade e redistribuí-los de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Esse sistema busca garantir a igualdade na distribuição dos recursos.

Por fim, a economia de mercado é baseada na livre concorrência e na oferta e demanda. Nesse sistema, os recursos são alocados de acordo com as decisões dos consumidores e das empresas. O preço dos bens e serviços é determinado pelo mercado e as trocas são realizadas de forma voluntária.

Entender essas categorias de sistemas econômicos primitivos é fundamental para compreender como as sociedades se organizam para garantir a produção e distribuição de bens e serviços. Cada sistema tem suas próprias características e impactos na vida das pessoas. Agora que você conhece essas categorias, pode analisar melhor como as economias se desenvolvem e se adaptam ao longo do tempo.

As características do sistema econômico primitivo: uma análise detalhada de suas principais características.

Os sistemas econômicos primitivos são caracterizados por uma série de características distintas que os diferenciam dos sistemas econômicos mais complexos e desenvolvidos. Vamos analisar algumas das principais características desses sistemas.

Um dos aspectos mais marcantes dos sistemas econômicos primitivos é a economia de subsistência, onde a produção é voltada principalmente para o consumo próprio e a troca de excedentes com outras comunidades. Nesse tipo de economia, a propriedade dos meios de produção é coletiva e a divisão do trabalho é baseada em critérios tradicionais e culturais.

Outra característica importante dos sistemas econômicos primitivos é a ausência de uma moeda ou de um sistema de trocas monetárias. As transações comerciais são feitas principalmente por meio de trocas diretas de produtos ou serviços, em um sistema de economia de troca conhecido como escambo.

Além disso, os sistemas econômicos primitivos são caracterizados pela ausência de uma organização centralizada e de um mercado regulado. As relações comerciais são baseadas em laços de parentesco, vizinhança e reciprocidade, e não em leis ou regulamentos governamentais.

Por fim, é importante ressaltar que os sistemas econômicos primitivos são geralmente sustentáveis e adaptados ao ambiente natural em que as comunidades estão inseridas. A produção é realizada de forma simples e em pequena escala, utilizando técnicas tradicionais e conhecimentos transmitidos de geração em geração.

Em resumo, as características dos sistemas econômicos primitivos incluem a economia de subsistência, a ausência de uma moeda, a organização descentralizada e a sustentabilidade ambiental. Esses sistemas representam uma forma de organização econômica mais simples e tradicional, que se baseia em princípios culturais e sociais para garantir a sobrevivência e o bem-estar das comunidades.

Sistemas econômicos primitivos e suas características

Os sistemas econômicos primitivos são regras pré-históricos que fizeram uso de tecnologia e recursos naturais para garantir a continuação da cooperação no fornecimento de bens materiais.

O significado particular de econômico não é analiticamente informativo na investigação de economias específicas, devido à grande diversidade de estruturas técnicas e institucionais existentes.

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Fonte: pixabay.com

No entanto, tem o mérito de apontar e explicar a existência geral de requisitos organizacionais para o fornecimento sustentado de bens materiais, que devem ser atendidos em qualquer sociedade. É isso que os antropólogos querem dizer quando se referem aos aspectos econômicos da sociedade primitiva.

As sociedades primitivas usavam os recursos naturais de maneira não sistemática devido à escassez de máquinas e ferramentas modernas. Pelo contrário, eles usaram outras técnicas e métodos para sobreviver. Por exemplo, tribos primitivas praticavam o cultivo migratório.

Lista de sistemas econômicos da pré-história

Sistema econômico de caça e coleta

É o sistema da economia primitiva, onde participa da caça de animais e da coleta de frutas, vegetais, ovos e raízes da natureza. Também envolve atividades de pesca, especialmente nas sociedades que circundam o oceano, lagos e rios.

As ferramentas utilizadas nesta economia foram caracterizadas por sua baixa tecnologia, como o uso de pedras, paus, flechas, lanças, etc.

Esse tipo de economia é praticada e possuída no nível de uma comunidade, e havia uma distribuição simples de trabalho quando um animal era morto em uma caçada.

Como o sacrifício de um animal é geralmente uma atividade cooperativa, pode-se esperar que as porções sejam distribuídas de acordo com a quantidade de trabalho realizado por cada caçador para obtê-lo.

A divisão do trabalho era baseada no sexo, no qual as mulheres desempenhavam um papel de colher frutas e raízes, enquanto os homens participavam da caça e / ou pesca.

Com as sobras de caça e coleta de alimentos, costumes como presentes, hospitalidade e empréstimos gratuitos foram desenvolvidos. Nessas comunidades, o prestígio individual ou familiar era considerado mais valioso que a propriedade.

Sistema econômico de produção-consumo

As organizações econômicas primitivas eram de subsistência. Ou seja, eles se enquadram na categoria de economias de produção-consumo. Uma razão importante para isso é a ausência de auxílios tecnológicos em suas tentativas de explorar a natureza, conforme ilustrado pela agricultura migratória.

O cultivo migratório significa que o mesmo lote de terra não é cultivado por um longo tempo, os produtores se deslocam de um lote para outro. As razões para isso são diversas.

A diminuição do rendimento da terra como resultado do cultivo contínuo pode ser neutralizada por um fertilizante apropriado. Mas o fertilizante representa uma invenção científica para o cultivo bastante avançado.

Os primitivos não tinham conhecimento das várias maneiras de conservar a fertilidade do solo por meio de fertilizantes. Portanto, o cultivo migratório era a única alternativa para eles.

Isso foi facilitado pelo fato de que as pessoas da Pré-História podiam facilmente explorar e explorar terras virgens. Obviamente, hoje essa colheita é inútil, ineficiente e não econômica, devido ao grande número de pessoas que habitam o planeta.

A sociedade primitiva era auto-suficiente para atender às suas necessidades econômicas. Portanto, o sistema comercial formal não se desenvolveu nessas sociedades.

Sistema econômico nômade ou pastoral

A economia nômade ou pastoral é um sistema econômico primitivo baseado na manutenção tradicional dos animais, enquanto as tribos se deslocam de um lugar para outro. O foco principal é a busca de pastagens e água para seus animais.

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Em geral, nesse tipo de economia, as sociedades não possuíam assentamentos permanentes, porque na maioria das vezes se deslocavam de uma área para outra de acordo com a disponibilidade de alimentos, água e pastagens.

Os tipos de animais mais freqüentes na economia nômade e pastoral foram cabras, ovelhas, galinhas, burros e vacas. Por meio desse tipo de economia, o método de comércio consistia na troca de mercadorias por mercadorias, como a troca de gado por milho, cabras por cereais, etc.

Entre os pastores, não há posse de terra. Pastagens foram usadas juntas. Da mesma forma, os produtores possuíam suas terras no nível da comunidade.

As divisões de trabalho nesse tipo de economia eram basicamente baseadas em idade e sexo.

Sistema de intercâmbio econômico

Os mercados móveis semanais são a base da troca. Não há monopólio ou concorrência característica da sociedade civilizada.

Não havia fornecimento de moedas. Também não havia bancos ou outras sociedades de crédito. Portanto, na ausência de dinheiro como medida de valor e meio de troca, as transações econômicas sempre foram baseadas na troca. Havia várias formas de troca prevalecentes nas sociedades primitivas.

Troca

É uma forma direta de troca. Implica negociação e negociação, a menos que seja regulamentado por regras ou costumes. O dinheiro não aparece nas transações de escambo. É uma troca de:

– Serviço por serviço.

– Bens para serviço.

– Bens para bens.

Ausência de motivo de lucro

O motivo do lucro geralmente associado a transações econômicas geralmente está ausente em uma economia primitiva.

O incentivo necessário em todas as atividades econômicas foi proporcionado por um senso de obrigação mútua, compartilhamento e solidariedade.

Sistema econômico de subsistência

Nas sociedades primitivas, o que foi produzido não deveria ser trocado. Eles produziram para consumir e, assim, permanecer vivos. A economia de subsistência é uma economia sem dinheiro, baseada em recursos naturais para atender às necessidades mais básicas, através da colheita, caça e agricultura de subsistência.

A palavra subsistência significa manter-se em um nível mínimo. Portanto, o superávit econômico é mínimo na economia de subsistência. Isso é usado apenas para negociar mercadorias, sem industrialização.

A economia de subsistência também envolvia atividades agrícolas com ferramentas precárias de produção e baixas tecnologias, como machados, pedras e ossos de animais.

Sistema econômico comunitário

As sociedades primitivas mostram características fortemente desenvolvidas das economias comunais. Todas as atividades, da construção de abrigos à produção de bens de consumo primários, são realizadas por meio de esforços coletivos dos membros da comunidade.

Toda a terra é de propriedade coletiva. A terra é igualmente dividida entre as famílias, e cada uma delas cultiva a terra que lhe foi atribuída. Há mais consumo do que produção. O consumo inclui alimentos, roupas e moradia.

No caso da propriedade da comunidade, o grupo como um todo nunca deixa de existir repentinamente como o indivíduo. Seus membros são reabastecidos periodicamente através de um novo recrutamento.

Referências

  1. George Dalton (2019). Teoria Econômica e Sociedade Primitiva. Anthro Source Retirado de: anthrosource.onlinelibrary.wiley.com.
  2. Sikesh Dey (2019). Quais são os principais princípios da economia primitiva? Preservar artigos. Retirado de: preservearticles.com.
  3. Peter J. Boettke, Robert L. Heilbroner (2019). Sistema econômico Encyclopaedia Britannica. Retirado de: britannica.com.
  4. Sonal Gautta (2019). 7 Principais características das sociedades primitivas. Discussão de Sociologia. Retirado de: sociologydiscussion.com.
  5. Discussão QN (2014). Tipos de economia primitiva. Retirado de: discussionqn.blogspot.com.

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