Traquéia: Funções, Estrutura, Desenvolvimento e Patologias

A traquéia é um órgão tubular localizado no pescoço e no tórax, responsável por conduzir o ar inspirado até os pulmões. Neste artigo, abordaremos suas funções, estrutura anatômica, desenvolvimento durante o desenvolvimento embrionário e algumas patologias que podem afetar esse importante órgão respiratório. A compreensão desses aspectos é fundamental para a compreensão da fisiologia respiratória e para o diagnóstico e tratamento de doenças respiratórias relacionadas à traquéia.

Para que serve a traqueia no corpo humano?

A traqueia é um órgão essencial do sistema respiratório humano, responsável por conduzir o ar inspirado até os pulmões. Localizada logo abaixo da laringe, a traqueia é formada por anéis de cartilagem em forma de “C” que mantêm a estrutura aberta, permitindo a passagem do ar de forma eficiente.

Uma das principais funções da traqueia é garantir que o ar chegue aos pulmões de forma limpa e aquecida, graças às células ciliadas e às glândulas mucosas presentes em sua parede. Além disso, a traqueia também atua como um mecanismo de proteção, evitando que partículas indesejadas entrem nos pulmões durante a respiração.

No desenvolvimento embrionário, a traqueia surge a partir do tubo laringotraqueal, formando-se entre a quarta e a sexta semana de gestação. Ao longo do crescimento fetal, a traqueia vai se desenvolvendo e se tornando funcional para o momento do nascimento.

Assim como qualquer parte do corpo, a traqueia está sujeita a diversas patologias que podem comprometer sua função respiratória. Algumas das doenças mais comuns que afetam a traqueia incluem a traqueobronquite, a estenose traqueal e o câncer de traqueia. É importante estar atento aos sintomas e buscar ajuda médica caso haja suspeita de alguma dessas condições.

Em suma, a traqueia desempenha um papel fundamental no processo respiratório humano, garantindo a passagem adequada do ar até os pulmões e atuando como uma barreira protetora contra agentes nocivos. Manter a saúde da traqueia é essencial para garantir uma respiração saudável e sem complicações.

Conheça a anatomia da traqueia: descubra sua estrutura e funções no sistema respiratório humano.

A traquéia é um órgão essencial do sistema respiratório humano, responsável por conduzir o ar inspirado até os pulmões. Localizada logo abaixo da laringe, a traquéia é composta por anéis de cartilagem em forma de “C” que garantem a sua rigidez e evitam o colapso durante a respiração.

Além da sua estrutura cartilaginosa, a traquéia também é revestida por uma mucosa ciliada que ajuda a filtrar e umedecer o ar inspirado, assim como a eliminar partículas e secreções através da tosse. Os cílios presentes nessa mucosa desempenham um papel fundamental na limpeza das vias aéreas.

Uma das principais funções da traquéia é a de garantir a passagem do ar para os pulmões de forma eficiente e segura. É importante ressaltar que a traquéia também possui receptores sensoriais que detectam substâncias irritantes ou nocivas, desencadeando reflexos de proteção como a tosse.

No desenvolvimento embrionário, a traquéia surge a partir do endoderma primitivo e se forma a partir da fusão de duas estruturas chamadas de brotos traqueais. Durante o crescimento fetal, a traquéia se alonga e se ramifica para formar os brônquios principais que se conectam aos pulmões.

Apesar da sua importância, a traquéia está sujeita a diversas patologias que podem comprometer a sua função respiratória. Doenças como a traqueíte, estenose traqueal e traqueomalácia podem causar obstruções e dificultar a passagem do ar, levando a sintomas como tosse, falta de ar e chiado no peito.

Em resumo, a traquéia é um órgão fundamental do sistema respiratório humano, responsável por conduzir o ar aos pulmões e garantir a oxigenação do organismo. Conhecer a sua anatomia, estrutura, funções e possíveis patologias é essencial para compreender a importância desse órgão vital para a nossa saúde respiratória.

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Entenda qual é a doença que afeta a traqueia do corpo humano.

A traqueia é um órgão tubular localizado no pescoço e no tórax, responsável por conduzir o ar inspirado até os pulmões. Ela é revestida por células ciliadas que ajudam a filtrar e umedecer o ar, além de possuir anéis de cartilagem em sua parede para manter a sua forma aberta.

Uma das doenças que pode afetar a traqueia é a traqueobronquite, também conhecida como tosse comprida. Essa condição é caracterizada pela inflamação da mucosa da traqueia, causando tosse persistente e irritativa. Em casos mais graves, a traqueobronquite pode levar à dificuldade respiratória e necessitar de tratamento médico.

Além da traqueobronquite, outras patologias que podem afetar a traqueia incluem a estenose traqueal, que é o estreitamento da traqueia, e o câncer de traqueia, que é um tumor maligno que se desenvolve no órgão. Ambas as condições requerem acompanhamento médico e tratamento específico, que pode incluir cirurgia, radioterapia ou quimioterapia.

É importante estar atento aos sintomas de problemas na traqueia, como tosse persistente, falta de ar, rouquidão e dor no peito, e buscar ajuda médica caso necessário. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para a recuperação e a qualidade de vida do paciente.

Conheça as principais estruturas do sistema respiratório em detalhes e suas funções essenciais.

A traquéia é um dos principais componentes do sistema respiratório humano. Localizada logo abaixo da laringe, é responsável por conduzir o ar inspirado até os pulmões. Sua estrutura é composta por anéis de cartilagem em forma de “C”, revestidos por um tecido chamado epitélio respiratório.

Uma das principais funções da traquéia é garantir a passagem de ar de forma contínua e sem obstruções. Além disso, ela também é responsável por filtrar e umidificar o ar antes que ele chegue aos pulmões, evitando danos às vias aéreas.

No desenvolvimento embrionário, a traquéia surge a partir de uma estrutura chamada de broto traqueal, que se forma por volta da terceira semana de gestação. Ao longo do desenvolvimento fetal, a traquéia passa por um processo de crescimento e maturação até atingir sua forma e função adequadas.

Algumas patologias podem afetar a traquéia, como a traqueíte, que é a inflamação da mucosa traqueal, causando sintomas como tosse, dificuldade para respirar e dor no peito. Outra condição é a estenose traqueal, que é o estreitamento da traquéia, podendo ser congênita ou adquirida.

Em resumo, a traquéia desempenha um papel fundamental no sistema respiratório, garantindo a passagem adequada de ar e contribuindo para a saúde das vias aéreas. É importante manter a traquéia saudável através de hábitos de vida saudáveis e acompanhamento médico regular para prevenir possíveis complicações.

Traquéia: Funções, Estrutura, Desenvolvimento e Patologias

A traqueia é um ducto respiratório de seres vertebrados (humanos e animais) cuja função vital é permitir a passagem de ar para a respiração.

Pertencente ao sistema respiratório, faz parte do aparelho que compõe a laringe em uma extremidade e o início dos pulmões na outra.

Traquéia: Funções, Estrutura, Desenvolvimento e Patologias 1

A traqueia é um tubo cartilaginoso flexível e irregular, com 10 a 13 centímetros de comprimento e 1 e 2 centímetros de largura. Estende-se da parte inferior da laringe para bifurcar-se em um par de tubos brônquicos, iniciando os pulmões.

As paredes da traquéia são compostas por 20 anéis de cartilagem e músculos lisos e lisos. Suas glândulas permitem lubrificar as cavidades internas, evitando secreções causadas pela entrada e saída do ar.

As principais técnicas de revisão e intervenção clínica da traquéia são a intubação traqueal, que garante que o paciente continue recebendo oxigênio e a traqueotomia, que consiste em penetrar na pele fora da traquéia para abrir um orifício que garante a entrada e saída de traqueia. ar

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Funções da traquéia

1- Condução aérea: Respiração

Essa é a função principal da traquéia, que permite respirar o ar rico em oxigênio e expirar o dióxido de carbono.

Quando o ar é inalado, o oxigênio atravessa a traquéia, passa para os brônquios, depois para os bronquíolos e finalmente atinge os alvéolos pulmonares.

Se a traquéia sofrer algum dano, ela interferirá na troca de ar normal e, se não for tratada com urgência, poderá causar a morte.

2- Defesa do organismo

Embora a principal função da traquéia seja a troca de ar, ela também ajuda na proteção contra micróbios e substâncias nocivas. Isso evita a entrada de substâncias nocivas nas partes mais profundas dos pulmões, o que induziria um mau funcionamento.

A traqueia possui um revestimento de camada mucosa pegajosa que retém substâncias estranhas. Quando presas, essas substâncias são expelidas para cima e podem ser excretadas do corpo como catarro ou engolidas no esôfago.

No entanto, alguns objetos estranhos penetram acidentalmente na traquéia. Quando isso acontece, as células ciliares ficam irritadas e, como resultado, a tosse é induzida.

Ao tossir, a traquéia tenta expelir objetos, permitindo que o ar atinja os pulmões. A irritação das células ciliares também pode ocorrer quando há presença excessiva de muco e agentes infecciosos que causam tosse.

3- Termorregulação

A traqueia umedece e aquece o ar que entra nos pulmões. Quando há um aumento de temperatura, o corpo promove a perda de calor e a temperatura corporal volta ao normal.

Por outro lado, quando o ar está muito frio, a traquéia pode aquecer o ar antes de entrar nos pulmões, promovendo o equilíbrio térmico.

Treinamento e Desenvolvimento

Juntamente com o esôfago, a traquéia começa a se desenvolver dentro do corpo com quatro semanas de idade embrionária.

Nasce do intestino formado anteriormente, que agora dará origem ao ducto ou porção ventral que corresponderá à traquéia. Ele acaba se desenvolvendo com o crescimento dos pulmões e a formação dos brônquios.

A traqueia é conectada na parte traseira com o esôfago, sem compartilhar o mesmo ducto através do septo traqueoesofágico. Eles são unificados na altura da laringe.

Devido ao seu contato, a estrutura traqueal não é uma circunferência perfeita, nem mesmo um cilindro perfeito, mas às vezes é descrita como uma espécie de cone truncado prolongado, cuja base corresponde à extremidade inferior.

Forma e estrutura

É um duto cilíndrico plano em sua parte traseira, devido ao contato com o esôfago. Apresenta depressões devido a anéis cartilaginosos, com dois padrões comuns sobre o resto: impressão aórtica e impressão da tireóide.

Em toda a sua extensão, o caminho que a traquéia segue pode ser considerado retilíneo; Alguns casos podem apresentar curvaturas.

Seu diâmetro pode aumentar gradualmente de cima para baixo. Varia de acordo com a idade do sujeito, de 6 mm em crianças a 18 mm em adultos. A traquéia geralmente diminui seu tamanho em indivíduos mortos.

A traquéia é formada principalmente por duas arestas ou túnicas:

Túnica externa

Ou fibrocartilaginoso, é formado por cartilagem e uma camada de fibras musculares moles. As cartilagens formam anéis irregulares com alguma profundidade ao longo do ducto.

O último anel de cada extremidade apresenta peculiaridades em relação aos demais, integrando-se a outra parte do sistema respiratório.

Túnica interna

É de natureza mucosa, devido às células serosas que possuem as glândulas tubulares que a compõem.

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Artérias, veias e nervos

As artérias traqueais cervicais provêm das artérias tireoidianas inferiores, sendo consideradas do tipo terminal. Por sua vez, as artérias tímicas provêm da porção torácica, que ajuda na irrigação traqueal.

As veias estão presentes nas glândulas internas da traquéia e correm e se distendem nos anéis cartilaginosos. Eles fluem para as costas, unindo as veias esofágicas e inferiores da tireóide.

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Ramos do sistema traqueal

Os principais nervos da traquéia são dois: nervo vago ou pneumogástrico, proveniente dos pulmões e da laringe superior; e grande simpatia, que vem dos nós cervicais e dos primeiros nós torácicos.

Patologias

A traqueia está sujeita a vários tipos de condições de diversas origens. O significado clínico adotado pela traquéia permitiu o desenvolvimento de tratamentos e intervenções especializadas adaptados à estrutura orgânica, para que a resposta à condição possa garantir melhora.

Doenças como tuberculose ou histoplasmose afetam diretamente a traquéia em conjunto com o restante do sistema respiratório. Esses distúrbios internos são causados ​​pelo contato com agentes externos específicos.

A traquéia pode ser vítima de patologias de origem congênita, como a agenesia traqueal, na qual a traquéia simplesmente não se desenvolve abaixo da laringe, ou a fístula traqueoesofágica, onde é criado um orifício entre a traquéia e o esôfago, causando alimentos ingerido pode acabar nos pulmões.

Destacar o trauma na traquéia, resultado de feridas de origem externa (impactos contundentes na área traqueal) ou internas (reação de gases inalados no interior da traquéia).

Algumas doenças podem causar alargamento (traquebroncomegalia) ou estreitamento (infecção, sarcoidose, amiloidose, etc.) da traquéia.

Os tumores também podem se manifestar na traquéia, de tipos malignos e benignos. A formação de tumores na traquéia é estimada entre a terceira e a quinta década da vida adulta, sem maior propensão entre os sexos.

Os sintomas associados aos tumores são tosse, dispnéia, sequelas asmáticas. Até um terço dos casos, os sintomas de um tumor podem ser confundidos com os de uma bronquite.

Entre os tumores malignos da traquéia que representam até 80% dos casos clínicos, estão:

Carcinoma de células escamosas

Geralmente afeta fumantes. Consiste em uma expansão do tumor para os brônquios e áreas dos pulmões, e pode gerar fístulas ou orifícios entre a traquéia e o esôfago.

Em muitos casos, foi detectado em um estado avançado. Há pouca expectativa de vida que esse tumor apresente, em média, cinco anos, após o diagnóstico.

Carcinoma adenóide cístico

É o segundo mais comum e não está diretamente relacionado ao tabagismo. A frequência do início é indistinta entre homens ou mulheres, mas é considerado um caso muito mais tratável que o carcinoma espinocelular.

O tumor geralmente invade a mucosa interna da traquéia, transferindo-a e aderindo a outros tecidos do pescoço.

Estima-se que 75% dos casos se apresentem livres da doença após 5 anos de terapia; no entanto, após 10 ou 15 anos, a recorrência do tumor tornou-se comum.

Referências

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