4 Danças da Serra do Perú e suas Características

A Serra do Perú, localizada na região nordeste do Brasil, é conhecida por suas manifestações culturais ricas e diversificadas. Entre elas, destacam-se as danças típicas que refletem a identidade e a tradição do povo da região. Neste artigo, iremos explorar quatro danças tradicionais da Serra do Perú e suas características únicas, que incluem ritmos contagiantes, passos marcantes e figurinos coloridos. Através dessas danças, podemos mergulhar na cultura e na história desse povo tão singular.

Principais danças tradicionais do Peru: uma lista completa para você conhecer e se encantar.

As danças tradicionais do Peru são uma manifestação cultural rica e diversificada, que reflete a história e a identidade do povo peruano. Na região da Serra do Peru, encontramos danças que são verdadeiras expressões artísticas e folclóricas. Conheça a seguir 4 danças típicas da Serra do Peru e suas características:

Dança da Marinera:

A Marinera é uma dança elegante e romântica que representa a mistura das culturas espanhola, africana e indígena. Os dançarinos realizam movimentos graciosos com lenços brancos, em uma coreografia que simboliza o cortejo amoroso entre um homem e uma mulher. A música é alegre e animada, acompanhada por instrumentos como a guitarra e a cajón. A Marinera é uma das danças mais tradicionais e populares do Peru.

Dança da Huayno:

O Huayno é uma dança folclórica que tem origem nas comunidades andinas do Peru. Os dançarinos realizam movimentos vigorosos e enérgicos, ao som de flautas, violões e charangos. A coreografia do Huayno representa a conexão do homem com a terra e com a natureza, através de passos que imitam a semeadura e a colheita. Esta dança é considerada uma das mais representativas da cultura andina.

Dança da Diablada:

A Diablada é uma dança ritual que mistura elementos indígenas e espanhóis, representando a luta entre o bem e o mal. Os dançarinos utilizam trajes coloridos e máscaras de demônios, em uma coreografia cheia de movimentos acrobáticos e saltos. A música da Diablada é marcada por tambores e instrumentos de sopro, criando uma atmosfera mística e envolvente. Esta dança é frequentemente apresentada em festivais e celebrações religiosas.

Dança da Huaylas:

O Huaylas é uma dança animada e festiva, que tem influências espanholas e indígenas. Os dançarinos realizam movimentos ágeis e sincronizados, em uma coreografia que simboliza a alegria e a celebração da vida. A música do Huaylas é tocada por instrumentos como a guitarra, o violino e a quena, criando um ritmo contagiante que convida todos a dançar. Esta dança é uma das mais populares nas festas e eventos da região da Serra do Peru.

As danças da Serra do Peru são verdadeiras manifestações da riqueza cultural e da diversidade do país. Cada uma delas carrega consigo tradições ancestrais e histórias que são preservadas e celebradas até os dias de hoje. Conhecer e apreciar estas danças é uma maneira de se encantar com a cultura peruana e se conectar com a essência do povo peruano.

Quais são os traços distintivos das danças tradicionais em diferentes culturas ao redor do mundo?

As danças tradicionais ao redor do mundo possuem características únicas que refletem a identidade cultural de cada região. Essas danças são passadas de geração em geração e desempenham um papel importante na preservação das tradições e costumes de um povo.

Na Serra do Peru, por exemplo, existem diversas danças tradicionais que são executadas em festivais e celebrações. Cada uma dessas danças possui características distintivas que as tornam únicas e representativas da cultura local.

4 Danças da Serra do Peru e suas Características

1. La Marinera: Esta dança é uma das mais populares na região da Serra do Peru. Ela é caracterizada por movimentos elegantes e graciosos, que simbolizam a corte entre um homem e uma mulher. Os dançarinos usam trajes coloridos e realizam passos sincronizados ao som de músicas tradicionais.

2. El Huayno: O Huayno é uma dança alegre e animada, que representa a vida rural e as tradições andinas. Os dançarinos realizam movimentos rápidos e enérgicos, acompanhados por música de flautas e tambores. Esta dança é uma forma de celebrar a fertilidade da terra e a conexão com a natureza.

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3. La Diablada: A Diablada é uma dança que combina elementos religiosos e folclóricos. Os dançarinos usam máscaras de demônios e anjos, representando a luta entre o bem e o mal. Esta dança é frequentemente realizada em festivais religiosos, como uma forma de afastar os maus espíritos e trazer proteção para a comunidade.

4. La Pandilla: A Pandilla é uma dança festiva e colorida, que representa a alegria e a união da comunidade. Os dançarinos usam trajes extravagantes e realizam movimentos em grupo, simbolizando a harmonia e a cooperação entre as pessoas. Esta dança é uma forma de celebrar a identidade cultural e fortalecer os laços comunitários.

Cada uma dessas danças desempenha um papel importante na preservação das tradições e no fortalecimento da identidade cultural do povo peruano.

Características das danças típicas do Nordeste do Brasil: conheça os principais aspectos culturais.

As danças típicas do Nordeste do Brasil são marcadas pela diversidade cultural e pela riqueza de tradições que permeiam essa região. Com influências indígenas, africanas e europeias, essas danças são uma expressão viva da identidade nordestina, transmitindo alegria, ritmo e história.

Entre as danças mais tradicionais do Nordeste estão o forró, o maracatu, o coco e o xaxado. Cada uma dessas manifestações culturais possui características únicas que as tornam especiais e representativas da região.

O forró, por exemplo, é conhecido pela sua animação e pelas coreografias envolventes. Com origem nas festas juninas, essa dança é uma das mais populares do Nordeste, sendo dançada em casais ao som de sanfona, triângulo e zabumba.

O maracatu, por sua vez, é uma dança de origem africana que mistura elementos religiosos, folclóricos e festivos. Com seus ritmos percussivos e suas indumentárias coloridas, o maracatu é uma verdadeira celebração da cultura negra no Nordeste.

O coco é uma dança típica do litoral nordestino, marcada pelo ritmo cadenciado e pelas letras que retratam o cotidiano e as tradições locais. Com influências africanas e indígenas, o coco é uma manifestação cultural que expressa a identidade do povo nordestino.

Por fim, o xaxado é uma dança de origem sertaneja, que remonta aos cangaceiros do Nordeste. Com passos firmes e marcados, o xaxado simboliza a resistência e a bravura do povo nordestino, sendo uma das danças mais emblemáticas da região.

Com suas características únicas e suas raízes profundas, essas manifestações culturais são um verdadeiro tesouro da cultura brasileira.

Características das danças típicas do sul do Brasil: conheça os principais aspectos.

A região sul do Brasil é conhecida por sua rica cultura, que inclui diversas danças típicas que representam a tradição e a história do povo local. Na Serra do Perú, localizada no estado do Rio Grande do Sul, encontramos danças tradicionais que são passadas de geração em geração, mantendo viva a identidade cultural da região.

Uma das danças mais populares da Serra do Perú é o Baile de Chula, caracterizado por movimentos rápidos e alegres, acompanhados por música tradicional gaúcha. Os dançarinos geralmente usam trajes típicos, como bombachas e botas, e realizam passos sincronizados que demonstram a habilidade e a destreza dos participantes.

O Xote também é uma dança típica da região, com influências da cultura europeia. Os pares dançam de forma cadenciada, em movimentos suaves e românticos, ao som de acordeão e violão. É uma dança que expressa sentimentos de amor e saudade, sendo muito apreciada pelos moradores da Serra do Perú.

Outra dança tradicional da região é o Vaneira, que tem origens na cultura gaúcha e é marcada por passos vigorosos e enérgicos. Os dançarinos se movem ao ritmo acelerado da música, em uma demonstração de força e vigor. O Vaneira é uma dança festiva, que anima as festas e celebrações na Serra do Perú.

Por fim, o Chimarrita é uma dança folclórica que representa a alegria e a descontração do povo gaúcho. Os participantes formam uma roda e dançam em círculo, realizando passos simples e animados, ao som de gaita e pandeiro. É uma dança tradicional que reúne pessoas de todas as idades para celebrar a cultura e a tradição da região.

4 Danças da Serra do Perú e suas Características

As danças e danças das montanhas do Peru são representativas da cultura peruana no mundo e variam de acordo com a região dos Andes onde ocorrem.Essas danças derivam principalmente da tradição quíchua e são dançadas ao som do quena, do charango e da zampoña.

A música no Peru está localizada no centro da cultura; Os peruanos vêem a música e a dança como algo em que devem participar e não simplesmente observar. Alguns dos festivais tradicionais mais importantes do país giram em torno deles.

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Mulheres dançando nas festas da Virgem da Candelária.

É comum descobrir que muitas pessoas podem tocar instrumentos musicais ou cantar. Juntamente com a música, a dança desempenha um papel importante na preservação das tradições culturais

As danças das montanhas do Peru são caracterizadas por serem um pouco mais lentas e com um tom mais agudo do que as que ocorrem na zona costeira. Essas danças são chamadas andinas, pois o planalto peruano é a área localizada na cordilheira dos Andes.

Os sons mais característicos do Peru são os da serra. Cada um desses ritmos é acompanhado por um tipo de dança que varia de acordo com a região das montanhas onde você está. Dessa forma, as danças em Ancash, ao norte, podem ser muito diferentes daquelas no vale do Mantaro, Cuzco, Puno, Ayacucho e Parinacochas (Weston, 2007).

Se você gosta de danças e quer saber mais sobre o folclore latino-americano, pode ver as 9 principais danças folclóricas da Guatemala .

As 4 principais danças do planalto peruano

O planalto peruano é imensamente rico em música e dança, com mais de 200 tipos diferentes de dança. Cada vila tem seu próprio grupo e cada um tem suas próprias danças comunitárias e religiosas. Grupos são geralmente organizados com grupos de dançarinos para o deleite dos espectadores.

Cada dança segue um conjunto de movimentos de acordo com o tipo de música que a acompanha. Além disso, ele usa um traje tradicional especial baseado na longa tradição e história da região. As danças das montanhas têm origem em circunstâncias e contextos específicos, muitos deles ainda fazem paródias dos colonizadores espanhóis (Ulibarrí, 2008).

Muitas danças de casais ou grupos são dançadas espontaneamente durante as terras altas do Peru. Estes incluem danças indígenas influenciadas pela tradição espanhola.

Algumas das danças mais comuns do planalto peruano incluem o Huayno, que é dançado entre vários casais que giram enquanto descem para a rua durante as férias (Handbooks, 2017).

1- Dança da tesoura

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Imagem recuperada do PeruEtico.

Após a conquista espanhola, os padres incas foram rejeitados e relegados. Os espanhóis ordenaram que os nativos chamassem seus padres de filhos do diabo.

Essa indicação não foi bem recebida pelos incas e os espanhóis tiveram que aceitar novamente os padres e deixá-los participar de seus rituais católicos, forçando-os a dançar as danças tradicionais da Espanha (minués, contradanza e jota).

Os padres incas aprenderam os passos dos espanhóis e suas danças também viram como novas músicas eram tocadas em violinos e harpas. Foi assim que os dançarinos de tesouras apareceram durante o século XVI.

Cada dançarino deve segurar uma tesoura nas mãos, enquanto a percussão soa para marcar os passos. Acredita-se que o uso de tesouras se deva ao fato de os antigos dançarinos incas serem explorados nas minas pelos espanhóis; dessa maneira, surge a idéia de levar uma tesoura em cada mão para dançar.

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Nas terras altas do Peru, essa dança ocorre de abril a dezembro e é comemorada em cada uma das festividades dos povos andinos (Vasquez, 2016).

2- Huayno

As canções de Huayno são cantadas em quíchua, por esse motivo, essa dança é considerada uma das mais autênticas do planalto peruano. O Huayno apareceu no ano de 1586 e desde então passou de geração em geração como parte da tradição inca.

A música Huayñacuni era tradicionalmente dançada pelos nativos clandestinamente. O termo “Huayñucuni” traduz “dançar com um parceiro de braços cruzados” desta maneira e sob o poder colonial, essa dança raramente acontecia em espaços públicos e à vista de todos.

El Huayno é a dança andina da qual partem as outras danças do planalto peruano. Por esta razão, é dançada durante todas as festividades peruanas e é caracterizada por seus alegres passos.

Na parte sul das montanhas, essa dança é um pouco mais lenta, porém, na região central dos Andes, é animada, mas suas músicas têm letras tristes (Cavalier, 1996).

3- Sara Kutipay

Sara Kutipay é uma das poucas danças que reflete o espírito comunitário dos descendentes peruanos dos incas. É uma representação teatral de camponeses peruanos enquanto trabalham na terra. É dançado principalmente em Awacucho e seu nome se traduz como “cultivo de milho”.

Sara Kutipay reflete o espírito de Ayni, o trabalho comunitário que ocorreu sob o comando dos incas. Os incas tinham três princípios básicos: trabalho duro, disciplina e comunidade.

Por esse motivo, acredita-se que Sara Kutipay é a dança da solidariedade, onde os camponeses e suas esposas devem dançar coreograficamente por oito atos. O ato principal dessa dança recria o trabalho da terra e o cultivo do solo de maneira sequencial e coordenada (Bobbie Kalman, 2003).

4- Os diabólicos

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O diabo é considerado o bastião do patrimônio cultural de Puno. É uma dança que mostra os trajes mais exóticos entre todas as danças do Peru. É realizada usando trajes e máscaras impressionantes e fascinantes do diabo.

Esse tipo de dança floresceu no planalto chileno, boliviano e peruano. Cada país tem sua própria versão da dança. No caso do Peru, o diabo apareceu em Puno no ano de 1576, quando o mito de Aymaran de Supay (o diabo) se tornou popular na região, indicando que ele vagava à noite procurando homens para venerá-lo e punir aqueles que despreze-os.

Diz a lenda que, em 1675, o espanhol José Salcedo testemunhou uma discussão entre o diabo e a virgem Maria nas minas de Puno. Desde então, ele decidiu ser mais amigável com os mineiros indígenas e deu a eles permissão para dançar o diabo durante o festival da Virgen de la Candelaria em Puno (LLC, 2010).

Referências

  1. Bobbie Kalman, TE (2003). Peru: O Povo e a Cultura. Ontário: Crabtree Publishing Group.
  2. Cavalier, D. (1996). Huayno Em D. Cavalier, Danças Folclóricas da América Latina (pp. 4-5). Mills Publishing Corp.
  3. Handbooks, F. (2017). Pegada . Obtido de Música e dança: footprinttravelguides.com
  4. LLC, GB (2010). Dança no Peru: Danças peruanas, Diablada, Tondero, Marinera, Cueca, Huayño, Dança de tesoura, Valsa crioula, Carnavalito, Zamacueca. LLC, Livros Gerais.
  5. Ulibarrí, N. (2008). Harvard Review of Latin America . Obtido da Dança Sagrada no planalto peruano: revista.drclas.harvard.edu.
  6. Vasquez, PM (8 de maio de 2016). Nation XPAT . Obtido de 21 lindas danças peruanas que eu quero que o mundo saiba sobre: ​​xpatnation.com.
  7. Weston, M. (2007). Meu Peru . Obtido em Danças Tradicionais no Peru: myperu.org.

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