7 Consequências das redes sociais nos jovens

As redes sociais podem ter consequências positivas e negativas no comportamento de crianças e adolescentes. As mentes dos jovens são propensas a serem moldadas por agentes externos.Isso significa que o que as crianças aprendem interagindo em redes pode afetar a maneira como pensam e agem.

As redes sociais oferecem vários benefícios e são muito mais populares que os métodos tradicionais de comunicação (cartas, mensagens de texto, chamadas, entre outros).A atratividade desses métodos de interação fez com que, na última década, milhões de jovens se registrassem em pelo menos uma rede social.

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O uso dessas mídias fez com que os jovens se aproximassem da tecnologia, o que é positivo de várias maneiras.Por exemplo: um indivíduo nascido neste milênio se adapta mais facilmente aos avanços tecnológicos do que um indivíduo nascido nos anos 50.

No entanto, as redes também geram consequências negativas para os jovens. A natureza massiva desse tipo de plataforma torna quase impossível controlar o fluxo de informações com as quais os jovens interagem. Isso pode fazer com que os jovens encontrem conteúdo que não é apropriado.

Lista de consequências que as redes sociais têm sobre os jovens

O uso de redes sociais é uma das atividades mais comuns entre crianças e adolescentes atualmente. Facebook, Instagram, Twitter, Tumblr e YouTube são alguns dos mais populares.

Esses portais oferecem um espaço para se comunicar, divertir e aprender. No entanto, seu uso excessivo pode se traduzir em consequências negativas para os jovens.

Abaixo estão alguns efeitos positivos e negativos dessas plataformas.

1- Desenvolvimento de novas perspectivas

As redes sociais permitem que as pessoas se expressem livremente. Por esse motivo, eles constituem um caldo de ideologias.

Por meio dessas redes, os jovens podem discutir vários tópicos com pessoas de todo o mundo. Dessa forma, eles serão capazes de observar os problemas de diferentes perspectivas e ver qual deles melhor se adequa à sua maneira de pensar.

Nesse sentido, as redes sociais podem representar um meio para os jovens conhecerem os outros enquanto se conhecem.

2- Aprendizagem

Quando usadas com cautela, as redes sociais incentivam o aprendizado em crianças e adolescentes. Essas plataformas permitem o compartilhamento instantâneo de informações entre os usuários.

Por exemplo, muitas postagens do Tumblr discutem tópicos cujas informações são difíceis de encontrar em outros sites devido ao fato de serem problemas muito recentes.

Mesmo alguns usuários desta rede fornecem referências nas quais as informações podem ser expandidas, se desejado.

Os jovens também recorrem às redes para praticar novas línguas que estão sendo aprendidas e reforçar as habilidades linguísticas da língua materna.

3- Jovens extrovertidos

As redes sociais promovem a comunicação em crianças e jovens. Além disso, eles promovem a liberdade de expressão. Muitas crianças e adolescentes criam blogs, podcasts e vídeos nos quais compartilham suas experiências, conhecimentos e habilidades.

Isso pode tornar os usuários mais extrovertidos e mais dispostos a participar de outras atividades.

4- Compreensão da tecnologia

Por estarem mais conectados, crianças e adolescentes adquiriram as ferramentas necessárias para entender a tecnologia mais facilmente.

5- Comunicação indireta

A consequência mais impressionante das redes sociais é que os jovens estão perdendo o amor pela comunicação direta. Em vez disso, eles preferem manter conversas por meio de plataformas como o Facebook ou o Twitter.

Esse tipo de comunicação indireta cria uma barreira entre os interlocutores. Sendo incapaz de ouvir as nuances no tom da voz e não sendo capaz de ver as expressões faciais da pessoa que está sendo conversada, a comunicação se torna mais difícil e as intervenções podem ser confusas.

Além disso, a interação virtual excessiva pode afetar as habilidades dos jovens para desenvolver relacionamentos interpessoais.

6- Perda de experiências

Hoje, os jovens são especialistas em passar o tempo livre conversando nas redes sociais por meio de seus dispositivos eletrônicos (telefones celulares, computadores, tablets, entre outros).

Qualquer um poderia dizer que, antes da existência das redes sociais, os jovens também se mantinham ocupados.

A diferença é que antes eles preferiam sair com os amigos e experimentar enquanto agora estão trancados em seus quartos, absorvidos pelo telefone, perdendo a oportunidade de compartilhar e experimentar coisas novas.

7- Vítimas de violência cibernética

A violência cibernética, também chamada de cyberbullying, é uma forma de assédio que ocorre nas redes sociais.

A psicóloga Donna Wick ressalta a esse respeito que, através das redes, os jovens fazem comentários ofensivos que não ousariam dizer cara a cara.

Além disso, muitos jovens aproveitam o anonimato oferecido por esses serviços de correio para incomodar os colegas.

Violência ou cyberbullying não são tão comuns quanto outros tipos de violência. No entanto, constitui um problema social. Todos os jovens usuários de mídia social provavelmente serão vítimas desse tipo de comportamento.

O cyberbullying tem consequências negativas para crianças e adolescentes. Alguns desses efeitos incluem depressão, ansiedade, exclusão e, no pior caso, suicídio.

8- Hiperligação

Com os avanços nas tecnologias de comunicação, os jovens nunca estão completamente sozinhos. Sempre haverá alguém em uma rede social com quem você pode conversar. Muitos jovens têm mais amigos virtuais do que pessoalmente, o que cria uma sensação de hiperconexão.

Por si só, a hiperconexão não é negativa. O problema surge quando os jovens se apegam demais às relações criadas pelas redes sociais.

Nesses casos, a hiperconexão pode gerar ansiedade e estresse. Os usuários podem apresentar imagens de depressão se sentirem que estão sendo ignorados por seus amigos virtuais.

Além disso, a hiperconexão pode fazer com que os jovens precisem da aprovação de outras pessoas na rede. Para alcançar a aceitação, crianças e adolescentes podem recorrer a práticas inadequadas e adquirir comportamentos destrutivos.

Referências

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  2. Barnes, Angela (2012). Os efeitos das mídias sociais nas crianças. Recuperado em 10 de outubro de 2017, de sites.ewu.edu
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  4. Como o uso das mídias sociais afeta os adolescentes. Recuperado em 10 de outubro de 2017, de childmind.org
  5. Tempo de tela para crianças. Recuperado em 10 de outubro de 2017, de momjunction.com
  6. O impacto das mídias sociais nas crianças, adolescentes e famílias. Retirado em 10 de outubro de 2017, de pediatrics.aappublications.org
  7. Maneiras de prevenir o cyberbullying para crianças. Recuperado em 10 de outubro de 2017, de momjunction.com.

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