Aranhas: características, habitat, reprodução e alimentação

As aranhas são artrópodes pertencentes à classe Arachnida, caracterizadas por possuírem oito patas articuladas, um corpo dividido em cefalotórax e abdômen, além de produzirem seda para construir teias. Esses animais são encontrados em diversos habitats ao redor do mundo, desde florestas tropicais até ambientes urbanos.

Quanto à reprodução, as aranhas possuem um sistema de acasalamento peculiar, em que o macho realiza uma dança de cortejo para atrair a fêmea. Após a fecundação, a fêmea pode depositar os ovos em casulos ou diretamente em sua teia.

Em relação à alimentação, as aranhas são predadoras e se alimentam principalmente de insetos, capturados em suas teias ou através de emboscadas. Algumas espécies de aranhas chegam a se alimentar de presas maiores, como pequenos vertebrados.

Esses aracnídeos desempenham um importante papel no controle de populações de insetos, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas. No entanto, muitas pessoas têm medo das aranhas devido à sua aparência e veneno, sendo importante ressaltar que a maioria das espécies não representa perigo para os seres humanos.

Onde vivem as aranhas?

As aranhas são artrópodes pertencentes à classe Arachnida, caracterizadas por possuírem o corpo dividido em duas partes e oito patas. Elas habitam uma grande variedade de ambientes ao redor do mundo, desde florestas tropicais até desertos áridos.

No entanto, a maioria das aranhas prefere viver em locais abrigados e protegidos, como buracos no chão, fendas em rochas, dentro de plantas ou até mesmo em teias que constroem para caçar suas presas. Algumas espécies são adaptadas para viver em ambientes aquáticos, como as aranhas-pescadoras.

Quanto à reprodução, as aranhas possuem um processo único chamado de reprodução indireta, onde o macho deposita o esperma em pequenas estruturas chamadas de pedipalpos e, em seguida, transmite para a fêmea durante o acasalamento. Após a fecundação, a fêmea coloca os ovos em casulos de seda para proteger os filhotes até que estejam prontos para nascer.

Em relação à alimentação, as aranhas são carnívoras e se alimentam principalmente de insetos, como moscas, besouros e até mesmo outras aranhas. Elas usam suas teias para capturar suas presas, que são imobilizadas por meio de veneno injetado pelas presas.

Em suma, as aranhas são criaturas fascinantes que habitam uma grande diversidade de ambientes ao redor do mundo, adaptando-se a diferentes condições para sobreviver e se reproduzir. Sua alimentação é essencialmente carnívora, sendo importantes agentes no controle de populações de insetos.

Características das aranhas: o que torna esses aracnídeos únicos e fascinantes.

As aranhas são aracnídeos pertencentes à ordem Araneae, caracterizadas por possuírem o corpo dividido em duas partes: o cefalotórax e o abdômen. Esses animais possuem oito patas articuladas, quelíceras venenosas e fiandeiras que produzem seda para construir teias. Esses aracnídeos são conhecidos por serem excelentes predadores, capturando suas presas com precisão e rapidez.

Uma das características mais fascinantes das aranhas é sua capacidade de produzir diferentes tipos de teias, adaptadas para diferentes funções, como capturar presas, se abrigar ou se locomover. Além disso, elas possuem um sistema de comunicação química através de feromônios, que auxilia na reprodução e na interação social.

No que diz respeito ao seu habitat, as aranhas podem ser encontradas em diversos ambientes, desde florestas tropicais até desertos. Elas são animais bastante adaptáveis e podem viver em locais úmidos, secos, quentes ou frios.

Quanto à reprodução, as aranhas apresentam diferentes estratégias, que vão desde a cópula direta até a produção de sacos de ovos. Elas também exibem cuidados maternos em algumas espécies, protegendo os ovos e os filhotes até que sejam capazes de se sustentar sozinhos.

Em relação à alimentação, as aranhas são carnívoras e se alimentam principalmente de insetos, pequenos vertebrados e até mesmo outras aranhas. Elas injetam veneno em suas presas para paralisá-las e depois as envolvem em seda para consumi-las. Esse processo é fundamental para a sobrevivência desses aracnídeos.

Característica mais marcante da aranha: qual é?

As aranhas são artrópodes pertencentes à classe Arachnida, caracterizadas por possuírem o corpo dividido em duas partes distintas: cefalotórax e abdômen. No entanto, a característica mais marcante das aranhas é, sem dúvida, a produção de teias de seda para capturar suas presas.

Essas teias são feitas a partir de fios de seda produzidos pelas glândulas localizadas no abdômen das aranhas. Elas são utilizadas para a captura de insetos, pequenos vertebrados e até mesmo para a construção de abrigos. A seda das aranhas é extremamente resistente, podendo ser mais forte que o aço de mesma espessura.

Além disso, as aranhas possuem um sistema de veneno que injetam em suas presas para paralisá-las e facilitar a alimentação. Este veneno também é utilizado para defesa contra predadores. As aranhas são predadoras eficazes, desempenhando um papel importante no controle de populações de insetos.

No que diz respeito ao habitat, as aranhas podem ser encontradas em praticamente todos os ecossistemas do planeta, com exceção dos polos e regiões muito frias. Elas se adaptam a diferentes ambientes, desde florestas tropicais até desertos, e podem viver em teias construídas em árvores, no solo, em buracos ou até mesmo dentro de flores.

Quanto à reprodução, as aranhas possuem um sistema de acasalamento complexo, que varia de acordo com a espécie. Após a fertilização, a fêmea deposita os ovos em casulos de seda e cuida das crias até que estejam prontas para se dispersar.

Além disso, elas desempenham um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas e são essenciais para o controle de populações de insetos.

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Alimentação dos aracnídeos: o que esses animais comem para se manterem saudáveis?

As aranhas são aracnídeos pertencentes à classe Arachnida, caracterizados por possuírem o corpo dividido em cefalotórax e abdômen, oito patas articuladas e a capacidade de produzir seda. Esses artrópodes são encontrados em diversos habitats ao redor do mundo, desde florestas tropicais até desertos áridos.

Quanto à reprodução, as aranhas são animais ovíparos, ou seja, depositam ovos que eclodem em pequenas aranhas que passam por um processo de metamorfose até atingirem a forma adulta. O acasalamento geralmente ocorre após a fêmea receber uma oferta de alimento do macho, para garantir o sucesso da reprodução.

No que diz respeito à alimentação, as aranhas são carnívoras e se alimentam principalmente de insetos, como moscas, mosquitos e besouros. Para capturar suas presas, utilizam a seda produzida pelas glândulas localizadas em seu abdômen para construir teias ou armadilhas. Uma vez que a presa é capturada, a aranha injeta enzimas digestivas para liquefazer os tecidos e posteriormente suga o líquido resultante.

Além de insetos, algumas espécies de aranhas também se alimentam de outros artrópodes, como escorpiões e pequenos vertebrados, como lagartos e pássaros. Essa dieta variada contribui para a sobrevivência e manutenção da saúde desses animais.

Sua capacidade de produzir seda e construir teias é fundamental para o sucesso na captura de presas e na garantia de alimento.

Aranhas: características, habitat, reprodução e alimentação

As aranhas são um grupo de organismos pertencentes à ordem Araneae. Caracterizam-se principalmente por possuir apêndices articulados, distribuídos em dois pares de chelycer, dois pares de pedipalpos e quatro pares de pernas.

Essa ordem foi descrita pela primeira vez em 1757 pelo naturalista sueco Carl Clerck. Atualmente, a ordem de Araneae é considerada a que apresenta o maior número de espécies entre todos os aracnídeos. Eles podem ser encontrados em quase todos os ecossistemas terrestres.

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Espécime de aranha. Fonte: Pixabay.com

Aranhas são organismos com características físicas e padrões de comportamento muito interessantes. Por isso, mais e mais especialistas se dedicam ao estudo, em um esforço para elucidar completamente seus segredos.

Taxonomia

A classificação taxonômica das aranhas é a seguinte:

Domínio: Eukarya

Reino: Animalia

Borda: Arthropoda

Subfilo: Chelicerata

Classe: Aracnídeos

Ordem: Araneae

Caracteristicas

As aranhas são consideradas organismos eucarióticos multicelulares, devido a duas razões. Primeiro, seu material genético (DNA) está localizado em uma estrutura delimitada dentro da célula, conhecida como núcleo celular. Da mesma forma, as aranhas não são constituídas por um único tipo de célula, mas diversificaram e adquiriram várias funções.

Tendo em conta o desenvolvimento embrionário das aranhas, pode-se dizer com certeza que são organismos triblásticos e proto-estomizados. Isso significa que eles têm as três camadas germinativas: ectoderme, mesoderme e endoderme. Além disso, o ânus e a boca são formados simultaneamente a partir de uma estrutura conhecida como blastoporo.

As aranhas são compostas de duas metades exatamente iguais, o que lhes dá simetria bilateral. Por sua vez, a grande maioria das espécies de aranhas possui glândulas sintetizadoras de veneno, usadas principalmente para a captura e paralisia de possíveis presas.

As aranhas têm a particularidade de sintetizar um tipo de fio, geralmente conhecido como seda em muitos países. Isso nada mais é do que queratina (proteína), que é submetida a um processo de transformação que lhe confere força e elasticidade.

A utilidade da seda para aranhas é muito ampla e pode ser usada para proteger seus ovos, paralisar presas e cobrir suas tocas, entre outros usos.

As aranhas são animais carnívoros, que se reproduzem sexualmente através da fertilização interna. Eles também são ovíparos com desenvolvimento indireto.

Morfologia

Como todos os membros da artrópode, o corpo das aranhas é dividido em dois segmentos ou tagmas: o cefalotórax (prosoma) e o abdômen (opistossoma).

O tamanho das aranhas é variável, dependendo das diferentes espécies existentes, e pode haver aranhas tão pequenas cujo tamanho não exceda 5 mm e aranhas tão grandes que podem medir até 15 cm.

Da mesma forma, as aranhas também têm o elemento representativo dos artrópodes: os apêndices articulados. Nas aranhas, o número de apêndices é 12, distribuídos em pares. O primeiro deles corresponde ao chelycer, o segundo ao pedipalps e os últimos quatro pares são as pernas do animal.

– Cefalotórax (Prosoma)

É a menor porção dos dois que compõem o corpo do animal. Sua face dorsal é protegida por uma placa esclerosada, convexa, conhecida como escudo prosômico. Nesta superfície estão os órgãos da visão, constituídos por cerca de oito olhos, distribuídos em duas linhas transversais paralelas.

A parte ventral do prosoma é totalmente ocupada pelo esterno e coxas da perna. É importante ressaltar que em direção à parte anterior do cefalotórax estão o chelycer, em cuja base a boca do animal se abre.

Quélíceros

Como no resto dos queliceratos, os queliceros constituem o primeiro par de apêndices. No caso das aranhas, elas são pequenas e, na extremidade distal, têm uma espécie de unha. Dependendo da espécie, elas podem ou não estar associadas às glândulas sintetizadoras de veneno.

Pedipalps

Os pedipalpos da aranha são mais curtos que os de outros aracnídeos, além de apresentar uma morfologia semelhante à das pernas. No entanto, sua função não está relacionada à locomoção, mas eles têm uma função sensorial.

Por sua vez, os pedipalpos podem desempenhar outras funções relacionadas à reprodução, especialmente em espécimes masculinos.

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Os machos podem usar os pedipalpos para o processo de reprodução, seja para algum ritual de namoro ou como um órgão copulatório para introduzir a costa espermática no corpo da fêmea.

A morfologia dos pedipalpos varia de acordo com a função que desempenham e as espécies às quais pertencem.

Pernas

As aranhas têm um total de oito pernas, distribuídas em pares. Estes são articulados com o cefalotórax através do seu primeiro artefato, a coxa. Além disso, eles são compostos por seis outros artefatos, do medial ao lateral: trocanter, fêmur, patela, tíbia, metatarso e tarso.

Dependendo da espécie, é possível que as pernas tenham, no nível das garras do tarso, o número de duas ou três.

– Abdômen (Opistosoma)

Geralmente tem uma forma volumosa e globosa. Anatomicamente, é o local onde são encontrados os diferentes sistemas que integram o animal, bem como alguns órgãos anexos. Estes últimos são importantes nas diferentes funções que o animal pode exercer.

No nível superficial, o opistossoma possui vários orifícios. Entre estes estão os espiráculos, que são os orifícios nos quais os dutos respiratórios fluem. Outro buraco é o epigínio, poro genital através do qual o processo de fertilização pode ocorrer.

Finalmente, apresenta um órgão chamado spineretas, geralmente em um número de seis, organizado em pares. Estes estão relacionados à produção de seda.

– Anatomia interna

Sistema digestivo

O sistema digestivo dos membros Araneae é do tipo completo. Possui duas aberturas, uma entrada ou boca e outra saída conhecida como ânus.

A boca se abre para a cavidade oral, na qual são sintetizadas uma série de enzimas digestivas que contribuem para a digestão dos alimentos.

Imediatamente após a cavidade oral é o ducto esofágico, que é curto em comprimento. Este último se comunica com uma ampla cavidade, o estômago. Aqui outras enzimas digestivas também são sintetizadas e secretadas.

O estômago continua com o chamado intestino médio, que tem um comprimento considerável e é onde o processo de absorção ocorre. Este intestino possui estruturas na forma de sacos chamados cegos. Sua função é aumentar a superfície de absorção.

Por fim, existe a bolha retal que flui para o ânus, onde são liberados os resíduos do processo digestivo.

Sistema nervoso

O sistema nervoso da aranha é constituído por uma série de aglomerados de gânglios que são distribuídos por todo o corpo do animal.

No nível prosoma, existe um aglomerado ganglionar que atua como um cérebro. Isso envia terminações nervosas para os numerosos olhos (8) encontrados no prosoma.

Da mesma forma, em todo o corpo da aranha existem alguns gânglios que emitem fibras nervosas para os órgãos do sistema digestivo principalmente.

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Anatomia interna de uma aranha. Fonte: Original: John Henry ComstockVetor: Pbroks13 (Ryan Wilson) [CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0)]

Sistema circulatório

As aranhas têm um sistema circulatório aberto ou em lagoa. O órgão principal é um coração, que possui vários ostíolos. O número destes depende do nível evolutivo das espécies de aranhas. É assim que existem espécies que têm corações com dois pares de ostíolos e outras que têm até cinco pares. O coração bombeia hemolinfa para todo o corpo.

Do coração emergem uma artéria aórtica anterior e uma aorta posterior que expandem seus ramos por todo o corpo do animal, distribuindo efetivamente a hemolinfa, que é o fluido que circula nesses tipos de animais.

Sistema excretor

Os principais órgãos do sistema excretor de aranhas são os chamados tubos de Malpighi, que se ramificam sobre os cegos no intestino médio. Essas estruturas fluem para a porção final do trato digestivo.

Como em outros artrópodes, as aranhas têm glândulas que levam aos coxas dos apêndices. As espécies de aranha mais primitivas têm dois pares de glândulas coxais no primeiro e terceiro par de pernas, enquanto as espécies mais evoluídas têm apenas as glândulas coxais do primeiro par de pernas.

Sistema respiratório

O sistema respiratório das aranhas é semelhante ao de outros aracnídeos, sendo constituído por órgãos chamados pulmões nos livros. Estes são constituídos por algumas invaginações de natureza tegumentar nas quais as trocas gasosas ocorrem. As aranhas podem ter um ou dois pares dessas estruturas.

Os pulmões no livro se comunicam com o exterior através de dutos chamados espiráculos. Através deles, é que o ar entra no corpo do animal, transportando oxigênio para os pulmões no livro e excretando o produto com dióxido de carbono da troca gasosa.

Sistema reprodutivo

As aranhas são indivíduos dióicos, o que significa que os sexos são separados, ou seja, existem espécimes masculinos e femininos.

No caso das fêmeas, o sistema reprodutivo é representado por um par de ovários que podem ter a forma de um cacho de uvas, que contém oócitos maduros.

De cada ovário surge um oviduto. Estes se juntam na linha média do corpo do animal, formando um único ducto, que flui para dentro da vagina, cujo orifício fica na porção média da chamada prega epigástrica. Da mesma forma, eles apresentam uma abertura chamada epiginium, que se comunica com um órgão de armazenamento chamado espermatheca.

No caso de indivíduos do sexo masculino, o sistema reprodutivo é constituído por dois testículos que se comunicam com o exterior através de um poro genital no opistossoma. Eles também têm órgãos copulatórios, localizados nos pedipalpos do animal.

Habitat e distribuição

As aranhas constituem um dos grupos de animais mais amplamente distribuídos em toda a geografia universal. Eles conseguiram conquistar todos os habitats, com exceção do continente antártico.

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Em geral, dependendo do ecossistema em que são encontradas, as aranhas tiveram que passar por certas mudanças para se adaptarem a elas.

Por exemplo, no caso de aranhas encontradas em ecossistemas desérticos, eles desenvolveram mecanismos para aproveitar a água presente nas barragens que ingerem e, portanto, não requerem uma fonte de água externa.

Classificação

A ordem Araneae é composta por três subordinados: Mesothelae, Mygalomorphae e Araneomorphae.

Mesothelae

Eles são caracterizados por não possuírem glândulas sintetizadoras de veneno, além de terem um esterno bastante estreito em comparação com outros tipos de aranhas. É composto por três famílias, das quais duas são consideradas extintas. O único que sobreviveu até hoje é Liphistiidae.

Mygalomorpheae

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Tarântula Fonte: pixabay.com

Essas aranhas são caracterizadas por apresentar um tamanho grande e serem bastante robustas. Eles têm glândulas venenosas cujos dutos estão dentro de chelyces resistentes e potentes. Uma cópia representativa desta subordem é a tarântula.

Araneamorphae

É a subordem que cobre o maior número de espécies, agrupadas em um total de 92 famílias. Seu elemento distintivo são as chelyces diagonais, que se cruzam nas extremidades distais.

Alimento

As aranhas são animais carnívoros predadores que possuem alguns mecanismos altamente eficazes na captura de presas.

Quando a aranha identifica uma presa em potencial, ela pode capturá-la usando as redes de seda que produz. Quando a presa fica presa na rede, a aranha inocula seu veneno com seu chelycer.

Esse veneno traz como conseqüência que a presa está paralisada, o que permite que a aranha injete as enzimas digestivas para iniciar sua ação. As enzimas digestivas degradam a presa e a transformam em uma espécie de mingau, que é ingerido pelo animal.

Dentro do corpo do animal, a comida passa para o estômago, onde continua a sofrer a ação das enzimas digestivas aí sintetizadas. Mais tarde, ele passa para o intestino, onde o processo de absorção é realizado. Substâncias que não são usadas pelo organismo do animal são excretadas pelo ânus.

Reprodução

Aranhas se reproduzem através de mecanismos sexuais. Isso implica a fusão de gametas masculinos e femininos. A fertilização é interna do tipo indireto, ou seja, ocorre dentro do corpo da mulher, mas não envolve um processo de relação sexual.

O processo de reprodução de aranhas é um dos mais complexos no reino animal, pois contempla rituais de acasalamento. Em primeiro lugar, a fêmea é capaz de liberar substâncias químicas chamadas feromônios, que constituem marcadores químicos que atraem o macho para o início do processo reprodutivo.

Da mesma forma, existem espécies em que o macho realiza um tipo de dança que visa ser percebido pela fêmea e induzir o processo de reprodução.

Posteriormente, o macho libera um espermatozóide no qual o esperma está contido. Então, com a ajuda de seus pedipalpos, a costa espermática é introduzida na fêmea para que o processo de fertilização ocorra finalmente.

Tendo em conta que as aranhas são organismos ovíparos, após a fertilização, a fêmea põe os ovos. Estes medem aproximadamente 2 mm e o desenvolvimento embrionário dura entre 1 mês e 1 mês e meio.

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Ovos de aranha Fonte: Jenis Patel [CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0)]
Após esse período, os ovos eclodem e surgem indivíduos que têm as mesmas características de um adulto, mas menores. Com o tempo, a aranha experimenta várias mudas até atingir a idade adulta e a maturidade sexual.

Como um fato curioso, no final da fertilização, algumas fêmeas de aranha geralmente devoram o macho.

Espécies representativas

Latrodectus mactans

Também conhecidas como “viúva negra”, pertencem à subordem Araneomorphae, sendo uma espécie de aranha bastante conhecida, principalmente pela toxicidade de seu veneno. É facilmente identificável graças a uma mancha vermelha de ampulheta na extremidade inferior do abdome.

Tarântula de Lycosa

Pertence à subordem Araneomorphae. É uma aranha grande, da qual foram encontrados espécimes que atingem até 30 cm, incluindo o comprimento de seus apêndices.

Eles têm uma aparência assustadora e são muito famosos pelo perigo de seu veneno. Nos seres humanos, embora não seja fatal, sua toxina pode gerar necrose no tecido muscular.

Theraphosa blondi

É o chamado «Goliath tarantula». É uma das aranhas mais temidas devido ao seu selo imponente. Da mesma forma, é considerado o mais pesado do mundo, atingindo, em alguns casos, até 170 gramas. Todo o seu corpo está coberto de pêlos e também possui pedipalpos largos e robustos.

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Edição de Theraphosa blondi (Golias Tarântula). Fonte: www.universoaracnido.com [CC BY-SA 2.5 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.5)]

Aranha de seda dourada

Eles são um grupo de aranhas que pertencem ao gênero Nephila. Eles são caracterizados pelas cores coloridas que exibem, entre as quais os tons amarelo e ocre. Da mesma forma, eles devem seu nome à cor do fio com o qual tecem a teia.

Referências

  1. Brusca, RC & Brusca, GJ, (2005). Invertebrados, 2ª edição. McGraw-Hill-Interamericana, Madri
  2. Curtis, H., Barnes, S., Schneck, A. e Massarini, A. (2008). Biologia Editorial médico pan-americano. 7ª edição
  3. Foelix, RF (2011) (3ª edição). Biologia das Aranhas. Oxford University Press, EUA, 419 pp
  4. Hickman, CP, Roberts, LS, Larson, A., Ober, WC e Garrison, C. (2001). Princípios integrados de zoologia (Vol. 15). McGraw-Hill
  5. Melic, A., Barrientos, J., Morano, E. e Urones, C. (2015). Ordem Araneae. Revista IDEA 11.
  6. Méndez, M. 1998. Spider Ecology. Boletim da Sociedade Entomológica de Aragonese, 21: 53-55.
  7. Rainer F. Foelix 1996. Biology of Spiders. Oxford University Press

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