Calcário: características, habitat, reprodução, alimento

Última actualización: fevereiro 21, 2024
Autor: y7rik

O calcário é um molusco marinho pertencente à classe dos bivalves, conhecido cientificamente como Crassostrea gigas. Esses animais são encontrados em regiões costeiras, onde se fixam em superfícies rochosas ou em estruturas artificiais, como pilares de pontes e embarcações. Sua reprodução ocorre por meio da liberação de gametas na água, onde ocorre a fecundação e o desenvolvimento larval. Quanto à alimentação, o calcário se alimenta filtrando partículas orgânicas da água, como fitoplâncton e detritos, por meio de suas brânquias. Esses moluscos desempenham um papel importante na cadeia alimentar marinha e são cultivados em fazendas aquícolas para consumo humano.

Métodos de reprodução dos poríferos: uma análise detalhada sobre sua reprodução assexuada e sexuada.

Os poríferos, também conhecidos como esponjas, são animais marinhos que possuem um sistema de reprodução único. Eles podem se reproduzir de forma assexuada ou sexuada, dependendo das condições do ambiente em que se encontram.

Na reprodução assexuada, as esponjas podem se reproduzir por brotamento ou por regeneração. No brotamento, novos indivíduos se desenvolvem a partir de brotos que se formam no corpo da esponja. Já na regeneração, fragmentos do corpo da esponja podem se regenerar e formar novos indivíduos. Esse método de reprodução é comum em condições de baixa disponibilidade de alimentos ou em ambientes adversos.

Por outro lado, na reprodução sexuada, as esponjas liberam gametas na água, onde ocorre a fecundação. Os gametas podem ser masculinos ou femininos, e a fecundação pode ocorrer interna ou externamente. Após a fecundação, um embrião se desenvolve e se fixa em um substrato, dando origem a um novo indivíduo. Esse método de reprodução é mais comum em condições favoráveis de ambiente.

Em relação ao calcário, este é uma rocha sedimentar composta principalmente de carbonato de cálcio. É comum encontrar o calcário em áreas onde houve deposição de sedimentos marinhos, como recifes de coral e leitos de lagos. Sua cor pode variar de branca a cinza, dependendo da composição dos minerais presentes.

Os poríferos podem se fixar em substratos rochosos de calcário, onde encontram alimento em forma de partículas em suspensão na água. Eles filtram a água através de seus poros e capturam pequenos organismos e detritos para se alimentar. O calcário fornece um ambiente propício para o desenvolvimento dos poríferos, devido à sua porosidade e composição química.

Em resumo, os poríferos possuem métodos de reprodução assexuada e sexuada, adaptando-se às condições do ambiente em que vivem. O calcário, por sua vez, é uma rocha sedimentar que pode servir como substrato para esses animais marinhos, fornecendo alimento e abrigo para seu desenvolvimento.

Características gerais dos poríferos: organismos filtradores marinhos que possuem estruturas porosas e simetria radial.

Os poríferos são organismos marinhos que pertencem ao filo Porifera. Eles são conhecidos por serem os primeiros animais a surgirem na Terra e possuem características únicas que os distinguem de outros seres vivos. Os poríferos são filtradores, o que significa que se alimentam através da filtração de partículas de comida da água que passa por seus corpos porosos. Sua simetria é radial, o que significa que seus corpos podem ser divididos em várias partes iguais em torno de um ponto central.

Os poríferos habitam principalmente ambientes marinhos, como recifes de coral e fundo do mar. Eles podem ser encontrados em uma variedade de habitats, desde águas rasas até regiões mais profundas do oceano. Os poríferos se reproduzem de forma assexuada, através de brotamento ou fragmentação, e também podem se reproduzir sexualmente, liberando gametas na água para a fertilização.

Quanto ao alimento, os poríferos se alimentam de partículas orgânicas presentes na água, como bactérias, algas e detritos. Eles utilizam suas estruturas porosas para capturar e filtrar essas partículas, garantindo assim sua sobrevivência e crescimento.

Em resumo, os poríferos são organismos fascinantes que desempenham um papel importante nos ecossistemas marinhos. Sua capacidade de filtrar a água e se alimentar de partículas orgânicas os torna essenciais para a saúde dos oceanos e para a biodiversidade marinha como um todo.

Ambientes favoráveis para a sobrevivência dos poríferos: oceanos, lagos e rios de água doce.

Os poríferos são animais marinhos que habitam principalmente ambientes aquáticos, como oceanos, lagos e rios de água doce. Eles são encontrados em todo o mundo, desde águas tropicais até regiões polares. Esses animais possuem um corpo simples, formado por uma estrutura porosa que lhes permite filtrar a água e capturar partículas de alimento.

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Os poríferos são especialmente adaptados para viver em ambientes com alta concentração de nutrientes, como os oceanos. Eles se alimentam de pequenas partículas de matéria orgânica presentes na água, filtrando-as através de seus poros. Além disso, esses animais são capazes de tolerar variações na salinidade e na temperatura da água, o que os torna muito resistentes a condições ambientais adversas.

Em lagos e rios de água doce, os poríferos também conseguem prosperar, aproveitando-se da abundância de nutrientes presentes nesses ambientes. Eles podem se fixar em rochas, troncos e outros substratos submersos, onde encontram condições ideais para sua sobrevivência. Esses animais desempenham um papel importante nos ecossistemas aquáticos, ajudando a manter o equilíbrio biológico e a qualidade da água.

Em resumo, os poríferos são animais adaptados para viver em ambientes aquáticos, como oceanos, lagos e rios de água doce. Sua capacidade de filtrar a água e se alimentar de partículas orgânicas lhes permite sobreviver em condições variadas, contribuindo para a biodiversidade e a saúde dos ecossistemas aquáticos.

Exemplos de Poríferos: Conheça as espécies mais comuns das esponjas marinhas.

Os poríferos, também conhecidos como esponjas, são animais marinhos que se caracterizam pela ausência de tecidos verdadeiros e pela presença de poros em seu corpo. Existem diversas espécies de poríferos, sendo as esponjas marinhas as mais comuns. Alguns exemplos de poríferos incluem as esponjas de vidro, as esponjas de água doce e as esponjas calcárias.

As esponjas marinhas são encontradas em diversos habitats, desde águas rasas até grandes profundidades oceânicas. Elas se fixam em substratos como rochas, corais e conchas, onde se alimentam de partículas em suspensão na água. As esponjas marinhas são importantes para o ecossistema marinho, pois filtram a água e fornecem abrigo para pequenos organismos.

As esponjas marinhas se reproduzem principalmente de forma assexuada, através da fragmentação do corpo ou da formação de gêmulas, estruturas de resistência que germinam quando as condições são favoráveis. Além disso, algumas espécies de esponjas também podem se reproduzir sexualmente, liberando gametas na água para a fertilização externa.

As esponjas marinhas se alimentam principalmente de partículas orgânicas em suspensão na água, filtrando-as através de seus poros e células especializadas. Elas possuem um sistema de canais que permite a circulação da água e a captura de alimentos. Além disso, as esponjas marinhas também podem estabelecer relações simbióticas com organismos como algas e bactérias.

Em resumo, as esponjas marinhas são exemplos de poríferos que desempenham um papel fundamental nos ecossistemas marinhos. Sua diversidade de espécies e habitats as torna um grupo fascinante de estudar e admirar.

Calcário: características, habitat, reprodução, alimento

As esponjas calcários são uma classe de borda Porfera ter uma capa dura. Eles representam as esponjas mais primitivas das quais há notícias. Acredita-se que eles deveriam ter surgido pela primeira vez no período pré-cambriano.

Esses tipos de esponjas foram descritos pela primeira vez pelo naturalista e paleontólogo britânico James Bowerbank. Desde então, muitas espécies foram descritas (mais de 350). Da mesma forma, é importante enfatizar que, de algumas dessas espécies, existem apenas registros fósseis.

Diversidade de esponjas calcárias. (A) Clathrina rubra. (B) Espículas calcárias. (C) Lacunosa guancha. (D) Petrobiona massiliana. (E) Espículas calcárias. (F) sistema aquífero Sycon ciliatum. (G) Sycon ciliatum. Fonte: Rob WM Van Soest, Nicole Boury-Esnault, Jean Vacelet, Martin Dohrmann, Dirk Erpenbeck, Nicole J. De Voogd, Gentezhda Santodomingo, Bart Vanhoorne, Michelle Kelly, Michelle Kelly e John NA Hooper [CC BY 2.5 (https: // creativecommons. org / licenças / por / 2.5)]

Da mesma forma, é importante mencionar que nos recifes de coral onde essas esponjas estão frequentemente localizadas são de grande importância. Isso se deve ao fato de que, às vezes, constituem o habitat de outras espécies de seres vivos, como alguns crustáceos e até peixes que se aproximam deles buscando proteção contra possíveis predadores.

Taxonomia

A classificação taxonômica de calcário é a seguinte:

– Domínio: Eukarya.

– Reino: Animalia.

– Subreino: Parazoa.

– Borda: Porifera.

– Classe: Calcarea.

Caracteristicas

As esponjas são os membros mais primitivos do reino animal. Eles são caracterizados porque suas células são do tipo eucariótico. Isso significa que seu material genético (DNA) é delimitado por uma membrana, a membrana nuclear, dentro de uma organela conhecida como núcleo celular.

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Organização celular

Eles também são organismos multicelulares, porque são compostos de diferentes tipos de células, especializados em várias funções, como alimentos ou proteção.

Respiração

O tipo de respiração que esses organismos adotam é produzido através da difusão, que é produzida à medida que a água circula dentro do corpo da esponja. Lá, o animal filtra o oxigênio presente na água.

Nutrição

Essas esponjas são heterotróficas, ou seja, não são capazes de sintetizar seus próprios nutrientes. É por isso que eles se alimentam de outros seres vivos ou dos nutrientes produzidos por eles.

Sesility

Quanto ao estilo de vida, as esponjas são sésseis, o que significa que são fixadas no substrato em que vivem.

No entanto, as esponjas não são sésseis a vida toda. Durante seu ciclo de vida, quando estão na forma de larva, eles têm um curto período de vida livre que dura cerca de 2 dias.

As larvas têm flagelos que lhes permitem mover-se através da água, até se depositarem no substrato onde passarão o resto da vida.

Camada protetora

Essas esponjas são caracterizadas pela cobertura dura e resistente que possuem, composta por carbonato de cálcio (CaCO3). Isso serve como proteção, tanto para a esponja quanto para outros pequenos organismos que procuram escapar de algum predador.

Simetria

Um grande número de espécies pertencentes a essa classe possui simetria radial. No entanto, existem outras espécies que não têm simetria, uma vez que não coincidem com a radial ou a bilateral.

Distribuição

Esponjas de calcário são habitantes exclusivos de habitats marinhos. Nenhuma das espécies que os integram está localizada em ecossistemas de água doce.

Hermafroditismo

As esponjas dessa classe são hermafroditas e, portanto, possuem órgãos masculino e feminino. Além disso, eles podem se reproduzir sexualmente ou assexuadamente. No entanto, a forma sexual é a que é realizada com mais frequência.

Morfologia

As espécies de esponja pertencentes a esta classe têm um tamanho médio de 8 cm, embora possam medir até 12 cm.

Da mesma forma, a principal característica desses organismos é que eles possuem um esqueleto exclusivo de calcário com espículas, formado por carbonato de cálcio. Os espículas desta classe são menos variadas do que as compostas de sílica.

Da mesma forma, e com relação às espículas, são do tipo megasclera e podem ser classificados em três tipos:

– Monoaxones: que possuem apenas um eixo. Por sua vez, podem ser monoactinas (com um raio) e diactinas (com dois raios).

– Triaxones: aqueles com três eixos

– Tetraxonas: são aqueles que têm quatro eixos.

Na superfície externa, essas esponjas são cobertas por uma estrutura conhecida como pinacoderme. Isso nada mais é do que uma camada de células que cobre todo o corpo da esponja. Essas células são achatadas e ligadas umas às outras.

Da mesma forma, as esponjas dessa classe têm células especiais chamadas co-células, que cumprem várias funções. Primeiro, eles participam da alimentação da esponja, graças ao fato de conterem vacúolos digestivos no interior.

Em segundo lugar, eles têm um papel importante no processo de reprodução. Os coanocitos são aqueles que dão origem ao esperma, após a transformação em espermatogônias.

Essas esponjas têm uma aparência áspera, que é uma conseqüência direta das espículas que se estendem além do pinacoderme. Da mesma forma, eles apresentam uma abertura principal que é conhecida como óculo. Com isso, a água é expelida quando circula dentro da esponja.

Níveis de organização

A classe calcária é especial no sentido de que é o único tipo de esponja que apresenta os três níveis de organização: leuconoide, siconoide e asconoid.

O leuconoide é a configuração mais complexa. É constituído por câmaras flageladas (câmaras vibratórias) que ocupam a cavidade interna da esponja.

Entre esses vários canais são formados através dos quais a água circula, permitindo que o processo de filtragem seja muito mais eficiente. Eles também apresentam vários oculos nos quais os canais expiratórios fluem.

Por outro lado, o siconoide possui simetria radial e formato alongado. Nesta configuração, eles apresentam na espongocele um grande número de câmaras vibratórias cobertas com coanócitos. Essas câmaras fluem para a espongocele através de um poro conhecido como apopile.

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Níveis de organização (A) Asconóide. (B) siconoide. (C) Leuconoide. (1) Espongocele. (2) Oracle. (3) canal radial. (4) Câmara flagelada. (5) poro inalante. (6) canal inalante. Fonte: Ewan ar Born [CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0)]

A configuração asconóide consiste em um corpo tubular que possui uma cavidade central chamada espongocele. Isso é coberto por coanócitos cuja função é filtrar a água e extrair os possíveis nutrientes. Essa é a configuração mais simples que um organismo da borda Porifera pode ter.

Habitat

Essas esponjas estão distribuídas em todo o mundo e são típicas dos ecossistemas marinhos. No entanto, eles têm predileção por ambientes quentes. É possível encontrá-los em profundidades muito rasas, mesmo como parte de recifes de coral em áreas costeiras.

Reprodução

Esponjas calcárias podem se reproduzir através de dois mecanismos: sexual e assexuado.

Reprodução assexuada

É a forma mais simples de reprodução e não implica a união de gametas sexuais. Este tipo de reprodução pode ocorrer através de dois processos bem conhecidos: regeneração de tecidos e brotação.

Regeneração

Na regeneração de tecidos, o que acontece é que um indivíduo completo pode ser gerado a partir de um fragmento de uma esponja. Isto é assim graças às células chamadas arqueócitos.

Arqueócitos são células totipotentes. Isso significa que são células indiferenciadas, com a capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula, dependendo das necessidades do organismo.

Neste tipo de reprodução assexual parte do fragmento de uma esponja. Os arqueócitos presentes nele passam por um processo de diferenciação, através do qual são transformados nos diferentes tipos de células que integram uma esponja adulta.

Brotamento

Por outro lado, existe o processo de brotamento. Nisto, uma fórmula é formada em algum lugar da esponja. Para a formação desta fórmula, alguns arquecócitos são cercados por células chamadas espongócitos. Eles secretam uma espécie de cobertura, na qual as espículas são finalmente fixadas, gerando uma concha.

Finalmente, a esponja na qual a fórmula foi gerada morre. No entanto, a fórmula persiste e, subsequentemente, através de um buraco, as células começam a emergir, resultando em uma nova esponja.

Reprodução sexual

Como já mencionado, as esponjas calcárias são organismos hermafroditos, o que significa que nos mesmos órgãos reprodutores masculinos e femininos são apresentados.

Quando esse tipo de re-pipeline ocorre, o que acontece é que os co -ócitos dão origem ao esperma e aos óvulos. As esponjas começam a liberar seus espermatozóides, que alcançam outras esponjas e realizam o processo de fertilização.

O espermatozóide entra na esponja através do poro inalador e atinge os coanócitos. Posteriormente, uma estrutura conhecida como espermeocisto é formada. É constituído por um coanocito que perdeu o flagelo e um vacúolo no interior do qual é a cabeça do esperma.

Esse espermatozóide atinge o óvulo, localizado na mesogléia e, por sua vez, está ligado a duas células: o zigoto (função nutricional) e um satélite (função de suporte).

Finalmente, o coanocito libera um prolongamento plasmático que leva o espermeocisto em direção ao óvulo, e ocorre o processo de fertilização.

Alimento

As esponjas da classe calcária usam coanócitos para sua nutrição. Estes, através do movimento de seus flagelos, geram correntes de água que direcionam as possíveis partículas de alimento para a esponja.

Uma vez lá, algumas células amebóides as cercam e, através da pinocitose ou fagocitose, elas as incorporam em sua estrutura para finalmente permanecerem na região cervical dos coanócitos.

Da mesma forma, é importante enfatizar que nas esponjas calcárias do tipo leuconóide o processo de alimentação é mais eficiente, pois através dos diferentes canais que circulam a água e há mais células que têm a oportunidade de filtrar as partículas alimentares .

Referências

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  2. Hickman, CP, Roberts, LS, Larson, A., Ober, WC e Garrison, C. (2001). Princípios integrados de zoologia (Vol. 15). McGraw-Hill
  3. Schejter, L. (2014). Porifera No livro Invertebrados do mar da Argentina.
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  5. Vega, C., Hernández, C. e Cruz, J. (2012). Biogeografia de esponjas marinhas (filo porífera); Estudos no Pacífico Oriental. Obtido em researchgate.com.

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