Cladograma: para que serve e exemplos

Cladograma é uma representação gráfica que mostra as relações evolutivas entre diferentes organismos. Essa ferramenta é amplamente utilizada na biologia evolutiva para identificar a ancestralidade comum entre espécies e determinar a evolução de características ao longo do tempo. Os cladogramas ajudam os cientistas a entender a história evolutiva dos seres vivos e a reconstruir a filogenia dos organismos. Alguns exemplos de cladogramas incluem a classificação dos seres vivos em grupos como mamíferos, aves, répteis e peixes, bem como a relação entre diferentes espécies de primatas.

Exemplo de cladograma: entenda o que é e como funciona essa representação.

Um cladograma é uma representação gráfica que mostra as relações evolutivas entre diferentes espécies. Ele é utilizado na área da biologia para ajudar a entender a história evolutiva dos seres vivos, mostrando como eles estão relacionados entre si. A estrutura de um cladograma é semelhante a uma árvore genealógica, onde as espécies mais próximas compartilham um ancestral mais recente.

Para construir um cladograma, os cientistas analisam características anatômicas, genéticas e moleculares das espécies em questão. Com base nessas informações, eles agrupam as espécies que possuem características semelhantes em clados, que representam um ancestral comum. A partir desses clados, é possível traçar as relações evolutivas e montar o cladograma.

Os cladogramas são úteis para entender a evolução das espécies, identificar padrões de parentesco e reconstruir a história da vida na Terra. Eles também são importantes para classificar os seres vivos em grupos taxonômicos, como famílias, ordens e filos.

Um exemplo de cladograma pode ser visto na representação das relações evolutivas entre os grandes felinos, como leões, tigres e leopardos. Nesse cladograma, é possível observar como essas espécies estão relacionadas entre si e como compartilham um ancestral comum.

Em resumo, os cladogramas são ferramentas essenciais para os biólogos estudarem a evolução das espécies e compreenderem a diversidade da vida na Terra. Eles nos ajudam a visualizar as relações evolutivas de forma clara e organizada, facilitando o estudo da biologia evolutiva.

Significado e representação dos cladogramas na classificação de grupos de organismos.

Cladograma é uma ferramenta utilizada na biologia para representar as relações de parentesco entre os organismos. Ele é um tipo de diagrama que mostra a evolução dos seres vivos ao longo do tempo, indicando quais grupos compartilham um ancestral comum e quais são mais distantes geneticamente.

Os cladogramas são importantes na classificação dos seres vivos, pois permitem aos cientistas entender a história evolutiva dos diferentes grupos de organismos. Eles são construídos a partir de características compartilhadas entre as espécies, como a presença de determinados genes ou a forma de determinadas estruturas.

Para construir um cladograma, os cientistas analisam uma série de características dos organismos e as comparam para identificar padrões de semelhanças e diferenças. A partir dessas informações, é possível criar um diagrama que mostra como os diferentes grupos de organismos estão relacionados entre si.

Os cladogramas são úteis não apenas para entender a evolução dos seres vivos, mas também para auxiliar na classificação e identificação de novas espécies. Eles ajudam os cientistas a agrupar os organismos de acordo com suas semelhanças genéticas e morfológicas, facilitando o estudo da biodiversidade.

Cladograma: para que serve e exemplos

Um exemplo de cladograma pode ser encontrado na classificação dos mamíferos. Nesse caso, o diagrama mostra como os diferentes grupos de mamíferos estão relacionados entre si, com os mamíferos placentários formando um grupo distinto dos mamíferos marsupiais e monotremados.

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Outro exemplo de uso de cladogramas é na classificação das aves. O diagrama mostra como as aves estão relacionadas aos répteis e aos dinossauros, evidenciando a evolução das penas e dos sistemas respiratórios ao longo do tempo.

Em resumo, os cladogramas são ferramentas essenciais para a compreensão da evolução e da diversidade dos seres vivos. Eles ajudam os cientistas a visualizar as relações de parentesco entre os organismos e a classificá-los de forma mais precisa, contribuindo para o avanço do conhecimento biológico.

Identificando um cladograma: passos simples para reconhecer a representação da evolução das espécies.

Um cladograma é uma representação gráfica da evolução das espécies, mostrando como elas estão relacionadas entre si. Para identificar um cladograma, siga estes passos simples:

Passo 1: Observe as linhas que conectam os diferentes organismos no diagrama. Elas representam os laços evolutivos entre as espécies.

Passo 2: Analise os nós onde as linhas se encontram. Eles representam os ancestrais comuns das espécies.

Passo 3: Verifique a posição dos organismos nas extremidades das linhas. Quanto mais próximos estiverem, mais relacionados evolutivamente estão.

Os cladogramas são úteis para entender a história evolutiva das espécies e como elas estão interligadas. Eles nos ajudam a visualizar as relações de parentesco e a reconstruir a árvore da vida.

Cladograma: para que serve e exemplos

Os cladogramas são utilizados por biólogos e paleontólogos para estudar a evolução das espécies e traçar suas relações filogenéticas. Eles são ferramentas importantes na reconstrução da história da vida na Terra.

Um exemplo de cladograma é o que mostra a relação entre aves e dinossauros. Neste diagrama, as aves estão agrupadas com os dinossauros terópodes, evidenciando sua origem comum.

Entenda a filogenia e veja exemplos de sua aplicação na biologia evolutiva.

Entenda a filogenia como a área da biologia que estuda as relações de parentesco entre os seres vivos, com base em características anatômicas, moleculares e genéticas. A filogenia busca reconstruir a história evolutiva dos organismos, mostrando como eles estão inter-relacionados e como evoluíram ao longo do tempo.

Um dos principais métodos utilizados na filogenia é a construção de cladogramas. Os cladogramas são diagramas que representam as relações de parentesco entre os seres vivos, mostrando como eles estão agrupados em clados, ou grupos monofiléticos, que compartilham um ancestral comum.

Os cladogramas são fundamentais na biologia evolutiva, pois permitem visualizar de forma clara as relações de parentesco entre os organismos e entender como as diferentes espécies estão relacionadas entre si. Eles também auxiliam na classificação dos seres vivos, ajudando os cientistas a entender a diversidade da vida e a reconstruir a história evolutiva dos organismos.

Um exemplo de aplicação da filogenia na biologia evolutiva é o estudo das relações de parentesco entre as aves. A partir da análise de características anatômicas, moleculares e genéticas, os cientistas conseguiram reconstruir a árvore genealógica das aves e entender como elas evoluíram a partir de seus ancestrais comuns, os dinossauros.

Outro exemplo é o estudo da evolução dos mamíferos. A filogenia tem sido usada para reconstruir as relações de parentesco entre os diferentes grupos de mamíferos e entender como eles se diversificaram ao longo do tempo, ocupando diferentes nichos ecológicos.

Em resumo, a filogenia e os cladogramas são ferramentas essenciais na biologia evolutiva, ajudando os cientistas a entender as relações de parentesco entre os seres vivos e a reconstruir a história evolutiva da vida na Terra.

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Cladograma: para que serve e exemplos

Um cladograma é um diagrama ou esquema ramificado das características compartilhadas por um grupo de organismos, representando a história evolutiva mais provável da linhagem. A reconstrução é realizada seguindo a metodologia proposta pelo biólogo Willi Hennig.

Os cladogramas são caracterizados pelo agrupamento dos táxons com base em suas sinapomorfias ou caracteres derivados que são compartilhados na natureza.

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Para que serve?

Os cladogramas permitem visualizar as relações filogenéticas entre um grupo ou grupos de organismos de interesse.

Na biologia evolutiva, esses diagramas possibilitam a elaboração de árvores filogenéticas e, portanto, reconstroem a história evolutiva de um grupo, ajudando a definir sua classificação e faixas taxonômicas.

Além disso, ajuda a elucidar os mecanismos evolutivos, examinando a maneira pela qual os organismos mudam ao longo do tempo, a direção dessa mudança e a frequência com que eles o fazem.

Como é feito?

Um dos principais objetivos dos biólogos evolucionistas é encontrar a posição das espécies na “árvore da vida”. Para conseguir isso, eles analisam diferentes características nos organismos, morfológicos, ecológicos, etológicos, fisiológicos ou moleculares.

As características morfológicas dos indivíduos têm sido amplamente utilizadas para estabelecer sua classificação; no entanto, chega um ponto em que eles não são suficientes para discriminar em galhos específicos da árvore. Nesse caso, ferramentas moleculares ajudam a discernir esses relacionamentos.

Uma vez escolhido o personagem, as hipóteses das relações de parentesco entre as espécies de interesse são construídas e representadas esquematicamente.

Neste diagrama, as ramificações representam ancestrais hipotéticos onde ocorreu um evento de cladogênese ou separação de linhagens evolutivas. No final de cada ramo estão localizados cada um dos táxons que foram incluídos na análise inicial, sejam espécies, gêneros, entre outros.

Homologias

Para estabelecer relações entre um grupo de organismos, devem ser utilizados caracteres homólogos; isto é, duas características que compartilham um ancestral comum. Um personagem é considerado homólogo se adquirir seu status atual por herança direta.

Por exemplo, as extremidades superiores dos seres humanos, cães, pássaros e baleias são homólogas. Embora cumpram funções diferentes e à primeira vista pareçam muito diferentes, o padrão estrutural dos ossos é o mesmo nos grupos: todos eles têm um úmero, seguido pelo rádio e pela ulna.

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Por outro lado, as asas de morcegos e pássaros (desta vez dependendo da estrutura para voar) não são homólogas, porque não adquiriram essas estruturas por herança direta. O ancestral comum desses vertebrados voadores não tinha asas e os dois grupos o adquiriram de forma convergente.

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Se queremos deduzir relações filogenéticas, esses caracteres não são úteis porque, embora sejam semelhantes, não indicam adequadamente a ancestralidade comum dos organismos.

Caracteres primitivos e derivadas compartilhadas

Agora, um caráter homólogo de todos os mamíferos é a coluna vertebral. No entanto, essa estrutura não serve para diferenciar mamíferos de outros táxons, porque outros grupos – como peixes e répteis – possuem a coluna vertebral. Na linguagem cladista, esse tipo de personagem é chamado de caráter primitivo compartilhado ou simplesiomorfia.

Se quisermos estabelecer as relações filogenéticas entre mamíferos usando a coluna vertebral como critério, não poderemos chegar a nenhuma conclusão confiável.

No caso dos pêlos, é um personagem compartilhado por todos os mamíferos que não existe em outros grupos de vertebrados. Portanto, é um caráter derivado compartilhado – sinapomorfia – e é considerado uma novidade evolutiva de um clado específico.

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Para preparar um cladograma, o sistema filogenético propõe a formação de grupos taxonômicos usando caracteres derivados compartilhados.

Escolas de classificação: cladismo

Para estabelecer a classificação e as relações filogenéticas entre os organismos, é necessário recorrer a normas objetivas que usem um método rigoroso para elucidar tais padrões.

Para evitar critérios subjetivos, surgem escolas de classificação: taxonomia evolutiva tradicional e cladismo.

O cladismo (do clado grego , que significa “ramo”) ou sistemática filogenética foi desenvolvido em 1950 pelo entomologista alemão Willi Hennig, e tem ampla aceitação por seu rigor metodológico.

Os cladistas constroem cladogramas que representam relações genealógicas entre espécies e outros taxa terminais. Da mesma forma, eles pesquisam conjuntos ordenados de caracteres derivados derivados ou sinapomorfias.

Esta escola não usa caracteres ancestrais compartilhados ou simplesiomorfias e apenas concede validade a grupos monofiléticos; isto é, grupos que incluem o ancestral comum mais recente e todos os descendentes.

Grupos parafíticos (agrupamentos de organismos que incluem o ancestral comum mais recente, excluindo alguns de seus descendentes) ou grupos polifíticos (grupos de organismos de ancestrais diferentes) não são válidos para cladistas.

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Princípio da parcimônia

É possível que, ao elaborar um cladograma, sejam obtidas várias representações gráficas que mostrem diferentes histórias evolutivas do mesmo grupo de organismos. Nesse caso, é escolhido o cladograma mais “parcimonioso”, que contém o menor número de transformações.

À luz da parcimônia, a melhor solução para um problema é aquela que requer o menor número de suposições. No campo da biologia, isso é interpretado como um número menor de mudanças evolutivas.

Diferenças entre cladogramas e árvores filogenéticas

Geralmente, os taxonomistas geralmente estabelecem diferenças técnicas entre um cladograma e uma árvore filogenética. É necessário esclarecer que um cladograma não é estritamente equivalente a uma árvore filogenética.

Os galhos de um cladograma são uma maneira formal de indicar uma hierarquia aninhada de clados, enquanto em uma árvore filogenética os galhos são representações de linhagens que ocorreram no passado. Em outras palavras, o cladograma não implica uma história evolutiva.

Para obter uma árvore filogenética, é necessário adicionar informações extras: interpretações adicionais relacionadas aos ancestrais, a duração das linhagens ao longo do tempo e a quantidade de mudanças evolutivas que ocorreram entre as linhagens estudadas.

Portanto, os cladogramas são as primeiras aproximações para a criação final de uma árvore filogenética, indicando o possível padrão de ramificação.

Exemplos

Amniotas

O cladograma da amniota representa três grupos de vertebrados tetrápodes: répteis, aves e mamíferos. Todos estes são caracterizados pela presença de quatro camadas (córion, alantoides, amniões e saco vitelino) no embrião.

Observe que o conceito de “réptil” é parafílico, pois exclui pássaros; Por esse motivo, é rejeitado pelos cladistas.

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Macacos

O cladograma dos macacos inclui os gêneros: Hylobates, Pongo, Gorilla , Bread e Homo . Popularmente, o conceito de macaco é parafilético, porque exclui o gênero Homo (nós humanos).

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Referências

  1. Campbell, NA e Reece, JB (2007). Biologia . Pan-American Medical Ed.
  2. Curtis, H. & Schnek, A. (2006). Convite para Biologia . Pan-American Medical Ed.
  3. Hickman, CP, Roberts, LS, Larson, A., Ober, WC e Garrison, C. (2001). Princípios integrados de zoologia . Nova York: McGraw – Hill.
  4. Kardong, KV (2002). Vertebrados: anatomia comparada, função, evolução . McGraw-Hill
  5. Soler, M. (2002). Evolução: a base da biologia . Projeto Sul

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