Como os animais terrestres respiram?

Última actualización: fevereiro 16, 2024
Autor: y7rik

Os animais terrestres possuem diferentes mecanismos de respiração que lhes permitem obter o oxigênio necessário para a sobrevivência. A maioria dos animais terrestres respira através de pulmões, que são estruturas especializadas responsáveis pela troca de gases. Outros animais, como insetos, possuem um sistema de respiração chamado traqueal, no qual o oxigênio é transportado diretamente para as células do corpo através de tubos chamados traqueias. Já os anfíbios podem respirar tanto através dos pulmões quanto da pele. Independentemente do mecanismo de respiração, é essencial para a sobrevivência dos animais terrestres garantir uma troca eficiente de gases para manter as funções vitais do organismo.

Qual a forma de respiração dos animais que vivem em terra firme?

Os animais que vivem em terra firme possuem uma forma de respiração aeróbia, ou seja, utilizam o oxigênio presente no ar para realizar o processo de respiração. Este tipo de respiração é essencial para a sobrevivência desses animais, pois é através dela que obtêm a energia necessária para suas atividades diárias.

Os animais terrestres possuem estruturas especializadas para a captação de oxigênio, como os pulmões, traqueias ou brânquias. Os pulmões são órgãos responsáveis pela troca gasosa nos mamíferos, aves e répteis, enquanto as traqueias são encontradas nos insetos e permitem a entrada de ar diretamente nas células do corpo. Já as brânquias são estruturas presentes em alguns anfíbios e peixes, responsáveis pela absorção de oxigênio da água.

Além das estruturas respiratórias, os animais terrestres também utilizam mecanismos como a respiração celular para obter energia. Neste processo, o oxigênio é utilizado para quebrar as moléculas de alimento e produzir energia na forma de ATP, essencial para as funções vitais do organismo.

Em resumo, os animais terrestres respiram através de estruturas especializadas como pulmões, traqueias ou brânquias, utilizando o oxigênio do ar para realizar a respiração celular e obter energia para suas atividades diárias.

Diferenças na respiração entre animais terrestres e aquáticos: o que os distingue?

Quando se trata da forma como os animais respiram, existem diferenças significativas entre aqueles que vivem em ambientes terrestres e aqueles que habitam ambientes aquáticos. Essas diferenças estão relacionadas principalmente aos mecanismos que esses animais desenvolveram para obter o oxigênio necessário para suas funções vitais.

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Os animais terrestres, como os seres humanos, utilizam um sistema de pulmões para respirar. Eles inalam o ar rico em oxigênio através do nariz ou da boca, que então passa pela traqueia e chega aos pulmões. Lá, o oxigênio é absorvido pelos capilares pulmonares e transportado para o resto do corpo através do sistema circulatório. Já o dióxido de carbono produzido pelo metabolismo é expelido do corpo durante a expiração.

Por outro lado, os animais aquáticos, como os peixes, possuem brânquias que desempenham o papel de órgãos respiratórios. As brânquias são estruturas altamente vascularizadas que permitem a troca de gases entre a água e o sangue do animal. O oxigênio dissolvido na água é absorvido pelas brânquias e transportado para o resto do corpo, enquanto o dióxido de carbono é liberado de volta na água.

Essas diferenças na forma como os animais terrestres e aquáticos respiram estão diretamente relacionadas ao ambiente em que vivem. Enquanto os animais terrestres precisam lidar com a gravidade e a menor disponibilidade de oxigênio no ar, os animais aquáticos enfrentam o desafio de extrair oxigênio da água, que contém menos oxigênio do que o ar atmosférico.

Em resumo, os animais terrestres e aquáticos desenvolveram sistemas respiratórios distintos para se adaptarem aos desafios dos seus respectivos ambientes. Essas adaptações garantem que cada tipo de animal possa obter o oxigênio necessário para sobreviver e realizar suas atividades diárias.

Respiração dos animais aquáticos: entenda como funciona o processo de respiração debaixo d’água.

Quando pensamos em respiração dos animais, é comum associarmos o processo à inspiração e expiração de ar. Porém, quando se trata dos animais aquáticos, a situação é um pouco diferente. Eles não possuem pulmões como os animais terrestres, mas sim brânquias que desempenham o papel de captar oxigênio da água.

As brânquias são estruturas localizadas nas laterais da cabeça dos animais aquáticos, como peixes e crustáceos. Elas são compostas por filamentos finos e vascularizados, onde ocorre a troca gasosa entre a água e o sangue. Enquanto a água passa pelas brânquias, o oxigênio dissolvido nela é absorvido e o gás carbônico é liberado para fora.

Além das brânquias, alguns animais aquáticos, como os golfinhos e baleias, possuem orifícios respiratórios na parte superior de suas cabeças, chamados de espiráculos. Esses orifícios permitem que esses mamíferos respirem sem precisar emergir completamente na superfície da água.

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Em resumo, a respiração dos animais aquáticos é um processo essencial para a sua sobrevivência debaixo d’água. As brânquias e os orifícios respiratórios são adaptações que permitem que esses animais capturem o oxigênio necessário para suas atividades vitais. É incrível como a natureza se encarrega de fornecer os meios para a vida prosperar em diferentes ambientes!

Como ocorre a respiração nos animais sem coluna vertebral?

Os animais sem coluna vertebral, como insetos, aracnídeos e moluscos, realizam a respiração de maneiras diferentes dos animais vertebrados. Em geral, esses animais possuem estruturas respiratórias adaptadas para absorver oxigênio do ambiente e liberar dióxido de carbono.

Os insetos, por exemplo, possuem um sistema de traqueias que se ramificam por todo o corpo, permitindo a troca gasosa diretamente com as células. O oxigênio entra através de pequenos orifícios chamados espiráculos e é transportado para as células através de tubos finos chamados traqueias.

Já os aracnídeos possuem estruturas respiratórias chamadas filotraqueias, que também permitem a troca gasosa com as células do corpo. Nestes animais, o oxigênio entra por aberturas chamadas estigmas e é distribuído pelo corpo através de tubos ramificados.

Os moluscos, por sua vez, possuem brânquias ou pulmões para realizar a respiração. As brânquias são estruturas em forma de filamentos que absorvem oxigênio da água, enquanto os pulmões são sacos internos que absorvem oxigênio do ar.

Em resumo, os animais sem coluna vertebral possuem diferentes adaptações para respirar, seja através de traqueias, filotraqueias, brânquias ou pulmões, garantindo a absorção de oxigênio necessário para suas funções vitais.

Como os animais terrestres respiram?

Animais terrestres respiram através da respiração pulmonar. O processo de troca gasosa, oxigênio em dióxido de carbono, é conhecido como processo respiratório.

Como nós, os animais terrestres realizam essa troca de gases continuamente. Em animais mais complexos, esses gases devem ser processados ​​através do sistema respiratório.

Existem 4 tipos de trocas de gás:

-O intergumeral, que ocorre através da pele.

-As trocas gasosas realizadas por brânquias, que ocorrem em animais aquáticos.

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-Respiração por traquéias, usada por insetos.

Respiração pulmonar, realizada por animais terrestres.

Como está respirando os animais terrestres?

O processo respiratório em animais terrestres e humanos é essencialmente o mesmo, pois ambos temos pulmões.

Para explicar o processo respiratório, precisamos primeiro falar sobre os órgãos que ajudam isso a acontecer: os pulmões.

Os pulmões

Os pulmões são um par de órgãos. Cada pulmão está em uma cavidade no nosso peito: um no lado esquerdo e outro no lado direito. A traquéia é o tubo que liga a boca e o nariz aos pulmões.

Dentro dos pulmões, a traquéia é dividida em brônquios, que por sua vez são divididos em conexões menores, conhecidas como bronquíolos.

Dentro dos pulmões há um músculo chamado diafragma. As costelas estão envolvidas nesse processo. As costelas estão em um escudo que protege os pulmões no processo respiratório.

Quando respiramos, o diafragma se expande, permitindo que os pulmões se enchem de ar, de modo que as costelas também se expandem.

Processo

Quando respiramos, inalamos o ar. Esse ar é conhecido como oxigênio. O oxigênio entra pelas narinas e passa para a cavidade nasal. Durante esse processo, também inalamos partículas que podem ser prejudiciais ao nosso corpo.

O cabelo e a mucosa dentro da cavidade nasal são responsáveis ​​por reter as partículas que não devem entrar no nosso corpo.

No momento em que os pulmões se enchem, o ar passa pelos brônquios e atinge pequenos sacos chamados alvéolos. Os alvéolos são encontrados dentro dos bronquíolos.

Aqui ocorre em troca de oxigênio com dióxido de carbono. Quando expiramos os contratos do diafragma, as costelas também se contraem e os pulmões retornam ao seu tamanho original.

Esse movimento aumenta a pressão nos pulmões que faz com que o ar restante escape.

O ar expirado é dióxido de carbono, um produto da respiração. Esse gás é liberado através de várias atividades humanas e animais.

Referências

  1. Compreendendo como os animais respiram . Recuperado em: www.dummies.com
  2. Animal terrestre. Recuperado em: www.biology-online.org
  3. O que é uma lista de animais terrestres . Recuperado em: www.reference.com
  4. HOFFMAN, M. (s / f). Imagem dos pulmões . Recuperado em: www.webmd.com
  5. Pulmões Recuperado em: www.innerbody.com

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