Por que a Revolução Mexicana começou?

A Revolução Mexicana foi um movimento social e político que teve início em 1910 e durou aproximadamente uma década, resultando em profundas mudanças na estrutura política e social do México. A revolução teve início devido a uma série de fatores, como a concentração de terras nas mãos de poucos latifundiários, a opressão e exploração dos camponeses e trabalhadores urbanos, a falta de democracia e a repressão do regime autoritário do presidente Porfirio Díaz. Esses problemas sociais e políticos acumulados ao longo dos anos levaram ao descontentamento e à insatisfação da população, culminando na eclosão da revolução. A luta armada foi liderada por diversos líderes revolucionários, como Emiliano Zapata, Pancho Villa e Francisco Madero, que buscavam democratizar o país, promover a reforma agrária e garantir direitos trabalhistas para todos os mexicanos.

Qual acontecimento desencadeou o início da Revolução Mexicana?

A Revolução Mexicana começou em 1910, sendo um dos eventos mais importantes da história mexicana. O acontecimento que desencadeou o início desse movimento foi a Reeleição do presidente Porfirio Díaz, que estava no poder há mais de 30 anos. Muitos mexicanos estavam insatisfeitos com a ditadura de Díaz, que beneficiava apenas uma pequena elite e mantinha o povo oprimido.

A fraude nas eleições de 1910, que garantiu a vitória de Díaz, foi o estopim para a revolta popular. O líder opositor Francisco I. Madero convocou os mexicanos a se levantarem contra o regime de Díaz, dando início à Revolução Mexicana. Díaz renunciou em 1911 e Madero assumiu a presidência, mas logo foi assassinado e a luta pelo poder se intensificou entre diferentes facções revolucionárias.

Assim, a Revolução Mexicana teve início devido à insatisfação com a ditadura de Porfirio Díaz e a fraude eleitoral que o manteve no poder. Esse movimento revolucionário transformou profundamente o México, resultando em mudanças políticas, sociais e econômicas que moldaram o país que conhecemos hoje.

Qual acontecimento desencadeou a Revolução Mexicana que mudou o rumo da história do país?

A Revolução Mexicana teve início em 1910 e foi um evento crucial na história do México. Mas afinal, o que desencadeou esse movimento que mudou o rumo do país?

O principal motivo que levou ao início da Revolução Mexicana foi a insatisfação da população com o governo autoritário e opressor do presidente Porfirio Diaz. Porfirio Diaz governou o México por mais de 30 anos, reprimindo a oposição e favorecendo os interesses das elites e dos estrangeiros em detrimento da maioria da população.

Além disso, a concentração de terras nas mãos de poucos latifundiários e a exploração dos camponeses e trabalhadores também contribuíram para o descontentamento popular. A desigualdade social e econômica era gritante, e a população mexicana clamava por mudanças.

Outro fator importante que desencadeou a Revolução Mexicana foi a falta de liberdade política e a repressão aos movimentos de oposição. A censura, a perseguição política e a falta de democracia levaram a um crescente descontentamento e a uma crescente mobilização popular.

Assim, a Revolução Mexicana teve início como uma resposta à opressão do governo de Porfirio Diaz e à luta por justiça social, igualdade e democracia. Foi um movimento que mudou o rumo da história do país e que trouxe importantes transformações políticas, sociais e econômicas para o povo mexicano.

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O desfecho da Revolução Mexicana: quem saiu vitorioso do conflito armado?

A Revolução Mexicana foi um momento crucial na história do México, iniciada em 1910 com o objetivo de derrubar o ditador Porfirio Diaz. O conflito armado durou cerca de uma década e resultou em várias facções lutando pelo poder no país.

Um dos principais líderes da Revolução Mexicana foi Emiliano Zapata, que lutou pelos direitos dos camponeses e trabalhadores rurais. Outro líder importante foi Pancho Villa, que comandou um exército no norte do país.

No final do conflito, em 1920, o vencedor da Revolução Mexicana foi Álvaro Obregón, que se tornou presidente do México. Obregón implementou reformas sociais e políticas no país, promovendo a educação e a distribuição de terras para os camponeses.

Apesar das lutas e da violência durante a Revolução Mexicana, o país passou por uma transformação significativa que moldou sua história e cultura. A busca por justiça social e igualdade continuou a ser uma luta constante no México pós-revolucionário.

Duração da Revolução Mexicana: Qual foi o período de tempo total?

A Revolução Mexicana começou em 1910 e durou aproximadamente 10 anos, terminando em 1920. Durante esse período, o México passou por uma série de conflitos armados e transformações políticas e sociais que mudaram drasticamente o curso da história do país.

Por que a Revolução Mexicana começou?

A Revolução Mexicana teve início devido a uma série de fatores, incluindo a insatisfação com o governo autoritário do presidente Porfirio Díaz, a desigualdade social e econômica, a falta de oportunidades para a maioria da população e a concentração de terras nas mãos de poucos latifundiários. Esses problemas levaram a uma crescente onda de descontentamento e protestos por parte dos camponeses, trabalhadores e intelectuais.

Além disso, a reeleição controversa de Díaz em 1910 e a falta de democracia e representatividade no governo foram catalisadores para o início da Revolução Mexicana. Os líderes revolucionários, como Emiliano Zapata, Pancho Villa e Francisco Madero, buscavam justiça social, reforma agrária, democracia e igualdade para o povo mexicano. Suas lutas e ideais inspiraram milhares de pessoas a se levantarem contra o regime opressivo de Díaz e a buscar uma mudança profunda no país.

Por que a Revolução Mexicana começou?

A Revolução Mexicana começou e emergiu fortemente como um repúdio pelos trinta e cinco anos de ditadura ininterrupta, a fim de encontrar uma solução para a sucessão presidencial.A Revolução Mexicana foi uma luta armada (1910-1920), que transformou radicalmente a cultura e o sistema político mexicanos.

Além disso, foi uma das grandes revoltas revolucionárias do século XX que encerrou o regime militar do ditador Porfirio Díaz, para posteriormente estabelecer importantes reformas políticas, econômicas e sociais no país.

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Segundo Alan Knight (1997), a Revolução Mexicana era algo genuinamente nacional.

A ascensão da Revolução Mexicana. Antecedentes

O quadro mostrava a crise política entre as elites concorrentes; a oportunidade para a insurreição agrária era propícia (John Tutino: 1996).

O proprietário, Francisco Madero, desafiou Porfirio Díaz nas eleições presidenciais de 1910 e, em protesto pelos resultados fraudulentos, comandou a revolta chamada Plano San Luis Potosí.

O conflito armado expulsou Díaz do poder e uma nova eleição foi realizada em 1911, assumindo que Madero assumiu a presidência.

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O Porfiriato

A revolução mexicana se levantou contra El Porfiriato. Embora a constituição tenha ordenado um processo eleitoral público, Díaz e seus seguidores manipularam as eleições a seu favor.

A facção da oposição liderada por Francisco Madero formou o Partido Anti-Reelecionista e em 1910 ele se apresentou como candidato à presidência.

Madero perdeu para Díaz, tendo sido preso antes das eleições. Então, ele foi para o exílio, onde emitiu o manifesto sobre o plano de San Luis Potosí, a fim de incentivar uma revolta.

O objetivo principal era eliminar as reeleições. A ele se juntaram Francisco Pancho Villa, dos estados do norte, e Emiliano Zapata, das regiões sul. Finalmente, as forças rebeldes derrotaram Díaz, que foi capturado em Ciudad Juarez.

Consequências

Muitos historiadores acreditam que a revolução terminou em 1920, outros que se estenderam até 1940. De qualquer forma, nesse período, 20 anos foram introduzidas grandes reformas:

  • O sistema financeiro foi abolido
  • Sindicatos e organizações agrícolas foram formalmente reconhecidos.
  • A indústria do petróleo desenvolveu
  • Um sistema econômico misto foi estabelecido.
  • Etc.

A eleição fraudulenta de 1910 tornou-se o foco da eclosão da rebelião política. Elementos da elite mexicana hostil a Diaz, liderada por Madero, expandiram-se para a classe média, o campesinato e o trabalho organizado. Como resultado, em outubro de 1911, Madero foi eleito presidente em uma eleição livre e justa.

No entanto, começou a formar uma faixa de oposição. Os conservadores o viam muito fraco e liberal, enquanto os ex-combatentes revolucionários e os despossuídos, muito conservadores.

Em fevereiro de 1913, Madero e seu vice-presidente Pino Suárez foram derrubados e mortos. O regime contra-revolucionário do general Victoriano Huerta chegou ao poder, apoiado por interesses comerciais americanos e apoiadores da antiga ordem.

Huerta governou de fevereiro de 1913 a julho de 1914, quando foi expulso por uma coalizão de diferentes forças revolucionárias regionais. A tentativa dos revolucionários de chegar a um acordo político após a derrota de Huerta fracassou e o México entrou em uma sangrenta guerra civil (1914-1915).

A facção constitucionalista, comandada pelo proprietário Venustiano Carranza, saiu vitoriosa em 1915, derrotando as forças revolucionárias do ex-constitucionalista Pancho Villa e forçando o líder revolucionário Emiliano Zapata a assumir o comando da guerra de guerrilha. Zapata foi morto em 1919 por agentes do Presidente Carranza.

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Figuras em destaque

Pancho Villa

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Pancho Villa

Guerrilha revolucionária e mexicana que lutou contra os regimes de Porfirio Díaz e Victoriano Huerta. Villa passou boa parte de sua juventude trabalhando na fazenda de seus pais.

Ele tinha quinze anos quando seu pai morreu e se tornou chefe da família. Em seu papel de protetor, ele foi forçado a matar o homem que estava assediando uma de suas irmãs (1894).

Militar de sucesso, comandante da guerrilha e também governador provisório de Chihuahua, apenas vinte anos após sua morte, ele foi aceito no panteão dos heróis nacionais.

Sua memória é hoje homenageada por mexicanos, americanos e pessoas de todo o mundo. Além disso, várias ruas e bairros do México e de outros países levam seu nome em sua homenagem.

Emiliano Zapata

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Figura de destaque da Revolução Mexicana, ele formou e comandou o Exército de Libertação do Sul, uma importante brigada revolucionária. Os seguidores de Zapata eram conhecidos como zapatistas.

Órfão e revolucionário desde tenra idade, em 1897 ele foi preso por participar de um protesto com os camponeses de sua aldeia contra os proprietários de terras. Uma vez perdoado, ele continuou a agitar os camponeses.

Ele foi então recrutado pelo exército mexicano e em 1909 sua liderança era tão conhecida que em sua aldeia ele foi eleito presidente do conselho da cidade.

Referências

  1. A revolução mexicana Recuperado em historytoday.com.
  2. Knight, Alan (1997). Revolução Mexicana: Interpretações. Encyclopedia of Mexico, vol. 2, p. 873. Chicago: Fitzroy Dearborn.
  3. Tutino John (1986), Da Insurreição à Revolução: Bases Sociais da Violência Agrária, 1750–1940. Princeton: Princeton University Press, p. 327
  4. Qual foi o resultado da Revolução Mexicana? Recuperado em reference.com.
  5. Katz, Friedrich. A guerra secreta no México: Europa, Estados Unidos e a Revolução Mexicana. Chicago: University of Chicago Press, 1981, p. 35. Recuperado em wikipedia.org.
  6. Encyclopædia Britannica (2016). Recuperado em britannica.com.

Fotografias

  1. Adela Velarde Pérez, “Adelita”. Camillera de la Cruz Blanca, não era um soldador. Foto do arquivo Recuperado em elsoldemexico.com.mx.
  2. Os soldadores na Revolução Mexicana – As heroínas esquecidas. São as mulheres que aderiram à revolução mexicana e fizeram muito mais do que cozinhar, carregar e disparar rifles. Recuperado em pinterest.com.
  3. Francisco “Pancho” Villa, pseudônimo de José Doroteo Arango Arámbula, (5 de junho, Durango, México – 20 de julho de 1923, Chihuahua, México). Recuperado em biography.com.
  4. Emiliano Zapata, 8 de agosto de 1879, Anenecuilco, México – 10 de abril de 1919 Emiliano Zapata, Líder Agrário. Litografia de Diego Rivera, 1932. Biblioteca do Congresso, Washington, DC, (neg. No. LC-USZC4-390).

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