Tolerância a drogas e álcool: o que é e os tipos

A tolerância a drogas e álcool é um fenômeno comum que ocorre quando o organismo se acostuma com a presença de uma substância e passa a necessitar de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito. Esse processo pode levar a um aumento do consumo, tornando a pessoa mais suscetível a desenvolver dependência química. Existem dois tipos principais de tolerância: a tolerância farmacodinâmica, que ocorre quando o corpo se adapta aos efeitos da substância, e a tolerância farmacocinética, que se refere à capacidade do organismo de metabolizar e excretar a droga de forma mais eficiente. É importante estar ciente dos riscos associados à tolerância a drogas e álcool e buscar ajuda profissional caso seja necessário.

Entendendo a importância da tolerância em relação ao consumo de drogas.

A tolerância em relação ao consumo de drogas e álcool é um tema muito importante e que merece nossa atenção. Entender o que é tolerância e os diferentes tipos existentes pode nos ajudar a ter uma visão mais ampla sobre o assunto e a tomar decisões mais conscientes em relação ao uso dessas substâncias.

A tolerância pode ser definida como a capacidade do organismo de suportar doses cada vez maiores de uma substância, como drogas ou álcool, sem apresentar os mesmos efeitos que inicialmente causavam. Isso significa que, com o tempo, a pessoa precisa consumir quantidades maiores da substância para obter o mesmo efeito desejado.

Existem dois tipos principais de tolerância: a tolerância farmacodinâmica e a tolerância metabólica. A tolerância farmacodinâmica ocorre quando o organismo se adapta aos efeitos da substância, reduzindo sua sensibilidade. Já a tolerância metabólica está relacionada à capacidade do corpo de metabolizar a substância de forma mais eficiente, diminuindo seus efeitos.

Entender a importância da tolerância em relação ao consumo de drogas e álcool é essencial para evitar problemas de saúde e dependência. O uso contínuo e abusivo dessas substâncias pode levar a uma série de consequências negativas, como danos ao sistema nervoso, problemas cardíacos, distúrbios mentais e dependência química.

Por isso, é fundamental que as pessoas tenham consciência dos riscos envolvidos no consumo de drogas e álcool e busquem ajuda caso percebam que estão desenvolvendo tolerância a essas substâncias. A prevenção e o tratamento são essenciais para garantir a saúde e o bem-estar de todos.

A informação e a conscientização são as melhores armas contra os riscos dessas substâncias.

Tipos de drogas: conheça as diferentes substâncias ilícitas existentes e seus efeitos no corpo.

Existem diversos tipos de drogas ilícitas que podem causar diferentes efeitos no corpo humano. Entre as mais comuns estão a maconha, a cocaína, o crack, a heroína, o ecstasy e o LSD. Cada uma dessas substâncias possui propriedades únicas que afetam o sistema nervoso central de maneiras distintas.

A maconha, por exemplo, é conhecida por seu efeito relaxante e de alteração da percepção sensorial. Já a cocaína e o crack são estimulantes que aumentam a atividade cerebral e provocam sensações de euforia e energia. A heroína, por sua vez, é um opioide que causa uma sensação intensa de prazer seguida por uma forte depressão do sistema nervoso central. O ecstasy é uma droga sintética que combina propriedades estimulantes e alucinógenas, enquanto o LSD é um alucinógeno potente que pode causar intensas alucinações.

Essas drogas ilícitas podem ter efeitos adversos no corpo humano, como alterações no humor, na percepção, na memória e na coordenação motora. Além disso, o uso contínuo dessas substâncias pode levar ao desenvolvimento de dependência química e a danos irreversíveis à saúde física e mental.

Tolerância a drogas e álcool: o que é e os tipos.

A tolerância é um fenômeno no qual o organismo se adapta ao uso frequente de uma determinada substância, necessitando de doses cada vez maiores para obter os mesmos efeitos. No caso das drogas e do álcool, a tolerância pode levar a um aumento do consumo e a um maior risco de overdose e outros danos à saúde.

Existem dois tipos principais de tolerância: a tolerância metabólica, que ocorre quando o organismo se torna mais eficiente na metabolização da substância, e a tolerância farmacodinâmica, que acontece quando as células do corpo se adaptam aos efeitos da droga e diminuem a resposta a ela.

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É importante estar ciente dos riscos associados ao uso de drogas e álcool, bem como dos efeitos da tolerância, para evitar problemas de saúde e dependência. Buscar ajuda profissional e apoio de familiares e amigos pode ser fundamental para superar esses desafios e promover uma vida saudável e livre de substâncias nocivas.

Conheça os diferentes tipos de dependência em relação às substâncias químicas.

A dependência química é um problema que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Existem diferentes tipos de dependência em relação às substâncias químicas, cada um com suas próprias características e sintomas. Um dos tipos mais comuns de dependência é a tolerância, que ocorre quando o organismo se acostuma com a substância e precisa de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito.

A tolerância a drogas e álcool é um fenômeno comum entre os dependentes químicos. Quando uma pessoa desenvolve tolerância a uma substância, ela precisa consumir quantidades maiores para sentir os mesmos efeitos. Isso pode levar a um ciclo vicioso de aumento do consumo e maior dependência.

Existem diferentes tipos de tolerância, como a tolerância metabólica, que ocorre quando o organismo se adapta à substância e a metaboliza mais rapidamente. Também há a tolerância comportamental, em que o indivíduo se acostuma aos efeitos da substância e passa a consumi-la de forma mais frequente.

É importante estar atento aos sinais de tolerância a drogas e álcool, como o aumento do consumo, a necessidade de doses maiores para sentir os mesmos efeitos, e a dificuldade em controlar o uso da substância. A busca por ajuda profissional é essencial para tratar a dependência química e evitar complicações mais graves.

Entenda o significado da tolerância ao álcool e seus efeitos no organismo.

A tolerância ao álcool é a capacidade do organismo de se acostumar com a presença da substância e necessitar de quantidades cada vez maiores para sentir os mesmos efeitos. Isso ocorre devido à adaptação do cérebro e do fígado ao álcool, tornando necessário um consumo maior para atingir a mesma intoxicação.

Os efeitos da tolerância ao álcool no organismo podem ser graves, levando a um aumento do risco de dependência, problemas de saúde física e mental, acidentes e até mesmo overdose. É importante compreender que a tolerância ao álcool não significa que a pessoa está imune aos seus efeitos negativos, pelo contrário, pode indicar um uso abusivo e prejudicial da substância.

Existem dois tipos principais de tolerância ao álcool: a tolerância metabólica e a tolerância comportamental. A tolerância metabólica ocorre quando o organismo se adapta ao álcool e precisa de doses maiores para alcançar os mesmos efeitos. Já a tolerância comportamental está relacionada à capacidade de a pessoa aparentar estar menos intoxicada do que realmente está, o que pode levar a um aumento do consumo e a situações de risco.

É fundamental estar atento aos sinais de tolerância e buscar ajuda profissional caso seja necessário. A conscientização sobre os efeitos do álcool e a importância de um consumo responsável são essenciais para prevenir problemas relacionados ao uso da substância.

Tolerância a drogas e álcool: o que é e os tipos

A tolerância da droga ocorre quando uma droga é consumida de forma contínua, o que resulta em uma redução de seus efeitos sobre o corpo. Dessa forma, é necessário aumentar a dose da substância para sentir seus efeitos novamente.

Nem todas as substâncias produzem tolerância; Depende da composição química dos medicamentos e da capacidade do cérebro para diferenciá-los de seus próprios neurotransmissores. Por exemplo, álcool, drogas ilegais , drogas como benzodiazepínicos ou substâncias como cafeína podem causar tolerância .

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A tolerância faz parte de um mecanismo compensatório que o cérebro desenvolve. Quando a droga começa a exercer seus efeitos no corpo, o cérebro detecta a existência de uma alteração em seu equilíbrio ou homeostase.

A principal resposta do cérebro a essa ameaça ao seu funcionamento normal é resistir. Para fazer isso, adapte os receptores e os mecanismos celulares ao medicamento para que ele não surta efeito.

Em suma, os receptores cerebrais tornam-se insensíveis à substância viciante. Assim, a pessoa precisa consumir uma dose maior para sentir seus efeitos novamente.

Se a pessoa tiver usado drogas regularmente o suficiente para experimentar tolerância, sofrerá sintomas de abstinência quando parar de tomar a substância.

Diferenças entre tolerância e dependência

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Quando uma pessoa abusa repetidamente de drogas como álcool, haxixe, cocaína , heroína ou outras, pode desenvolver dependência e tolerância ao longo do tempo.

Tolerância e dependência são sinais de que o uso esporádico de um medicamento está começando a ser problemático. No entanto, existem diferenças importantes entre dependência e tolerância.

Tolerância

A tolerância se desenvolve quando uma pessoa não experimenta os mesmos efeitos usando a mesma quantidade de um determinado medicamento ou substância. Especificamente, o que acontece é que o cérebro se adaptou à presença da droga. Portanto, quando uma pessoa tem uma alta tolerância, ela precisa tomar doses mais frequentes e em maior quantidade do que seus amigos.

Outro sinal é que eles podem começar a misturar diferentes substâncias para obter o envenenamento desejado. Por exemplo, alguém que desenvolveu tolerância ao álcool não se sentirá tão bêbado quanto antes de beber a quantidade que costumava beber.

Assim, você começará a beber mais rapidamente ou a consumir mais bebidas alcoólicas. Ou escolha licores fortes com graduação alta.

O que está acontecendo é que o cérebro continua a se adaptar a essas quantidades de álcool e acaba se acostumando, precisando de mais e mais álcool para se embebedar.

Dependência

Por outro lado, a dependência de drogas aparece quando o indivíduo sente que não pode ter uma vida normal sem consumir certas substâncias. Dessa forma, você precisa tomar este medicamento para funcionar bem no seu dia a dia.

Se você não tomá-lo, sentirá os sintomas desconfortáveis ​​e irritantes de abstinência. Os sintomas de abstinência são geralmente o oposto dos produzidos pela droga.

Outro sinal de dependência de drogas é que a pessoa pode gastar muito tempo consumindo-a, procurando ou pensando a respeito. É possível que a dependência seja acompanhada de tolerância quando o consumo se estende ao longo do tempo.

À medida que a substância é abusada, as células cerebrais tornam-se mais dependentes dos efeitos da droga . Gradualmente, eles precisam dessa substância para manter um equilíbrio no funcionamento do cérebro. Isso acaba causando danos estruturais que deixam as células incapazes de funcionar adequadamente sem a droga.

Geração de Dependência

Finalmente, um círculo vicioso é produzido, à medida que a tolerância aumenta, a dose aumenta e o dano às células cerebrais é cada vez mais sério.

Por outro lado, se falarmos sobre outras substâncias, como certos medicamentos, tolerância pode ser dada, mas não dependência. Por exemplo, a tolerância a alguns efeitos dos medicamentos prescritos para suprimir a dor pode ser desenvolvida, sem dependência deles.

Tipos de tolerância

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A tolerância afeta receptores e células cerebrais, embora também existam outras formas de tolerância. De acordo com a California State University-Fullerton, existem 3 mecanismos que contribuem para o aumento da tolerância (além da tolerância cerebral):

Tolerância metabólica

Refere-se a substâncias ou medicamentos consumidos por via oral. Está relacionado à velocidade com que o fígado decompõe essas substâncias. Quando o uso é muito contínuo, essa velocidade aumenta, permanecendo cada vez menos tempo a droga na corrente sanguínea.

Tolerância comportamental

Esta é a resposta emocional do indivíduo de acordo com as expectativas que ele tem sobre os efeitos da droga. Ou seja, a pessoa aumenta voluntariamente a dose para obter efeitos mais intensos.

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Tolerância condicionada

Este mecanismo aumenta a tolerância através de sinais ambientais. Aparentemente, certos fatores ambientais estão associados ao desejo de tomar o medicamento, como atividades, humor, certos locais, situações ou pessoas.

Esses mecanismos ligados à adaptação cerebral se alimentam, resultando em um aumento na tolerância ao medicamento.

De acordo com o período de tempo

Por outro lado, o abuso de drogas diferencia três tipos de tolerância de acordo com o período de tempo:

– Aguda ou a curto prazo: essa tolerância decorre da exposição contínua a uma substância por um período de tempo relativamente curto.

Um exemplo é o que acontece com a cocaína. Com a primeira dose, os indivíduos experimentam euforia, aumento da freqüência cardíaca e pressão arterial. No entanto, com uma segunda dose 40 minutos depois, os efeitos positivos da droga não aumentam conforme o esperado.

– Crônico: acontece quando o corpo se adapta a uma exposição constante ao medicamento por semanas ou meses. O resultado é que os efeitos da droga diminuem, precisando tomar uma dose maior que a anterior para re-experimentar os efeitos com igual intensidade.

– Aprendido: com a exposição por anos a certas substâncias, como álcool, a pessoa pode parecer como se não tivesse ingerido nenhuma substância. Ou seja, a droga não funciona mais. Você pode até desenvolver corretamente atividades da sua vida diária após consumi-la.

Tolerância cruzada

Também se costuma falar de outro tipo de tolerância, chamado tolerância cruzada. Desenvolve tolerância a um medicamento que ao mesmo tempo se estende a outras substâncias semelhantes. Tende a ocorrer com aquelas substâncias que exercem efeitos similares no cérebro.

Tolerância inversa

Pelo contrário, a tolerância inversa é um estado em que efeitos maiores ou iguais ocorrem com uma dose mais baixa da substância. É muito típico em alcoólatras crônicos. Em alguns desses casos, eles podem ficar bêbados com apenas algumas bebidas.

A tolerância pode ser revertida?

O cérebro é plástico. Se você ficar muito tempo sem usar drogas, adaptará seus receptores e neurônios à nova situação.

Também deve-se ter em mente que a maioria dos medicamentos ou substâncias tem mais de um efeito. Assim, a tolerância tende a se desenvolver de maneira diferente para cada um deles.

Por exemplo, a heroína produz uma tolerância muito rápida aos efeitos da euforia e do bem-estar . Apesar disso, o efeito da depressão respiratória (redução da frequência respiratória) permanece inalterado. Portanto, é possível overdose ou morte.

A diminuição da tolerância depende do histórico de abuso de substâncias. Ou seja, se o medicamento foi tomado por longos períodos antes da retirada, levará mais tempo para que as estruturas cerebrais retornem ao seu estado inicial.

No entanto, em casos de abuso crônico de drogas, o nível de dano que o corpo sofreu pode ser permanente, mesmo que as substâncias sejam abandonadas.

Referências

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