Vigorexia e beleza interior

A vigorexia, também conhecida como transtorno dismórfico muscular, é um distúrbio psicológico caracterizado pela obsessão em relação à aparência física e ao corpo musculoso. Muitas vezes, as pessoas que sofrem de vigorexia buscam incessantemente a perfeição física, associando a beleza ao corpo idealizado e musculoso. No entanto, é importante ressaltar que a verdadeira beleza vai muito além da aparência física e está diretamente ligada à beleza interior, que se manifesta através de valores como empatia, generosidade, bondade e autenticidade. Neste sentido, é fundamental compreender que a verdadeira beleza reside na essência de cada indivíduo, transcendendo padrões estéticos e promovendo uma conexão mais profunda consigo mesmo e com os outros.

Para quem é direcionada a vigorexia?

A vigorexia é um transtorno psicológico que afeta principalmente homens, mas também pode atingir mulheres. Essa condição é direcionada a pessoas obcecadas pela busca do corpo perfeito, que muitas vezes associam a beleza exterior à felicidade e autoestima. Essas pessoas costumam ter uma visão distorcida de si mesmas, acreditando que nunca estão suficientemente musculosas ou definidas.

A pressão social e os padrões de beleza inatingíveis impostos pela mídia e pela sociedade contribuem para o desenvolvimento da vigorexia. Indivíduos que sofrem desse transtorno estão constantemente em busca de um corpo idealizado, muitas vezes colocando em risco sua saúde física e mental.

É importante ressaltar que a beleza interior, ou seja, a aceitação de si mesmo e o cultivo de valores como amor próprio e autoconfiança, são fundamentais para prevenir e tratar a vigorexia. Pessoas que conseguem valorizar suas qualidades internas e se aceitar como são, tendem a ter uma relação mais saudável com seu corpo e com a imagem que projetam para o mundo.

Quais são os traços de personalidade de alguém com vigorexia?

Quando pensamos em beleza, muitas vezes nos concentramos apenas na aparência física, esquecendo a importância da beleza interior. A vigorexia, também conhecida como dismorfia muscular, é um distúrbio psicológico em que a pessoa tem uma obsessão por ter um corpo musculoso e definido, levando-a a praticar exercícios em excesso e a ter uma dieta restritiva. Mas quais são os traços de personalidade de alguém com vigorexia?

Em geral, indivíduos com vigorexia tendem a ser perfeccionistas e inseguros em relação à sua aparência. Eles buscam incessantemente a aprovação dos outros e têm dificuldade em aceitar a si mesmos como são. Além disso, são competitivos e compulsivos, sempre buscando superar seus próprios limites e alcançar padrões irreais de beleza.

Outro traço comum em pessoas com vigorexia é a insatisfação constante com o próprio corpo. Mesmo que alcancem resultados visíveis, nunca se sentem satisfeitos e continuam a se esforçar para atingir um ideal inalcançável. Isso pode levar a problemas de saúde física e mental, como lesões musculares, distúrbios alimentares e depressão.

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Em suma, a vigorexia é um reflexo da nossa sociedade obcecada pela imagem e pela perfeição física. É importante lembrar que a verdadeira beleza está na aceitação de si mesmo e na valorização das qualidades interiores. A saúde física e mental devem sempre estar em primeiro lugar, e a busca por um corpo perfeito não deve comprometer a felicidade e o bem-estar.

Entenda o que é a síndrome de Adonis e seus impactos na saúde masculina.

A síndrome de Adonis, também conhecida como vigorexia, é um transtorno psicológico em que a pessoa possui uma obsessão por ter um corpo musculoso e definido. Essa condição afeta principalmente homens que buscam incessantemente a perfeição física, levando-os a passar horas na academia, utilizar substâncias para aumentar a massa muscular e seguir dietas restritivas.

Os impactos na saúde masculina da síndrome de Adonis são significativos. O excesso de exercícios pode levar a lesões musculares e articulares, além de causar fadiga crônica e problemas psicológicos como ansiedade e depressão. O uso abusivo de esteroides anabolizantes pode trazer sérias consequências para o organismo, como disfunções hormonais, problemas cardíacos e danos ao fígado.

A busca desenfreada pela beleza exterior muitas vezes mascara a necessidade de cuidar da beleza interior. É importante lembrar que a saúde mental e emocional são igualmente importantes para o bem-estar do indivíduo. A aceitação de si mesmo, independente dos padrões impostos pela sociedade, é fundamental para uma vida equilibrada e saudável.

Quem é mais afetado pela vigorexia: homens ou mulheres?

A vigorexia, também conhecida como dismorfia muscular, é um transtorno psicológico caracterizado pela obsessão em ter um corpo musculoso e definido. Muitas vezes, as pessoas que sofrem desse distúrbio passam horas na academia, fazem dietas restritivas e utilizam substâncias para aumentar a massa muscular, tudo em busca do “corpo perfeito”.

Quando se trata de quem é mais afetado pela vigorexia, é comum pensar que os homens são os principais atingidos. No entanto, estudos recentes têm mostrado que as mulheres também estão cada vez mais sujeitas a esse transtorno. De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, cerca de 15% dos casos de vigorexia são em mulheres.

É importante ressaltar que a vigorexia não está relacionada apenas à busca por um corpo esteticamente bonito. Muitas vezes, as pessoas que sofrem desse transtorno têm uma baixa autoestima e buscam na musculação uma forma de compensar suas inseguranças. Por isso, é fundamental trabalhar a questão da beleza interior e da aceitação de si mesmo, independentemente do padrão de beleza imposto pela sociedade.

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Portanto, tanto homens quanto mulheres podem ser afetados pela vigorexia, e é essencial buscar ajuda profissional caso perceba algum sintoma desse transtorno em si mesmo ou em alguém próximo. A beleza verdadeira está na aceitação de quem somos, valorizando não apenas a aparência física, mas também as qualidades internas que nos tornam únicos.

Vigorexia e beleza interior

Vigorexia e beleza interior 1

Numa época em que o culto à imagem é cada vez mais evidente, é muito fácil nos acostumarmos a reações comportamentais desadaptativas de amigos, conhecidos etc. Esse culto implica, em parte, associar nossa auto-estima à nossa imagem física e, como isso nem sempre corresponde ao ideal de beleza imposto ao dever, podemos assumir que essa auto-estima pode ser facilmente comprometida.

Entre as reações às quais nos referimos, podemos encontrar um gasto econômico considerável em roupas, cosméticos ou estética em geral, que nosso humor se torna dependente da aprovação de outras pessoas ou até mesmo estabelece relacionamentos afetivos tóxicos . Mas esses comportamentos afastados de uma saúde mental indolente podem acabar levando a patologias graves, como anorexia, bulimia ou vigorexia.

Uma percepção distorcida de si mesmo

A vigorexia é um distúrbio mental caracterizado pelo desempenho de uma atividade física desproporcionalmente exigente , às vezes ligada ao consumo de suplementos vitamínicos ou anabólicos e a uma imagem distorcida do próprio corpo.

Essa distorção geralmente visa a perceber o próprio corpo mais magro ou mais fraco que o real (de maneira contrária ao caso típico da anorexia, em que o paciente percebe ter um peso maior que o real) e geralmente implica em um eterno desacordo com o próprio corpo, cuja conseqüência mais imediata é que comportamentos desadaptativos em relação ao exercício físico tendem a permanecer indefinidamente, bem como o sentimento de insatisfação com o próprio corpo.

Além disso, a vigorexia pode deixar consequências físicas e psicológicas, na forma de distúrbios do crescimento, incapacidade de re-desenvolver um esporte de maneira saudável …

Esses comportamentos são essencialmente os mesmos que qualquer atleta, apenas levados ao extremo, e todos conhecemos pessoas que, em nossa opinião, dedicam um grande número de horas à academia, então como podemos diferenciar a vigorexia de um treinamento simples exigente?

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Como diferenciá-lo da exigência esportiva?

Como qualquer distúrbio, a vigorexia será contanto que os comportamentos relacionados impliquem uma deterioração significativa na vida do atleta . Se você dedica menos tempo às suas obrigações (acadêmicas ou profissionais) do que pretende treinar, se alterar a qualidade de seus relacionamentos sociais, suas horas de sono ou se sua saúde for afetada, através de treinamento inadequado (por peso , idade, condições físicas etc.) ou uso de substâncias.

Devido à grande pressão social existente e aos reforços associados ao esporte , a vigorexia é um distúrbio que envolve um componente do vício; portanto, na maioria das vezes, o atleta não está ciente de ter um problema ou sente que Vale a pena conviver com esse problema enquanto atinge seus objetivos desadaptativos.

É por isso que devemos estar muito atentos à manifestação dos primeiros sintomas do distúrbio , antes que ele se estabeleça e se torne cada vez mais, pois em qualquer intervenção em nível psicológico é vital a motivação do paciente para resolver o problema. problema correspondente.

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Tratamento psicológico

As pessoas não mudam se não querem. E quando ele quer, as pessoas deveriam ter um emprego ou treinamento sistemático em diferentes técnicas derivadas da psicologia, que neste caso seriam, acima de tudo, destinadas a, por um lado, corrigir a visão distorcida do próprio corpo através de técnicas relacionados à reestruturação cognitiva , ou seja, “desmantelar” as crenças irracionais que mantêm os comportamentos a serem modificados. “Eu sou um enclenque” deve dar lugar a “Mas X kg”, tenho “x índice de massa muscular ou gordura corporal”, “estou acima da média”, etc.

Por outro lado, modifique o padrão de comportamentos desadaptativos por meio do estabelecimento de objetivos de curto prazo, buscando manter a motivação para a mudança (“Consegui treinar menos, posso fazê-lo”) e gerenciando as contingências entre esses comportamentos e as consequências de mesmo, sejam reforços (aqueles que facilitam os comportamentos associados a serem repetidos no futuro) ou punições (aqueles que diminuem essas probabilidades).

Mas o mais importante é gerar um pensamento crítico que nos proteja do bombardeio da mídia de uma maneira limitada de entender a beleza, porque nunca é melhor dito por dentro.

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