A lei da equalização: o que é e o que explica em psicologia

A lei da equalização é um conceito importante na psicologia que se refere ao processo de adaptação do organismo a estímulos sensoriais constantes, de forma a manter um estado de equilíbrio e estabilidade. Essa lei explica como o cérebro tende a minimizar diferenças sensoriais ao longo do tempo, ajustando-se para se igualar aos estímulos ambientais. Isso significa que, quando expostos a estímulos intensos ou repetitivos, nosso sistema sensorial se adapta para atenuar a percepção desses estímulos, buscando manter um nível de sensibilidade constante. Esta lei tem implicações importantes no campo da psicologia, pois ajuda a compreender como os seres humanos percebem e processam informações do ambiente ao seu redor.

Organismos e Psicologia: Compreendendo a interação entre indivíduo e ambiente na teoria organísmica.

Organismos e Psicologia: Compreendendo a interação entre indivíduo e ambiente na teoria organísmica. A psicologia organísmica é uma abordagem que enfatiza a importância da interação entre o organismo e o ambiente na compreensão do comportamento humano. Segundo essa perspectiva, os indivíduos não são vistos como entidades isoladas, mas sim como sistemas complexos que interagem constantemente com o mundo ao seu redor.

A teoria organísmica destaca a importância de considerar o indivíduo como um todo integrado, em vez de analisar isoladamente seus componentes. Isso significa que o comportamento humano não pode ser compreendido apenas olhando para características isoladas do indivíduo, mas sim considerando como essas características interagem com o ambiente em que ele está inserido.

Um dos conceitos-chave da teoria organísmica é a lei da equalização, que postula que os organismos têm uma tendência natural para buscar um equilíbrio interno e externo. Isso significa que os indivíduos tendem a buscar um equilíbrio entre suas necessidades internas e as demandas do ambiente em que estão inseridos.

A lei da equalização explica como os organismos buscam constantemente adaptar-se ao ambiente em que vivem, ajustando seu comportamento e suas ações para atender às demandas e desafios que enfrentam. Essa busca pelo equilíbrio é fundamental para a sobrevivência e o bem-estar dos indivíduos, pois permite que se ajustem de forma eficaz às mudanças e adversidades que encontram ao longo da vida.

A lei da equalização é um dos conceitos-chave dessa teoria, explicando como os organismos buscam constantemente adaptar-se ao ambiente em busca de equilíbrio e bem-estar.

Conceito da teoria organísmica: entendendo a organização e interconexão dos organismos vivos.

A teoria organísmica é um conceito que busca compreender a complexidade da vida e a interconexão dos organismos vivos. Segundo essa teoria, os seres vivos não podem ser entendidos apenas como a soma de suas partes, mas sim como sistemas organizados e interdependentes.

Essa abordagem reconhece que os organismos vivos são mais do que a simples soma de suas partes individuais. Em vez disso, eles são vistos como sistemas integrados, nos quais cada parte desempenha um papel importante na manutenção do todo. A teoria organísmica destaca a interconexão entre os diversos componentes de um organismo e como eles trabalham juntos para garantir o funcionamento adequado do sistema como um todo.

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Essa perspectiva holística da vida nos ajuda a compreender melhor a complexidade dos organismos vivos e como eles se adaptam ao ambiente em constante mudança. Ao reconhecer a interdependência dos diferentes sistemas dentro de um organismo, podemos apreciar a incrível capacidade de autorregulação e equilíbrio que os seres vivos demonstram.

A lei da equalização: o que é e o que explica em psicologia.

A lei da equalização é um conceito da psicologia que descreve o processo pelo qual os indivíduos buscam alcançar um equilíbrio interno e externo em suas vidas. Segundo essa lei, as pessoas têm uma tendência natural a buscar a estabilidade e a harmonia em todas as áreas de suas vidas.

Essa busca pela equalização ocorre em diferentes aspectos, como emocional, cognitivo, social e comportamental. Os indivíduos procuram equilibrar suas necessidades, desejos e valores para se sentirem completos e satisfeitos. Quando esse equilíbrio é perturbado, surgem conflitos internos que podem levar a problemas psicológicos e emocionais.

A aplicação da lei da equalização na psicologia ajuda os profissionais a compreender as motivações e os comportamentos das pessoas, bem como a identificar possíveis desequilíbrios que precisam ser abordados. Ao reconhecer a importância do equilíbrio interno e externo, os psicólogos podem ajudar os indivíduos a superar conflitos e alcançar uma maior harmonia em suas vidas.

Teoria da Percepção Organísmica Gestalt: Compreendendo a Interação entre partes e o Todo.

A Teoria da Percepção Organísmica Gestalt é uma abordagem que busca compreender como percebemos e organizamos as informações do mundo ao nosso redor. Segundo essa teoria, nossa percepção não é apenas a soma das partes individuais, mas sim uma interação dinâmica entre essas partes que formam um todo coeso e significativo.

As Gestaltistas acreditam que nossa percepção é influenciada por princípios como a proximidade, semelhança, continuidade e fechamento. Esses princípios ajudam a nossa mente a organizar os estímulos sensoriais de forma a criar uma imagem completa e coerente do mundo.

Um dos conceitos-chave da Teoria da Gestalt é a ideia de que o todo é maior do que a soma de suas partes. Isso significa que não podemos entender completamente um objeto ou cena apenas analisando suas partes isoladamente, mas sim observando a interação e relação entre essas partes.

Essa abordagem tem sido aplicada em diversas áreas, como na psicologia, design e arte. Na psicologia, a Teoria da Gestalt ajuda a explicar como percebemos o mundo ao nosso redor e como nossa mente organiza as informações de forma significativa.

Equilíbrio interno e autocontrole: o processo de autorregulação organísmica na abordagem Gestalt.

A lei da equalização é um conceito fundamental na psicologia, especialmente na abordagem Gestalt. Segundo esta teoria, o organismo humano busca constantemente o equilíbrio interno e o autocontrole através do processo de autorregulação organísmica.

O equilíbrio interno refere-se à capacidade do organismo de manter uma harmonia entre suas diferentes partes e funções. Quando esse equilíbrio é perturbado, surgem tensões e conflitos que o indivíduo precisa resolver para restaurar a ordem interna. O autocontrole, por sua vez, está relacionado à capacidade de regular as próprias emoções, pensamentos e comportamentos de forma consciente e adaptativa.

No contexto da abordagem Gestalt, a autorregulação organísmica é o processo pelo qual o organismo busca ativamente restabelecer o equilíbrio interno e o autocontrole. Isso envolve a percepção e a integração das experiências sensoriais, emocionais e cognitivas para criar uma gestalt, ou seja, uma totalidade significativa e coerente.

Assim, a lei da equalização explica como o organismo humano busca constantemente se adaptar e se desenvolver através do equilíbrio interno e do autocontrole. Ao compreender e fortalecer esses processos, os indivíduos podem alcançar uma maior harmonia e bem-estar psicológico em suas vidas.

A lei da equalização: o que é e o que explica em psicologia

A lei da equalização: o que é e o que explica em psicologia 1

Na psicologia da aprendizagem, numerosos fenômenos foram estudados com base teórica no condicionamento operante. Dentro disso, encontramos um conceito chamado lei de equalização .

Neste artigo, veremos em que consiste a lei da equalização e como foi formulada.

Richard J. Herrnstein e condicionamento operante

O condicionamento operante, introduzido por BF Skinner, é uma forma de aprendizado através da qual um sujeito (humano ou animal) tem maior probabilidade de repetir formas de comportamento que carregam consequências positivas e menos probabilidade de repetir aquelas que carregam consequências negativas.

A lei da equalização foi inicialmente formulada por Richard J. Herrnstein (1961) devido a um experimento com pombos em programas concorrentes de intervalo variável (ou seja, programas em que o critério para administrar o reforço é a variável tempo decorrido desde a apresentação do último reforçador). Veremos mais adiante e com mais detalhes em que consistem esses tipos de programas.

Nesta experiência, os pombos tinham dois botões em uma caixa Skinner. Cada botão resultou em diferentes taxas de recompensa alimentar. Observou-se como os pombos tendiam a morder o botão que produzia a maior recompensa alimentar com mais freqüência do que o outro botão. Além disso, eles fizeram isso a uma taxa semelhante à taxa de recompensa.

Qual é a lei da equalização?

A lei da equalização é uma relação quantitativa estabelecida entre as taxas relativas de reforço e as taxas relativas de resposta durante o desenvolvimento de programas de reforço simultâneos. Isso se limita a estabelecer que existe uma correlação entre o comportamento e o ambiente.

É uma lei que ajudou psicólogos e analistas comportamentais a relacionar o comportamento com o meio ambiente e a desenvolver equações que mostram claramente como esses dois poderiam cobiçar.

A lei da equalização sugere que a taxa de resposta de um sujeito em um ambiente será proporcional à quantidade ou duração do reforço positivo administrado . Assim, quanto mais reforço positivo tiver sido administrado, maior a taxa de resposta (e vice-versa). Herrstein estabeleceu essa taxa de resposta relativa como uma lei de conduta.

É aplicado com confiabilidade suficiente quando sujeitos não humanos são expostos a programas concorrentes de intervalo variável, e sua aplicabilidade em outras situações é menos clara, dependendo das hipóteses formuladas e dos detalhes da situação experimental.

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Mecanismos e teorias

A lei da equalização foi comprovada experimentalmente em diferentes espécies , bem como em grupos de sujeitos (não apenas individualmente).

É uma lei descritiva da natureza, e não uma lei mecanicista, pois não explica os mecanismos responsáveis ​​pela distribuição das respostas. Além disso, ignore quando ocorrerem respostas individuais.

Existem três tipos de teorias que tentam explicar essa lei; são as seguintes.

Teorias molares

Eles explicam principalmente conjuntos de respostas e você está associado à distribuição total de respostas e aos reforçadores que ocorrem nos contextos em que você deve escolher.

Teorias moleculares

Eles se concentram no que acontece no nível das respostas individuais e consideram a equalização como o resultado líquido dessas escolhas individuais .

Teorias de melhoria

Eles se concentram em características comportamentais que não são molares nem moleculares, mas um tanto intermediárias entre elas.

Comportamento da escolha: programas concorrentes

A lei da equalização, como vimos, surge como resultado dos programas concorrentes que implicam uma conduta de escolha. A situação de escolha mais simples é baseada em duas respostas para escolher, cada uma das quais é seguida por um reforçador .

Programas simultâneos ocorrem ao mesmo tempo (ou simultaneamente), e o sujeito pode mudar de uma tecla de resposta para outra.

Uma de suas generalizações é que se refere a situações de escolha forçada (programas de razão simultânea), onde é obrigatório escolher uma das opções. Assim, em programas de escolha forçada, a maneira de cumprir a lei da equalização é responder a apenas uma alternativa. Para o assunto, a estratégia mais apropriada será escolher a melhor alternativa e mantê-la .

Desvios na lei da equalização

Às vezes, as taxas de resposta relativa nem sempre são exatamente as mesmas que as taxas relativas de reforço em cada alternativa de resposta; Isso ocorre porque outros fatores podem estar influenciando .

Falamos então de duas situações diferentes: infraigualación e sobreigualación . Em infraigualación, a melhor opção é menos escolhida do que a lei de equalização prevê. Na superlotação, no entanto, a melhor opção é mais escolhida do que a lei prevê.

As variáveis ​​que determinam os desvios comentados seriam as seguintes:

Uso de diferentes topografias de resposta para cada alternativa

Isso envolve diferentes tipos de esforço; por exemplo, aba (alternativa A) e pressione uma tecla (alternativa B).

O uso de diferentes reforçadores para cada alternativa

Isso significa que a equivalência não pode ser facilmente estabelecida.

A dificuldade de mudar de uma alternativa para outra

Por exemplo, vamos pensar em transferências de metrô. A mudança de uma tarefa para outra implica algum atraso (dificuldade ou esforço para o sujeito).

Referências bibliográficas:

  • Herrnstein, RJ (1961). Força relativa e absoluta das respostas em função da frequência do reforço. Jornal da Análise Experimental do Comportamento, 4, 267–72.
  • Domjan, M. (2009), Princípios de Aprendizagem e Comportamento, Madri (Espanha): Thomson

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