50 fábulas muito curtas para crianças (com moral)

Deixo uma lista com fábulas curtas para crianças com moral. Entre eles estão alguns dos mais populares; a lebre e a tartaruga, o leão e o rato, a cigarra e a formiga, Pedro e o lobo e muito mais.

Com esses exemplos, você pode divertir e transmitir conceitos morais através de seus animais carismáticos. Alguns são mexicanos, outros espanhóis, outros da Colômbia, Argentina, Peru, Equador …

50 fábulas muito curtas para crianças (com moral) 1

As fábulas infantis parecem uma composição lírica que nunca sai de moda. Desde a cigarra e a formiga de Esopo, até a galinha dos ovos de ouro de María Samaniego até as mais modernas do escritor colombiano Rafael Pombo, todas destacam sua capacidade de educar e refletir através da moral para as crianças

Desde a mais pequena da casa até os adultos, passamos por leituras de fábulas das mãos de nossos pais ou avós, deixando muitas delas impregnadas em nossa memória e que transmitimos aos nossos pequenos.

Lista de fábulas curtas para crianças

A lebre e A Tartaruga

50 fábulas muito curtas para crianças (com moral) 2

Uma vez, uma lebre estava tirando sarro de pernas tão curtas e andando lentamente de uma tartaruga, no entanto, não permaneceu em silêncio e se defendeu rindo e dizendo à lebre: – Você pode ser muito rápido amigo lebre , mas tenho mais certeza de que posso ganhar uma corrida.

A lebre, surpresa com o que a tartaruga lhe disse, aceitou o desafio sem pensar duas vezes, pois tinha certeza de que venceria a tartaruga com os olhos fechados. Então, ambos propuseram à raposa que era ela quem apontava o caminho e a meta.

Dias depois, chegou o momento esperado da corrida e, quando soou a contagem de três, começou a corrida desses dois competidores. A tartaruga continuou andando e andando, mas em seu ritmo lento, ele avançou calmamente em direção à meta.

Em vez disso, a lebre correu tão rápido que deixou a tartaruga para trás. Quando ele se virou e não a viu mais, a lebre viu seu sucesso na corrida com certeza e decidiu tirar um cochilo.

Logo depois, a lebre acordou e viu se a tartaruga ainda não chegava para trás, mas, olhando para a meta, viu a tartaruga bem perto do fim e, numa tentativa desesperada de correr o mais rápido que pôde, a tartaruga chegou. e ganhou.

Moral : o ensino é que os objetivos são alcançados pouco a pouco, com trabalho e esforço. Embora às vezes pareçamos lentos, o sucesso sempre chegará.

Também nos mostra que não precisamos tirar sarro das pessoas por seus defeitos físicos, pois elas podem ser melhores em outros aspectos.

Essa fábula tem um grande valor educacional, já que fazer coisas bem-feitas é importante na educação e, para isso, é preciso ser paciente.

O leão e o rato

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Era uma vez um leão que descansava na selva, depois de um dia de caça. Era um dia quente e ele só queria dormir.

Quando ele estava mais confortável, um rato chegou fazendo muito barulho. O leão era tão grande que ele nem percebeu, mas o rato começou a subir pelo nariz.

O leão acordou de muito mau humor, começou a rosnar e agarrou o rato, preparando-se para comê-lo.

“Perdoe-me!”, Implorou o pobre rato. “Por favor, deixe-me ir e um dia eu certamente pagarei a você.”

Foi divertido para o leão pensar que um rato poderia ajudá-lo. Mas ele foi generoso e finalmente o libertou.

Alguns dias depois, enquanto perseguia uma presa na floresta, o leão foi preso na rede de um caçador.

Ele não conseguiu se libertar e rugiu alto pedindo ajuda. O mouse reconheceu a voz e veio rapidamente para ajudá-lo. Ele mordeu uma das cordas que amarravam o leão e se libertou.

Então o mouse disse:

“Até um rato pode ajudar um leão.”

Moral : não subestime o que os outros podem fazer. Embora possa parecer de outra forma, todos podem ajudá-lo.

A cigarra e a formiga

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Uma cigarra cantou e apreciou durante o verão. Dia após dia, ele acordava tarde e se dedicava apenas a cantar, até que um dia algo chamou sua atenção.

Um grupo de formigas passou por baixo do galho, carregando pesadas porções de comida nas costas, depois a cigarra desceu do galho e pediu uma.

-Amiga Ant Por que você trabalha tanto? –

-O inverno está chegando, precisamos manter provisões para podermos passar a geada- respondeu a formiga.

Para que a cigarra então disse:

-Bah! Trabalhar tanto é para tolos, gosta de mim, canta e aproveita o verão.

A formiguinha sem dizer mais nada continuou. Nos dias seguintes, a cigarra continuava cantando e costumava compor músicas que zombavam de sua amiguinha, a formiga.

Mas um dia a cigarra acordou e não era mais verão, o inverno havia chegado.

A geada foi a pior de todas em muitos anos, ele tentou se enrolar com folhas de seu galho, mas não conseguiu. Com fome procurou comida, mas não encontrou nada.

Então ele lembrou que seu amiguinho mantinha suprimentos durante o verão e foi até o formigueiro, bateu na porta e a formiga saiu. Então ele disse:

Formiga, me ajude; Estou com fome e com frio, me dê abrigo e comida!

-Mas o que você estava fazendo durante todo o verão cigarra? – perguntou a formiga.

“Cante e dance”, respondeu a cigarra.

“Bem, se você fez isso no verão, agora dance no inverno!”, Disse a formiga e fechou a porta.

Enquanto isso, a cigarra arrependida se afastou refletindo sobre a lição que havia aprendido.

Moral: a vida consiste em trabalhar e descansar. Você não pode descansar muito, porque mais tarde poderá encontrar consequências negativas.

Pedro e o lobo

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Era uma vez um menino chamado Pedro, pastor e passeava o dia inteiro com suas ovelhas.

Um dia eu estava tão entediado que ele começou a se perguntar como se divertir. Então lhe ocorreu fazer uma piada, dizendo que um lobo estava por perto. Ele disse:

– O lobo está chegando, o lobo está chegando! Ajuda!

Os moradores da cidade chegaram rapidamente com varas para assustar o lobo, mas quando chegaram à árvore onde Peter estava sentado, encontraram-no rindo alto. Pedro disse:

Kkkkk! Você acreditou!

Os vizinhos foram para suas casas pensando que era uma piada e que nada aconteceu.

Outro dia, Pedro ficou entediado novamente e voltou com a mesma piada:

– O lobo está chegando, o lobo está chegando! Ajuda! Ajuda!

Os vizinhos voltaram rapidamente, com suas varas e preparados para enfrentar o lobo. Mas eles encontraram Peter rindo novamente, rindo e dizendo:

Você acreditou de novo! Que incrédulos! Kkkkk!

Desta vez, os vizinhos pensaram que a piada não era tão engraçada e foram mal-humorados para suas casas.

Outro dia, Pedro estava andando com suas ovelhas quando ouviu um barulho entre os arbustos. Ele não se importou, mas rapidamente um lobo apareceu e começou a perseguir suas ovelhas. Pedro começou a pedir ajuda:

– O lobo está chegando, o lobo está chegando! Ajuda!

Os vizinhos o ouviram, mas não prestaram atenção, pois acharam que era mais uma piada de Pedro.

O lobo conseguiu pegar algumas de suas ovelhas e as levou para comer com seu rebanho.

Moral : não minta, pois outros podem não acreditar em você quando você diz a verdade.

O corvo e a raposa

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Era uma vez um corvo descansando em uma árvore, tendo conseguido roubar um queijo da janela de uma casa.

Uma raposa andou por perto que sentiu o cheiro forte, viu o corvo e disse:

Olá! Que dia bom, além de sua plumagem ser muito bonita. Se encaixa muito bem.

O corvo se sentiu muito bem com o que a raposa disse a ele. Ele queria cantar para comemorar, abriu o bico, mas depois largou o queijo.

A raposa, sorrindo, correu para o queijo e o pegou com a boca antes de cair no chão.

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Moral : preste atenção quando alguém lhe disser coisas boas. Pode ser de interesse.

O menino e o doce

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Era 21 de setembro e todas as crianças felizes, depois de um longo verão, estavam voltando para as escolas. Sendo o primeiro dia, o professor levou um barco cheio de guloseimas para a aula para dar as boas-vindas ao novo ano letivo. Um dos alunos correu primeiro para os doces.

Uma vez que ele pegou todos os doces que pôde, ao tentar estender a mão, o gargalo da tigela não o permitiu. O menino chorou e chorou amargamente, mas um amigo que estava por perto disse: -Conforme-se a tomar apenas metade e assim você poderá pegar sua mão com o doce.

Moral : não seja egoísta, ganancioso e escolha apenas o que você precisa. Como diz o ditado, “quem cobre muito, não aperta”.

Essa fábula ensina as crianças a não serem tão egoístas, uma qualidade muito importante ao desenvolver sua personalidade. Em um mundo em que a individualidade prevalece, é bom desde a infância que as crianças aprendam a compartilhar e a serem generosas com seus pares.

A pulga e o homem

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Um homem desfruta de um bom sono quando de repente começou a sentir coceira por todo o corpo.

Irritado com a situação, ele procurou em sua cama inteira para ver o que estava causando tantos problemas. Após sua busca, ele encontrou uma pequena pulga e disse as seguintes palavras:

– Quem você acha que é inseto insignificante, estar coçando por todo o corpo e não me deixando gozar meu merecido descanso?

– A pulga respondeu: Com licença, senhor, não era minha intenção incomodá-lo de nenhuma maneira; Peço que, por favor, deixe-me continuar vivendo, porque, devido ao meu pequeno tamanho, acho que não posso incomodá-lo muito. O homem rindo das ocorrências da pulga, disse:

– Sinto muito, pequena pulga, mas não posso fazer nada além de acabar com sua vida para sempre, já que não tenho nenhum motivo para continuar aturando suas mordidas, não importa se são grandes ou pequenas, pode ser o preconceito que você me causa.

Moral : ensina-nos que todo mundo que machuca outra pessoa deve estar disposto a enfrentar as conseqüências. Desde quando alguém incomoda, agride ou ofende outros colegas, você deve saber que suas ações serão seguidas por consequências.

O coelho e o porco

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Era uma vez, um coelho muito presunçoso em uma escola que usava seus sapatos muito limpos, brilhantes, brilhantes todos os dias.

Na mesma classe também estava o porquinho Peny, que tinha muita inveja do coelho por seus sapatos.

Mas o porquinho, morando em um lago lamacento, sabia que nunca teria sapatos como os de seu amigo coelho.

Todo dia eu limpava e limpava, mas nada ficava tão sujo.

Um dia, jogando no recreio, tive que correr para ver quem era o mais rápido. O porco assustado não sabia o que fazer, pois seus sapatos não eram como os de seu amigo.

No dia da corrida, Pigy Peny não pensou nisso, e ele correu junto com o coelho.

Enquanto corria, ele só pensava em ser o vencedor e nunca desistir, como sua mãe lhe disse.

Quando chegaram à linha de chegada, todos ficaram impressionados com a velocidade de Peny Pig, eles não entenderam como ele poderia ter ganho o coelho e seus super sapatos.

Moral : não importa qual sapato você use, o esforço para atingir uma meta definida não está no calçado, mas em você. Você deve estar feliz com o que tem, sentir-se confortável consigo mesmo e confiar em você.

Família formiga

Era uma vez uma família de formigas formada pela mãe, o pai e suas duas filhas pequenas.

O inverno estava chegando, então toda a família saiu em busca de comida, pois não iria morrer.

Caminhando pelo prado, encontraram outra formiga, mas não era da mesma espécie, pois era vermelha e não possuía duas pernas.

Angustiada, a formiga vermelha pediu ajuda para levá-la para casa, pois ela poderia morrer enterrada na neve.

A mãe formiga disse não, pois não pertencia à sua espécie e se descobrisse o resto das formigas negras poderia jogá-lo para fora do prado.

Então a família seguiu seu caminho, mas uma das filhas não conseguiu se levantar e se virou para ajudar a formiga vermelha, mesmo sabendo que poderia jogá-la para fora da campina para sempre.

Quando os dois chegaram à casa das formigas vermelhas, ficaram surpresos com a solidariedade da formiga negra, deram-lhe toda a comida que tinham.

Graças a essa recompensa, a família das formigas pretas conseguiu sobreviver durante todo o inverno graças à família das formigas vermelhas.

Moral : você precisa ajudar os outros quando eles precisam, pois um dia também precisaremos dessa ajuda.

Também nos ensina que não há necessidade de preconceitar ou discriminar os outros por causa de sua raça ou condição física, algo muito importante na vida, pois temos que educar nossos filhos na tolerância e no respeito à diversidade.

O pássaro rouxinol

Era um pássaro rouxinol muito alegre e engraçado. Ele estava sempre cantando, mas era muito ignorante.

Uma noite, jantando com a mãe, ela lhe disse que ele não deveria cantar até mais tarde, pois os caçadores passariam naquele momento e, se os ouvissem, poderiam matá-lo.

Na manhã seguinte, como todos os dias, o pássaro começou a cantar para atrair presas. Esquecendo o que sua mãe lhe disse, os caçadores o ouviram e começaram a atirar.

Felizmente, o pássaro deu-lhe tempo para se esconder, pois ele ouviu o canto da mãe avisando que os caçadores estavam na área.

Moral : é preciso estar muito atento e ouvir nossos pais quando eles conversam conosco, pois uma supervisão pode ser cara.

O gato e o rato

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Garagem de gato desenho imagem em quadrinhos Mouse

Certa vez, um gato com muita fome viu um ratinho entrar em sua casa. O gato, com muitas intenções de pegá-lo e depois comê-lo, aproximou-se da ratoeira para dizer:

– Quão bonito e fofo você é, ratinho! Venha comigo, pequena, venha … o gato disse em uma voz doce.

A mãe do ratinho ouviu as intenções do gato hábil e avisou o filho dizendo:

– Não vá criança, você não conhece os truques desse patife.

O gato insistente disse ao mouse novamente:

– Venha, pequena, venha. Olhe esse queijo e essas nozes! Tudo isso será para você!

O ratinho inocente perguntou à mãe novamente:

– Vou mãe? … Vou?

– Nenhuma criança, nem pense em ir, seja obediente, sua mãe lhe disse novamente.

O gato novamente o enganou dizendo:

– Venha, eu vou te dar esse bolo saboroso e muito mais …

– Posso ir mãe, por favor, imploro – disse o ratinho.

– Não, bobo! Não vá. – o rato mãe insistiu.

-Eu não vou fazer nada mãe. Eu só quero tentar um pouco … – disse o ratinho pela última vez, e sem a mãe dele poder detê-lo, ele rapidamente saiu do buraco.

Alguns momentos depois, ouviram-se gritos dizendo:

– Ajuda, mãe, ajuda! O gato me come!

A ratazana mãe nã
podia fazer nada para salvar o ratinho que morreu devorado pelo gato.

Moral : Esta fábula nos ensina que devemos obedecer a nossos pais e respeitar suas decisões, pois eles sempre querem o melhor para nós e ignorá-los pode ter seu preço como o ratinho da história.

O cervo e a jovem corça

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Esta fábula tem cerca de dois cervos, um jovem e um mais velho.

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Ambos queriam ficar nas montanhas porque tinham comida o ano inteiro, mas isso só seria possível se os dois brigassem, pois havia apenas provisões para um.

O jovem filhote estava muito claro de que venceria, já que era cada vez mais rápido que o cervo velho.

Na manhã seguinte, quando eles se encontraram para lutar, o velho cervo sugeriu que ele fosse embora, pois sabia perfeitamente que seria o vencedor.

A jovem corça teimosa e zangada preparou-se para lutar até que gradualmente perdeu os chifres.

Surpreso que o velho cervo o espancasse, ele perguntou:

-Como você fez isso? Não pode ser, se eu sou mais. Jovem e mais rápido que você.

A que o velho respondeu:

-Olhe meus chifres e você terá a resposta.

A jovem corça surpresa percebeu que os chifres estavam intactos, eram muito mais fortes e mais robustos que os dele.

Moral : devemos respeitar as pessoas idosas, pois ser uma pessoa idosa não significa que elas sejam lentas ou lentas, mas muito pelo contrário, pois elas podem nos ensinar muitas coisas que ainda não sabemos.

O macaco e o golfinho

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Era uma vez um marinheiro que prometeu fazer uma viagem muito longa. Para tornar a jornada mais divertida, ele levou um macaco para se divertir durante a longa jornada.

Quando eles estavam perto da costa da Grécia, uma tempestade muito alta e violenta subiu e destruiu o navio fraco. Sua tripulação, o marinheiro e seu macaco tiveram que nadar para salvar suas vidas.

Enquanto isso, o macaco que luta contra as ondas foi visto por um golfinho; que, acreditando que era homem, foi salvá-lo deslizando sob ele e transportando-o para a costa.

Quando eles chegaram ao porto, o golfinho perguntou ao macaco:

– Macaco, você é ateniense (nascido em Atenas)?, E o macaco, por ser muito vaidoso e mentiroso, respondeu:

– Sim, e eu também tenho parentes muito importantes morando lá –

O golfinho perguntou novamente se ele conhecia Pireu (o famoso porto de Atenas). O macaco então acreditou que era um homem, respondeu que não apenas o conhecia, mas também era um de seus melhores amigos.

O golfinho indignado com tantas mentiras que o macaco disse, virou-se e o devolveu ao alto mar.

Moral : as próprias mentiras do mentiroso são as responsáveis ​​por revelar a verdade com um pouco de descuido. As mentiras têm pernas muito curtas, portanto a verdade sempre virá à luz.

O astrônomo

50 fábulas muito curtas para crianças (com moral) 13

Em um país muito distante, onde a ciência é muito importante para seus habitantes, havia um astrônomo idoso que gostava de seguir o mesmo caminho todas as noites para observar as estrelas.Um dia, um de seus antigos colegas lhe disse que uma estrela estranha havia aparecido no céu, o velho deixou a cidade para vê-lo com seus próprios olhos. O astrônomo estava tão empolgado olhando para o céu que não percebeu que a poucos passos dele havia um buraco. Quando ele caiu no buraco, começou a gritar por socorro.Um homem passou pelo buraco, que se aproximou do buraco para ver o que estava acontecendo. Informado do que havia acontecido, ele disse ao velho:-Eu vou ajudá-lo a sair dali, mas tenha muito cuidado na próxima vez que sair para um lugar que não conhece, você deve ter muito cuidado por onde andar, pois pode encontrar qualquer coisa no chão.Moral : antes de embarcar em aventuras ou ir a lugares desconhecidos, você precisa conhecer muito bem o local para onde está viajando e ser cauteloso.

O burro, o cachorro e o lobo

50 fábulas muito curtas para crianças (com moral) 14

Eles caminharam muito devagar e exaustos pelo sol, um jumento, com sua carga de pão, e seu dono seguido por seu cachorro. Assim, chegaram a um prado verde, onde o mestre, cansado e exausto pela caminhada, foi dormir à sombra de uma árvore.

O burro foi comer um pouco de grama no pasto quando de repente o cachorro, que também estava muito cansado e com fome, disse:

– Querido burro, também estou com fome, você poderia me dar um pouco de pão na cesta que carrega, por favor?

A que o burro respondeu:

– Melhor Por que você não espera mais um pouco até que o Mestre acorde e lhe dê o mesmo para comer?

O cachorro, ouvindo a resposta do burro, foi para o outro lado do prado. É então que, enquanto o burro ainda estava comendo seu pasto, um lobo faminto apareceu e imediatamente atacou o burro para devorá-lo. Surpreso, ele gritou ajuda ao cachorro:

– socorro! Salve-me amigo cachorro!

O cachorro respondeu:

-Melhor, por que você não espera mais um pouco até o mestre acordar e salvar você?

Moral : temos que oferecer nossa ajuda a outras pessoas enquanto elas precisarem, se não queremos que a mesma coisa aconteça com o burro. Devemos educar nossos filhos a serem pessoas de apoio e compartilhar com o resto de seus colegas.

O corvo e os pássaros

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Um dia, o deus Júpiter convocou todos os pássaros para uma reunião para escolher como rei o mais bonito de todos. Os pássaros, muito lisonjeados com essa grande oportunidade, foram imediatamente às águas do grande rio para se lavar e se arrumar para serem apresentáveis.

O corvo, percebendo sua feiúra, apresentou um plano que consistia em coletar as penas que os pássaros deixavam cair ao se arrumar e depois colá-las em seu corpo. Assim, o corvo passou várias horas colocando as penas para ser a mais bonita das aves.

Então chegou o dia esperado e todos os pássaros chegaram à consulta, incluindo o corvo, que se destacou instantaneamente por suas penas multicoloridas. Quando Júpiter o viu, decidiu coroar o corvo por sua grande beleza, mas os pássaros ficaram muito zangados por terem escolhido o corvo.

No entanto, o corvo logo perdeu as penas, sentindo-se envergonhado por ser o mesmo que realmente era.

Moral : não temos que fingir o que não somos e não devemos nos sentir inferiores às nossas físicas ou aptidões, pois cada pessoa é única e diferente, com suas virtudes e seus defeitos.

Devemos amar a nós mesmos como somos, pois somente assim os outros nos amarão.

O velho cão caçador

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Muitos anos atrás, vivia um velho cão de caça, cuja idade avançada o levou a perder grande parte das faculdades, como ser mais forte ou mais rápido.

Um dia, enquanto ele estava em um dia de caça com seu mestre, ele encontrou um belo javali, que ele queria pegar para seu dono. Colocando todos os seus esforços, ele conseguiu morder uma orelha, mas como sua boca não era a mesma de sempre, o animal conseguiu escapar.

Quando ouviu o escândalo, seu mestre correu para o local, encontrando apenas o cachorro velho. Irritado por ter deixado a peça escapar, ele começou a repreendê-lo com muita força.

O pobre cachorro, que não merecia tal bronca, disse:

– Querida, meu amor, não acredite que deixei este belo animal escapar por prazer. Eu tentei mantê-lo, assim como quando eu era jovem, mas, tanto quanto nós dois queremos, minhas faculdades nunca mais serão as mesmas. Então, em vez de ficar bravo comigo porque fiquei velho, me alegre por todos aqueles anos em que te ajudei incansavelmente.

Moral : Ele vem nos dizer que devemos respeitar os mais velhos, pois eles deram o melhor de si porque nossa família teve uma vida feliz.

O cachorro e o reflexo

50 fábulas muito curtas para crianças (com moral) 17

Havia um cachorro que atravessava um lago. Ao fazer isso, ele tinha uma presa bastante grande na boca. Ao atravessá-lo, ele se viu no reflexo da água. Acreditando que era outro cachorro e vendo o enorme pedaço de carne que ele carregava, ele correu para pegá-lo.

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Decepcionado foi quando, ao tentar remover a presa da reflexão, ele perdeu o que já tinha. E pior, ele não conseguiu o que queria.

Moral : não devemos invejar os outros e devemos ser felizes com quem somos e com o que temos, pois, como diz o ditado, “a ganância quebra o saco”. Temos que nos contentar com o que temos, e não pedir ou exigir mais de nossos pais, mas queremos o que acontece com o cão.

Sapos e pântano seco

Dois sapos viviam em um belo pântano, mas o verão chegou e secou, ​​então eles a deixaram para encontrar outro com água. Eles encontraram no caminho um poço profundo cheio de água e, quando o viram, disseram um sapo para o outro:

– Amigo, vamos ambos a este poço.

– Mas e se a água desse poço também secar – disse o companheiro -, como você acha que vamos subir então?

Moral : Antes de tomar qualquer ação, primeiro analise as conseqüências dela. Diante de um problema, precisamos procurar outras alternativas e refletir sobre qual é a boa opção antes de tomar uma decisão impulsiva que não é apropriada.

O labrador e a cobra

Ao lado da casa de um agricultor modesto, uma cobra decidiu instalar seu ninho. Uma tarde, o filho pequeno do fazendeiro, pensando que era um de seus brinquedos, agarrou o animal de tal maneira que o mordeu em legítima defesa. Uma mordida da qual ele não conseguiu se recuperar e que seu pai queria se vingar cortando o rabo da cobra.

Sabendo como os acontecimentos haviam acontecido, o fazendeiro sentiu tanta culpa que procurou a cobra para se desculpar e oferecer mel, água, farinha e sal, como sinal de seu sincero arrependimento. Apesar da nobreza de suas intenções, a cobra não apenas o perdoou, mas também se permitiu o luxo de dizer:

– Compreendo que você queira vir e tentar corrigir o erro que cometeu comigo, mas não há possibilidade de você e eu sermos amigos. Enquanto eu sentir falta da cauda que você tirou de mim e de você o filho que meu veneno tomou de você, não poderemos ficar em paz.

Moral : é impossível se reconciliar com um amigo se um dos dois não perdoou o outro. Com esta fábula, aprendemos a pedir perdão e perdoar quando temos um debate ou discussão com um parceiro. Desta forma, qualquer problema será resolvido com calma e paz.

O lobo e o cachorro adormecido

Um cão desfrutava de um merecido descanso na porta de sua casa, quando de repente um lobo veloz se lançou sobre ele com claras intenções de devorá-lo. Para tentar se livrar de um destino tão negro, o cão implorou com todas as suas forças para ouvir, mesmo que apenas uma vez, antes que o lobo cumprisse seus desejos.

Entendo que você deseja saciar sua fome – começou o cachorro -, mas de um saco de ossos como eu, seu estômago logo ficará vazio novamente; Se você realmente quer ter um bom banquete, espere que meus proprietários celebrem seus casamentos e você certamente me achará muito mais agradável.

O argumento foi tão convincente que o lobo saiu tão feliz. Meses depois, o cachorro estava debruçado em uma janela da casa de seu dono, quando o lobo voltou para reivindicar o que estava esperando há tanto tempo. Irritado com a insistência, o cão respondeu:

– Lobo bobo, da próxima vez que aparecer e eu estiver dormindo no portal do meu proprietário, não espere pelos casamentos dos meus proprietários!

Moral : ele vem nos dizer que se formos capazes de sair de algum tipo de perigo e se lembramos de como o fizemos, podemos fazê-lo em outras ocasiões.

A raposa, o urso e o leão

Tendo encontrado um leão e um urso em uma corça, eles se desafiaram em combate para ver qual dos dois ficou com a presa.

Uma raposa que passou, vendo-os exaustos pela briga e com a jovem corça no meio, agarrou-a e correu silenciosamente entre eles.

E o urso e o leão, exaustos e sem forças para se levantar, murmuraram:

-Desculpe-nos! Tanto esforço e tanta luta que fizemos para que tudo permanecesse para a raposa!

Moral : por ser egoísta e não querer compartilhar, podemos perder tudo.

Os dois amiguinhos

Era uma vez dois avestruzes que se tornaram tão, mas tão amiguinhos, que eles não podiam passar um dia sem a companhia do outro, até que um dia um pequeno deslize entre eles testou sua bela amizade:

– Hoje vamos tocar o que eu quiser – um deles disse ao outro.À qual o outro respondeu:- Você está errado que eu vou decidir apenas eu.

E assim, com essas posições, ambos insistiram em seus caprichos por muitas horas e sem chegar a um acordo. Depois de discutir por um longo tempo, os dois avestruzes amigos finalmente recuperaram a razão e um deles disse:

-Vamos deixar os jogos para hoje e encontrar outra maneira de chegar a um acordo.

E dizer essas palavras concordou em alternar diariamente e que cada uma decidiu por um dia inteiro quais jogos jogar.

Dessa forma, não havia mais problemas e conflitos e eles mantiveram uma bela amizade até a morte.

Moral : falando em voz baixa, você pode chegar a um acordo, no qual as duas pessoas são privilegiadas. Devemos educar nossos filhos no diálogo e na comunicação para resolver conflitos que acontecem na vida cotidiana, pois é a melhor opção para chegar a um acordo.

A oliveira e a figueira

A oliveira ridicularizou a figueira porque, enquanto ele estava verde o ano todo, a figueira mudou suas folhas com as estações do ano.

Um dia, uma queda de neve caiu sobre eles e, sendo a oliveira cheia de folhagem, a neve caiu sobre as folhas e com o peso seus galhos foram quebrados, arrancando-a imediatamente de sua beleza e matando a árvore.

Mas quando a figueira estava sem folhas, a neve caiu diretamente no chão e não a prejudicou.

Moral : Não devemos tirar sarro das qualidades dos outros, porque as nossas podem ser inferiores. Devemos ser respeitosos e tolerantes com outras pessoas.

A raposa e a cabra

Uma vez que uma raposa estava vagando pela escuridão, quando ou infelizmente caiu em uma cova. Ele tentou sair, mas não conseguiu. Não tive escolha senão ficar lá até a manhã seguinte. No dia seguinte, uma cabra apareceu, olhou para o poço e viu a raposa. A cabra perguntou: “O que você está fazendo aí, Sr. Fox?”

A raposa astuta respondeu:

«Vim aqui para beber água. É o melhor que já tive na minha vida. Venha e experimente por si mesmo. Sem nem pensar por um tempo, a cabra pulou no poço, saciou a sede e procurou uma saída. Mas, como a raposa, ele também não conseguiu sair.

Então a raposa disse:

“Eu tenho uma idéia. Fique em pé sobre as patas traseiras. Eu vou subir acima da sua cabeça e partir. Então eu vou ajudá-lo também.

A cabra era inocente e fez o que a raposa disse a ele.

Enquanto caminhava, a raposa disse:

“Se você fosse esperto o suficiente, nunca teria entrado sem ver como sair.”

Moral : Olhe antes de pular. Não faça algo às cegas sem pensar antes.

O ovo de ouro

Era uma vez um rico comerciante de tecidos que morava em uma cidade com sua esposa e dois filhos. Eles tinham uma galinha bonita que colocava um ovo todos os dias. Não era um ovo normal, mas um ovo de ouro.
o entanto, o jovem comerciante

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